Princesa Emily 2

11 General...soa tão bem


Notas iniciais
EU TO ATRASADA EU SEI!!!! Gente, dessa vez a culpa não foi minha, ok? Então lindhos eu to viajando e a culpa foi do Wi-fi do Hotel, ele simplesmente parou de funcionar. Eu já escrevi todos os caps para postar enquanto eu estiver aqui então só entraria pra postar porque não confio nessa de programar postagem, vcs já sabem porque né. Então fui na recepção conversar com aquele gringo LINDO e ele disse que foi um problema na região e só voltaria domingo, e bem aqui estou eu. Mas pelo menos descobri que meu inglês está aceitável kkkk Então boa leitura!

– Amor – Emily abriu a porta do quarto agitada com um sorriso que logo se desfez.

Charlie não estava ali.

– Amor? – ela perguntou.

– Oi, eu to tomando banho! – ele gritou do banheiro.

Ela foi até a porta do banheiro.

– Eu posso entrar?

Charlie riu.

– E você ainda pergunta?

Ela abriu a porta e viu o marido sentado na banheira apoiado na borda apenas relaxando. A água batia em sua barria deixando aquele peitoral e parte de seu tanquinho que ela amava tanto amava expostos.

– Veio fazer companhia ao seu marido? – ele olhou para ela que sorriu.

– Não exatamente – ela tirou a jaqueta – mas não é uma má ideia.

Ela foi tirando a roupa e Charlie se fingiu de bom moço ficando de olhos fechados apenas aproveitando a água.

Emily entrou na banheira e foi para o lado de Charlie colocando a mão em seu peito beijando sua orelha.

– Me diga o motivo que a trouxe aqui então – ele disse abrindo os olhos se virando para ela.

– Ah, eu quero te dar alguns beijos antes de falar.

Charlie riu e tirou a mão de dentro da água a enroscando no pescoço da mulher, olharam bem um nos olhos do outro, Emily sorriu pousando a mão no peito dele e fechou os olhos o beijando. Emily subiu no colo dele intensificando o beijo. Sorriu ao sentir o membro de Charlie duro.

Ela acariciou os cabelos dele sentindo suas línguas dançarem, era um beijo tão gostoso e agitado, mas mesmo assim era lento.

– Vamos, estou curioso, fale logo – ele disse passando as mãos nas pernas molhadas dela.

– Ok – ela sorriu – só prometa não enfartar.

– Certo – ele sorriu ansioso.

– Lembra daquela história de sentir saudade de ser guarda?

– Sim...

– Então, o General Mason está se aposentando, sabe disso, não é?

Charlie assentiu.

– Eu falei com meu pai e... – ela tentou fazer um mistério, mas não era boa nisso – você vai "treinar" com o Geral Mason e se aprender tudo direito vai assumir o lugar dele!

Charlie paralisou alguns segundos até colocar as duas mãos no rosto da mulher.

– Isso é sério, amor?

Ela sorriu assentindo.

– É claro.

Ele sorriu a puxando pela nuca beijando seus lábios. A abraçou sentindo ela fazer o mesmo. O contato dos seios dela com o peito dele era tão... perfeito.

– Você é a melhor mulher do mundo, sério.

Ela sorriu com as bochechas coradas.

– Meu homem vai ser o General – ela beijou a bochecha dele – eu vou adorar isso, sem dúvida.

– Ah é?

– Uhum.

– Gostava de mim como guarda?

– Eu adorava – ela riu – e você vai ter uniforme de novo...

Ele sorriu acariciando o rosto dela começando a beijar seu pescoço.

– Eu estava cansado de príncipes e tal, certinhos, engomadinhos e chatos. Você foi a primeira coisa errada que eu fiz na minha vida – eles riram – sem dizer que você ficava muito másculo como guarda.

– Então agora eu sou menos másculo?

– Não – ela riu.

– Quero tanto a recompensar por ter feito isso por mim – ele disse.

– Você sabe como – ela beijou a bochecha dele bem devagar.

Ele sorriu malicioso a puxando mais forte pela cintura fazendo com que seu membro roçasse na intimidade dela.

Ele a beijou deixando que suas línguas dançassem até que do nada a menina começou a rir como louca.

– Que foi? – Charlie riu com ela, mesmo sem saber o motivo.

