Pretty Woman.

6 Capítulo 6


Notas iniciais
Olá, meus amores. Eu sei, vocês querem me matar, e eu sei que a maioria já até desistiu de ler a fic pela demora. Mas consegui um tempo pra escrever, e vim aqui postar pra vocês. Espero que gostem. ♥

Todas as linhas de estresse desapareciam da testa de Emma enquanto ela estava dormindo. Não havia nenhuma preocupação, nenhuma defesa ou as barreiras que ela costumava construir entre nós. Era somente Emma e seu lindo rosto, com traços de um anjo. Eu ainda não entendia o porque de todas aquelas palavras rudes terem sido ditas no jantar daquela noite, Gold e seu filho pareciam ser boas pessoas. Mas eu sabia que aquela não era a verdadeira Emma.

Fiquei pensando durante algum tempo, enquanto eu acariciava os fios louros de seu cabelo, uma forma de deixa-la menos estressada quando acordasse. Na verdade, eu queria que ela passasse todos os dias sem ficar nervosa ou ser rude com as pessoas a sua volta, mas aquele parecia ser um mal preso à ela. Não havia exceções e eu sabia que quando acabasse aquela semana, ela se despediria de mim e iria embora, como se nunca tivesse me conhecido. Pensar nisso me causou um estranho sentimento ruim no peito, e preferi espantar meus pensamentos.

Dei um pequeno sorriso ao lembrar do nosso atrevimento em fazer “amor”, como ela havia dito, no bar do hotel. Em cima do piano, para quem quer que fosse entrar lá e nos pegar! Fora muito arriscado, mas eu faria aquilo todas as noites se Emma quisesse. Aliás, o que eu não faria para agradá-la? Fora tão bom, e eu me entreguei completamente à ela, exceto pelo fato de que não nos beijamos.

Beijo, eis a palavra que era proibida de qualquer maneira na minha situação. Pensar nisso também me incomodava, porque ali, admirando Emma de tão perto, observando o quão bonita, delicada e convidativa era sua boca, a única coisa que eu queria era senti-la. Saber que gosto natural seus lábios tinham, e de que forma se encaixariam aos meus. Seria uma boa combinação? Hum, não sei. Às vezes acho que tenho a boca grande demais. Os lábios de Emma são finos e cumpridos, são sutis. Talvez eu não deva mesmo tentar engoli-la com essa minha bocona. Torci o nariz e franzi o cenho com aquela constatação. Droga, Regina, por que você não nasceu com uma boca bonita e digna de beijar a senhora Swan?

Todos aqueles pensamentos me deixavam aérea, e eu nem percebia o tempo passar. Escondi o rosto em seu pescoço, entre os fios louros macios e cheirosos, e suspirei, relaxando e me entregando ao sono junto com Swan. Emma Swan. Minha Emma.

POV Emma.

— Bom dia! – Não pude deixar de rir ao notar a careta que Regina fez, ao sentir as luzes da manhã invadirem o quarto. Se espreguiçou na cama e voltou a fechar os olhos.

— Vamos, Regi, acorde. Eu preciso de você pronta, pois hoje tenho um almoço de negócios e você irá me acompanhar. – Chamei, fazendo-a abrir os olhos outra vez. – Também preciso que você vá as compras outra vez, não acredito que só comprou aquilo ontem, Regina, com tanto dinheiro que lhe dei!

Não pude deixar de me surpreender quando vi que Regina só havia comprado uma peça de roupa, estando com meu cartão de crédito sem limites. Sentei-me ao lado dela na cama e tirei um pouco dos fios negros que cobriam seu rosto. Soltei uma risada baixa, quando vi o bico que ela fazia, demorando-se a acordar.

— Eu não quero fazer compras, Emms! – Resmungou, rolando o corpo para mais perto de mim e escondendo o rosto em minhas coxas.

— Regina, você é a primeira mulher que eu conheço em toda a minha vida, que se recusa a fazer compras! O que há de errado com você? – Ri outra vez, abaixando-me e dando um beijo em sua nuca. – Você precisa ir, o almoço que tenho hoje, exige roupas especiais.

