Princesa Emily

33 Como ele pôde...


Notas iniciais
Oi oi gente! 15 comentários no cap anterior, oxi gente, eu tenho uma teoria para isso. FOI POR CAUSA DO HENTAI SEUS ABUSADOS! kkkkkkkk ok, obrigada por isso e pelas recomendações e os lindos leitores novos que já chegaram arrasando comentando, recomendando e favoritando! AHHHHHHHHHHHHHHH Certo, 15 comentários, o que isso significa? MARATONA!!!!! Então ai vai mais um cap, boa leitura!

Charlie abriu os olhos com o despertar agudo e totalmente irritante de seu relógio. Que por sinal era a única coisa que ele estava usando no momento.

Olhou um pouco para baixo vendo uma garotinha loira, pequena e linda deitada em seu peito, dormindo como uma criançinha abraçada em um ursinho de pelúcia. Ele se sentiu o ursinho de pelúcia.

Ele sorriu vendo os flashes da noite passada invadirem sua mente. Abriu os olhos quando a loirinha se mexeu em seu peito, acariciou os lindos cachos dourados da Princesa vendo o cobertor cobrir até um pouco acima da cintura, ela estava deitada de bruços com a cabeça apoiada no peito dele de forma que seus seios ficavam ocultos e as costas totalmente expostas.

Ele contornou levemente a coluna dela com o dedo vendo as várias pintinhas clarinhas espalhadas pela região dos ombros, eram lindas e fofinhas, assim como ela.

Aquela havia sido sem dúvida a noite mais maravilhosa da vida dele, mas ele infelizmente precisava ir embora.

Se levantou com muito esforço para não acordá-la e a olhou enrolada em meio aos cobertores. Sorriu novamente começando a procurar suas roupas pelo quarto. Estavam literalmente espalhadas por todo quarto, ele até achou sua cueca em cima da escrivaninha.

Eram pouco mais de 05h30min da manhã quando ele já estava vestido, todo vestido. Olhou para Emily, tinha dó de interromper um sono tão tranquilo como o que ela aparentava ter, então não a incomodou, porém ela estava nua e... bem, ele achou que a criada dela talvez poderia estranhar isso.

Charlie se abaixou ao lado da cama recolhendo as roupas de Emily e com todo cuidado a descobriu sorrindo ao ver aquele corpo, colocou sua lingerie e depois com muito custo colocou a camisola, isso tudo sem acordá-la. A cobriu novamente dando um beijo em sua testa.

– Eu te amo minha baixinha, dorme bem – ele disse dando outro beijo em sua testa.

Se levantou pronto para sair do quarto e abriu bem devagar a janela não sem antes ver se não havia ninguém por perto.

– Não vai nem me dar tchau?

Charlie se virou vendo Emily sentada na cama com os olhinhos cansados e os cabelos loiros soltos, ela parecia um anjo. Charlie sorriu de lado.

Mulheres, vocês não sabem, mas ficam extremamente sexys quando acordam.

– Eu não queria te acordar, meu amor – ele disse baixinho para ninguém ouvi-lo.

Ela sorriu e abriu os braços.

– Eu quero um abraço – ela disse toda manhosa como uma criançinha pedindo um abraço da mãe.

Ele sorriu indo até ela que tentava sair de baixo das cobertas. Charlie sorriu a ajudando e segurou suas mãos a e ajudou a se levantar.

Porém ela estava tão mole que quase caiu, mas ele a segurou.

– Desculpa – ela sorriu constrangida.

– Não precisava se levantar – ela segurou a cintura dela com medo que ela caísse, ela parecia tão frágil por ser magra e com sono piorava.

– Mas te abraçar de pé é melhor – ela disse e ficando na ponta dos pés o abraçando pelo pescoço. Ele a abraçou pela cintura a tirando alguns centímetros do chão, ela riu baixinho no ouvido dele.

– Dormiu bem? – ela perguntou.

– Como um bebê – ele sorriu e ela sorriu de volta.

– Oh bebezinho – ela acariciou o rosto dele se divertindo com a rala barbinha que havia crescido ali durante a noite.

Ele parecia mais velho de barba, e mais sexy também.

– Se divertindo? – ele perguntou vendo que ela não parava de mexer na sua barba.

– Um pouco – ela riu da sua própria idiotice.

Ele sorriu negando com a cabeça e a puxou para um beijo. A língua deles deslizavam uma com a outra da forma mais sincronizada possível o que causava sorrisos nos dois durante o beijo. Sem dizer que a barbinha dele fazia cócegas, o que era engraçadinho.

– Você não pode ficar mais um pouco? – ela fez biquinho.

– Não, infelizmente não, o risco é maior de ser visto.

– Quanto a isso – Emily sorriu travessa – eu esqueci que o meu quarto tem meio que uma passagem secreta que dá no porão.