– Lembrei da nossa primeira vez – ela sorriu para ele.

Ele riu.

– Nossa, faz tempo hein – ele disse.

– Sim... lembra como eu estava apavorada? – ela riu novamente.

– Eu lembro como eu estava apavorado. Você não fazia ideia do medo que eu estava de te decepcionar, te machucar ou de alguém entrar no quarto e nos ver.

– Mas foi ótimo – ela acariciou o rosto dele.

– Foi – ele disse de olhos fechados – melhor do que aquela noite só a lua de mel.

– E a noite do Tyler – eles disseram juntos e riram.

Ah noite em que Tyler havia sido gerado tinha sido excelente para falar pouco. Eles ficaram nada mais nada menos que 3 horas transando contando com os beijos, carinhos e preliminares, claro. E bem, havia sido depois de uma discussão, então...

Charlie sorrindo acariciou as costas de Emily beijando seu pescoço.

– Te amo – ela suspirou contra os lábios dele.

Charlie sorriu mordendo os lábios dela.

– Humm Emy – ele gemeu.

Ela sorriu corada voltando a beijá-lo sentindo a mão dele segurar seu próprio membro o massageando.

– Então, vai demorar muito ai ainda? – ela sussurrou no ouvido dele que sorriu igual idiota.

– Vem, gostosa – ele disse segurando a bunda da menina enquanto encaixava seu membro na entrada dela.

Ela riu quando ele mordeu o pescoço dela meio afoito, ele sempre ficava daquele jeito.

– Essa água vai ficar mais quente ainda – ele suspirou antes de ir com a cintura pra cima a fazendo gemer contra seus lábios.

Ela colocou a mão no peitoral dele o apertando com força enquanto começavam a se movimentar em sincronia.

– Ah senhor – ele gemeu apertando a bunda dela com as duas mãos.

Emily voltou a envolver o pescoço dele sorrindo olhando nos olhos dele, Charlie amava isso, ah, como amava.

– Eu te amo – ele segurou os cabelos dela coçando seus lábios enquanto se movimentavam.

Em resposta ela o beijou segurando os cabelos de sua nuca.

Charlie tremeu como uma gelatina abraçando o corpo da mulher gemendo seu nome em seu ouvido.

– Meu general – ela sorriu beijando o pescoço dele que a abraçou mais forte

– General... soa tão maravilhoso.

– Você não faz ideia o quanto.

. . .

– Meu rímel borrou! – Alex disse ao perceber que coçou o olho com o rímel molhado.

Tyler apenas riu.

– Nem foi tanto assim, você apenas está parecendo um panda.

Ela jogou uma almofada nele que permaneceu rindo até um rosto conhecido entrar no salão.

– Olá – Connor os cumprimentou enquanto entrava no salão.

– Oi cara – Tyler sorriu para Connor.

– Ah, é você – Alex fingiu desprezo.

– É sempre tão agradável vê-la – ele sorriu irônico para Alex que fez cara de anjo piscando repetidas vezes.

– Seu pai está aqui? – Tyler perguntou.

– Sim, pra variar um pouco não é? – Connor se aproximou deles.

– Bom cara, queria mesmo ficar aqui com você, nas tenho que fazer algo agora.

– Tudo bem.

– Mande um abraço para Isabelle por mim! – Alex gritou quando o irmão se retirou.

– Claro!

Alex olhou para Connor e levantou para abraçá-lo.

– Não quero papo com você cachinhos dourados – ele disse falsamente emburrado.

– Ah, ok então – ela o soltou e foi andando até a porta.

– Besta – ele riu a abraçando de verdade.

– Eu sabia que viria atrás de mim, todos sempre vem – ela brincou e ele riu.

– E ai? Tudo tranquilo, baixinha?

– Já disse que não sou baixinha, e sim, tudo tranquilo. E com você?

– Tudo bem, e sim, você é nanica.

– Não!

– Sim! Já conversamos sobre isso Alex.

A menina revirou os olhos. Era uma pequena grande sacanagem os homens serem geneticamente mais altos. Mas é claro que pra tudo há uma exceção, infelizmente Alex não era uma exceção.

– Eu já me sinto uma anã perto de você, não precisa jogar na cara, ok? – ela fez bico e Connor sorriu.

