Notas iniciais
Espero que gostem, e se der tudo certo, um novo capítulo será postado ainda hoje! Bjo da Detona!

Lia Madniss

Sabe quando você tem a sensação de que algo muito grande está para acontecer?

Eu andava no corredor, era lua cheia, me trasfigurei em raposa, e corri atrás do cervo, do cachorro de do recém rato.

O lobisomem surgiu, a noite caiu, e num estante estávamos todos sentados naquela casa mal assombrada.

–Toma essa -Disse Pontas para Rabicho, lhe entregando um feijãozinho de mudar a voz.

Rabicho então, começou a fazer barulhos de um animal próximo a anta.

Eu estava apreciando a lua, vendo ela se desfazer em estrelas, ela era muito bonita, mas nunca entendi por que aquela frescura toda de dizer que a lua é divina. Sempre tão quieta, que prazer tem isso? Apreciar mais algo brilhosos no céu. Mas, naquele instante, ela parecia me comunicar algo.

Como uma pequena sombra surgindo, uma coruja apareceu, primeiro, achei que estava subindo, mas reparei que estava seguindo para a direção da janela. Da janela em que estávamos.

A coruja malhada, salpicada de branco da neve, jogou uma carta para dentro, e foi-se, antes de repararmos de quem era.

–Para que é?-Perguntou Aluado.

Na luz fraca da lua, eu li:

Para minha cara amiga, Alianah Madniss.

Eu abri a cata, e nela, estava escrito a coisa que eu temera durante todos os dias, o que eu faria?

“Cara adorável amiga, sei que anda um pouco esquecida, ma saiba que sim, é a sua amiga Anna e tenho uma proposta para lhe fazer:

Sei que isso deve soar um pouco egoísta, mas saiba que esse destino nos leva a crer o que já é esperado.

Sabemos que desde que nós éramos apenas duas garotinhas inocentes este destino já era traçado. Sabemos que esse mundo não pode ser habitado por nós duas.

Cara Lia, minha querida inimiga, e velha amiga companheira em todas as desilusões que eu já sofri, lhe desafio com toda a angustia de saber que eu ganharei, lhe convido para se encontrar comigo, para decidir quem sobreviverá e governará a terra, um duelo, uma batalha, um destino.

Claro, e sinto por esta chantagem, que se a vossa magestade da bondade com asas tenebrosas não se apresentar para o duelo amanhã, no ponto mais alto das montanhas que habitam os arredores de Hogwarts, eu irei aniquilar aquilo que um dia foi nosso lar, e lugar da nossa felicidade.

Eu, querida amiga, destruirei todo o castelo.

Com todo o carinho que ainda restou em mim, lhe despeço, com o ar de certeza de que você fará a coisa certa. Não seja egoísta como eu.

Afinal somos amigas, e sei que vai me perdoar... não é mesmo, Lia?

Lembre-se de levar um, e somente um único aliado, acho que já desconfias de quem é o meu, não é?!”

No final das contas, eu não sentia raiva, ódio, tristeza, eu só relembrava os dias em que eu e Anna brincávamos na casa dos pais dela, os dias em que conversávamos inocentemente sem ligar para as noites os dias, o sangue ou o gosto.

Os garotos leram o “convite”, e após Pontas ter lido em voz alta, o convite pegou fogo e se desintegrou.

–Eu não acredito que Anna vai fazer isso -Disse Aluado -Ela nem tem poderes para fazer isso.

–Claro que ela tem- Eu disse.

–E o que vamos fazer?

–Eu vou treinar.

–E você vai aceitar?

–Claro que vou, não me chamo Madniss a toa, sou conhecida por ter um parafuso a menos, não sou? Eu vou lutar, não por Hogwarts, mas por todos os bruxos que não teriam a mínima coragem de fazer o que eu estou prestes a fazer. Sei que fui covarde, praticamente esse ano todo, eu acho, mas isso não vai acontecer mais.

