Princess Of China
15 PASSADO REVELADO: WING x DANZOU
Notas iniciais
OLÁ MINNA!
Depois de séculos... Estou de volta e FORMADA!!!!
Minha faculdade acabou, graças a Deus!!!
Antes de tudo quero agradecer a Carolina Fernandes pela recomendação. Adorei!!! Muito obrigada mesmo. Estou feliz por saber que ainda há leitores que gostam da minha fic.
Bom, mais um capítulo fresquinho para vcs.
Infelizmente não haverá SASUSAKU, mas tem algum esclarecimento sobre o passado da família imperial. Para aqueles que não se recordam Wing é o pai da Sakura, o imperador.
Mandem Reviews sobre o que acharam do capítulo para saber se está bom. E me desculpem por eventuais erros de português.
Contemplem...
No capitulo anterior...
– Me diga o motivo... Por que está fazendo isso?
– Pergunte a seu marido, apenas estou me vingando.
– Meu Marido?
– Sim. — De maneira rude Ryu ergue o rosto da imperatriz para que a mesma olhe em seus olhos.
– Olhe bem para o meu rosto... Vossa majestade não se recorda de nada?
Amedrontada Sayuri tenta desviar olhar, mas Ryu aperta mais forte o queixo da imperatriz.
– Vocês chineses são tão asquerosos que não se recordam de suas vitimas... Por ordens de seu querido marido a minha gente foi morta ou exilada.
– Como? – Sayuri questiona
– Sua vadia... Não se faça de inocente majestade. O próprio imperador que matou meu pai.
Sayuri observou atentamente a fisionomia do rapaz até que se recorda de algo. O homem a sua frente se parecia muito com alguém que seu povo queria apagar da memória.
– Não, não... Não pode ser.
– Parece que vossa majestade se recordou de alguma coisa.
– O que um mongol faz em terras chinesas? Seu povo foi exilado de todas as províncias. O que faz aqui?
– Estou aqui para tomar o que pertence ao meu pai.
– Você é o filho dele? Não é?
– Se está falando de Danzou... – Ryu riu de maneira cruel — Sou sim...
– Danzou era um homem ambicioso e achava que poderia tomar decisões em nome do imperador.
– MEU PAI QUE DEVERIA SER O IMPERADOR CHINÊS! – Sayuri recebe mais um forte tapa em seu rosto e cai ao chão.
O Imperador Wing e o jovem Danzou eram primos e foram criados juntos na Cidade Proibida, os dois eram inseparáveis. Porém ao completarem 12 anos Wing iniciou o seu treinamento para assumir o trono chinês enquanto Danzou iniciava o seu treinamento militar, sendo assim, passaram a não se ver com tanta frequência. Porém o que todos não sabiam era que o pai de Danzou almejada o trono de seu irmão e sabia do potencial de seu filho. Danzou desde cedo se mostrara um menino ambicioso e perspicaz e através do incentivo de seu pai tomou como meta a conquista do império chinês. Contudo Wing não percebera que seu querido primo na verdade tinha projetos obscuros para ele. Danzou passou então a desejar tudo o que pertencia a Wing, inclusive sua noiva. Quando Wing completou 16 anos e oficialmente fora apresentado a sua noiva todo o império ficara encantado com a beleza da jovem Sayuri, principalmente Danzou. Quando Wing e Sayuri completaram 18 anos o casamento imperial fora realizado, Wing nomeou Danzou como seu conselheiro e responsável pela Mongólia, uma vez que o território chinês ia se expandindo. Apesar de ser o senhor das terras da Mongólia, Danzou passava mais tempo na Cidade Proibida e incontáveis vezes tentou assediar a imperatriz Sayuri. A jovem imperatriz percebera as intenções de Danzou e passou a evitar permanecer na presença dele. No começo a imperatriz tinha receio de comentar com seu marido sobre o que Danzou fazia, pois sabia do apreço que Wing tinha pelo primo, mas a situação a cada dia se torna mais insuportável. Porém Danzou mostrou sua verdadeira face ao tomar decisões sem ao menos avisar ao imperador. Começou a cobrar impostos abusivos para os moradores das províncias, perseguia e torturava aqueles que não cumprissem com as suas normas. O imperador Wing era conhecido por sua diplomacia, sempre deixava o seu poderio militar como último recurso, pois antes tentava solucionar os problemas políticos através de tratados e acordos, porém Danzou pensava de maneira contrária. Porém tudo mudou depois de uma atitude de Danzou.
