Precisava Te Dizer
17 Surpresa!
Notas iniciais
POV Alice.
Acordei com mãozinhas acariciando meu rosto e me dando um beijo na bochecha. Abri meus olhos e encontrei aqueles verdes lindos e brilhantes, aqueles que me faziam lembrar-me da Bella. Era meu pequeno Robert. Sorri para ele.
– Bom dia mamãe. – eu ainda vou demorar a me acostumar com isso. Mamãe... Eu ainda estou em algum tipo de sonho, só pode!
– Bom dia meu pequeno. – beijei sua testa e o abracei. – Dormiu bem? – perguntei próximo ao seu ouvido.
– Hurum, muito bem. – Se apertou em mim. Acariciei suas costas e perguntei.
– Esta com fome? – Assentiu. – Vem, hoje não temos Bella para preparar nosso café da manhã, mas temos Marie, ela cozinha muito bem, você vai gostar. – Me sentei na cama e pulou em meu colo.
– Vamos. – seu sorriso era contagiante. Levantei com ele nos braços e desci as escadas.
– Bom dia. – Minha mãe nos cumprimentou ao entrarmos na cozinha.
– Bom dia mãe. – sorri para ela.
– Bom dia Vovó. – Robert desceu do meu colo e foi logo dar um abraço nela.
– Nada melhor para começar o dia do que um abraço desses! – beijou sua bochecha e o colocou em seu colo. – Marie, esse é o novo membro da família Cullen, Robert. – Marie sorriu para ele e colocou mais um copo com suco na mesa.
– Olá Robert, tudo bem? – ele assentiu e pegou o copo bebendo o suco, de sua forma, mas bebendo.
– Deixe que eu te ajude. – minha mãe foi solidária com ele e fez exatamente como eu, deu um gole de cada vez.
– Hoje é aniversário da Bella. – Comentei sentando ao seu lado. – Tenho que comprar seu presente, mas não faço ideia do que dar.
– Tinha me esquecido disso. – Dona Esme falou envergonhada. – Vai ter festa? – Neguei.
– Bella não gosta disso e eu não quero ouvir sermão, não agora. – Robert riu.
– A Bella vai fazer quantos aninhos? – Ele perguntou.
– Vinte sete, minha mulher esta ficando velha... – brinquei.
– Hoje é o aniversário da Bells, né? — Edward perguntou surgindo do nada. – Bom dia a todos. – sorriu e deu um beijo no Rob. – Com vai meu sobrinho predileto?
– Eu não sou o único não? – perguntou confuso.
– Por isso mesmo. – piscou e dei um tapa nele. – Ai Alice! – Rimos dele.
– Sim, hoje é o aniversário da minha Bells.- respondi sorrindo.
– Festa hoje? – Neguei. – Quem é você e o que fez com minha irmã? – todos riram, inclusive meu pai que entrou agora na cozinha.
– Bom dia a todos. – deu um selinho na mamãe, um beijo na testa do Rob, um na minha bochecha e bateu levemente nas costas do Edward. – E por que não tem festa?- questionou.
– Não quero Bella irritada, esse mês é o dela, amanhã é o meu, esqueceram? – eles riram. – Sério, da ultima vez que fiz festa surpresa ela quase me matou! – Rob gargalhou. – Você ri porque não foi com você. – tentou se controlar.
– E o que pensa em dar a ela? – minha mãe questionou.
– Um tempo atrás eu a vi babando num violão, lindo por sinal. Mas era caro, e vocês conhecem a Bella... – assentiram. – Acho que vou compra-lo, assim se ela falar algo eu digo que é de todos nós, que tal?
– Boa ideia, poupa um pouco meu dinheiro. – Edward sorriu irônico. – Deixa sua mão ai. – falou sério quando levantei minha mão para batê-lo.
– Bom, vou tomar um banho e me arrumar. – falei levantando da cadeira. – Coma direitinho Rob, quando eu descer eu vou te buscar para te arrumar e depois tomar um rápido café. – Assentiu e voltou sua atenção para a mesa.
POV Bella.
O dia começou péssimo para mim, acordei atrasada e mal pude tomar meu café da manhã. Fui correndo para oficina encontrar-me com Jake.