– Ok... baixinha.

Ela o olhou brava e ele riu.

– E o que tem feito de bom? – ele deu o braço para ela segurar e ela assim fez enquanto os dois caminhavam até o jardim que mais parecia um labirinto.

– Ah, nada demais realmente – ela deu de ombros – e você?

Ele igualmente deu de ombros.

– A propósito, adorei seu blazer – ela segurou o blazer dele dobrado até os cotovelos o analisando bem.

– Ah – ele olhou para o próprio blazer – obrigado

– Ainda acho que não é você que escolhe suas roupas.

Ele riu.

– E porque acha isso?

– Porque você não tem a mínima noção sobre moda – ela ergueu as sobrancelhas como se fosse absolutamente óbvio – e você usa laranja.

– E daí?

– E daí que laranja não é uma cor legal para roupas – ela o olhou – apesar que não fica tão mal assim em você... mas mesmo assim.

– Então sinto em te decepcionar, mas eu me visto sozinho – ele riu – sabe, não é todo mundo que tem uma estilista particular.

Ela revirou os olhos.

– Millie só me aconselha – ela disse levantando um dedo – eu visto o que eu quero.

– Eu sei.

Quando finalmente saíram do castelo começando a andar pelo jardim Alex acabou sorrindo, aquele lugar cheirava a todos os tipos de flores existentes, então era um lugar bem reconfortante.

– Vi suas fotos no Jornal – ele sorriu – é incrível como o povo te ama. E você nem será a Rainha, imagina se fosse.

– Acha mesmo que um país sob meu comando ia pra frente? – eles se olharam e riram.

– Nunca.

– Realmente – ela concordou – mas bem, acho que ser carismático é algo de família – ela olhou para ele que deu de ombros concordando com a cabeça – comecemos pela minha vó – ela riu – acho que Gardênia nunca terá uma rainha tão doidinha como ela, e todos gostam disso. Minha mãe também é, mais agora porque antes do meu pai ela era de certo modo tímida, mas isso passou – os dois riram – o Tyler nem se fale e o Joey que nem sabe direito o que esta acontecendo chama a atenção de todos... e é meio que uma obrigação se amada pelo povo, afinal somos a realeza e as pessoas tem que gostar da gente se não seria um desastre.

– É – ele concordou – não havia pensado por esse lado.

E do nada ele começou a rir.

– Você viu a situação das ruas no seu aniversário?

– Não.

– Tinha fotos suas espalhadas por todo canto, as lojinhas fizeram réplicas da sua tiara de esmeraldas – ele sorriu – as crianças te idolatram.

Ela sorriu feliz. Às vezes por ficarem presos no castelo não tinham uma ciência real do que acontecia lá fora, como as pessoas reagiam e tal, e ouvir algo como aquilo era uma sensação de trabalho cumprido.

– Você contagia qualquer um por onde quer que passe – ele a olhou bem nos olhos – não tem como não gostar de você.

– E você sabe bem disso, não é? – ela riu quando ele revirou os olhos sorrindo.

– Isso ajuda, sabia?

– Isso o que?

– Essa sua confiança – ele disse – por exemplo, quando você sabe que é bonita, passa a ser mais bonita.

Ela fez uma cara pensativa.

– E você não chega a ser esnobe – ele disse – você apenas é confiante e isso é algo atrativo em você.

– Obrigada – ela sorriu corada.

– E sua capacidade de ficar envergonhada tão rápido é incrível – ele riu e ela bateu nele também rindo.

Algo começou a apitar a Alex suspirou revirando os olhos novamente tirando uma espécie de pequeno relógio da cintura.

– Pela cara julgo ser a aula de... biologia?

– Infelizmente – ela suspirou.

Sim, ela tinha um despertador para avisá-la sobre as aulas.

– Eu tenho que ir, já fugi da aula semana passada, se faltar de novo minha mãe me mata – ela riu o abraçando.

– Boa sorte.

– Valeu – ela sorriu – até depois Connor – ela beijou a bochecha dele saindo um pouco apressada.

Notas finais
A segunda temporada de ACBAH também ta atrasada, então terminando aqui eu já vou postar o primeiro cap de ACBAH 2 então confiram lá! Por hj é isso, até depois lindhos!