Primavera Tempestuosa

9 Os deuses recompensam


Notas iniciais
Maior capítulo que fiz! E o mais bonito também, ameio o escrever(e não só por que tem hentai) e espero que fiquem contentes com ele.

Os deuses recompensam

Naruto caminhava enquanto olhares de desprezo eram encaminhados a ele. Os guardas continuavam em sua postura ereta olhando para qualquer coisa a não ser Naruto, quando os olhos focavam na figura alta e loira, tornavam-se cheios de desprezo, era tudo que sentiam pela tribo.

Os braços faziam questão de contornar a própria barriga, o som alto que dela vinha era o motivo de sua fome. Não havia passado muitas horas desde a última vez em que se alimentara, mas sua fome era grande. Não podia continuar forte e energético se não lhe fossem dadas as energias. Era tudo que precisava, de um bom prato de comida.

Encaminhou-se então até a cozinha, lugar que já sabia onde ficava de tantas vezes que passara por lá. Havia muitas mulheres e alguns homens lá, todos preparando pratos e arrumando a pequena bagunça que faziam, Naruto achava engraçado o modo em como faziam tudo com destreza e com medo de errar, era como se não soubessem que para a perfeição inúmeros erros precisavam ser cometidos.

Entretanto, Naruto não só comparecia a cozinha para rir de todos aqueles serviçais como também para abocanhar uma coisinha ali e outra cá. Era esperto e enquanto os olhos das pessoas estavam atentas ao que faziam, Naruto pagava algumas maçãs e pães sem ser visto.

Ainda estava cedo, não havia nem chegado a metade daquela tarde, por isso a cozinha encontrar-se-ia vazia. Bem, isso era o que pensava.

Assim que adentrou o amplo espaço, logo tropeçou em algo duro, e só quando estava ao chão que percebeu ser uma pessoa. O gemido de dor foi escutado por ambas as partes, levantou-se rapidamente arrumando as roupas largas.

— Desculpe, não foi minha intenção, é que estava no meio do caminho e eu não vi. Bem, acho que deveria tomar mais… — interrompeu-se prontamente assim que os olhos azuis abateram a imagem a sua frente.

Enxergava uma pessoa ou uma pintura? Era tão graciosa que pensou em tocar aquela tela, mas parou seu movimento de repente, quando a moça afastou-se, foi o suficiente para que Naruto entendesse que tratava-se de uma pessoa.

— E-eu sinto m-muito Milorde, não ac-contecerá novamente — fez uma breve reverência e Naruto perguntou-se o motivo já que nem usava roupas de um nobre para aparentar ser um Lorde.

— Não sou nenhum lorde, por favor não se reverencie a mim — odiava formalidades como aquelas, era tudo tão inútil e uma perda de tempo, sendo que poderia simplesmente pedir desculpas e tudo estaria resolvido.

As bochechas dela tornaram-se ainda mais vermelhas, era uma coloração agradável diante de tal rosto, uma pele branca e mesmo que não a tocasse tinha certeza de que era firme e macia. Ele pode também perceber os olhos dela, eram olhos tão inocentes e tão admiráveis, lembrava-se de já tê-los vistos. Oh, sim, Neji. Neji era um dos cavaleiros da Rainha, lembrava-se de avistá-lo discutindo com Tenten, ele tinha olhos como os da mulher a sua frente, esbranquiçados e claros. Eram tão diferentes do que já havia visto. Ele dificilmente repararia nos olhos de alguém, se lhe perguntassem a cor dos olhos de Tenten ou Sasuke, jamais saberia responder. Mas era inevitável não reparar em olhos como aqueles.

E seus cabelos?! Oh, como os achou graciosos. Cabelos tão longos e azulados, nunca havia visto uma mulher como ela, parecia tão delicada enquanto fazia um trabalho bruto, pois até mesmo secar talheres parecia algo bruto para uma garota com uma digna beleza.