– Desculpa-me o atraso. – pedi assim que entrei no escritório e o vi de cabeça baixa. – Hey, o que aconteceu? – perguntei preocupada.
– Bells, acho melhor você procurar outro emprego. – Olhei-o assustada. – Não vamos conseguir, eu já refiz essas contas 300 vezes desde quando cheguei, nossa dívida só aumenta. Temos pouco mais de 15 dias par apaga-la. – lamentou. Sentei ao seu lado e o abracei forte.
– Vamos sim, tenho certeza! – se jogou em meu colo e o consolei. Olhei para cima, na estante, e vi minha bola de Beisebol, ela era autografada, com certeza valia uma grana legal...
– Não pense nisso. – Jake acompanhou meu olhar e viu o que eu estava vendo. – É seu xodó, você ama isso. – abaixei a cabeça.
– Não temos que nos apegar a coisas pequenas, Jake. Isso aqui vale muito mais. – Apontei para nossa oficina. – Joe, um antigo colega meu, era doido para tê-la, acho que consigo arrancar uns cinco a sete mil dele. – me levantei e a peguei. – Vou fazer isso agora mesmo, enquanto isso você vá ver o que tem para hoje, vamos ver se conseguimos mais dinheiro com nosso trabalho. – Ironizei e ele assentiu.
Estávamos no meio da tarde e os problemas pareciam não ter fim.
– Bella temos... – Jake apareceu com uma cara nada boa.
– Problemas? Eu sei Jake, hoje esta sendo o pior dia da minha vida! – exclamei me jogando na cadeira. – Me dê uma trégua, mais tarde resolvo esse problema! – assentiu e saiu.
– Bella? – Leah apareceu com uma cara nada boa. – Você esta bem?
– Não muito, Leah. – suspirei. Veio até mim e acariciou meu rosto.
– Fica calma, você precisa relaxar um pouco. –falou carinhosa. Quem via até acreditava que ela era assim.
– Leah, eu posso fazer tudo menos relaxar. – suspirei e respirei fundo. Levantei da cadeira e dei um beijo em seu rosto. – Preciso trabalhar. – assentiu e me juntei ao Jake.
POV Alice.
– Robert, me ajuda aqui? – Robert estava me saindo um belo de assistente, aprendia rápido e parecia estar brincando.
– O que foi mamãe? – sorriu olhando para mim.
– Pegue minha caderneta de anotações? Preciso passar uma receita para essa garotinha. – sorri para Yhasmin, uma linda menininha que andou aprontando e deslocou o pé.
– Claro mamãe. – sorriu e correu para minha mesa.
– Seu filho é um amor. – Sra. Jones comentou.
– Meu anjinho. – sorri para ela e olhei para Yhasmin. – Vai doer só um pouquinho, mas se você prometer não gritar nem chorar eu te dou um pirulito. – ela assentiu sorrindo um pouco.
– Aqui, mamãe. – Robert apareceu e olhou para a pequena a minha frente, sorriu sem graça e ficou do lado dela. Peguei delicadamente seu pezinho e ela logo ameaçou a chorar. – Chora não, minha mamãe vai cuidar muito bem de você. – segurou sua mãezinha. – Aperta a minha mão se doer. – Eu e a Sra. Jones olhamos aquilo fascinada. Aproveitei daquela distração deles. – quando me recuperei da minha. – e arrumei rapidamente seu pezinho.
– Pronto, só vamos enfaixar para não causar mais problemas.
– Mas já? – Yhasmin me olhou assustada. Assenti rindo. – Obrigada. – Sorriu tímida para Rob que retribuiu.
Fiz minhas anotações e passei a receita para a mãe dela.
– Obrigada doutora. – assenti. – E a você também mocinho, obrigada. – Robert ficou sem graça e escondeu sua carinha em minhas costas. Ri dele.
– Até mais Sra. Jones, e espero não ver esse pé deslocado mais uma vez, heim. – repreendi-a e entreguei seu pirulito. – Boa tarde.
As vi saindo e fechei a porta logo atrás delas.
– Você daria um ótimo médico, sabia? – perguntei o pegando no colo e enchendo-o de beijos.
– Para mamãe, para! – pediu rindo.
– Que tal um lanche, meus médicos trabalharam duro essa tarde. – Meu pai apareceu em minha sala e sorrimos para ele.
