Precisava Te Dizer

21 Verdades, sem mais mentiras


Notas iniciais
Hey gente! Tudo bão com voces? - Pegando a frase do Mr Vector hehehBom, eu estou muito feliz com o andamento da Short Fic Acaso do Destino, mas com Precisava te Dizer... Poxa, a cada capitulo que se passa diminui os leitores participativos, pelo visto terei que ficar na primeira temporada...Eu não cobro reviews de voces, eu só queria que voces participassem mais, sabe? A cada review que eu leio é uma inspiração maior que vem, mas de 13 caiu pra 10 e de 10 para 9... daqui a pouco eu só terei um review por capitulo!Eu realmente não desisti dessa história por consideração aos que leem ela e sempre estão aki me parabenizando, rindo, chorando, me xingando! E por voces, só por voces, que eu continuo postando :DBom, me desculpem pelo desabafo, mas eu estava precisando falar isso!Boa leitura ae, faltam 3 capitulos para acabar e sem certeza absoluta de uma segunda temporada... E eu garanto, ela realmente seria A temporada, comparada com essa aqui. Mais ação, drama, romance, mais tudo!Boa leitura ;)

POV Bella

A cirurgia foi demorada e bastante delicada, mas Robert saiu dela firme e forte, assim como eu imaginava. A cirurgia durou mais ou menos 4 horas e meia, e assim que acabou Rose veio imediatamente e nos contou como foi. Alice ficou bastante aliviada e chorou de emoção ao saber que Robert provavelmente não teria nenhuma sequela.

– Obrigada Deus. – Ela agradeceu assim que chegamos em casa. Robert ficaria sedado por mais doze horas, só poderíamos vê-lo na sexta à tarde. – Robert esta bem, acho que nada mais pode atrapalhar nossas vidas! –exclamou sorrindo se jogando no sofá de minha casa.

Infelizmente creio que vocês não poderão ficar com o garoto.E aquela porcaria de frase veio em minha mente novamente, eu não poderia esconder isso dela para sempre, uma hora ou outra teria que conta-la... Acho que já passou da hora...

– Alice... – A chamei.

– Oi Bella? Por que não esta soltando fogos que nem eu? NOSSO MENINO ESTA CURADO! – Se levantou e pulou em meu colo. – Estou tão feliz que seria capaz de retribuir aquela coisinha que fiquei lhe devendo. – mordeu meu pescoço e segurei ao máximo meu gemido.

– Alice. – a chamei novamente. Olhou sem entender nada.

– O que foi?

– Preciso que você se controle agora, tenho algo para lhe contar, algo muito sério. – suspirei.

– E o que seria? – perguntou acariciando meu rosto. – Vejo que esta tensa, nervosa. O que aconteceu, meu amor? – beijou meus lábios.

– Você pediu para não esconder mais nada de você. – Assentiu.

– O que mais falta me dizer? Você não perdeu a casa, né? – estava assustada.

– NÃO. – Me exaltei. – É uma coisa pior que isso... – Suspirei e peguei em suas mãos. – Vem, senta aqui. – apontei para o sofá e puxei uma cadeira, ficando de frente para ela.

– Esta me assustando e deixando ansiosa. – riu levemente. – É tão sério assim? – quis saber ao não me ver sorrir.

– Por favor, antes de tudo quero que saiba que pensei em você e Robert, quero que saiba que só tive a certeza ontem, quando recebi aquela ligação. – Ela assentiu. – Alice, é sobre o nosso pequeno. – respirei fundo. – Ele... Ele... Ele não poderá ficar conosco. – abaixei minha cabeça e esperei sua reação.

– Como? Bella deixe de brincadeiras! Nenhum juiz vai dar a guarda do nosso filho para aquele idiota do tal de James, e além do mais o Rob vai nos preferir, você sabe disso! – riu de mim. – Não precisa ter medo, sabe que... – levantei meu rosto e encarei seus olhos.

– Não é só por isso. – se calou e ficou me fitando.

– O que mais? – perguntou receosa.

– James e Victória, eles não são pais biológicos do Robert. – prendeu a respiração.