— Maselasnãoforamlegaiscomigonaloja. – Regina disse tudo muito rápido e baixo, não consegui entender. Franzi o cenho e a segurei pelo rosto, afastando-a de minhas pernas.

— O que foi que você disse, Regina? Não entendi nada.

— Eles não foram legais comigo naquela loja, Emma! Eu não quero e não vou voltar lá, está bem? Se quiser minha companhia, vou com a roupa que tenho. Se não quiser, pego minhas coisas e vou embora agora! – Quando se sentou na cama e me olhou, estava com os olhos marejados. Automaticamente senti meu coração se apertar. Regina parecia tão indefesa e frágil.

— O que eles fizeram com você, Regi? Me diz. – Senti meu sangue ferver, ao imaginar que haviam magoado-a.

Regina me contou o que havia acontecido, e fiquei furiosa. Quem essas mulheres pensam que são, para tratá-la daquela forma?

— Anda, Regina, vista-se! Você irá as compras, e eu irei com você. – Não deixei que ela resmungasse, me levantei e terminei de me vestir. Meu celular tocava insistentemente com o nome de Robin na tela, mas eu não queria saber de nada naquele momento.

Quando saí da limousine, esperei por Regina e segurei em sua mão. Instrui Graham a nos esperar o tempo que fosse, e caminhamos de mãos dadas em direção a uma loja de grife famosa na região. Ela não estava a vontade com aquilo, mas eu fazia questão.

— Emms? As pessoas estão olhando pra mim. – Disse baixo, apertando minha mão.

— Eles não estão olhando pra você, Regi. Estão olhando pra mim. E, talvez você pudesse parar de rebolar um pouco e também parar de mascar esse chiclete. – Respirei fundo e revirei meus olhos. Eles realmente estavam olhando para Regina, mas olhavam para sua bunda e para o decote enorme que sua roupa tinha. E só Deus sabe o quanto eu queria matar e arrancar os olhos de cada um desses pervertidos.

Entramos no grande hall da loja, e logo um homem engravatado metido a besta veio em nossa direção.

— Bom dia, madames, sejam bem-vindas a Mega Model! Sou Albert, o gerente, no que posso ajudá-las? – Ele abriu um sorriso amarelo, e minha vontade foi de socá-lo também.

— Olá, eu gostaria de saber se sua loja tem algo tão bonito quanto a minha Regina aqui. – Segurei mais firme na mão de Regina e encarei o homem mais baixo.

— Sim! Que-quer dizer, nãão! Digo, nós temos roupas que a deixaram ainda mais bonita, senhora! – Ele se enrolou todo com a minha postura rude, tive vontade de rir, mas não desfiz minha pose.

— Ótimo, então o que está esperando? Nós iremos gastar muito dinheiro aqui, por que ainda está parado com essa cara de tonto na minha frente? – Cruzei os braços e elevei uma de minhas sobrancelhas. Rapidamente ele se virou e reuniu todas as funcionárias da loja para ajudá-lo. Só então me permiti rir, olhei para Regina que me olhava incrédula, com um pequeno sorriso nos lábios.

Regina acariciou minha mão e me abraçou pelo pescoço, puxando-me para mais perto de seu corpo. Instintivamente, a abracei pela cintura, nossas testas estavam praticamente coladas e eu me perdi no brilho em que seus olhos tinham naquele momento. Senti sua respiração quente se misturar com a minha, e eu tinha quase certeza que as batidas de meu coração podiam ser ouvidas a dois quarteirões dali.

— Senhora, venha conosco, por favor! – Antes que eu pudesse fazer o que queria, uma das funcionárias pegou Regina pelo braço e a levou para longe de mim, mostrando-lhe inúmeras peças de roupas. Regina ainda me olhava inquieta, e eu apenas sorri, dando de ombros. Meu celular voltou a tocar e decidi atender Robin, que já estava novamente me tirando do sério.

— Fala, Robin.