– Claro, que tal uma folguinha? – Robert assentiu e fomos lanchar.
– Vai fazer nada mesmo para sua mulher? – Papai perguntou rindo.
– Estava pensando em chamar seus amigos e fazer uma pequena comemoração, assim não ganho uma bronca. – riu e assentiu. – E vou comprar o violão dela, o presente é nosso. – pisquei para ele que assentiu.
– Ok, mas que tal você ir comprar logo? Já são cinco horas. – Olhei-o assustada, o tempo passou rápido.
– Ok, você fica com o Robert? Preciso resolver muitas coisas. – assentiu. – Promete se comportar, mochinho? – Assentiu enquanto comia seu misto. – ótimo, lá pelas 20h vocês vão para a casa da Bella, levem o bolo e alguns salgadinhos... Ah, brigadeiro também, ela ama isso. – riu e me levantei. – Tchau pai, Rob. – beijei a testa dos dois e corri para me trocar.
– Alice? – Rose se assustou a me ver passar quase correndo por ela.
– Rose. – a abracei. – Casa da Bella, hoje, 20h. Não se atrase. – assentiu. – Aniversário dela. – assentiu novamente. – Tchau. – me despedi e fui rumo aos preparativos...
E meu presente seria muito mais do que um simples violão... Sorri maliciosa
POV Bella
Era quase 19 horas quando cheguei em casa, estava exausta e frustrada, certo que consegui uns 6mil naquela bola, mas ainda faltavam 17mil e pouco mais de 15 dias, era muita pressão em mim, estava surtando!
Entrei em casa e subi logo para meu quarto, entrei no banheiro e tomei um longo e relaxante banho, estava precisando disso.
Sai do box e coloquei um pijama qualquer, queria apenas minha cama e...
– Oi amor. – Alice sussurrou em meu ouvido.
– Alice, o que faz aqui? – perguntei feliz e surpresa ao mesmo tempo.
– Vim lhe fazer uma surpresa. – apertou meus ombros numa massagem maravilhosa.
– Hum... Continua. – pedi de olhos fechados. Estava precisando daquilo
– Que tal você deitar na cama? Assim posso fazer uma massagem decente em você, esta tensa. – assenti e andei até a cama, sentei-me de costas para ela e senti suas pequenas mãozinhas trabalharem em meu ombro. – Esta bom? – perguntou num sussurro.
– Tudo vindo de você é maravilhoso. – joguei minha cabeça para trás, aquilo estava realmente maravilhoso.
– Tira essa blusa, assim fica melhor. – Falou com malicia. Ela sabia que eu estava sem sutiã, era roupa de dormir.
Olhei meio de lado e sorri torto.
– Tem certeza? – assentiu com aquele sorriso ainda. Retirei minha blusa e deixei meus seios expostos. Ela arfou quando os viu.
– Esta de calcinha pelo menos? – provocou. Assenti. – Tira o short então e fica em pé. – ordenou. Fiz exatamente isso.
– E agora, o que a senhorita quer que eu faça? – perguntei virando para ela e encarando aqueles olhos maravilhosos.
– Que você fique caladinha e sente aqui. – apontou para um banco baú que eu tinha no pé da cama. Sentei lá e fiquei aguardando as próximas instruções. – Vai ficar com essa mão paradinha e não vai mexer um músculo sequer! – assenti.
Ela andou sensualmente e parou a um metro e meio longe de mim.
– O que você vai fazer? – perguntei curiosa.
– Shii... – colocou seu dedo na boca em sinal de silencio.
Virou as costas e andou rebolando até meu som. Ligou-o e colocou uma música bem sensual e envolvente. Voltou andando e ficou de costas para mim rebolando juntamente com a batida da música.
– Alice... – fiquei vidrada em sua bunda.
– Acho que mandei você calar a boca. – riu provocante.
Virou-se de frente e retirou, lentamente, sua blusa. Ela estava usando um sutiã preto de renda, ele era bastante ousado para um simples sutiã, ela o colocou de proposito, estava querendo me enlouquecer.
Seu sorriso aumentou ao ver meus olhos vidrados em seus seios, eles quase pulavam para fora.
– Perdeu alguma coisa aqui? – sua voz sexy e envolvente me vez sair do transe e entrar em outro. Seus olhos.