– Como não, eles não estavam com o garoto? Robert até o chamava de pai, com nojo, mas o...

– E ele o chamava assim porque foi sequestrado quando ainda era um bebe, foi criado por aquele monstro. – Arregalou os olhos. – Ele é um Masen. – resolvi parar de enrolar.

– Um quê? – perguntou assustada.

– Ele é filho de Matthew Masen. – ficou ainda mais branca.

– O dono das... — assenti. – Bella... Isso dificulta tudo. – lamentou.

– Eu sei, Sam me contou a história dele. – Olhei em seus olhos e joguei a bomba maior. – Robert é filho dele não nosso, ele o procura há três anos. – me olhou incrédula.

– O que você esta querendo dizer com isso? – perguntou fechando a cara.

– Estou dizendo que Robert não vai poder ficar conosco, Robert tem uma família de verdade e... – me calou.

– QUE SOMOS NÓS! NÓS SOMOS A FAMÍLIA DELE! – Levantou estressada e nervosa.

– Alice, se acalme e... – me calei novamente e andou até a mesinha que havia ali.

– EU NÃO VOU DEIXAR QUE PEGUEM MEU FILHO! NÃO MESMO! – Pegou um vaso e atacou na parede – Não... Não pode ser, não o nosso Rob. – lamentou. Andei até ela e a abracei.

– Eu também pensei nisso, Amor. Mas precisamos conversar com essa família, eles tem o direito de saber sobre Robert. – se agarrou ainda mais em mim.

– NÃO, EU NÃO VOU PERDER MEU ROBERT! – Gritou e saiu do meu abraço. Fui até ela rapidamente e a abracei por trás. Soltou-se de mim e começou a quebrar minhas coisas e chutar meus móveis. – NÃO, NÃO E NÃO! – Gritava descontrolada.

– Meu amor, assim não vai conseguir nada, respira, por favor. – pedi e, com dificuldade, o fez. – Vamos conversar com essa família, não perderemos contato com nosso anjinho, Robert sempre será nosso pequeno, nosso filho de coração – esclareci. – Robert é muito apegado a você, se ficar assim ele não vai querer nem ver a família biológica dele. – a peguei pelo braço e a virei para mim. – Me ajude? Não é a única que esta sofrendo. – me olhou abismada e abraçou-me.

– Me perdoei, eu sei que... Eu sei que não deveria, mas eu sou tão egoísta que não quero o Robert com eles, o quero comigo. – a apertei e beijei seu ombro.

– Vamos ajuda-lo? Essa família o ama tanto quanto nós. Passaram três anos atrás dele. – beijei seus lábios. – Vamos deixa-los sorrirem mais uma vez. – ela assentiu.

– Eu realmente não quero isso, é injusto! Eles sofreram por estarem longe dele, mas nós sofremos por vermos e compartilharmos a dor dele de perto! – Se jogou em meus braços e começou a chorar. – Fomos nós que o acolhemos, cuidamos e demos o que de vestir e comer! – foi desabafando. – Bella, estamos passando por uma barra agora, quase o perdemos, FOMOS NÓS QUE CHORAMOS AO SABER QUE ELE ESTAVA DOENTE, FUI EU QUE QUASE MORRI AO ESPERAR NOTICIAS DURANTE A CIRURGIA DELE! NÃO ALGUÉM DA FAMÍLIA BIOLÓGICA DELE. – Tremeu em meus braços. A apertei bem forte e beijei sua cabeça.

– Eu sei disso, eu sei. – deitei sua cabeça em meu peito. – Mas não é por isso que vamos priva-los disso, não é? – não se mexeu. – Sam me prometeu que não prosseguirá com essa informação, ele nos deu tempo. – relaxou um pouco. – Vamos esperar Robert melhorar, quando estiver 100% novamente o contamos tudo e vamos atrás dessa família, dos Masen. – peguei em sua mão. – Ele tem uma irmã, sabia? – perguntei quando a senti mais calma.

– Hum... – deu de ombros.

– Ela tem agora 17 anos, seu nome é Lara. – se remexeu desconfortável em meu colo.

