Princesa Emily 2
11 General...soa tão bem
Notas iniciais
– Amor – Emily abriu a porta do quarto agitada com um sorriso que logo se desfez.
Charlie não estava ali.
– Amor? – ela perguntou.
– Oi, eu to tomando banho! – ele gritou do banheiro.
Ela foi até a porta do banheiro.
– Eu posso entrar?
Charlie riu.
– E você ainda pergunta?
Ela abriu a porta e viu o marido sentado na banheira apoiado na borda apenas relaxando. A água batia em sua barria deixando aquele peitoral e parte de seu tanquinho que ela amava tanto amava expostos.
– Veio fazer companhia ao seu marido? – ele olhou para ela que sorriu.
– Não exatamente – ela tirou a jaqueta – mas não é uma má ideia.
Ela foi tirando a roupa e Charlie se fingiu de bom moço ficando de olhos fechados apenas aproveitando a água.
Emily entrou na banheira e foi para o lado de Charlie colocando a mão em seu peito beijando sua orelha.
– Me diga o motivo que a trouxe aqui então – ele disse abrindo os olhos se virando para ela.
– Ah, eu quero te dar alguns beijos antes de falar.
Charlie riu e tirou a mão de dentro da água a enroscando no pescoço da mulher, olharam bem um nos olhos do outro, Emily sorriu pousando a mão no peito dele e fechou os olhos o beijando. Emily subiu no colo dele intensificando o beijo. Sorriu ao sentir o membro de Charlie duro.
Ela acariciou os cabelos dele sentindo suas línguas dançarem, era um beijo tão gostoso e agitado, mas mesmo assim era lento.
– Vamos, estou curioso, fale logo – ele disse passando as mãos nas pernas molhadas dela.
– Ok – ela sorriu – só prometa não enfartar.
– Certo – ele sorriu ansioso.
– Lembra daquela história de sentir saudade de ser guarda?
– Sim...
– Então, o General Mason está se aposentando, sabe disso, não é?
Charlie assentiu.
– Eu falei com meu pai e... – ela tentou fazer um mistério, mas não era boa nisso – você vai "treinar" com o Geral Mason e se aprender tudo direito vai assumir o lugar dele!
Charlie paralisou alguns segundos até colocar as duas mãos no rosto da mulher.
– Isso é sério, amor?
Ela sorriu assentindo.
– É claro.
Ele sorriu a puxando pela nuca beijando seus lábios. A abraçou sentindo ela fazer o mesmo. O contato dos seios dela com o peito dele era tão... perfeito.
– Você é a melhor mulher do mundo, sério.
Ela sorriu com as bochechas coradas.
– Meu homem vai ser o General – ela beijou a bochecha dele – eu vou adorar isso, sem dúvida.
– Ah é?
– Uhum.
– Gostava de mim como guarda?
– Eu adorava – ela riu – e você vai ter uniforme de novo...
Ele sorriu acariciando o rosto dela começando a beijar seu pescoço.
– Eu estava cansado de príncipes e tal, certinhos, engomadinhos e chatos. Você foi a primeira coisa errada que eu fiz na minha vida – eles riram – sem dizer que você ficava muito másculo como guarda.
– Então agora eu sou menos másculo?
– Não – ela riu.
– Quero tanto a recompensar por ter feito isso por mim – ele disse.
– Você sabe como – ela beijou a bochecha dele bem devagar.
Ele sorriu malicioso a puxando mais forte pela cintura fazendo com que seu membro roçasse na intimidade dela.
Ele a beijou deixando que suas línguas dançassem até que do nada a menina começou a rir como louca.
– Que foi? – Charlie riu com ela, mesmo sem saber o motivo.
– Lembrei da nossa primeira vez – ela sorriu para ele.
Ele riu.
– Nossa, faz tempo hein – ele disse.
– Sim... lembra como eu estava apavorada? – ela riu novamente.
– Eu lembro como eu estava apavorado. Você não fazia ideia do medo que eu estava de te decepcionar, te machucar ou de alguém entrar no quarto e nos ver.