– Acho que acabei de encontrar. – dei um passo em sua direção, mas ergueu a mão e mandou.
– Sentadinha! – seu tom de voz era quase igual ao de um coronel. Dura e firme. Assenti e voltei ao meu lugar. – Muito bom. – sorriu e voltou a rebolar, só que dessa vez virada de frente, olhando em meus olhos. – Gosta do que ver?
– Lógico. – eu não tinha dúvida que estava babando.
– Hum... Então vai gostar ainda mais agora... – virou-se novamente e, vagarosamente, desceu sua saia ficando apenas de calcinha, quer dizer, aquilo era uma calcinha? – Ainda esta ao seu agrado? – a malicia estava explicita em sua voz.
– Perfeita. – respirei fundo e me segurei em meu lugar.
Riu perfeitamente e voltou a rebolar. A música mudou e começou uma mais vagarosa. Ela aproveitou o embalo dela para vir até mim. – fiquei com as mãos ai, e não ouse tira-las dai. – sussurrou em meu ouvido. Fechei meus olhos e os apertei com força quando senti sua bunda roçar em meu sexo.
– Ahnn... Alice. – trinquei meus dentes. Ela ignorou-me e voltou a se esfregar em mim. Eu que já estava excitada só de olha-la, agora então... PORRA, eu estava escorrendo!
– Bells... – jogou sua cabeça para trás ao falar comigo, uma deixa perfeita para lamber seu pescoço. – Ahn... – gemeu com isso. – Nada disso mocinha, sem tocar em mim. – recuperou o juízo e deu mais uma rebolada de matar em mim.
– Alice! – Rosnei com isso. Ela sorriu e voltou para seu lugar.
Desceu rebolando até o chão olhando fundo em meus olhos. Quicou três vezes e voltou a subir. Meus olhos estavam vidrados nela. Virou e retirou seu sutiã bem devagar, quase em câmera lenta. O jogou em minha cara e virou-se com seus braços tampando-os. Suspirei frustrada.
– Calma, tudo há seu tempo. – sorriu sacana e voltou a andar em minha direção. Destampou seus seios e os deixou a mostra e minha boca salivando.
– Deixa-me chupa-los. – implorei quando chegou bem perto de mim.
– Não. – olhei-a incrédula. – Nem ouse. – repreendeu-me quando mexi meus braços. – um movimento e eu te prendo nessa cama.
Assenti contra gosto e voltei a apreciar seu pequeno show.
– Fica em pé. – ordenou. – Agora deita na cama. – rapidamente fui para lá e deite-me lá. Deitou-se em cima de mim e beijou meu pescoço vagarosamente.
– Ahn... – gemi.
Ela lambeu, mordeu, chupo... Chupou forte. – Isso é para deixar claro que é minha. – sorri ao ouvir isso. Desceu seus lábios até meus seios, já duros de excitação, e os abocanhou com força e vontade.
– ALICE! – Gritei com esse contato. – CÉUS! – Revirei os olhos quando sua língua rodeava o bico dele enquanto seus dentes roçavam toda a extensão – o que era possível. – de meu seio. – Amor... – falei entre lufadas.
Ela me ignorava. Apertou meu outro seio com força e vontade fazendo-me gritar ainda mais forte. Sua perna caiu entre as minhas e forçou o contato dela com minha intimidade. – ahhhhhhnnn. – gemi louca de tesão.
– Esta gostando, amor?- SÍNICA! Perguntou quando acabou de maltratar um dos meus seios. Assenti. – que bom... – deu a atenção ao outro seio.
– Alice... Desse jeito eu não... – Sua perna roçava forte em meu sexo, suas sugadas em meus seios estavam cada vez mais forte. – Não vou aguen... – eu agarrei sua cintura o exato momento em que cheguei ao clímax, gozei fortemente em sua perna. Relaxei completamente na cama e fechei os olhos. – Alice... – meu sorriso de satisfação não saia do meu rosto. Apertei forte sua cintura contra meu corpo e recebi um tapa forte na cara. Abri meus olhos rapidamente e a olhei sem entender.
– Eu mandei você gozar? Han? – sorri maliciosa. – Não, NÃO mandei! – deu-me outro tapa. – Tire suas mãos da minha cintura, AGORA! – Joguei-as para cima e ri.