— Emma? O que diabos está acontecendo com você? Não sei se você se lembra, mas daqui a exatamente cinco horas temos um evento com o Senador Abrams! O Senador Abrams, Emma! Homem cujo você mesma convidou, e onde está nesse minuto que não está aqui para assinar os papéis para que o evento aconteça? – Revirei meus olhos novamente. Como Robin conseguia ser tão chato?

— Relaxa, Robin. Eu tive uma pequena emergência, logo estarei ai! – Eu já estava me irritando novamente, até olhar para frente e ver Regina. Ela estava sorrindo, animada, sendo paparicada por todas as funcionárias da loja que lhe mostravam diversas peças de roupas. Seu olhar encontrou o meu e ela me lançou um sorriso tímido. Deu uma voltinha, me mostrando um vestido cor de burro quando foge, que me lembrou as roupas de minha avó. Acenei negativamente com a cabeça, indicando que não havia gostado, e ela logo voltou para dentro do provador.

— Emma? Emma Swan, você está ai? – A voz de Robin me despertou novamente. – Você está me ouvindo?

— Sim, Robin, eu estou a caminho! Tchau! – Desliguei o telefone, e antes que pudesse caminhar até Regina para lhe dizer que eu precisava ir para o escritório, o homem baixinho me interrompeu.

— M-me desculpa interrompê-la, senhora. Mas, por normas de nossa loja, eu gostaria de saber o quanto realmente a senhora pretende gastar conosco? Se é uma quantia normal, o-ou exagerada? – Por que ele gaguejava tanto para falar comigo? Qual é, eu não sou tão assustadora assim, seu anão!

— Tenho dinheiro até para pagar sua risada, meu caro! Então faça-me o favor de cuidar muito bem daquela garota ali, está me ouvindo? Se ela quiser comprar sua cueca, tire-a e lhe dê! – O cara baixinho acenou positivamente algumas vezes.

— Co-com certeza, senhora! Eu como gerente da Mega Model, garanto que tudo será feito como a senhorita Regina pedir! – Me abriu outro sorriso amarelo, que me embrulhou o estômago.

— E eu acho que tem poucas pessoas nos dando atenção, quero todas as funcionárias a disposição de Regina, quero mais puxa sacos!

— Claro senhora, vocês são especiais e merecem toda a nossa atenção!

— Albert?

— Sim senhora?

— Puxa o saco dela ali, não o meu! – Revirei os olhos, enquanto ele corria em direção a Regina. Confesso que aquela situação estava me divertindo. Para vocês que acham que o dinheiro não compra tudo, por favor, me dêem o de vocês, então!

— Regi. – A chamei, me aproximando devagar, enquanto ela experimentava um lindo chapéu branco. – Preciso ir ao escritório assinar alguns papéis, você vai ficar bem aqui? – Ela apenas olhou ao seu redor e riu. – Aqui está meu cartão, e dinheiro para o táxi, para que volte para o hotel depois das compras. Divirta-se. – Segurei meu impulso para não me inclinar e beijá-la nos lábios, eu sabia que não deveria. Então apenas lhe dei uma piscadela e sai da loja, encontrando Graham que me aguardava para seguirmos ao escritório.

POV Regina.

Tive certeza que Emma queria me beijar naquele momento, mas com todas essas mulheres me cercando e me mostrando todas essas lindas roupas, eu não consegui me despedir direito dela.

— Querida, você está prestes a ter o melhor dia de compras da sua vida! – O rapaz que nos recepcionou disse, me oferecendo seu braço para que eu o acompanhasse pela loja. Eu definitivamente estava vivendo uma semana de rainha, todas as pessoas ao redor faziam tudo para me agradar e me deixar feliz. Só não entendi porque Albert ficou tão bravo quando o entregador de pizza chegou, afinal, eu estava ali há horas, estava faminta!

Eu já estava cansada de comprar roupas, pois achava que já tinha conjuntos o suficiente para o resto do ano, quando uma das meninas veio me mostrar um chapéu que tinha acabado de chegar. Olhei para sua roupa e me encantei com um lenço vermelho de seda que ela usava.

