Precisava Te Dizer
10 Surpresas
Notas iniciais
Espero que gostem do capitulo, e de agora em diante os capitulos serão maiores. PARA A ALEGRIA DE TODOS EEEE kkk.
Bsus, Boa leitura ><'
POV Alice.
Acordei sentido braços fortes e pesados em minha cintura, vire-me lentamente e dei de cara com Edward. As lembranças de nossa briga na noite anterior vieram com tudo em minha mente. Eu estava me sentindo mau por tudo, mas realmente não conseguia perdoa-lo assim, de imediato.
- Bom dia. – Ouvi sua voz grossa e rouca de sono.
- Bom dia. – olhei em seus olhos e vi felicidades ali. Encarei sem entender nada.
- Obrigado. – continuei sem entender. – Pela chance que esta me dando, prometo não decepciona-la! – assenti levemente e levantei-me da cama.
- Será que pode se retirar? Preciso arrumar-me. – pedi. Assentiu e se levantou da cama. Antes de ir embora veio até mim e deu-me um beijo na testa.
- Eu te amo. – Não disse nada, ele se retirou do quarto e eu voltei a me sentar na cama.
- Minha vida não poderia ser só um pouquinho mais fácil e normal? – falei comigo mesma.
Levantei-me da cama e fui me arrumar, afinal de contas hoje eu teria que fazer a prova do meu vestido, ao menos uma coisa boa...
Após me arrumar e pegar todas minhas coisas necessárias, desci as escadas e fui para cozinha, estava morrendo de fome.
- Bom dia. – cumprimentei a todos ali presente.
- Bom dia filha. – Papai respondeu sorrindo. – esta melhor? – perguntou enquanto me sentava ao seu lado e me dava um beijo na testa.
- Estarei melhor se não prosseguirmos com esse assunto. – Assentiu e tomamos nosso café em silêncio.
- Vai fazer a prova do seu vestido hoje? – mamãe quebrou aquele silêncio.
- Sim, estou louca para ver como esta ficando. – meus olhos brilharam só de lembrar dele.
- Posso ir com você? – sorria para mim.
- Mais é claro que sim! – Olhei para ela. – quem vai me ajudar nos detalhes? – rimos. – Bella não é muito disso e mesmo que fosse não deixaria ir comigo. – falei séria e todos riram.
- Quer uma carona? Passarei enfrente a sua modista. – Edward perguntou.
- Pode deixar, irei em meu carro. Depois da prova tenho que ir trabalhar, tenho plantão hoje. – assentiu e levantou-se.
- Até amanhã então, mana. – beijou minha bochecha. – Mãe, pai, até a noite. – se despediu e saiu.
- Estou me retirando também, te vejo no hospital, filha. – deu um selinho na mamãe e um beijo carinhoso em minha testa.
- Somos só eu e você agora, pequena. – olhou-me firmemente nos olhos. – Você fugiu do assunto quando seu pai perguntou, mas comigo não. – fiz careta. – e não adianta emburrar a cara.
- O que quer saber? – suspirei derrotada.
- Primeiro: Onde estava ontem de madrugada? Não sabe como fiquei preocupada quando acordei e não a vi em lugar nenhum. – sorri.
- Estava com a Bella no parque de Redmond.
- Fazendo o que àquela hora da noite? – erguei uma sobrancelha.
- Não tínhamos nada pra fazer, Bells resolveu vir aqui e me fazer uma surpresa. Levou-me até onde demos o nosso primeiro beijo e ficamos relembrando o nosso passado. – meu corpo estava ali, naquela cozinha, mas minha mente estava naquele parque, relembrando cada beijo e cada memoria revivida. – Ficamos lá até o nascer do sol. Foi realmente incrível. – suspirei bobamente apaixonada.
- Segundo: Custava ter ligado? – repreendeu-me.
- Bom, depois que saímos do parque ela resolveu nos levar ao nosso apartamento. Tomamos café e bom... – corei um pouco. – ficamos ocupadas por algumas horas. – Mamãe soltou uma estrondosa gargalhada. – MÃE. – Não conseguia se controlar.
- Ai filha, agora entendi o motivo da sua animação ao ligar para mim. – correi ainda mais. – Mas por que não ligou do seu celular?
- Bella o quebrou. – olhou-me confusa. – Bom... Her... Digamos que ele tocou na hora indevida e ela se irritou, atacou o pobrezinho na parede.
- Oh! – colocou a mão na boca e controlou o máximo que pôde a risada. – Pelo visto o seu domingo foi muito animado, não? – assenti meio envergonhada.
- Vamos? Se não nos atrasaremos. – levantei da cadeira e peguei minha bolsa, segui para o carro com dona Esme gargalhando atrás de mim... – Mereço...
- Filha... – parou e ficou séria. – terceira e ultima coisa: Conversou com seu irmão? Deixou-o ao menos se explicar?
- Sim, mãe, conversamos e o deixei se explicar. Mas me desculpe, não posso perdoa-lo assim, do nada. – Assentiu um pouco triste. – Mas quem sabe com o tempo? – sorriu um pouco e continuamos nosso caminho
POV Bella.
Eu não tenho do que reclamar, meu domingo foi perfeito de todas as formas possíveis. A madrugada foi cheia de lembranças, minha manhã repleta de revelações – um peso tirado de minhas costas. – E claro... Enfim pude me satisfazer e satisfazer a minha amada... Como eu ansiosa por isso... Uma tarde só nossa e regada de sexo... E para completar meu dia, recebo uma visita nada convencional.
- Filha. – falando nela.
- Oi, pai. – respondi deitada no sofá da sala.
- Pode me levar ao aeroporto? – olhei confusa para ele. – recebi um recado urgente, têm problemas em Forks e só eu posso resolvê-los.
- Ok. – falei tristemente.
- Não fique assim, voltarei mais vezes. – sentou ao meu lado e pegou em minhas mãos. – Fiquei muito feliz por voltar a ter minha filha. – a abracei apertado. – sentia falta de seus abraços.
- Também sentia sua falta. – já estava emocionada, me controlava para não chorar.
- Você e Alice formam um belo casal. – sorri enquanto nos separava. – Espero que sejam muito felizes.
- Já somos pai.
- Então que sejam ainda mais felizes. – rimos e levantamos do sofá.
- Eu te levo ao aeroporto. Falou com o Emm? – assentiu.
- Estará nos esperando no aeroporto.
- Vou pegar minhas coisas, de lá eu vou direto para a oficina.
Descemos as escadas e entramos em meu carro.
- Vocês pretendem se casar quando? – ele quebrou o silencio.
- Esta marcada para daqui dois meses. Será apenas no civil, mas Alice quer fazer uma grande festa. – rimos. – Será realizada no quintal da mansão dos Cullen.
- Pelo que conheço dela, a festa será bem grandiosa. – assenti rindo. – Estou convidado? – brincou.
- Você vai entrar comigo. – sorri para ele que me olhou emocionado.
-Me quer entrando com você? – olhei incrédula para ele.
- Depois de tudo que falamos, de nos entendermos e voltarmos a nos falamos normalmente você ainda tem a coragem de perguntar isso? – gargalhou. – É claro que sim. Quero o senhor ao meu lado quando eu disser sim a pessoa que mais amo.
- Eu estarei lá e terá todo o meu apoio.
Entrei no estacionamento de aeroporto e deixei-o lá com um manobrista, virei para meu pai e o abracei fortemente.
- Obrigada. Isso era o que queria ouvir, esperei muitos anos por isso.
Andamos abraçados até o saguão onde avistamos Emm e Peter.
- TIA BELLA! – Assim que Peter nos viu pulou do colo de seu pai e correu para o meu. Abaixei-me e esperei ele pular em meu colo.
- Oi meu pequeno. Tudo bem? – perguntei enquanto beijava seu rosto e fazia cosquinha em sua barriga.
- S...i...m... ti...a Be...lla – Não conseguia falar direito devido as gargalhadas. – Pa...ra t...i...a... – Parei e dei um beijo em sua testa.
- Cadê meu beijo? – Olhou-me travesso e virou o rosto. – VAI ME NEGAR UM BEIJO?- Me fiz de ofendida. Assentiu. – Ok... Deixa você... – Fiz cara de choro, olhou-me assustada e me abraçou fortemente.
- Não chora tia, eu te dou um montão de beijos, oh. – beijou meu rosto todo enquanto eu ria.
- Peter, sua tia é uma sínica, ainda não percebeu? – Emm perguntou divertido e me fiz de ofendida.
- Que absurdo! – Peter pulou para o chão e foi para o colo do meu pai. – Para de falar calúnias ao meu sobrinho amado. – rimos e abracei meu irmão. – Tudo bem?
- Tudo sim. E tenho uma novidade. – olhei com expectativa. — Os papeis para o seu casamente foram liberados pelo juiz. – um sorriso enorme surgiu em meus lábios.
- Isso é maravilhoso! – o abracei ainda mais apertado. – Obrigada meu irmão.
- Não fiz nada de mais. Bom... Eu tomei a liberdade de pedir também o direito de vocês adotarem alguma criança. – olhei emocionada.
- Ele concedeu isso também? – estava esperançosa.
- Ainda não. Sabe que isso é quase impossível, Bells. – assenti meio triste. –Eu disse quase, ok? – tentou me animar.
- Eu queria ter uma família completa com Alice, Emmett. Apenas isso. – olhou-me com pesar e acariciou meu rosto.
- Vai dar tudo certo, vamos conseguir isso, ok? – Assenti e vi meu pai e Peter se aproximarem.
- Eles já mandaram a minha passagem e o voo sai daqui 15 minutos. – avisou. – Podem ir, não precisam esperar.
- Não custa nada. Jake se vira muito bem lá sem mim, pela manhã quase não tem serviço. – comuniquei.
- Digo o mesmo que a Bells, Jasper. – fiz uma careta ao ouvir esse nome. – se vira bem nesse horário.
- Então tudo bem. Vamos nos sentar, esse moleque aqui esta pesado. – rimos de sua falta de força e fomos andando.
POV Alice.
- Esta perfeita Alice. – Mamãe comentou enquanto me rodava. – Magnifico.
- Você acha mesmo?- perguntei insegura.
- Absoluta, e pelo que conheço da Bella, vai amar!
- Ela gosta de qualquer coisa que eu coloco, use outro argumento. – rimos e ela assentiu.
- Ok, péssimo argumento e exemplo. Mas esta divino, caiu como uma luva em seu corpo. – sorri para ela.
- Quando fica pronto? – perguntei a Jessie, minha modista.
- Em menos de duas semanas. E tenho que concordar com sua mãe, caiu como uma luva em você. – sorriu orgulhosa. – Se eu não conhecesse a Bella e soubesse o quanto ela te ama, te pegaria para mim. – piscou e rimos de sua brincadeira.
- Bom, só não comente isso na frente dela, costuma ser um pouco ciumenta.
Foi nesse clima de brincadeiras que passei a manhã, assim que terminamos ali segui para o hospital e deixe minha mãe o mais próximo de casa, já estava atrasada.
- Bom dia Rose. – cumprimentei minha amiga assim que entrei no hospital, eu entraria em seu lugar agora.
- Bom dia Alice, como foi lá? – perguntou enquanto se trocava.
- Bem, o vestido fica pronto até o final do mês. Ele esta lindo. – sorriu para mim.
- Fico feliz com isso. Emm disse que Bella tem uma surpresa pra você. – falou com suspense.
- Dá para adiantar? – sabia que odiava isso.
- Não. – Argh.
- Chata. – dei língua e ela riu alto.
- A manhã quando sair do plantão ela virá te buscar, trouxe essa roupa para você. – enrugou-me uma bolsa.
- Obrigada. – se despediu e saiu.
A tarde no hospital foi normal, sem muita agitação ou algum tipo de emergência.
- Pai? – o chamei ao entrar em sua sala.
- Alice, tudo bem?
- Sim, só vim ver como estava e perguntar se quer lanchar comigo. – ele sorriu e se levantou.
- Claro, esta tranquilo aqui hoje, podemos ir. – veio até mim e me abraçou. Andamos desse jeito até a cantina do hospital.
- Ansiosa para o casamento? – puxou assunto.
- Muito. Não imagina o quanto! – exclamei.
- Não posso imaginar, estou vendo. – rimos. – Eu realmente não imaginava que isso seguiria em frente, tão em frente. – riu.
- Pensei a mesma coisa. A principio pensei ser errado e que não chegaríamos a um mês, agora vejo que estava muito enganada, que isso é mais do que certo e que durará para a vida inteira.
- Fico feliz com isso e sinto muito pelas minhas atitudes e palavras no passado. – pediu envergonhado. – Devo muito a Bella, se ela não tivesse me impedido de lhe bater, hoje eu viveria com essa culpa.
- Tudo bem pai. Como diz a Bells, o que aconteceu no passado ficou para trás. Vamos viver o presente para termos um futuro e não para ficar lamentando pelo que fez ou deixou de fazer. – sorri confortante para ele.
- Foi isso que disse ao seu irmão? – golpe baixo...
- Pai... Eu... Estamos nos falamos, mas esquecer 100% agora é impossível, eu não posso viver sem meu irmão, mas também não posso perdoa-lo! – justifiquei.
- Por que não? Você mesma disse que temos que viver o presente focado no futuro e não presos ao passado. – pegou em minha mão e acariciou-a. – Você e seu irmão sempre foram grandes amigos, um erro cometido em meio a tantos acertos... Isso é tolice! Alice, eu vi como você tratou seu irmão hoje pela manhã, ele esta feliz por você o estar respondendo ao que pergunta, mas vejo que você carrega mágoas ai em seu coração.
- Pai... – me cortou.
- Ele lhe fez sofrer? – assenti. – E Bella?
- Pai, pera ai, Bells se explicou, não foi totalmente culpa dela! – a defendi.
- Assim como não foi totalmente culpa do seu irmão! Você perdoou Bells por ter a deixado e por se deixar influenciar por duas pessoas, mas você não consegue olhar verdadeiramente nos olhos de seu irmão e ao menos o desculpar por ter sido influenciado por uma pessoa!
- O senhor pode estar certo, mas mesmo assim... É difícil! Edward traiu minha confiança!
- Isabella não foi muito leal a você, mentiu sobre o porquê de lhe deixar, omitiu por muitos anos o pivô da separação e ainda sim você a abraça sorrindo e pronuncia o nome dela com amor, e o do seu irmão? Você parece que o pronuncia com certo receio e até nojo.
- O senhor sabe mesmo como nos fazer sentir culpados mesmo estando praticamente certos! – o repreendi e ele sorriu.
- Eu apenas quero ver a paz e a felicidade entre meus dois únicos filhos. Quero vê-los unidos e companheiros como eram. – levantei-me da cadeira e dei um beijo em sua testa. – Aonde se vai? – perguntou confuso.
- Vou reparar uma injustiça, meu pai me abriu os olhos para a burrada que eu estava para deixar seguir por anos. – assentiu concordando.
- Seguro as pontas por você, vai logo!
Troquei de roupa rapidamente e sai correndo para a empresa onde meu irmão estava prestando serviço. Cheguei em menos de meia hora e logo subi até o andar onde ficava seu escritório, entrei no saguão do andar e dei de cara com sua secretária, Irina – Irmã de sua noiva, Tania.
- Alice, como vai? – perguntou educadamente.
- Bem, Irina. Edward estar? – perguntei um pouco aflita.
- Claro, vou avisa-lo que...
- Não precisa. – a cortei. – Posso entrar? – Assentiu sem entender e um pouco assustada.
- Não posso Tania, ficarei até mais tarde no escritório hoje, amanhã vemos o que podemos fazer. – Ele estava com sua amada noiva no celular e virado de costas para a porta. – Eu sei, me desculpa. Não é minha culpa Tania! – Se exaltou um pouco. – À noite conversamos, tchau! – desligou o telefone e se virou novamente para frente.
- Problemas com a noiva? – perguntei rindo e ele se assustou. – Desculpa, pelo visto o povo nesse escritório anda muito assustado, estão devendo a alguém? – perguntei rindo o vi se levantar e vir até mim.
- O que devo a honra dessa visita? Aconteceu alguma coisa? – perguntou preocupado.
- De certa forma, sim. – Olhou-me com medo. – Eu cometi um grande erro e estava para continua-lo por muito tempo. – olhou-me sem entender.
Andei até sua direção e o abracei forte.
- Sinto muito, meu irmão. – ficou rígido. – eu realmente fui injusta com você. Perdoei Bella de imediato, sem nem ao menos cobrar muitas explicações, mas com você... Eu gritei, xinguei e mesmo assim não fui capaz de perdoa-lo. Sinto muito. – relaxou um pouco e retribuiu ao meu abraço.
- Isso quer dizer que estou desculpado? – nos separei e olhei dentro de seus olhos.
- Isso quer dizer que eu quero passar uma borracha nessa lembrança do passado e viver o presente sem ter isso entre nós. – segurei em suas mãos. – Realmente estou disposta a esquecer de tudo o que sofri e tudo o que me fez, mas e você? Este disposto a esquecer do que lhe disse e voltarmos a sermos amigos? – Seu sorriso era encantador, parecia que iria saltar de sua boca.
- Mas é claro que sim. – abraçou-me bem apertado. – É bom ter minha irmã, minha pequena de volta.
- Agradeça o Sr. Cullen por saber o que falar e quando falar. – rimos.
- Sempre nos faz sentir culpados, não é? – assenti rindo. – Eu te amo, minha irmã.
- Eu te amo, meu irmão!
Depois de reatar com meu irmão, voltei para o hospital e prossegui com meu plantão até às 5 da manhã. Assim que terminei de me arrumar – colocando a roupa que recebi de Bella. – desci até a garagem e encontrei Bella encostada em meu carro, e devo dizer que ela estava divina!
- Uauu. – Foi tudo o que eu consegui dizer.
- Eu que deveria dizer isso. – veio até mim e puxou-me para um beijo maravilhoso. – esta perfeita. – cheirou meu pescoço. – cheirosa. – e deu raspou seus dentes em meu ombro. – e continua gostosa. – brincou.
- Boba. – beijei seus lábios. – E o que devo a honra dessa surpresa. – perguntei ansiosa.
- Venha, quero te levar num lugar. – olhei sem entender, mas entrei no carro, logo depois dela abrir a porta, é óbvio.
- E onde seria esse lugar? – joguei verde.
- Logo verá... – e não adiantou nada. – Tenho que te contar uma novidade, você vai ama-la. – sorriu lindamente. – E esse lugar... Eu gosto dele, ia muito para lá quando sentia sua falta. – segurou em minhas mãos.
- Fica muito longe?
- Não, em menos de 30 minutos chegamos lá.
Encostei minha cabeça no vidro e acabei dormindo...
POV Bella
Assim que chegamos a acordei delicadamente, abri a porta para que descesse e ficou impressionada ao ver onde estávamos.
- Que lugar lindo. – encarou o mar.
Estávamos em um penhasco ao norte de Seattle, aqui não era muito movimentado e ninguém conhecia essa área. Eu sem querer o descobri.
- Perfeito, não? – Assentiu. – Era aqui que eu vinha chorar, me lamentar. Eu sempre pensava na ideia de me jogar daqui. – virou e me encarou assustada. – mas quando eu fiz isso descobrir que é bem radical e me deixava tranquila. Não é perigoso, não há rochas lá embaixo, é bastante fundo e o mar é calmo. – a tranquilizei.
- Você tentou literalmente se matar? – olhou-me chocada.
- Sim... – falei com desdém e a abracei. – Mas não estou aqui para falar disso, quero te dar uma ótima noticia. – sorri travessa.
- E o que seria? – perguntou curiosa.
Fui até minha bolsa e peguei os papeis que Emm tinha me entregado, coloquei em suas mãos e ri de sua cara quando abriu o envelope.
- Isso é o que eu estou pensando ser? – perguntou emocionada.
- Hurum... – beijei seu pescoço. – Agora podemos nos casar perante a Lei. – se agarrou em meu pescoço e começou a gritar de felicidade. Ri disso.
- Agora tudo esta perfeito! – falou emocionada e com algumas lágrimas escorrendo por sua face.
- Não exatamente. – sequei-as e me encarou sem entender. – Emm entrou com um pedido de adoção. – sorriu ainda mais. – ainda não foi aprovado e provavelmente vai demorar a ser, se for, na verdade. – seu sorriu desfez. – São raros esses casos, você sabe. Mas Emm disse que temos chances, e essa é uma meta pessoal dele. Disse que quer ser tio. – rimos e voltou a me abraçar.
- Eu te amo. Muito. – Encarou meus olhos e se aproximou de meus lábios.
- Não mais que eu. – Sorri de canto e pude a ver suspirar.
- Amo esse sorriso. – A puxei ainda mais para mim.
- Ama, é? – assentiu. – sabia que ele só existe por sua causa?
- Você realmente sabe como deixar uma mulher completamente apaixonada. – deu-me um tapinha e um beijo de tirar o fôlego. – E isso me faz ficar ainda mais encantada por você.
- Você é a razão do meu viver, espero que nunca se esqueça disso. – assentiu com a cabeça. – vou estar com você pelo resto de sua vida. – sorriu lindamente. – Meu amor por você ultrapassará a morte.
- Assim como o meu. – beijei os seus lábios carinhosamente, transmitindo todo meu amor, carinho e felicidade por tê-la ao meu lado. E em breve a tê-la como minha mulher.
- Sra. Swan ou Sra. Cullen? – perguntei divertida.
- Hum... Não vejo o porquê de termos apenas um sobrenome. Quero acrescentar o seu ao meu. – assenti com a cabeça. – Serei sua Sra. Swan e você será a minha Sra. Cullen. – rimos e voltamos a nos beijar. A abracei fortemente e ela colocou sua cabeça no vão de meu pescoço, inspirou fundo. – conversei com o Edward domingo.
- Então...
- Brigamos e eu não consegui perdoa-lo.
Separei-nos e olhei-a preocupada.
- Alice... Eu te pedi... – Me cortou.
- Eu sei, mas não consegui. Brigamos feio, mas logo depois ele veio conversar comigo, não disse nada, apenas fiquei escutando-o. Eu falei que não poderia perdoa-lo, mas que não poderia ficar sem ele. – assenti. – Mas hoje, pela tarde, meu pai abriu meus olhos e me fez enxergar a burrada que estava fazendo.
- Seu pai é muito sábio. – rimos. – estão bem novamente?
- Resolvi passar uma borracha em cima de tudo, vamos recomeçar. – sorri orgulhosa.
- Bom, isso é perfeito.
- Vamos? Tenho que dormir um pouco, hoje à tarde temos que ir ao shopping. – Fiz careta, jurava que tinha esquecido. – E não, não esqueci. – riu e me puxou de volta para o carro.
- Pera ai. – a puxei.
- O que foi? – olhou-me confusa.
- Eu mandei você vestir essa roupa por um proposito.
- E qual seria? – perguntou rindo.
- Pularmos do penhasco. – olhou-me assustada e eu ri. – Não te perigo e eu vou pular com você.
- Não sei amor... – estava temerosa. Peguei em sua mão, guardei o documento e tirei minha blusa e meu short.
- Tira sua blusa e short também. – excitou, mas logo fez. – Você é gostosa pra caramba. – sorri maliciosa ao ver sua calcinha quase transparente. – e é assim que você vai trabalhar? – sorriu travessa. – vou dar um jeito de virar criança e me jogar na frente de um carro, olha que médica maravilhosa cuidaria de mim... – passei a mão pelo seu corpo e a senti se arrepiar.
- Bells... – gemeu quando minha mão chegou perto de sua intimidade. Infiltrei minha mão dentro de sua calcinha e a penetrei com apenas um dedo. – Ahhhh. – gemeu ainda mais alto.
- Vem... Pretendo fazer isso em outro lugar. – sorri maliciosa, retirei meu dedo de dentro dela e o lambi. Fui para beira do penhasco. – Vem! – andou lentamente até mim. – me dê sua mão. – fez o que mandei. – vamos pular juntas, ok? – assentiu com medo. – Um... Dois... Três. – No três eu vi que ela não iria pular, a peguei no colo e nos joguei.
- AHHHHHHHHHHHHHH. – Alice gritava fortemente enquanto caímos.
Assim que caímos na água voltamos rapidamente para a superfície. Alice tinha uma cara de terror e diversão ao mesmo tempo.
- Isso é tão assustador e ao mesmo tempo tão gostoso! – ri dela e nadei até seu lado. A agarrei por trás e beijei seu pescoço.
- Pelo visto alguém gostou. – se virou e me bateu. – AI!
- Sua doida! Quase me matou do coração! – a puxei e beijei aquela boca.