Danzou esperou a oportunidade perfeita para ficar a sós com a imperatriz. Armou tudo com um dos serviçais e soube que no período da tarde Sayuri apreciava ficar sozinha na estufa imperial estudando as suas preciosas ervas. Como esperado lá estava a imperatriz recolhendo algumas ervas para a produção de algum medicamento. Caminhou devagar até estar próximo de Sayuri
– Boa tarde majestade.
Sayuri deixou cair a cesta que estava m seu colo ao reconhecer a voz logo atrás de si.
– Vossa majestade já foi mais educada... — Danzou se aproximou mais até tocar em uma mecha do cabelo de Sayuri. A imperatriz percebeu a ação de Danzou e se afastou do homem.
– O que faz aqui Danzou?
– Gostaria de falar com Vossa Majestade.
– Fale logo.
– Nervosa? (risos)
– Pelo visto não há nada a ser dito. Já estou de saída.
Danzou observou a imperatriz recolher as ervas caídas ao chão e caminhar em direção a porta.
– Fique onde está?
– Como? Indagou a imperatriz.
– Eu mandei você ficar onde está.
– Meça suas palavras Conselheiro. Você está diante da Imperatriz da...
Sayuri não acreditou na atitude dele. Danzou a puxou para si e colou seus lábios nos delas. Sayuri tentou se esquivar do homem, mas Danzou a prensou mais em seus braços. Em uma tentativa de entreabrir os lábios femininos com sua língua Danzou teve os lábios mordidos pela imperatriz.
– Nunca mais faça isso! Se afaste de mim Danzou!
Limpando a ferida dos lábios com a língua Danzou sorriu diabolicamente para Sayuri e deferiu um tapa em sua face.
– Sua vadia! Você será minha... Você e todo o império. – Danzou avançou sobre o corpo feminino
Sayuri levou um momento para superar o choque, mas, no instante seguinte, reagiu. Ela esbofeteou o rosto de Danzou depositando no golpe toda a força. A cada golpe da imperatriz, mais Danzou se divertia. Sayuri gritou quando ele a segurou pelos ombros e a empurrou contra uma mesa que se encontrava na estufa.
– Deixe-me em paz!
– Farei com que suplique por minhas carícias, minha Imperatriz.
Quando ele a jogou no chão, Sayuri ficou perplexa. Todo o ar escapava de seu corpo pela força do golpe, e ela tentava encher novamente os pulmões. Porém, quando conseguiu gritar, já era tarde de mais. Ele a beijava com ardor, e quando removia seus lábios dos dela, Tratava de substituí-los com uma das mãos, silenciando-a com eficiência. Sayuri tentava mordê-lo, mas ele a atingiu com outro tapa no rosto que a deixou zonza, sem ação. Lágrimas escorriam de seu belo rosto e soluços escapavam de sua garganta até que gritos e um choro alto passaram a ser emitidos pela imperatriz.
De repente a porta é aberta e por ela entram alguns soldados e o Imperador.
– O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?
Ao ver sua esposa com o rosto ferido, as roupas desalinhadas, cabelos bagunçados e aos prantos Wing retira Danzou de cima de sua esposa.
– O QUE VOCÊ PRETENDIA FAZER? FALE DANZOU.