– E por que esse interesse todo nela? – ri.

– Não estou com interesse nela, estou comentando. Alice, Lara tem 10 anos a menos que eu!

– E desde quando isso muda alguma coisa? – perguntou séria.

– Você esta com ciúmes de uma pessoa que eu nunca vi na vida? – perguntei incrédula.

– Não... É só que...

– É só que... – resolvi implicar.

– CALA A MERDA DESSA BOCA, Bella. Eu não estou com ciúmes, apenas indignada. – explicou. – Ela vai ter o meu Robert inteiramente para ela e... – se calou.

– E se você esta pensando que vou trocar a mulher da minha vida por uma mais novinha que nunca vi antes...? Você esta realmente precisando de um psiquiatra! – riu e se aconchegou em meus braços. – Alice, nos casaremos em pouco tempo e você sabe mais do que ninguém que isso é apenas uma formalidade, porque já somos casadas, o nosso amor já nos abençoou. – riu levemente.

– Eu te amo pelo simples fato de sempre me fazer parecer uma idiota! – beijei seu pescoço. – Você realmente merece um Oscar de melhor marida do mundo. – gargalhei.

– Marida? – questionei.

– Se você é papai do Robert, por que não minha marida? – assenti.

[...]

– Robert precisará ficar 3 meses fazendo radioterapia, queremos ter 100% de certeza que não resta mais nenhum pedaço do tumor. – Rosalie falou e arregalei os olhos.

– Três meses? – perguntei surpresa.

– Sim, serão suficientes.

– Vou ligar para minha mãe, pedirei para cancelar a festa. – Alice falou normalmente.

– Me desculpe Alice, mas é o melhor para o Robert, sabe disso! – pediu.

– É eu sei. – Suspirou e acariciou a cabeça do nosso pequeno que ainda dormia. – O importante é que ele fique bem e logo. – Falou enquanto pegava o celular e discava para a mãe.

– Você contou a ela? Sobre o Robert? – Rose perguntou.

– Sim... – suspirei.

– E como ela reagiu? – fez uma pequena careta e eu ri.

– Melhor do que eu previa... Demorou, mas aceitou. Vamos dar um tempo, deixar nosso menino ficar bom de vez, ai contaremos tudo a ele. – assentiu. Andei até ele e beijei sua testa. – Vamos rapaz, tem que ficar bom logo, ok?

[...] Uma semana depois.

– Mas mamãe! – Robert discutia algo com Alice. Abri a porta e o vi com um bico nos lábios.

– O que aconteceu? – perguntei divertida.

– Papai, eu quero sorvete! – Robert realmente ficou viciado nisso, mas Rose o proibiu de comer porcarias.

– Você sabe que não pode e... – fez uma carinha irresistível, idêntica as que Alice fazia comigo. – Eu posso ver se a Rose libera e... – Ele soltou um sorriso e Alice me olhou incrédula.

– Negativo, o senhorzinho sabe que esta proibido! E você, Srta. Swan, nada de cair na onda dele! – Me repreendeu também.

– Ok! – dissemos juntos e rimos. Andei até ele e me deitei ao seu lado.

– Bella. – Alice riu. – Deixa de ser folgada! – Bateu meu braço e quis me empurrar da cama. – Sabe que esse garotinho tem que descansar.

– E tem lugar melhor para descansar do que meu peito? Acho que não! – me gabei e eles riram. Robert deitou ao meu lado e colocou a cabecinha em meu peito. – Esta vendo? Só encostar que já dorme. – impliquei ao vê-lo fechar os olhinhos.

– Eu não vou deixar ninguém tira-lo de nós. – Alice falou enquanto acariciava a cabecinha dele.

– Alice, já conversamos sobre isso. – falei séria com ela.

– Mesmo assim, eu amo esse baixinho, esse garoto é dono do meu coração, não vou deixa-lo ir sem lutar por ele. – suspirei.

