Notas iniciais
Oi galera! Obrigada pelos 4 comentários valew mesmo! Até ta valendo o sacrifício de postar todo dia! Eu quero deixar claro de que esse capítulo foi feito totalmente a base desse vídeo (que eu estava ouvindo). Aconselho a vocês lerem ouvindo esse vídeo ok? Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=DfrSd8toss8 Obrigada e até o capítulo 10! (o 9 é da Bia)

Lia Madniss

Escuridão. De novo não!

Eu vejo corvos de novo. Eles correm com muita velocidade... mas passam por mim direto. O que estão procurando? Eles correm atrás de uma garota loira. Anna!

Eu corro atrás, afinal o que eles querem com a gente? Eu vejo mais pessoas, gente que eu conheço, Ceb, McGonagall... os corvos afundam os bicos afiados neles. Eu grito.

Eu estava com raiva. Minha mão começa a formigar com algo negro, umas sombras. Eu percebo o que elas eram.

Eram a única coisa que eu tinha para acabar com os corvos.

Eu jogo elas para frente, como se eu tivesse todo o controle delas, as “chamas negras” saíam de da minha mão, eu tinha esse poder, ele fazia parte de mim.

Elas percorriam rapidamente com violência atrás dos corvos (ou os pássaros que fossem aquilo). Eles gritavam e gralhavam com a dor das chamas neles, e aos poucos, caíam, eu ajudei eles...

Acordei um pouco depois de me animar no sonho, com o alívio de salvar as pessoas que gosto. Eu arfava.

–Você está bem?-Pergunta Alice com uma lanterna nas mãos.

–Eu... estou Alice, obrigada.

–Chegou uma coruja junto com a do Frank... para você-Ela me entregou a carta.

Comecei a ler:

E aí?!

Eu achei uma coisa muito estranha!Vem logo!

Ass.CatMuch360

(apelido de videogame de Ceb)

Como eu estava acordada, o que mais eu faria?

O encontrei perto de algumas abóboras do Hagrid com uma expressão de nervosismo. Me pergunto como ele teve humor o suficiente para escrever uma carta.

–O que foi?-Sussurrei.

–Eu encontrei um negócio na floresta.

–A floresta proibida?-Perguntei levantando uma sobrancelha.

–Você e seus banalismos de estudante... se todos falassem só “floresta” o efeito assombroso que ela tem nos alunos seria muito menor...

–Ta bom,ta bom... mas o que você encontrou?

Ele abriu um largo sorriso psicótico de um palhaço maluco de um jogo.

–Você verá.

–Você leva jogos a sério demais.

–Por que você caiu na Sonserina?-Perguntei,correndo atrás dele-Você não tem o mínimo de inteligência lógica, ninguém vai para uma floresta à noite sem nenhum recurso favorável!

–Varinhas!

–Digamos que isso não vai ajudar com um lobisomem ou sei lá o que.

–O chapéu disse que eu tenho o sarcasmo, as habilidades de perseverança e de perceber as intenções das pessoas muito aguçadas.

–Eu não discordo de nada.

–E também sou sangue-puro, geralmente apenas de perceber que o sangue é puro ele manda para a Sonserina... sua amiga foi uma enorme exceção...

–A Anna é mais corajosa...

–Pode ser.

–Estamos chegando?

–Sim... era meio estranho, achei melhor nem tocar-Ele disse -Para!

–O que?

–Eu achei!

Eu olhei em volta mais nada vi.

–O que eu deveria estar vendo?

–Ali!-Ele apontou para um colar metálico com uma pedra cinza, refletindo ao fecho de luz luar que se concentrava nele.

–Parece um colar do par que eu fiz na aula...

–É... será que podemos tocar?

Eu agachei e peguei o colar.

–Toma-Eu disse entregando à ele.

–E pra que eu vou querer isso?

–Sei lá, se você encontrou é seu.

–Tudo bem, então.

Ele colocou o colar, que combinava perfeitamente com o brilho de seus olhos e seu cabelo desarrumado.