– Mas foi ótimo – ela acariciou o rosto dele.
– Foi – ele disse de olhos fechados – melhor do que aquela noite só a lua de mel.
– E a noite do Tyler – eles disseram juntos e riram.
Ah noite em que Tyler havia sido gerado tinha sido excelente para falar pouco. Eles ficaram nada mais nada menos que 3 horas transando contando com os beijos, carinhos e preliminares, claro. E bem, havia sido depois de uma discussão, então...
Charlie sorrindo acariciou as costas de Emily beijando seu pescoço.
– Te amo – ela suspirou contra os lábios dele.
Charlie sorriu mordendo os lábios dela.
– Humm Emy – ele gemeu.
Ela sorriu corada voltando a beijá-lo sentindo a mão dele segurar seu próprio membro o massageando.
– Então, vai demorar muito ai ainda? – ela sussurrou no ouvido dele que sorriu igual idiota.
– Vem, gostosa – ele disse segurando a bunda da menina enquanto encaixava seu membro na entrada dela.
Ela riu quando ele mordeu o pescoço dela meio afoito, ele sempre ficava daquele jeito.
– Essa água vai ficar mais quente ainda – ele suspirou antes de ir com a cintura pra cima a fazendo gemer contra seus lábios.
Ela colocou a mão no peitoral dele o apertando com força enquanto começavam a se movimentar em sincronia.
– Ah senhor – ele gemeu apertando a bunda dela com as duas mãos.
Emily voltou a envolver o pescoço dele sorrindo olhando nos olhos dele, Charlie amava isso, ah, como amava.
– Eu te amo – ele segurou os cabelos dela coçando seus lábios enquanto se movimentavam.
Em resposta ela o beijou segurando os cabelos de sua nuca.
Charlie tremeu como uma gelatina abraçando o corpo da mulher gemendo seu nome em seu ouvido.
– Meu general – ela sorriu beijando o pescoço dele que a abraçou mais forte
– General... soa tão maravilhoso.
– Você não faz ideia o quanto.
. . .
– Meu rímel borrou! – Alex disse ao perceber que coçou o olho com o rímel molhado.
Tyler apenas riu.
– Nem foi tanto assim, você apenas está parecendo um panda.
Ela jogou uma almofada nele que permaneceu rindo até um rosto conhecido entrar no salão.
– Olá – Connor os cumprimentou enquanto entrava no salão.
– Oi cara – Tyler sorriu para Connor.
– Ah, é você – Alex fingiu desprezo.
– É sempre tão agradável vê-la – ele sorriu irônico para Alex que fez cara de anjo piscando repetidas vezes.
– Seu pai está aqui? – Tyler perguntou.
– Sim, pra variar um pouco não é? – Connor se aproximou deles.
– Bom cara, queria mesmo ficar aqui com você, nas tenho que fazer algo agora.
– Tudo bem.
– Mande um abraço para Isabelle por mim! – Alex gritou quando o irmão se retirou.
– Claro!
Alex olhou para Connor e levantou para abraçá-lo.
– Não quero papo com você cachinhos dourados – ele disse falsamente emburrado.
– Ah, ok então – ela o soltou e foi andando até a porta.
– Besta – ele riu a abraçando de verdade.
– Eu sabia que viria atrás de mim, todos sempre vem – ela brincou e ele riu.
– E ai? Tudo tranquilo, baixinha?
– Já disse que não sou baixinha, e sim, tudo tranquilo. E com você?
– Tudo bem, e sim, você é nanica.
– Não!
– Sim! Já conversamos sobre isso Alex.
A menina revirou os olhos. Era uma pequena grande sacanagem os homens serem geneticamente mais altos. Mas é claro que pra tudo há uma exceção, infelizmente Alex não era uma exceção.
– Eu já me sinto uma anã perto de você, não precisa jogar na cara, ok? – ela fez bico e Connor sorriu.
– Ok... baixinha.