— Me chamam de menino raposa, mas se quiser pode me chamar de Naruto, que é o meu nome, você deve ter percebido, é claro, não deve ser burra… — mais uma vez interrompeu-se, enrolava-se nas próprias palavras, enquanto a língua roçava a fim de dizer mais.

Ela soltou uma risada baixa, mas que Naruto escutou perfeitamente. Desta vez fora ele quem sentiu as bochechas tornarem-se quentes.

— Hinata — foi tudo o que ela disse, então antes de qualquer coisa ela lhe sorriu e voltou a secar talheres, sem lhe dirigir a palavra novamente, ela estava em seu dever e ele não podia atrapalhá-la, saiu o mais depressa da cozinha esquecendo-se até mesmo da fome.

Não entendeu muito bem o que aconteceu, afinal não lembrava-se da última vez que corara e que atrapalhava-se nas próprias palavras, mas tinha esse jeito quando tratava-se de uma mulher bonita como ela. Realmente, era a pintura mais linda que um Deus poderia ter feito.

* * *

Tenten estava muito irritada. A prova disso era a coloração de seu rosto e as palavras que desferia contra aquele homem, diga-se por sinal, um tanto petulante.

— Oras o que eu poderia fazer, Sor Neji? Se bem lembra-se eu não tenho sequer um mapa para este gigantesco lugar! Não é culpa minha se fiquei perdida — andava furiosa para fora do castelo, sendo seguida por Neji.

— Se fosse mais esperta saberia onde se metia. Não passa de uma garota a procura de atenção! — o que apenas era “não seja incômoda” tornou-se muito mais do que isso. Neji, por mais que achasse irritante, gostava de ver as afeições da garota mudarem rapidamente, tornavam-se engraçadas e divertidas aos seus olhos, mesmo que não aparentasse.

— O que disse seu incompetente? — Neji segurou seu pulso antes que começassem a correr.

— Chamou-me de incompetente? Acha que está falando com quem, garota? Deveria tomar cuidado com as palavras — ele trouxe o corpo de Tenten mais perto ao seu, sua voz era grave e cuidadosa — ou perderá sua língua — e então deixou-a parada onde estavam, voltou ao seu posto enquanto uma Tenten pasma recuperava-se das palavras.

Ninguém jamais a ameaçara! Que homem petulante!

— Veremos quem perderá a língua, Sor Neji — disse a si mesma, pois Neji encontrava-se longe para lhe escutar.

* * *



Sakura adentrou o quarto sem bater à porta, seus pés a levaram para conhecer o castelo, mas seu coração insistia em visitá-lo. Confessava estar preocupada com aquele homem, ele não havia a procurado, mas, ainda sim, fazia questão de vê-lo.

— Com sua licença, meu príncipe — não o tratava formalmente, mas pegou o hábito quando escutava os súditos de Tsunade a clamarem com todas essas formalidades.

A voz gentil de Sakura chamou a atenção do príncipe rapidamente. Encontrava-se sentado na beirada da cama, de costas para Sakura. Tinha os braços apoiados nos joelhos e a cabeça deitada em suas mãos, estava pensativo, mas deixou quaisquer pensamentos de lado apenas para virar minimamente sua cabeça e encontrar olhos verdes lhe fitando.

Sem que a convidasse a mesma sentou-se ao seu lado, compartilhando a beirada da cama. Enxergou o quanto ela encontrava-se bonita, com um tecido de seda verde-claro, que fazia jus aos seus olhos brilhantes e enormes, ainda tinha seus cabelos trançados e aquilo levou a sua mente a ver a primeira vez em que a tocou, e também o levou a ver o quanto sentia saudades do calor que emanava de seu corpo quando ambos encontravam-se suados e ofegantes depois de uma noite regada a prazeres.

Sentiu-se estranho diante de tais pensamentos, ao contrário das mulheres que tinha, ele nunca preocupava-se com a saudade, pois tinha sete mulher no fim das contas. Mas quando tomou Sakura pela primeira vez, algo o fez esquecer que possuía sete mulheres, e lembrou-se apenas quando escutou Naruto exclamar algo sobre Ino ter sido capturada.