– E o que você vai fazer? entrar com um pedido de adoção contra a família biológica dele? Contra o PAI dele? – perguntei meio irônica. – Alice, você é solteira, esta para se casar com uma mulher, sabe quantos juízes vão lhe dar a guarda se ir aos tribunais querendo Robert para você? – perguntei. – Nenhum. – eu mesma respondi.

– Não custa tentar. – falou triste. Estiquei meus braços para ela e se deitou na cama do lado do Robert, o abraçou protetoramente e colocou sua cabeça em meu peito, igualmente o nosso menino.

– Não vamos perdê-lo, você sabe muito bem disso. – beijei sua cabeça.

– Eu já não sei de mais nada, realmente não sei de mais nada. – chorou.

– Você não tem noção de como eu estou, Alice, meu coração se parte ao vê-la assim, minha mente se embaralha toda só de pensar em como nosso pequeno ficará ao saber de tudo... – Comentei. – Fico sem ar só de pensar que não o teremos todos os dias em nossa cama, enchendo nossa paciência e querendo dormir conosco. – sorri de lado e acariciei a cabecinha dele.

– Eu realmente estou pensando só na minha dor e esquecendo-me da sua, me perdoa. – pediu. Olhei em seus olhos e sorri.

– Sempre. – beijei seus lábios levemente. Alice relaxou e acabou dormindo em meu peito.

[...] Algumas horas depois.

– Robert agora tem que descansar, de verdade, Bella. – Rose me cortou antes que eu pudesse falar alguma coisa. Expulsou-nos da cama e bateu em minha cabeça. – Sabe que não pode fazer isso.

– Ai. – reclamei e Rob riu. – Desculpa. – pedi e fiquei ao lado de Alice.- temos mesmo que ir? – perguntei.

– Claro, se vocês ficarem aqui Robert não vai dormir, e amanhã tem mais uma radioterapia, sabe como ele fica fraco, precisa descansar bem hoje para não se desgastar muito amanhã. – assenti e beijei a testa do meu pequeno.

– Durma bem, meu anjo. – sorriu.

– Você também, papai. – beijou minha bochecha.

– Até amanhã, filho. – Alice beijou seu rosto todo e ele riu.

– Até, mamãe. – se deitou na cama e Alice o cobriu. Abracei minha noiva por trás e sorri para ele. – Você vem me ver amanhã, papai? – perguntou.

– Sim e não. – falei meio confusa e ele riu. – Tenho que resolver umas coisas, mas a tardezinha eu venho te dar um beijo. – assentiu.

– Vamos? – Alice me chamou e eu assenti. Arrumei a luminária que ele pediu para deixar ali e saímos do quarto. – Preciso conversar com você. – falou séria.

– O que é? = perguntei enquanto andávamos pelos corredores indo para o estacionamento.

– Em casa conversamos. – assenti.

Abri a porta do carro para que entrasse.

– Quanto tempo não fazia isso. – Brincou.

– Há quanto tempo eu não a trato como minha princesa. – beijei em sua testa e dei a volta para entrar no carro.

– Você sempre me trata como sua princesa, não importa a ocasião. – ri dela.

– Não acho, tem duas semanas que não lhe amo verdadeiramente. – Segurei em sua mão enquanto dirigia para nossa casa.

– Tem uma semana que nosso menino esta no hospital, o que você quer? – perguntou. A puxei para meu ombro e beijei sua testa.

Estacionei o carro e desci dele, abri a porta para que saísse.

– Obrigada. – Agradeceu. Ignorei seu agradecimento e a prensei no carro. – Bella... – riu, mas logo perdeu a fala quando passei meus lábios em seu pescoço.

– O que eu quero? Eu quero poder te amar delicadamente, ter seu corpo ao meu e sentir seus toques. – sussurrei em seu ouvido e ela gemeu.

– Boa tarde Srta. Swan. – Bufei e olhei para cima encontrando a Sra. Will.

– Olá Sra. Will, como vai? – perguntei tentando controlar minha voz.

– Bem, e você pequena? Como anda o pequeno Robert? – perguntou educadamente. Alice achou graça da situação e resolveu me provocar. Sem ninguém ver, ela passou sua mão pela minha coxa e subiu até minha intimidade.