– Cansei-me de você... priminho idiota. Você não merece nada. ELA DEVERIA SER MINHA. O IMPÉRIO CHINÊS DEVERIA PERTENCER A MIM E NÃO A VOCÊ.
– O que disse?
– Isso que você ouviu seu incompetente.
– Isso é traição. Você será julgado por seus atos... Soldados prendam-no.
– Sim majestade.
Os soldados retiram Danzou da estufa e deixam Sayuri e Wing a sós.
– Sayuri?
Sayuri desde o momento que seu marido tirou Danzou de cima dela permanecia de cabeça abaixada e tentando conter as lágrimas.
– Não olhe para mim majestade... Estou horrível... Imunda. — Sem conseguir se conter Sayuri mais uma vez cai em prantos.
– Acabou Sayuri. Irei cuidar de ti.- Wing retira sua capa e coloca nos ombros de sua esposa.
– Perdoa-me Wing... Perdoa-me.
– Shiiiiiii! Não se preocupe... você não precisa me pedir perdão. Eu sei o que acabei de ver.
Wing levou sua esposa até os aposentos reais, cuidou de cada ferida e a fez adormecer. Enquanto velava o sono de sua esposa, Wing refletia sobre os acontecimentos daquela semana. Capitão Shang o alertou sobre alguns aldeões que vieram ao Palácio reclamar sobre as taxas de impostos. Ao visitar a tal província percebera que os moradores eram bastante pobres e pareciam amedrontados com a sua presença. Conversou com o responsável pela província e o mesmo relatou todos os feitos de Danzou, as ameaças, os impostos caros, as torturas. Tudo em nome do Império Chinês.
– Majestade. O Conselheiro Danzou nos afirmou que eram ordens suas. Aqueles que as descumprissem pagariam com suas próprias vidas.
– Desconheço essas ordens... – O imperador viu que o homem se assustou com a revelação. – Não se preocupe, pois resolverei essa questão... Manterei alguns soldados em sua província para segurança e essas taxas serão eliminadas... Retornarei para verificar como anda a província.
– Muito obrigada Vossa Majestade. Eu nunca acreditei naquele homem.
Ainda imersos em seus pensamentos Wing observou sua bela esposa.
– Danzou, você irá pagar por tudo o que causou...
De repente a imperatriz começa a se movimentar e dizer palavras inteligíveis.
– Não... Não... Por favor, não... NÃO – Sayuri acorda aos prantos e Wing corre para acalentá-la.
– Calma meu amor... Shiii... calma.
– Não me deixe sozinha Wing.
Abraçando-a fortemente Wing aguardou que Sayuri se acalmasse para perguntar o que estava atormentando a sua mente algum tempo.
– Sayuri?
– Sim?
– Gostaria de fazer uma pergunta, mas caso na queira responder agora eu entenderei. Desde quando meu primo vem assediando-a? Sayuri permaneceu em silêncio por algum tempo até responder.
– Já faz algum tempo...
– Por isso você evitava estar na presença dele?
– Sim. No começo eram apenas elogios, olhares... Fiquei com medo de não acreditar em mim, de achar que era algum tipo de implicância, mas depois ele começou a me seguir pelo palácio em momentos que eu estava sozinha. Passei então a evitá-lo quando eu sabia de sua presença aqui.
– Como eu pude me enganar tanto com uma pessoa. Ele era praticamente meu irmão.
– O que você fará?
– Não posso matá-lo. Além de pertencer a família real, jamais seria capaz de tal ato... Pretendo exilá-lo.
– Mas para onde?
– Pouparei sua vida e deixarei que fique com a Mongólia, mas tal província deixará de pertencer ao território chinês e ele será proibido de por os pés novamente na China.
– Tem certeza?
– Sim.
Notas finais
Me senti agora como o Kishimoto, no melhor momento do mangá ele muda o foco. rsrsrs
Estou trabalhando nos próximos capítulos e pretendo atualizar logo.
Ja ne!!
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