— Você adorou! – assentiu. – esta vendo! – rimos. – agora me deixe continuar aquilo que comecei lá em cima. – seus olhos escureceram, e os meus não estavam muito diferentes.
Retirei seu sutiã e joguei na prainha que havia logo ali.
POV Alice.
Bella me empresou na rocha que havia ali e massageou meus seios com as duas mãos, enquanto sua coxa ficava no meio das minhas pernas se esfregando em minha intimidade por de cima da calcinha.
- Você não presta Alice. – falou enquanto mordia meu pescoço e descia para meus seios, onde sugava e mordia como se fosse o fruto mais delicioso.
- Ain... Eu... Sei... – disse entre gemidos.
- Você é muito gostosa, sabia? – passou sua mão em minha bunda dando um aperto me fazendo gemer mais alto. – Vagabunda! – deu um forte aperto me deixando mais e mais excitada.
- Sua vagabunda meu amor... Apenas sua. – disse e inverti a nossa posição, prendi-a na rocha e retirei seu sutiã.
Suguei como força um de seus seios e no outro apertava fortemente, sabia que ela gostava dessa pegada mais selvagem. Prova disso foi o gemido descontrolado que ela deu assim que mordi o bico do seu peito.
Desci minha mão que estava livre até sua calcinha e a retirei também.
Separei-me completamente dela e comecei a admirar seus seios... Não resisti e os apertei.
- Gostosa. – disse enquanto subia e descia minha mão em sua barriga, quase chegando a sua intimidade.
- Sua gostosa, inteiramente sua, ao seu dispor. – falou de olhos fechados enquanto descia minha mão até sua buceta e me esfregava nela.
- Sei disso, é minha e de mais ninguém. Mato qualquer um, ou uma, que tentar chegar perto do que é meu... Sabe Bella, não costumo dividir o que é meu... – coloquei meu dedo em sua entrada e enfiei a pontinha dele dentro dela. Gemeu alto, descontrolada, um gemido gostoso de ouvir. – e sabe de uma coisa meu amor? – perguntei enquanto chupava seu pescoço e deixava minha marca ali. Ela negou coma cabeça. Enfiei mais um pouco do meu dedo e a vi jogando a cabeça para trás, completamente entregue a mim. – você fez muito mal de me excitar daquela maneira lá no penhasco. – Ela deu um sorriso malicioso, com certeza já esperava por isso. – Nada melhor do que retribuir a altura, não acha? – perguntei enquanto terminava de enfiar meu dedo fundo nela e o retirando logo em seguida acompanhado por um gemido de desgosto.
Cheirei meu dedo e o chupei logo em seguida. Seu gosto era tão perfeito, não tinha nada melhor.
- Alice... – falou entre lufadas de ar.
- Sim meu amor. – perguntei inocente.
- Você não vai me deixar desse jeito aqui! – apontou para baixo.
- Não posso fazer nada, estou cansada amor, me leva para casa? – fiz carinha de anjinho.
- Vadia. – fechou a cara e nadou até mim. – Vem, mas a noite você não me escapa! – falou rouca em meu ouvido.
- Isso é uma ameaça? – falei gemendo eu seu ouvido.
- Uma promessa! – sorriu maliciosa e respondeu-me no mesmo modo.
- Como vamos subir? É muito alto para irmos a pé. – olhei para cima.
- Tem um atalho aqui, rapidinho chegamos lá. – assenti e peguei meu sutiã e o coloquei. – Você fica melhor sem ele, sabia? – olhou-me de cima abaixo.
- Concordo com você, por que não sobe pelada e me deixe ver o paraíso? – riu de minha frase e subimos abraçadas.
- Vou descansar e quando acordar eu ligo para irmos ao Shopping. – fez careta.
- Ainda quer ir nisso? – sua cara de desgosto foi hilária.
- Hurum! – assenti.
- Pelo menos vou passar à tarde com você, a única coisa boa. – ri e dei um selinho nela.
- Boba.
- A boba que você ama. — rebateu
- Convencida! – olhei-a incrédula.
- Me ama, ponto final. – colocamos a roupa e entramos no carro.
- Até mais tarde, amor. – Bella beijou-me assim que parou em frente minha casa.
- Até. – me despedi e entrei em casa.
Notas finais
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