– Be...Bem. – gaguejei quando a senti lá. – Já esta se recuperando. – falei num folego só.

– Fico feliz com isso, quando ele volta para casa? – perguntou sorrindo.

– Em dois meses e meio. – sorri para ela. – Sra. Will, eu tenho que resolver umas coisas importantes com minha noiva, me desculpe... – arrumei uma desculpa assim que senti a mãe de Alice infiltrar em minha calça.

– Claro, olá Srta. Cullen. – A cumprimentou. – Me desculpe atrapalhar.

– Olá Sra. Will. Nenhum problema. – Alice sorriu.

– Com licença. – Pedi e peguei a mão de Alice que estava chegando a minha intimidade e a puxei para casa. – Você é louca? = perguntei a jogando no sofá da casa.

– Só se for de tesão. – piscou maliciosa e eu rosnei. – Ain... Rosna de novo, vai... – pediu enquanto eu andava em sua direção. Subi em cima dela e rosnei em seu ouvido. – AHHHNNN. – gemeu em meu ouvido e eu a apertei forte.

– Eu estou com uma tremenda vontade de fude-la. – ela riu maliciosamente. – Mas eu vou ama-la. – beijei seu pescoço e a peguei no colo.

– Vai me amar? – perguntou beijando meu pescoço. – Posso ao menos retribuir uma coisinha antes? – perguntou quando chegamos ao nosso quarto e a coloquei na cama.

– O que? – perguntei confusa. Ela nos virou na cama e ficou no comando.

– Te devo uma onda de desejo e um orgasmo intenso. – revirei os olhos quando ela passou sua mão em meu peito. Desceu e beijou meus lábios calmamente. Mas como sempre o nosso beijo mudou drasticamente, de suave e lento foi para agressivo e selvagem, do jeito que eu amava.

Alice se sentou em meu colo e, sem parar o beijo, puxou-me ainda mais para ela se possível. Minhas mãos passeavam livremente por suas costas, subiam até a nuca e desciam ate sua bunda.

POV Alice.

Larguei sua boca e fui descendo por seu pescoço, dava leves mordidas e lambia toda a extensão dele.

– Alice... – Bella falou dando um leve gemido.

– Fala meu amor. – sussurrei em seu ouvido enquanto lambia e chupava sua orelha.

–Ah... Eu.... – Ela estava toda molhe em meus braços, gemia a cada mordida em seu pescoço.

POV Bella

Alice estava me enlouquecendo com aquela boca em meu pescoço.

Com uma das mãos ela se agarrava em minha cintura e com a outra subia e descia por minha coxa. Arfei alto quando senti sua mão próxima a minha intimidade e gemi descontroladamente quando senti que sua mão que antes estava em minha cintura fora para meus seios, e os apertavam, ora forte outrora leve, como uma caricia.

– Alice... Para... Por... favor, tenho..... – Quando ela liberou minha boca para voltar a dar atenção ao meu pescoço (quase sem forças para resistir à tamanha tentação) consegui falar.

– Parar? Tenho certeza que não é isso que você quer meu amor. – E voltou a beijar meus lábios, só que dessa vez com urgência e malicia, sugava minha língua com tanta maestria que quase me fez gozar com apenas um beijo e me fazendo gemer, mas meus gemidos eram engolidos por sua boca sedenta. – Esta vendo, tenho certeza que não quer que eu pare... – Sua mão que estava em minha coxa foi subindo num ritmo lento e torturante até a borda da minha calça. Rapidamente se levantou e retirou minha calça, voltou para meu colo e a torturar-me. Passou minha mão sobre a minha calcinha (que naquele momento já estava todo encharcada).

Ela parou de lamber meu pescoço e foi até meus seios e, por cima da blusa, começou a mordisca-lo. Minha cabeça já estava jogada para trás, estava completamente entregue aquela tortura prazerosa que ela estava me dando. Enquanto isso, lá em baixo, seus dedos começaram a fazer movimentos por decima da minha calcinha.