Eu vou lutar, por todas as almas boas e puras, que ainda estão no mundo, e a que ainda pode surgir em Anna. Então se me dão lincença, eu vou ser o que eu sempre fui, eu vou ser a Lia Madniss que eu não fui o ano inteiro.

–O discurso poderia ser mais convincente se você dissesse que iria salvar o mundo, as pessoas ficam comovidas com isso!-Disse Aluado.

E como resposta, ele recebeu um Aguamenti na cara.

Eu fui diretamente para o lugar em que eu encontraria o que precisava.

No sétimo corredor, dancei na frente do quadro dos sete trasgos dançantes e entrei na sala precisa.

Se você acha que só a grifinória teve uma arma utilizada pelo próprio fundador, você deve ter o conhecimento padrão dos alunos de Hogwarts.

Em minha frente, naquela sala onde tudo pode ser encontrado, eu vi a arma mais honrosa da Sonserina um arco e flecha, com os mais esnobes e belos detalhes verdes, com a ponta portando um veneno roxo paralisante.

A lâmina do arco era tão afiada,e flecha era em forma de um Ás, e em sua lateral, estava escrito:

“A lâmina venenosa, como uma cobra, para o sangue mais puro que se já pode ter tido”

Um arma que porta veneno, feita para os mais sábia, para aqueles que sabem que se lutarem de forma honrosa, sem trapacear não ganhariam.

Uma arma feita para o mais preconceituoso dos sangues.

E agora seria usada por uma mestiça grifinória. Achei muito irônico.

Eu retirei o arco de prata e o seu mais belo portador de flechas, em verde esmeralda.

Eu corri com os dedos em cima da escrita feita por duendes.

Um alvo apareceu do chão, e eu suspirei.

Qualquer sonserino teria a maior facilidade de usa-los, por que eles possuem a sagacidade. Mas e para um Grifinório?

Após, eu atirar, uma das mais finas flechas para frente, a flecha se pousou exatamente no ponto que eu queria. Mas é obvio, que toda facilidade tem um preço, senti algo zumbir em meus ouvidos, era um basilisco fazendo sua língua tinir na minha cabeça. O veneno que estava nas flechas, era o veneno do basilisco que ainda habita Hogwarts, e após você ousar desperdiçar a flecha em qualquer ser vivo ou objeto, ele fará você pagar um pequeno preço. Afinal, esta é a sonserina, sempre lucrando.

Uma pequena dor de cabeça surgiu, e agora que eu estava com a arma arranjada, tería de me arrumar, se conheço bem Anna, ela vai usar algo que vai me parecer ser a vilã e ela a moçinha, então, vamos lutar conforme a música.

Arrombei o meu armário, e coloquei minha magia negra para funcionar.

Arrumei o vestido mais dark que eu pude arranjar, e com a minha magia, comelei a fazer tecidos negros caindo do vestido, coloquei pena de corvos em alguns detalhes, e por último, coloquei meu colar no cento dele, e fiz questão de usar braceletes de Spike, um sapato alto que roubei de Alice, e rasguei todo o Jeans, pintado de preto.

O último detalhe, havia pintado o meu cabelo de azul. Pitei meus olhos com uma maquiagem negra, eu estava pronta, eu era Lia Madniss versão 2.0, como alguém que gosta de videogames diria. Quem será?

Saí, com minha capa negra da invisibilidade, e encontrei uma pessoa que eu precisava.

–Você pode lutar comigo, e ser forte, ou pode continuar aí como uma donzela, e esperar o pior.

–Eu aceito.

Eu sorri.

–Obrigada.

Eu, e os marotos, e a pessoa que lutaria comigo, subimos com todo o louvor, para cima da montanha mais alta, com os nossos típicos hipogrifos.

Notas finais
É a hora! A batalha final!!! Quero agradecer de coração, as pessoas que estão comentando, fovoritaram, acompanham, sei que esse PrettyGirls II não recebeu o mesmo número de visualizações, mas se vocês gostam, é muito prestigiante, fazer algo em que as pessoas apostam as suas fichas.