— Eu não gostei muito do chapéu, mas eu amei o seu lenço! – Tenho certeza que meus olhos estavam brilhando.

— O meu lenço? – Ela perguntou, um tanto quanto confusa.

— Sim, ele é lindo. Ele ficaria ótimo em Emma! Vocês tem para vender aqui?

— N-nã... – Eu ainda estava olhando encantada para o lenço, quando Albert apareceu e impediu a moça de responder, me dizendo que eu poderia levar seu lenço como brinde.

Sai da loja já com um par de minhas roupas novas, eu vestia um conjunto de saia e blazer branco e um chapéu para combinar. Eu sentia muitas pessoas me olhando na rua, mas o olhar era diferente dessa vez, era um olhar de admiração. Eu fiquei um pouco envergonhada, mas amei essa nova sensação.

Eu fui acompanhada por dois funcionários da loja até o táxi, devido a quantidade de sacolas. Mas antes que eu pudesse entrar, eu avistei a loja que eu havia estado no dia anterior. O lugar onde haviam me tratado tão mal, e uma enorme vontade de voltar lá cresceu dentro de mim. Pedi por gentileza para que os dois rapazes me esperassem, pois eu tinha algo pendente na loja do outro lado da rua, e que eu não demoraria. Quando passei pela porta, a mesma mulher do dia anterior veio sorridente em minha direção.

— Bom dia! Seja bem-vinda a Estilo Zizes, ficarei feliz em ajudá-la. – Hipócrita! Tive vontade de gritar.

— Ah, bom dia, você se lembra de mim? – A mulher franziu o cenho, como se forçasse a memória. — Eu estive aqui ontem!

— Ontem? Me desculpe senhorita, deve ter sido uma das outras meninas, eu me lembraria de uma pessoa tão elegante como a senhorita! – Abriu um sorriso falso que me fez querer vomitar.

— Não, não! Foi você mesma quem me atendeu, e inclusive me disse que aqui não tinha nada para mim, se lembra? Tive que gastar todo o meu dinheiro ali na loja da frente, mas te confesso que valeu a pena. As roupas de lá são mais bonitas! — Dei uma piscadela para a mulher que estava com a boca totalmente aberta, acho que ela agora se lembrava de mim. Mas eu não queria mais ficar ali, então dei meia volta e sai da loja, sem olhar para trás.

O táxi me deixou no hotel, e Neal me ajudou a levar todos os pacotes ao quarto. Tive a impressão de ter visto o gerente Sidney me dando um olhar orgulhoso, mas quando olhei de volta, ele conversava com um casal e não voltou a me olhar. Já no hall do quarto, eu agradeci Neal e dei uma caixinha a ele, que agradeceu com um enorme sorriso. Então eu me joguei no sofá e suspirei. Afinal, essa vida de rainha era um pouco cansativa. Resolvi descansar um pouco antes que Emma viesse, e eu pudesse dar seu presente.

POV Emma.

Agradeci mentalmente por não ter esbarrado com Robin nos corredores da empresa. Eu tinha certeza que ele estaria falando na minha orelha sobre como e porquês de tudo. Eu ainda tinha algumas horas antes do evento, então resolvi voltar ao hotel, esperando que Regina já tivesse terminado de fazer as compras. Lembrei-me que precisava comprar um celular para Regina, para que ficasse mais fácil saber onde ela estava. Me senti estranha com aquele pensamento, afinal, eu nunca me importei em saber onde ninguém estava. Nunca me importei com ninguém.

— Regi? Cheguei. – Me senti ridícula falando aquilo, me lembrei de Dino, nos episódios de Família Dinossauro. Soltei uma risada baixa com aquele pensamento. Ao mesmo tempo me senti confortável pelo sentimento de chegar em casa e ter alguém esperando, e por querer que ela estivesse ali, talvez ela ainda estivesse fazendo compras.