– Adoro você assim, mandona. – levantei meu tronco e quando ia encostar em seus lábios... – Alice! – olhei-a incrédula. Havia me dado outro tapa.
Sorriu sacana e pegou sua bolsa que estava no criado mudo, ao lado da cama.
– O que você vai fazer? – perguntei assustada com aquele sorrisinho. Retirou duas algemas da bolsa e sorriu ainda mais.
– Acho que mandei não encostar em mim, não é? – sentou em meu sexo e eu gemi alto. – Vadia. – riu e prendeu uma de minhas mãos na cabeceira da cama. – quero ver me desobedecer agora. – sorriu diabolicamente e prendeu minha outra mão.
– E o que pretende com isso? Torturar-me? – ironizei.
– Boa ideia. – olhei-a assustada e me contorci na cama. – quietinha ai, sua puta. – apertou meus seios fortemente, me trazendo dor e excitação. Minha intimidade voltou a ficar molhada, ainda mais.
Ela ficou em pé na cama e, rebolando sensualmente, retirou sua calcinha. Fiquei vidrada naquela visão privilegiada que eu tinha dela, de sua – usando palavras chulas. – bucheta gostosa. E eu vi que estava tão melada quanto a minha.
– Vai me chupar, mais vai ter que ser bem gostoso. – assenti prontamente enquanto ela sorria e colocava suas pernas entre meu braço e cabeça (por conta das algemas).
Desceu tão devagar que eu levantei minha cabeça para tentar chegar mais rápido ao meu objetivo.
– Não. – chutou minha cara, eu estava adorando aquilo. – não mandei você se mexer, mandei apenas me chupar. – me joguei na cama novamente e aguardei, pacientemente, ela descer totalmente e encostar sua buchetinha em minha boca. – Quero um bom serviço, caso contrario. – bateu novamente em minha cara.
– Sempre faço um bom trabalho. – falei confiante e ansiosa para prova-la.
– É o que veremos. – desceu completamente e encostou-se em minha boca. – AAAAAAAAAAH. – Gritou quando minha língua encostou em seu clitóris
Eu amava ouvi-la gritar, estimulei o máximo que consegui com minha língua e meus dentes. – AHHHHHHHHHHHH BELLLSSSS. – E eu estava sendo bem sucedida. Seus gritos de prazer eram deliciosos, deliciosos assim como seu gosto.
Chupei-a forte, tão forte quanto fizera em meus seios agora pouco. Mordi levemente seu clitóris e lambi a extensão de sua intimidade toda, chegando até sua fenda, local onde enfiei minha língua e fiz um vai e vem que a deixava enlouquecida.
– Ahhh, isso Bells... Mais rápido. – pediu enquanto quicava em minha boca e rebolava ao mesmo tempo.
Eu estava ocupada demais para respondê-la. Senti-a apertando minha língua com seus lábios inferiores, estava quase chegando a seu orgasmo. Acelerei meus movimentos com a língua e a senti acelerar suas quicadas em minha boca também. Foi questão de segundos para gozar forte, intensamente em minha boca e eu engoli tudo, deixei sua bucheta limpinha, sem nenhum vestígio daquele seu doce néctar.
– Maravilhosa. – sussurrei contra sua intimidade.
Ela estava agarrada fortemente na cabeceira da cama, respirou fundo diversas vezes até se recuperar.
– Fiz um bom trabalho? – provoquei dando um leve beijo em seu sexo, ela se arrepiou por inteira e saiu rapidamente de cima de mim. Olhou-me com malicia.
– Nada mais que sua obrigação. – voltou a assumir aquela pose de durona.
– Não parecia isso quando gritava meu nome e rebolava quicando em minha língua. – minha vez de provocar e recebi um tapa ainda mais forte na cara. – Gostosa. – sorri safada e ela retribuiu.
– Você gosta, não é? – assenti. Ela desceu por meu corpo e rasgou minha calcinha, passou seus dedos levemente ali e gemeu baixinho ao ver e sentir o quão molhava eu estava. – Estou vedo como gosta. – sorriu e enfiou seu dedo ali sem nenhum aviso.
– AHHHHHHHHHHHHH. – Arqueei minhas costas e não segurei meu gemido.- Isso Alice, isso. – falei descontrolada enquanto metia seus dedos em mim.