– Hum... Assim você me mata Bella, pedindo para parar sendo que esta toda molhadinha assim. – sussurrou rouca de desejo ao pé do meu ouvido, fazendo-me soltar mais um dos meus gemidos. Ela arrastou minha calcinha para o lado e passou seus dedos por entre os lábios da minha intimidade e os esfregou bem ali no meu clitóris, fazendo-me urrar de prazer e me contorcer em seus braços. Estava tão molhada que sentia que escorria por entre minhas pernas, e tenho certeza que não fui à única. Ela me olhava com um olhar de luxúria. – Tão molhada, tão quentinha... – sussurrou mais uma vez em meu ouvido. Ela passou seu dedo bem na minha entrada e ameaçou entrar nela, já ansiava pela sua penetração, eu queria isso, mas só que ela não o fez, apenas ficou se esfregando até eu não aguentar mais, mas quando estava para gozar alguém tocou a campainha.

Alice nem ligou para ela e continuou me torturando até que finalmente enfiou seu dedo em mim, enfiou fundo e forte fazendo-me gozar fortemente em sua mão.

– Uau. – falei quase sem folego.

– Bom, eu tinha que retribuir a minha mulher. – beijou meu pescoço. – Vou atender a porta, se arrume ai. – assenti.

Respirei com dificuldade e tentei controla-la. Olhei para frente e vi Alice voltando.

– Quem era?

– Sra. Will ouviu uns gritos e ficou preocupada, a falei para ficar despreocupada, era um filme de terror que estávamos assistindo. – sorriu maliciosa e sentou em meu colo.

– Terror? Terro de ficar sem esses dedos dentro de mim, só se for. – riu maravilhosamente e beijou meus lábios.

– Eu quero te fazer uma pergunta. – falou acariciando meu rosto.

– O que você quiser saber. – beijei seu pescoço.

– Há quanto tempo você sabia dessa história do Robert? – a olhei sem entender.

– Por que você quer saber disso agora? – perguntei.

– Só me responda. – pediu acariciando meu rosto.

– Aquela vez que ele foi na oficina, eu fiz umas perguntas para ele e suspeitei disso, liguei para o Sam e ele aumentou minhas suspeitas ao dizer que James não era flor que se cheire. – Ela me deu um tapa forte na cara. – Alice? – perguntei assustada.

– Você escondeu isso de mim por esse tempo todo? – perguntou chateada.

– Alice eu não... – outro tapa, ainda mais forte. – Alice, eu não tinha certeza, eu não... – ela ia me dar mais um, só que segurei sua mão, mas com a outra ela começou a bater em meu peito. – ALICE! Eu não queria te preocupar atoa! Não sabia se...

– NÃO ME IMPORTA, VOCÊ DEVERIA TER ME CONTADO! – se soltou de mim e levantou. – VOCÊ ESCONDEU ISSO DE MIM, VOCÊ TEM NOÇÃO DO QUE É ISSO? – Gritou comigo.

– Tinha noção de como você ficaria! Alice, eu só queria lhe proteger de uma dor, que na hora me pareceu, insignificante! Inexistente! – tentei me explicar.

– Você realmente nunca vai parar de pensar assim? No individual? – me olhou triste. – BELLA SOMOS UM CASAL, PORRA!

– Eu sei, você já me falou isso, por isso te con...

– Eu realmente estou decepcionada com você. – a olhei incrédula.

– Alice, eu não fiz por querer, não quis esconder nada de você, era apenas uma suposição! – quase gritei com ela, respirei fundo e controlei minha voz.

– Eu realmente não sei como vai ser depois de nos casarmos, se antes mesmo dele você esconde as coisas de mim!

– O que você esta querendo dizer com isso? – perguntei assustada.

– Que realmente acho que não dá para nos casarmos! – a olhei chocada.

– Alice... – andei até ela e peguei em seu braço. – Não faça isso comigo, por favor. – implorei.

– Você parece não confiar em mim, como posso confiar em você? – perguntou com raiva ainda. Soltou-se do meu aperto e saiu do quarto descendo as escadas correndo.

Notas finais
Espero que tenham gostado :DBsus, Lary >