Os da Areia eram inteligentes, capturaram alguns de seus homens e algumas de suas mulheres. Lembrava-se das palavras de Fuyuki, lhe dizendo que quatro delas encontravam-se mortas, duas perto do riacho, uma embaixo dos escombros e outra esquartejada dentro da floresta. Ino havia sido pega, pelo que bem entendera, já suas outras duas mulheres não tinha ideia de onde se encontravam, e algo dentro dele não fez questão de se preocupar.

Tinha sete esposas, mas agora não havia nenhuma ao seu lado e seu interior não demonstrava-se preocupado com isso, talvez pelo fato de que no início tinha a tão dita esperança, sonhava todos os dias com seus filhos caçando ou correndo por aí e competindo entre si, não era o seu maior sonho, mas com toda certeza ele desejava ter seus filhos, afinal os anos passavam-se e até agora ele não tinha um herdeiro, ele não havia dado continuidade ao clã Uchiha, e isso sim era preocupante. Passou a vida inteira achando que nunca poderia ter um filho, agora que perdera suas mulheres percebeu o motivo de simplesmente não se preocupar.

— Porque não esquece os problemas? — quando percebeu, Sakura encontrava-se atrás de si, tinha as mãos em seus ombros e massageava o local, tão delicadamente que até havia esquecido do quão eram ótimos seus toques.

— Quanto mais esqueço, mais aparecem — sentiu os lábios gelados beijarem seu pescoço e descerem por seus ombros e braços.

— Posso fazer com que os esqueça.

Então Sasuke enxergou um lado não visto por ele ainda, o lado ousado da garota, o lado em que ela almejava aquilo tanto quanto ele, e melhor: ela demonstrava.



— Tsunade me contou de seu sonho — aquele era um fato preocupante e com toda certeza não era um bom momento, mas Sakura pareceu não escutar suas palavras, pois sua concentração encontrava-se nas carícias feitas no corpo do amante.

— Conversamos sobre isso depois, temos tanto tempo, querido — sua voz tornou-se manhosa assim como seus movimentos. Como uma cobra seu corpo entrelaçou-se no do Uchiha, enroscou-se em seu pescoço e logo depois permitiu pôr uma perna de cada lado do corpo másculo.

— Sinto saudades de você, meu príncipe — o sorriso de Sakura era tão calmo quanto o beijo iniciado.

Sakura sentiu-se terna aos braços do Uchiha. Jamais imaginou que um homem como ele pudesse passar tanta paz ao seu interior, tanto desejo a sua alma e tanta felicidade a fim de seus lábios se tornarem ainda mais puxados em um sorriso completo.

Naquele momento não era apenas desejo que sentia, ao mesmo tempo em que sentia a vontade de possuí-la, sentia também a vontade de apreciar seus carinhos, tão escassos, mas tão competentes. Não lembrava-se da última vez que sentira falta daquilo, mas no final das contas, ele era um homem e todo homem sente falta de uma mulher ao seu lado, até mesmo nos tempos mais difíceis.

A pele arrepiada era consequência dos beijos que Sasuke distribuía em seu pescoço, descia até o vale de seus seios, enquanto a mão pecaminosa corria entre suas curvas, apalpando aqui e ali.

— S-Sasuke… — os gemidos de Sakura tornavam-se audíveis a cada toque de Sasuke, tornavam maior a fonte de desejo do Uchiha.

— Gosta disso, Sakura? Gosto quando te toco assim? — quando pode perceber, o pano verde encontrava-se no chão, os seios expostos eram apalpados pelas mãos cálidas e grandes. As coxas também eram o alvo de Sasuke.

Sakura não se deu por vencida, estava disposta a brincar com o corpo de seu amante. Rebolando em seu colo Sakura pode sentir a excitação evidente de Sasuke, aquilo tornava a brincadeira mais prazerosa tanto quanto torturante.

A mulher então deslizou o corpo até o chão, retirando todos os panos que cobriam o belo corpo do rapaz, pôs-se a deslizar a mão pelas coxas brancas do Uchiha, apertando-as enquanto tinha o rosto puxado para cima para mais uma sequência de beijos.