– Vadia, puta, cachorra, piranha. – xingava-me enquanto subia em mim e acelerava seus movimento.
– Sim... Isso vai, sou puta, cachorra piranha, tudo o que você quiser que eu seja, mas, por favor, mais rápido. – implorei fechando os olhos.
– Esqueceu-se do vadia. – colocou mais dois dedos e enfiou ainda mais fundo.
– AAAAAAAAAAH, SIM, VADIAAAAAAAA... MAIS, MAIS! – Implorava. Ela mordeu o bico do meu seio e subiu lambendo até meus lábios.
– Gosta da dor? – perguntou apertando forte meu clitóris com seu dedão. Assenti quase sem folego. – Então vou lhe dar mais dor. – abri meus olhos e a vi colocar seu quarto dedo em mim.
– CÉUSSSSSSSS, ISSO É BOM, AHHHHHHHHHHH. – Alice desceu seus lábios e mordeu forte o meu clitóris. – ALLIIICEEEE. – Revirei meus olhos e me debati na cama. Malditas algemas, eu queria agarrar seu cabelo e força-la a chupar-me mais. – USA ESSA SUA BOCA, ESSA LINGUA... VAI! – O jeito era gritar. Ela retirou seus dedos e eu rosnei em troca, mas logo perdi o ar ao sentir sua língua entrando em mim. – POR DEUS! – Meu corpo estava quente, fervendo. O suor escorria por meu rosto e senti que estava chegando ao meu limite, pela segunda vez.
– Goza vadia. GOZA! – enfiou seus quatros dedos de vez e não deu mais para segurar, gozei em sua mão e cai exausta na cama. – Isso, Puta desgraçada, me obedeceu direitinho... – eu estava sem forças, literalmente sem forças. – Se eu lhe soltar dessas algemas, vai me obedecer? – assenti de imediato.
Abri meus olhos e a vi subir, raspando seus seios nos meus, até meu rosto, deu-me um cálido beijo e tirou as algemas com a chave que estava no criado mudo.
Assim que senti minhas mãos livres ela caiu em meu colo, me excitando novamente. Uma força surgiu dentro de mim e nos virei ficando por cima dela e encaixando minha coxa no meio de suas pernas.
– Isabella, você prometeu. – olhou-me séria. Sorri para ela e a beijei, um beijo bastante intenso e profundo. Suguei sua língua fortemente e a fiz gemer em meus lábios. – Bells... – Movimentei minha perna ao mesmo tempo em que ia pressionando a sua intimidade. – BELLS! – Exclamou.
– Sim... – perguntei descendo meus lábios para o seu pescoço. Suguei-os com força deixando, também, minha marca ali. – fala minha gostosa. – pedi enquanto descia mais e cheguei a seus seios.
– Você pro... CÉUS! – Foi sua vez de gritar e se contorcer em meus braços. – Bells... Isso amor, vai. – pediu enquanto eu sugava seu seio delicadamente, bem diferente de como fez comigo.
Alice sabe que gosto de pegada forte, e eu sabia perfeitamente que ela gostava de ser tratada com carinho, com cuidado.
– Acho que é hora de nós duas termos prazer juntas. – falei quando troquei de peito e apertava o outro delicadamente.
– Bells... – ela estava gostando, sua cara de prazer era tão sexy que me fez ficar muito mais excitada.
Alice sempre teve mais elasticidade e movimentos rápidos do que eu, nos virei na cama a colocando por cima de mim e fiz nossas intimidades se encaixarem.
– Ahhhnnn. – Gememos juntas.
– Rebola, vai. – pedi. Fez exatamente isso, de uma maneira lenta e prazerosa. – isso... – eu amava quando ela se esfregava feito gata no cio em mim, mas quando ela fazia isso, essas reboladas lentas e intensas... Céus, eu chega num prazer ainda mais e duradouro.
– Me amor... – Falava de olhos fechados enquanto fazia seu trabalho, rebolava lentamente e eu apertava sua cintura contra meu sexo, fazendo-os ficarem ainda mais flexionados. – BELLS. – Gritou com isso.
– Rebola, vai. – bati em seu bunda e senti meu rosto ardeu com seu tapa que foi mais forte que o meu.