Charlie a olhou.

– Eu não lembrava dela, mas você pode usá-la, assim não precisa mais descer pela janela.

Ele sorriu.

– Desse modo eu posso ficar mais tempo, uma meia hora – ele disse e ela assentiu sorrindo o puxando pela nuca o beijando de novo.

Eles sentaram na cama e Charlie se apoiou na cabeceira e abriu as pernas para que Emily se encaixasse ali. Ela se sentou de costas entre as pernas dele apoiando suas costas contra o peito dele e deixando sua cabeça no ombro de Charlie.

– Você é a menina mais linda que eu já vi, sabia? – ele disse abraçando sua barriga e Emily sorriu erguendo o braço e acariciando o rosto de Charlie.

– E você é o garoto mais perfeito que eu já conheci, sabia?

Ela virou o rosto para olhar para ele e os dois sorriram um para o outro e Charlie segurou o rosto dela dando um rápido beijo em seus lábios.

– Linda – ele disse a abraçando com mais força pousando o queixo em seu ombro.

. . .

Emily estava radiante aquela manhã e Carla sabia exatamente porque, bem, ela não sabia que ela e Charlie haviam transado, mas sabia que eles haviam se acertado, só pelos olhos brilhantes dela dava para ver isso.

– Pelo jeito a noite de ontem foi boa – disse Carla penteando o cabelo de Emily.

A loira suspirou revirando os olhos com um sorriso. Ela estava nas nuvens, só lembrar de Charlie a tirava do chão. Ela o amava, muito mesmo, era ele, só ele que ela queria pelo resto da sua vida. Charlie era o homem da sua vida.

Ela sorriu radiante. Carla não perguntou mais nada, a felicidade da menina parecia estar no auge e ela de forma alguma queria estragar isso. Emily feliz era algo tão bom, era contagiante e parece que ficar perto dela já te fazia feliz, era algo até meio sobrenatural.

E essa áurea boa e contagiante foi exibida até mesmo quando ela entrou no salão para tomar café. Carter olhou para a irmã e franziu o cenho.

– O que houve?

Emily suspirou e sorriu piscando para o irmão.

– Bom dia pra você também, irmãozinho – ela sorriu.

– Você está doente? – perguntou Carter e Emily sorriu.

– E eu pareço doente? – ela disse.

– Não, na verdade você parece ótima, isso que é estranho – disse o Rei.

– Desde que tudo isso começou você está meio cabisbaixa, e agora parece que o arco-íris entrou em você.

Emily sorriu revirando os olhos colocando suco de laranja em seu copo.

– Vocês são observadores demais para o meu gosto – Emily disse bebericando o suco – pois saibam que eu estou bem sim, algo errado com isso?

– Não, claro que não – a Rainha disse.

Ela sorriu ao ver que conseguiu parar com o interrogatório, o que eles queriam que ela respondesse? "Eu transei com um guarda, ok?".

Mastigou sua torta de frango imaginando o que Charlie estaria fazendo agora. Ele só trabalhava as 10h00min e agora eram 8h30min. "Deve estar dormindo" ela pensou sorrindo, ele ficava lindo dormindo.

Ela havia acordado 03h36min da manhã e olhou brevemente para cima vendo Charlie dormindo tranquilamente, seus olhos perambularam pelo peitoral dele, que por sinal, era onde ela estava deitada.

Ele parecia tão tranquilo, feliz... e ela sorriu ainda mais ao pensar que talvez pudesse ser o motivo daquela felicidade, pelo menos era o que ela esperava, por que ele era o motivo da sua felicidade, sempre.

. . .

Emily jogava xadrez com Carter. O garotinho decidiu aproveitar o dia de "luz" da irmã e foi jogar xadrez com ela. Como Carter era EXTREMAMENTE curioso, tentava a todo momento extorquir uma explicação para a felicidade absurda de Emily, mas parece que ela não queria mesmo falar e sempre fugia do assunto.

– Sério, o que aconteceu? – ele perguntou já meio cansado de perguntar.

Emily movimentou seu cavalo calmamente e depois olhou para Carter.

– Eu acabei de movimentar o cavalo – ela sorriu.

Carter suspirou.

– Digo quanto a seu comportamento, porque está tão feliz?

– E porque está tão curioso?

– Porque eu gosto de te ver feliz, e se você me contar... eu posso fazer que isso continue, o que quer que seja.

Emily sorriu, que irmão mais fofo que ela tinha.

– Eu só estou feliz Carter, não é por um motivo especial – mentiu.

– Emily, olha pra mim – ele disse mexendo uma peça e ela levantou os olhos para ele – você acha que eu tenho cara de otário?

Emily riu pelo nariz negando com a cabeça.

– Não Carter, você não é otário – ela disse movimentando outra peça capturando um pião de Carter.

– Então fala pra miiiiiiim – ele aumentou o "mim" fazendo Emily sorrir – é algum dos garotos?

Ela olhou para ele "presumo que estava falando dos 15" pensou, então negou com a cabeça.

– Você não gosta de nenhum deles né?

– Acho alguns simpáticos, outros fofos, outros legais, mas não GOSTO de nenhum deles.

– Ah.

Carter ficou tão ocupado em arrancar uma resposta de Emily que se desligou do jogo, Emily sorriu para o irmão.

– Xeque-mate, nanico – ele olhou para o tabuleiro quadriculado vermelho e branco e revirou os olhos, havia perdido, ele odiava perder.

– Droga – ele murmurou guardando as peças.

– O que quer fazer?

– Hã... você não devia estar com os meninos?

– Teoricamente – ela deu de ombros – mas eles estão fazendo alguma coisa com o papai, eu não sei direito o que é e tenho a impressão que não quero saber.

Carter sorriu.

– Biblioteca?

– Claro – ela concordou.

Os dois saíram conversando sobre algum assunto aleatório em relação ao xadrez e Emily por algum motivo quis ir pelo caminho mais longo, por baixo.

Aquele corredor era deserto, e Emily gostava de paz.

Pelo menos ela achava que teria paz...

– Dylan, volte para lá antes que te vejam – uma menina disse.

Emily franziu o cenho e olhou para Carter que parecia nervoso.

– Vamos por cima? – ele pegou a irmã pelo braço a puxando pelo lado contrario, mas ela se soltou andando em direção a voz que ela tinha quase certeza de quem era.

– Ah meu deus – ela disse olhando para a cena totalmente surpresa.

Samantha e Dylan se soltaram e olharam para Emily. Samantha tinha um expressão mista entre o assustada e o feliz, já Dylan estava bem mais branco que o normal.

Carter chegou logo ao lado com a cabeça baixa. E era agora que a felicidade de sua irmã ia para os ares.

Dylan olhou para Carter enquanto Emily permanecia sem reação.

– Você contou, seu pivete.

– Eu não falei nada – ele disse.

Emily olhou para os dois a sua frente e deu um sorriso sarcástico.

– É claro que isso ia acontecer – ela disse em um tom de deboche – eu sabia que tinha algo errado em você... – ela disse olhando para Dylan.

– Emily – ele foi tentar chegar perto dela, mas ela recuou um passo.

– Não ouse tocar em mim – ela disse agora séria – você sabia? – ela olhou para Carter.

– Sim... mas eu não te contei pra não te deixar triste, me desculpa.

– Eu não estou triste – ela disse ainda séria – brava, desgostosa, decepcionada me descreveria melhor nesse momento.

Carter a olhou, ela parecia até que... bem.

– Podemos... – Dylan tentou.

– Não, não podemos nada – ela disse – a única coisa que vocês podem e devem fazer é arrumar suas malas e sumirem da minha vista, agora.

Ela estava séria, com um semblante de Serial Killer para os dois.

– Eu poderia contar isso para o meu pai, poderia mandar os guardas os carregarem para fora do castelo, mas não farei isso porque não sou baixo nível como vocês – ela disse.

Eles pareceram aliviados por um minuto.

– Você pode não fazer isso, mas eu vou fazer – Carter disse – dane-se o baixo nível, vocês estão realmente muito encrencados – ele disse com um olhar diabólico – agora se me dão licença, tenho que informar alguns acontecimentos ao Rei. Espero que sejam trancados nas masmorras e morram – ele se virou saindo.

Emily sorriu sarcástica.

– Se isso te consola, eu não escolheria você de qualquer modo – Emily disse a Dylan – e eu sempre te odiei, Samantha – ela disse antes de sair.

– Você não vai fazer isso, não é? Ferrar com as nossas vidas. – Dylan perguntou preocupado.

– Não – ela disse e ele suspirou – mas não posso segurar meu irmãozinho... sugiro que saiam rápido antes que alguém os enxote daqui.

E ela saiu daquele modo, andando em passos pesados até o fim do corredor, não foi baixa e não falou nada realmente ofensivo, ela tinha classe e sabia usá-la muito bem, e ainda por cima, saiu divando.

Ela não conseguia nem imaginar o quanto eles iriam se dar mal em seus países. Sorriu diabólica com isso subindo as escadas para ver o que Carter estaria aprontando.

Notas finais
Ah, foi mal ai se tem erros, eu não revisei e o segundo cap vai demorar um pouquinho pra sair porque eu meio que não terminei de escrevê-lo porque não estava pronta para uma maratona kkkkk mas ok, até as 8 sai, eu garanto, é isso povo, até daqui a pouco.