Permitiu que um sorriso sacana brincasse em seu rosto, não lembrava-se de onde havia tirado tamanha coragem para fazer aquilo sem que suas bochechas ao menos corassem, mas sentia-se confiante, tudo para um prazer maior entre ambos.

Sakura envolveu o membro de Sasuke em suas mãos, os movimentos eram lentos tornando o prazer torturante para o Uchiha. Vez ou outra ele puxava os cabelos rosas, demonstrando o quão frustrado ela fazia o ficar.

— Sakura — o nome da mulher saiu de sua boca em um ranger de dentes, estava disposto a colocá-la naquela cama e a ensinar que não devia torturar um Uchiha, mas as ideias simplesmente escaparam de sua mente quando sentiu a boca preencher o seu membro.

Ela brincava com seu membro, vez o chupando e vez o lambendo, deixava alguns beijos pela extensão de seu membro enquanto as mãos dedicavam-se ao prazer de Sasuke. Outra vez sentiu a boca quente de Sakura em seu membro, não resistiu puxando os cabelos róseos para cima e para baixo, enquanto Sakura dava o melhor para satisfazê-lo.

Parecia até mesmo um jovem em sua primeira vez, sentia-se inexperiente ao lado dela, sentia novas sensações, mesmo que já houvesse provado tudo aquilo. Tudo parecia ser diferente quando estava com ela.

Mas o ego estava intacto, permanecia o mesmo. Antes mesmo que Sakura pudesse completar o serviço, ou até mesmo a brincadeira, Sasuke a levantou pelo queixo e com as duas mãos a puxou para a cama. A deitou em cima de seu corpo enquanto desfrutava mais uma vez de seus seios expostos e seu pescoço alvo.

Mais uma vez ele lhe perguntou se gostava de seus toques, mas a indomada não lhe deu respostas. Como a típica felina que pareceu ser, posicionou-se no membro de Sasuke para então soltar o grito preso em sua garganta.

As mãos a ajudaram no processo, firmes em sua cintura ele a ajudava com os movimentos levando Sakura a galopar em cima de si, ainda sim não perdia toda a beleza e até mesmo inocência que ela passava.

Os gemidos de Sakura podiam ser ouvidos ao longe, mas eles não preocupavam-se com isso, apreciavam os movimentos e tentavam distinguir quem gemia mais alto. Sakura gritava palavras desconexas ao mesmo tempo que Sasuke aumentava o ritmo dos movimentos e mordia-lhe o lábio, sempre a puxando para um beijo.

— Oh, Sasuke, sim. Está quase… — o grito eclodiu no local, os movimentos continuavam até que Sasuke alcançasse o que desejava.

Quando terminou, Sakura deitou-se ao lado de seu príncipe, tão ofegante quanto ele. O sorriso permanecia em seus lábios, como na primeira vez em que deitaram juntos.

— Quer conversar agora? — os suspiros entre as falas eram notáveis, Sakura estava exausta, mas fazia o possível para manter-se firme se isso significasse poder conversar com Sasuke.



O príncipe fez um sinal para que ela aguardasse um momento, e nada pode fazer a não gargalhar sobre isso. Estava certo, ambos encontravam-se ainda ofegantes, o mínimo que podiam fazer era esperar até que seus corações se acalmassem.

— Conte-me sobre seu sonho, Sakura — pediu o príncipe, suas mãos puxaram Sakura para a perto, ela então deitou sua cabeça no ombro do Uchiha, sentindo o cheiro de suor e o cheiro próprio de Sasuke, era realmente agradável ficar perto dele.

— Há dois dias tive um sonho um tanto quanto estranho. Não entendi o porquê, mas procurei Tsunade para que me ajudasse com isso. — deu uma longa pausa pensando por onde começaria, em seguida prosseguiu — Lembra-se da árvore do bosque? Aquela com folhas cinzas? — Sasuke assentiu e Sakura suspirou relembrando-se dos fleches.