Então caminhei até a mesa do escritório para ver alguns documentos, mas todos os papéis que eu tinha em mãos caíram ao ver a cena em minha frente. Regina estava sentada na minha mesa, com as pernas abertas, nua, completamente nua, a não ser um lenço vermelho que estava em volta de seu pescoço.

— Eu estava te esperando, você demorou, Emms! – Sorriu e mudou a posição de suas pernas, dando-me total visão de seu centro, depois voltou a cruzar as pernas. Engoli a seco.

— Que lenço bonito! – Disse a primeira coisa que me veio a cabeça. Lenço bonito, Emma? Francamente. Regina gargalhou.

— Você gostou mesmo? É pra você, Emms! Venha aqui pegá-lo! – Ela enrolou o lenço com o dedo indicador e o soltou, deixando-o entre os seios.

Eu não sei de onde tirei forças para correr até Regina. Sim, eu literalmente corri até ela. Naquele momento, não me importava mais com os papéis importantes que haviam ficado no chão. Não me importava o pouco tempo que teríamos para nos arrumar para o almoço, eu queria senti-la minha outra vez. A abracei pela cintura e a puxei para perto de mim, seu corpo macio e cheiroso em contato com o meu, me levava a loucura. Não demorou muito para que meus lábios começassem uma viagem por cada pedacinho dela.

Entre sussurros eufóricos, línguas, dentes e carícias quentes, íamos nos envolvendo e nos misturando em cima daquela mesa. Experimentei seus seios, beijei seu abdômen, umbigo, púbis, até alcançar a parte mais sensível de seu corpo.

— Ohhh, Emma! – Ouvi sua voz soar rouca, me atiaçando e me influenciando a continuar.

POV Regina.

Eu gritei ao sentir a língua de Emma dentro de mim, me acariciando e me tocando de forma tão intensa, tão profunda. Eu jamais me acostumaria às sensações que ela me causava, era sempre único, sempre forte e diferente de qualquer outra coisa que eu já tivesse vivido. Eu já havia feito sexo com tantas pessoas, homens, mulheres, velhos e novos, muitos deles cheios de experiências e surpresas. Mas ela era incomparável. Seus toques firmes e seus beijos delicados, me faziam delirar com toda aquela confusão carnal.

Envolvi minhas mãos nos fios de cabelo louros e macios, e me entreguei totalmente à ela. Gemia sem nenhum pudor, apreciando cada um de seus toques. Quando Emma voltou a ficar em pé na minha frente, nossos olhares se cruzaram e novamente aquela imensa vontade de tocar seus lábios com os meus. Eu queria tanto beijá-la, mas não podia. Mas eu queria, céus, como eu queria. O par de olhos esverdeados me olhavam de forma tão intensa, que eu podia jurar que ela estava enxergando todo o meu interior. Ou pior, que estava lendo meus pensamentos, pois acabara de soltar uma risada divertida.

— Eu não vou te beijar, Regina. – E aproximou-se outra vez, me puxando para a beirada da mesa e me fazendo gritar ao senti-la entrar em mim com tanta confiança. Emma tinha uma presença muito marcante, se é que me entendem. Uma de suas mãos estava em minha bunda e me prendia contra ela, a outra havia se agarrado ao lenço que enfeitava meu pescoço e me segurava ali, firme, decidida a não me deixar sair, enquanto não terminasse seu trabalho. Ok, o trabalho quem estava fazendo era eu, mas Emma me deixava fora de mim, sem ao menos conseguir raciocinar. Segurava o lenço que estava cada vez mais apertado ao redor de minha pele e me dizia coisas desconexas ao pé do ouvido, enquanto seu membro preenchia-me totalmente, deixando-me tonta.

— Esse foi o melhor lenço que eu já ganhei, Regi. – Falou com certa dificuldade, me fazendo rir. Apertei minhas coxas ao redor de sua cintura, fazendo-a ir mais fundo e recebendo um gemido rouco de sua parte. Outra vez eu estava ali, rendida, entregue e sua. Completamente sua.

Notas finais
Obs: me digam se estão gostando, estou com outro capítulo pronto, e irei postar amanhã mesmo. ♥