–Então ,vamos embora?

–É... este lugar está me dando medo.

Eu entrei em silêncio no Salão Comunal da Grifinória, e me joguei no sofá de novo. Aquelas chamas da lareira pareciam me dar uma bronca por ter saído de novo. Então me veio algo na cabeça. Por que Ceb estava na floreta proibida à essa hora da noite? Eu perguntaria isso depois.

Eu iria dormir agora...o que será que eu veria?

A manhã chegou mas bem-vinda, não tinha sonhado hoje... apenas uma voz, dizendo... “você terá de escolher um dos lados”, mas a voz não se dirigia à mim, mas sim a alguém que eu não conseguia enxergar.

Eu levanto e ouço as vozes das pessoas discutindo sobre o profeta diário e outras coias que eu não tinha o menor desejo de saber.

Era aula de trato de criaturas mágicas de novo, já estava um pouco cansada de ver a cara da Plank de pensativa tentando lembrar quais eram as contradições para fazer um colar anti Ryttisers ou sei lá o que.

A aula era com a Corvinal então eu tive que aturar a Anna e Víctor com todo aquele ar de “Somos um casal perfeito”,não gosto disso, nada pode ser perfeito, deve haver erros e defeitos, para existir o perfeito.

Coisas perfeitas só resultam em mais perfeição, e com isso você não aprende, você fica cego com toda a “beleza” a sua volta,isso até que é "legal"... Mas eu vou contar um segredo para você...o melhor nas pessoas são suas capacidades de errar, e admitir defeitos, isso é humano, isso é o “real”.

As garotas ficaram conversando com Anna, ela ultimamente não tem conversado comigo, mas... algo me diz que somos ligadas de algum jeito.

Ela ficou tão popular de uns dias pra cá... eu quase nem reconheço aquela Anna insegura de antes.

Eu sento solitária no muro que separa a gente da floresta e brinco sozinha com um morcego que se encontra no chão.

Ele faz uns giros e eu rio. O que será que ele acha estar fazendo?

Eu o pego na mão e ele esfrega sua cabeça em mim, como se fizesse carinho.

–Sabia que você parece com um gato que eu tinha? Bom, é lógico que ele tinha pelo... mas tudo bem...

Veio chegando mais morcegos e eles começaram a se acumular a minha volta.

Eu conversava com eles, e as vezes se eu prestasse muita atenção pareciam responder algo que eu não entendia direito.

Logo mais e mais morcegos começaram a se acumular, não sabia o que eles queriam... mas eram tão fofos que chegavam a ser engraçadinhos, o jeito como se moviam.

–Senhorita Madniss?!

Eu caí para trás do muro, dispersando meu grupo de morcegos.

–O que é isso?

Era a professora Plank, ela vinha agitada em minha direção, tinha uma expressão de pânico.

–O que são eles aqui a sua volta?

–Nada, eles só começaram a se juntar aqui...

–Isso é verdadeiramente uma magia das trevas!

–O quê?-Perguntei confusa.

–Esse tipo de poder é muito terrível minha querida, você deve ir falar com o professor Dumbledore depois das aulas...

Ela foi embora, se atrevendo a cochichar de que não queria mais um um bruxo das trevas solto por aí.

Eu estava meio confusa. Apenas morcegos gostaram de mim, e daí?! Se fossem borboletas iriam achar que eu sou uma fada ou coisa parecida?!

Ceb está certo, esses padrões para o comum estão ficando cada vez mais irritantes. O que é o comum? Quando temos o diferente nas mãos?

Notas finais
Espero que tenham gostado! Eu estou tomando um pouco mais do meu tempo para editar e tirar muitas das colocações erradas do meu texto, já que estamos recebendo grande visualização! Obrigada por ler e acompanhar a fic!Comentem por favor (para saber se está ficando legal e tals...) e se vocês gostariam de um casal novo (apenas para nos divertir) adoro teorias sobre histórias! Bjo da Detona!