– Só eu que posso bater aqui. – disse firme quando acelerou um pouco os movimentos. – mexa-se, além de puta é folgada? – sorri safada rebolei junto com ela. – Bom... Maravilhoso.
Nossas intimidades estavam tão encharcadas que era possível sentir nossos gozos, já misturados, escorrerem por nossas pernas. Eu apertei seu sei com carinho e cuidado ao mesmo tempo em que puxava seu cabelo e colava seus lábios nos meus.
– Delicia. – sussurrei por cima de seus lábios e capturei-os. Um beijo selvagem e bastante quente.
Inverti nossa posição, fiquei por cima e acelerei bem o ritmo. Alice fechou os olhos fortemente quando sentiu meu dedão apertando seu clitóris.
– Bells... – sua voz já estava baixa, rouca e num sussurro quase impossível de se ouvir.
– Alice. Rebola junto comigo, goza na minha buceta. – pedi. Ela abriu os olhos e rebolou forte e rápido em mim. Acompanhei seus movimentos e senti minhas paredes se apertarem e meu sexo arder, aquela sensação maravilhosa estava me atingindo novamente, pela terceira vez hoje. Revirei meus olhos e cai exausta na cama quando meu orgasmo chegou. Forte, intenso e maravilhoso. Foi ainda mais perfeito, pois Alice gozou comigo e caiu em meu peito, respirando forte e descompassadamente.
– Isso foi perfeito. – cheirou meu pescoço. Inspirei seu aroma, estava acentuado e mais forte, adorava esse seu cheiro pós-sexo. Dei um beijo em sua testa, encharcada pelo suar, e sussurrei em seu ouvido.
– Concordo plenamente. – a apertei em meus braços. – O que eu fiz para merecer isso? Nem ganhar na loteria seria tão prazeroso. – ela riu e me olhou sorrindo.
– Feliz aniversário. – eu a olhei sem entender. – Você por acaso não se esqueceu dele, né? – riu da minha expressão.
– Na verdade sim, eu esqueci. – rimos. – Tenho coisas mais importantes para me preocupar do que meu aniversário. – beijei seu pescoço. – Mas adorei esse presente, podia me dar todos os anos, seria muito melhor do que uma blusa. – bateu levemente em meu braço.
– O que é tão importante que a fez esquecer essa data? – questionou.
– Nosso casamento. – sorriu contra meu peito. – Nosso pequeno. – assentiu. – Você. – olhou em meus olhos.
– Boba, mas saiba que ninguém se esqueceu do seu niver. – assenti incrédula. – Estou falando sério. – ri dela.
– Não disse nada. – acariciei seu rosto.
– Mas duvidou. – Assenti me rendendo. – Vem, vou te dar seu presente.
– Mais? O que é agora, uma posição nova? Se for podemos fazê-la na cama mesmo. – olhou-me incrédula e socou meu braço. – O que foi?
– Você é idiota. – a puxei para meu peito e a sentei em meu colo. – a idiota que te fez gritar inúmeras vezes hoje. – beijei seu pescoço e a ouvi gemer.
– Bells... Para. – se soltou de mim, mas não saiu do meu colo, eu não deixei. – Vem, é rápido! – Assenti contra gosto e levantei-me da cama. Alice estava pelada e andou lentamente até o banheiro. Olhei fixamente para aquela bunda perfeita e gemi baixinho. – Você não vem? Precisamos de um banho. – Assenti e corri até ela. – Bella. – riu quando a peguei no colo e a levei para o banheiro. A coloquei sentada na pia e fiquei entre suas pernas.
– Eu te amo. – ela sorriu e me abraçou.
– Também te amo, meu amor. – beijou meus lábios levemente e enlaçou minha cintura com suas pernas.
Aproveitei daquilo e enfiei dois dedos dentro dela.
– BELLA. – gritou surpresa. Ignorei isso e estoquei forte nela, enfiava fundo e retirava até a pontinha para depois repetir tudo de novo. – Bella... Céus... Mais! – implorou abrindo mais as pernas.
Abaixei-me e suguei seu clitóris enquanto colocava meu terceiro dedo nela. Meus movimentos diminuíram e as estocadas aumentaram a duração. – Bells... – choramingou quando eu parei dentro dela e fiquei só chupando-a. