PrettyGirl II
21 Failed!!!
Notas iniciais
Suzanna Stwart
Eu revisava aquela pequena folha de pergaminho. Com caligrafia cuidadosa. Especialmente feita para a ocasião. Ali, eu, Suzanna Stwart, uma Hellishe gentilmente, convidava nossa querida Angelic, Alianah Madniss para uma... Grande ( não tão grande assim ) batalha.
– Por favor! Olha que eu não gosto de pedir por favor!
Eu praticamente me rebaixava à um simples “por favor” para convencer um “alguém” à lutar em minha causa. Nossa causa. Causa dos Comensais.
Sim, Eu estava pensando como uma. Se esse era o meu destino, que eu começasse ele agora, e não daqui à dois anos, quando eu estivesse fora da minha bela proteção, à que chamam de escola. Notem uma pequena ironia.
Quero fugir, encontrar meu caminho. Sei que é meio... Impossível, com Lupin meio desconfiado, Lucius e Bellatriz se aproximando de mim... E Víctor. Minha Criptonita, se assim posso chama-lo. Uma Criptonita linda, com uma risada incrível de um lado, e um garoto, Sonserino, magro, de olhos azuis e os mesmos ideais que eu do outro. Víctor, o bem. Caleb, o mal.
Só me resta escolher: Ser má com um namorado bom ou ser má com um... Aliado mau. É. Essa última é uma possibilidade muito mais válida.
Mas não posso simplesmente fugir, sem ter o prazer de ver minha amiguinha, caída no chão.
Hoje é sábado. Droga. Hogwarts mais movimentada. Mais difícil de chegar ao local da batalha. Prendi meu cabelo em coque firme e coloquei um vestido branco, curto, cheio de glitter prateado. Eu me olhei no espelho e não me reconheci. Abri min há asas que estavam em um tom de cinza grafite, mas ainda com o brilho furta-cor. Cada vez mais bela. Assim como eu. Minha próxima parte do plano era... Diferente. Mas era fácil. Entar no escritório de Dumbledore, pegar a espada de Griffyndor e... Fazer todos se curvarem para mim. E então, só depois disso, lutar com Lia.
Caminhei. Tinha certeza de que seria apanhada por um professor, mas tudo correu bem, e eu, consegui a espada de Griffyndor. Esta seria minha arma. No fim, eu só precisava do meu aliado. Mas ele já me esperava, do lado de fora de Hogwarts, pronto para batalhar. Ou eu venço, ou eu perco. É isso ou nada.
Caminho até o cenário, onde uma de nós irá virar ( de um jeito nem um pouco literal ) pó.
Olho para a espada prateada cravejada de rubis que levo comigo. À minha esquerda, Caleb sorri diabolicamente. Sinceramente? Eu gosto desses sorrisos dele. Mas, sem quer me desviar de meus pensamentos, tento descobrir quem será o aliado de Lia. Se ela trouxer mais que um infeliz para lutar, eu juro que mato, um por um.
Então, chegamos. Não vejo Lia. Será que eu sou a única capaz de ter pontualidade? Pelo amor de Merlim!
Então Lia aparece. Do nada. Claro. Como não percebi? Ela tem uma capa da invisibilidade.
A batalha irá começar.
Sorrio. Lia faz uma careta ao ver Caleb ali, ao meu lado. Seus olhos pousam sobre a espada de Griffyndor.
Olho se ele tem uma arma também. Sim. Um arco e flecha. Da Sonserina.
Quem irá vencer? Não sei. Só sei que “cabeças irão rolar”, mas não no sentido literal.
Lia Madniss.
Eu tiro minha capa da invisibilidade, os marotos, ficariam lá embaixo da montanha,resolvi fazer isso, eles verificariam para que nenhum professor “patriota” viesse atrapalhar a batalha.
Eu tirei minha capa das sombras, que se desintegraram no ar.
Anna, estava em minha frente, cada uma em um morro da montanha, na mesma altura, em exatos quinze metros de distância.
–Como vai Anna?
–Melhor, agora que sei que ninguém vai nos atrapalhar, quem é o seu aliado?
Eu ri, e fiz sinal para meu aliado subir, assim como Caleb fez.
Anna fica um pouco boquiaberta, assim como Caleb, é, minha aliada era Jade.
Jade tinha o mesmo sorriso diabólico que eu, e eles se recomporam logo.
–Você escolheu ela- Disse Anna.
–Você escolheu ele- Eu disse sorrindo, e sinto que Lea sentiu a mais plena raiva.
–Você poderia ter escolhido qualquer paspalho!
–E você poderia escolher qualquer comensal, mas não o fez, supere Anna, estamos aqui para provocar uma a outra.
–É, suponho que sim-Ela disse, suavizando a expressão-Pena que acabará.
Suzanna Stwart
Ela está de brincadeira. O aliado dela, na verdade é ela. Jade. Aquela... Controle-se, Suzanna. Eu sorri. Eu não queria dialogar. Eu queria batalhar. Caleb começou a atacar Jade. Que, por sua vez, revidou. Então, tomei isso como um início.
Caminhei para mais perto de Lia. Eu intercalava entre espada, poderes e feitiços.
– Não há espaço para nós duas Lia.- Eu comecei a perder. Ela era mais forte, mas eu não podia deixar Caleb lá. Ou podia? Eu posso. Comecei a voar. À sair de lá, mas eu estava muito ferida. Eu via Caleb lá embaixo. Eu nunca mais veria Hogwarts. Nunca.
Lia Madniss
–Está fugindo Anna?-Eu disse a costas dela-Não podemos deixar nossos aliados esperando.
Anna me encarou, aqueles já frios, olhos castanhos.
–Uma de nós não vai viver-Ela disse, e me atacou fundo com a espada de Griffyndor, e um risco embaixo do meu olho fez.
Eu chorava sangue agora. Ela fez um barulho de surpresa.
–O que foi Anna? O sangue não lhe agrada?
Eu olhei para baixo.
–O que é tão interessante?-Ela pergunta-Eu estou aqui.
Eu, com minha mão no meu olho sangrando, digo:
–Esse é o pior.
Suzanna Stwart
Caleb implorava para que eu voltasse. Mas eu não podia. Eu sabia que meu lugar não era ali. Meu lugar, era ao lado de Lorde Voldemort.
Saí dos limites de Hogwarts. Agora, eu só via o brilho prateado que a espada de Griffyndor tinha desse ângulo. Não pude deixar de chorar. Entrei em uma caverna escura e fiz feitiços de proteção. Logo, o Ministério seria avisado. E talvez, eu tivesse minha varinha partida. Pare de drama Suzanna! Ali, chorei muito. Mas logo eu percebi. Eu me expulsei de Hogwarts. Eu nunca mais veria Víctor, ou nunca mais iria rir das pegadinhas de James. Eu nunca mais ia dançar com Lily. Eu nunca maus iria sorrir.
Lia Madniss
Meu olho sangrava, Anna havia partido, no final, ninguém ganhou, no final eu não tinha o por que lutar.
Bellatriz apareceu do nada.
–Mestiça! Você vai pagar!
–Pela covardia da minha amiga?
Ela me atacou com um crucio. Eu sentia choque.
Mas, a cada vez que ela ria, eu não sentia mais nada, ela se espantou.
–Sabe o seu problema Belatriz?-Eu perguntei, quando Severo, Lúcio e Narcisa apareceram-Você não tem ódio, não tem amor, você só tem prazer.
Severo e Lúcio investiram contra mim.
Peguei meu arco e disparei em três, as trevas tomaram conta deles, e assim foram atirados, junto com Bellatriz para outro lado da montanha. Narcisa me encarava chocada.
–Você também quer?
Ela negou e desceu correndo.
Caleb olhou pra mim, mas ainda lutava com Jade.
–Jade, pare-Eu disse.
Caleb parou de atacar.
Meu olho sangrando, minhas asas me cortavam e o veneno do basilisco em mim, por ter disparado flechas, me fez cair.
E sorri para ele.
–Eu lembrei -susurrei.
E assim, tudo escureceu.
Suzanna Stwart
Memórias iam e vinham em minha mente. As mais dolorosas? Quando conheci Lia. Meu primeiro beijo, que, aliás, foi com aquele lobo desgraçado. O dia em que me vinguei de Lupin e Jade. O dia em que percebi que fora traida. O dia em que percebi o que eu era. O que eu tinha que ser. Daqui à exatamente um ano, Lucius e Bellatriz terminariam a escola. Eu os procuraria. E, me juntararia ao Lorde das Trevas. Eu orgulharia ele. Seria sua "queridinha".
Uma das memórias que vinham com frequência, era a imagem de Bellatriz, Narcisa, Lucius, Severo e Caleb ajoelhados à minha frente. Aquilo realmente aconteceu? Sim. Aconteceu. E aquilo, era só uma prévia, do que eu teria quando fosse uma Comensal da Morte.
Eu acordei, na ala hospitalar, me olhei no espelha, estava sem um olho, estava com uma venda preso de um lado na minha cabeça... Dumbledore estava lá.
–Senhorita, está melhor?
–Sim...-Eu sussurrei, minha voz falhava.
–Então poderia vir comigo?
–O que?
Eu fui levada para o Grande Salão, todas as casas me olhavam com medo, o arco da Sonserina nas costas, minha roupa negra, chamando atenção, Dumbledore me levou para o lugar em que ele dava discurços de início de ano.
Eu pigarreei no em minha varinha, meu microfone.
–Alunos de Hogwarts, não quero fazer o papel dos professores, então, esse discurso vai ser diferente.
A cada ano que se passa, amigos, inimigos mudam, pessoas que se odeiam, passam a se amar, e vice versa.
A cada ano que passa, vivemos algo diferente, conhecemos novas coisas, e isso não foi diferente com Suzanna Stwart.
(Todos me olhavam, para minhas asas... e meu olho faltante)
Todos nós, encontramos algo a que amar, e ela preferiu o poder, não muito diferente na verdade, com aquele que não deve ser nomeado.
Mas, a cada ano que se passa, o mundo ganha um novo ministro, um novo curandeiro, um novo fabricador de varinhas.
Tudo pode mudar.
Ano passado eu era apenas a garota que cantava, hoje sou a perturbada com asas de corvo.
Amanhã você pode ser um monstro um vilão, pode ser brilhante um salvador.
O que eu quero dizer é que , você sempre pode mudar, você tem o resto de sua vida para encontrar um rumo para seguir.
E isso, meus caros, vale para cada professor, estudante, auror ou comensal, e não é diferente com Suzanna.
Eu desci do “palco”, chamei os Marotos e eu toquei uma música na Casa dos Gritos.
Now
Don't try to take this from me
Don't try to take this from me now
Don't try to take this from me
Don't try to take this from me now
Feels like I'm waking from the dead and everyone's been waiting on me
Least now, I'll never have to wonder what it's like to sleep a year away
But weren't we indestructible? I thought that we could brave it all
I never thought that what would take me out was hiding down below
Lost the battle, win the war
I'm bringing my sinking ship back to the shore
Starting over, we'll head back in
There's a time and place to die, but this ain't it
If there's a future, we want it now
If there's a future, we want it now
If there's a future, we want it now
If there's a future, we want it now
(Eu ri, era bom cantar, revigorante)
Don't try to take this from me
Don't try to take this from me now
Don't try to take this from me
Don't try to take this from me now
Wish I could find a crystal ball for the days I feel completely worthless
You know I'd use it all for good, I would not take it for granted
Instead I have some memories for the days I don't feel anything
At the least, they will remind me not to make the same mistakes again
Lost the battle, win the war
I'm bringing my sinking ship back to the shore
Starting over, we'll head back in
There's a time and place to die, but this ain't it
(Pessoas vão achar que eu vivo somente de música, inteligentes vão pensar que eu vivo de música nã por que é a única coisa que sei fazer, mas é por que me faz feliz, e ponto)
If there's a future, we want it now
If there's a future, we want it now
If there's a future, we want it now
If there's a future, we want it now
There's a time and place to die
There's a time and place to die and this ain't it
There's a time and place to die and this ain't it
And this ain't it, and this ain't it
There's a time and place to die
There's a time and place to die, but this ain't it, no
If there's a future, we want it now
If there's a future, we want it now
If there's a future, we want it now (now)
If there's a future, we want it now
Now
Now
A noite, eu encontrei um par de olhos azuis na janela, voltados para mim.
–Você estava certa.
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