Ela o olhou brava e ele riu.
– E o que tem feito de bom? – ele deu o braço para ela segurar e ela assim fez enquanto os dois caminhavam até o jardim que mais parecia um labirinto.
– Ah, nada demais realmente – ela deu de ombros – e você?
Ele igualmente deu de ombros.
– A propósito, adorei seu blazer – ela segurou o blazer dele dobrado até os cotovelos o analisando bem.
– Ah – ele olhou para o próprio blazer – obrigado
– Ainda acho que não é você que escolhe suas roupas.
Ele riu.
– E porque acha isso?
– Porque você não tem a mínima noção sobre moda – ela ergueu as sobrancelhas como se fosse absolutamente óbvio – e você usa laranja.
– E daí?
– E daí que laranja não é uma cor legal para roupas – ela o olhou – apesar que não fica tão mal assim em você... mas mesmo assim.
– Então sinto em te decepcionar, mas eu me visto sozinho – ele riu – sabe, não é todo mundo que tem uma estilista particular.
Ela revirou os olhos.
– Millie só me aconselha – ela disse levantando um dedo – eu visto o que eu quero.
– Eu sei.
Quando finalmente saíram do castelo começando a andar pelo jardim Alex acabou sorrindo, aquele lugar cheirava a todos os tipos de flores existentes, então era um lugar bem reconfortante.
– Vi suas fotos no Jornal – ele sorriu – é incrível como o povo te ama. E você nem será a Rainha, imagina se fosse.
– Acha mesmo que um país sob meu comando ia pra frente? – eles se olharam e riram.
– Nunca.
– Realmente – ela concordou – mas bem, acho que ser carismático é algo de família – ela olhou para ele que deu de ombros concordando com a cabeça – comecemos pela minha vó – ela riu – acho que Gardênia nunca terá uma rainha tão doidinha como ela, e todos gostam disso. Minha mãe também é, mais agora porque antes do meu pai ela era de certo modo tímida, mas isso passou – os dois riram – o Tyler nem se fale e o Joey que nem sabe direito o que esta acontecendo chama a atenção de todos... e é meio que uma obrigação se amada pelo povo, afinal somos a realeza e as pessoas tem que gostar da gente se não seria um desastre.
– É – ele concordou – não havia pensado por esse lado.
E do nada ele começou a rir.
– Você viu a situação das ruas no seu aniversário?
– Não.
– Tinha fotos suas espalhadas por todo canto, as lojinhas fizeram réplicas da sua tiara de esmeraldas – ele sorriu – as crianças te idolatram.
Ela sorriu feliz. Às vezes por ficarem presos no castelo não tinham uma ciência real do que acontecia lá fora, como as pessoas reagiam e tal, e ouvir algo como aquilo era uma sensação de trabalho cumprido.
– Você contagia qualquer um por onde quer que passe – ele a olhou bem nos olhos – não tem como não gostar de você.
– E você sabe bem disso, não é? – ela riu quando ele revirou os olhos sorrindo.
– Isso ajuda, sabia?
– Isso o que?
– Essa sua confiança – ele disse – por exemplo, quando você sabe que é bonita, passa a ser mais bonita.
Ela fez uma cara pensativa.
– E você não chega a ser esnobe – ele disse – você apenas é confiante e isso é algo atrativo em você.
– Obrigada – ela sorriu corada.
– E sua capacidade de ficar envergonhada tão rápido é incrível – ele riu e ela bateu nele também rindo.
Algo começou a apitar a Alex suspirou revirando os olhos novamente tirando uma espécie de pequeno relógio da cintura.
– Pela cara julgo ser a aula de... biologia?
– Infelizmente – ela suspirou.
Sim, ela tinha um despertador para avisá-la sobre as aulas.
– Eu tenho que ir, já fugi da aula semana passada, se faltar de novo minha mãe me mata – ela riu o abraçando.
– Boa sorte.
– Valeu – ela sorriu – até depois Connor – ela beijou a bochecha dele saindo um pouco apressada.
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