— Ela estava lá, aquela mesma árvore. Eu lembro de estar embaixo dela enquanto tinha a mão em meu ventre, eu me sentia insegura, mas então você apareceu. Beijou-me os lábios e prometeu cuidar de nós e então tudo ficou bem, se bem me lembro. Entretanto, tudo pareceu mudar. Me vi deitada em uma cama, fazendo o esforço possível, enquanto o cheiro de fumaça invadia o quarto, os gritos invadiam meus ouvidos, mas tudo parou quando eu escutei o choro de um bebe — Sakura terminou então com um longo suspiro, tornava-se um habito.

Sasuke não tinha palavras a dizer, parecia um sonho confuso, mas simples de entender. O problema é que ele parecia não querer entender.

— Contei a Tsunade o que sonhei, não soubemos dizer o que significava. Mas hoje ela me encontrou no bosque, embaixo da árvore de folhas cinzas, ela tocou meu ventre e me disse algo sobre os deuses sempre recompensarem, então entendi o que ela quis dizer, Sasuke. Eu estou grávida — e aquilo soou tão normal ao Uchiha que chegou até mesmo a assustá-lo. Ela parecia não entender o motivo para tanta surpresa.

Alguns minutos de silêncio passaram-se, pareciam incômodos para Sakura, que esperava uma resposta ou talvez um olhar.

— O que há Sasuke? — levantou o rosto para ver a face inexpressiva de Sasuke, a linha reta em seus lábios não dizia nada, assim como seus olhos que pareciam mais negros cada vez que os mirava.

— Como pode estar grávida? — a voz parecia alterada e surpresa, assustou um pouco a Sakura.

— Como assim, Sasuke? Você ao menos sabe como os bebes são feitos, não sabe? — a cena até mesmo pareceria cômica se o ar sério de Sasuke não afetasse o local como o fogo que se alastra rapidamente por uma casa.

— Deve ser um engano! — protestou o Uchiha, sentando-se na cama.

— Um engano? Eu bem vi, Sasuke. Vi que estou grávida, um bebe está aqui — pôs a mão em seu ventre enquanto os olhos do Uchiha estavam fixos naquele lugar.

— Sete esposas, Sakura. Sete e nenhuma ficou prenha! Como pode me dizer que você então espera um Uchiha? — Sakura entendeu as palavras de seu príncipe, Ino havia contado sobre o Uchiha não poder ter filhos.

— Eu não posso ter filhos, Sakura. A vida me tirou essa escolha, eu jamais verei um filho meu — as palavras pareceram pesar, Sakura sentiu a dor em que elas acompanhavam, mas seu sorriso pareceu deixar o príncipe curioso.

— Quem disse que não pode ter filhos? Só porque não engravidou sete mulheres não significa que comigo seria igual. Sabe Sasuke, há sempre uma explicação para tudo, às vezes elas não são plausíveis e nem aceitáveis, mas tudo que podemos dizer quanto a isso é; eu vou gerar um filho seu e eu realmente espero que esteja contente sobre o fato — um som saiu da boca de Sasuke, ele insistia em protestar, mas isso logo acabou quando os lábios de Sakura prensaram os seus.

— Talvez seja o amor que sinto por ti, ele nos concebeu essa criança. Amo-te tanto! — as palavras pareciam criar faíscas em seus olhos, eram tão verdadeiras que Sasuke não conseguiu dizer o contrário, ele apenas a abraçou e sentiu algo incondicional em seu peito, talvez aquilo fosse a felicidade.

Não, ele sabia. Tinha certeza de que aquilo era felicidade.

Notas finais
*Sor é o título dado a cavaleiros. E então? Olha, não reclamem do meu hentai, eu não nasci para escrever hentai :'( O que estão achando? Sim eu decidi pôr NaruHina, espero que agradem a todas. Comentem moças e moços, eu mereço reviews, favoritações ou até mesmo recomendações? hihi' Obrigada a todas que estão comentando, vocês são incríveis!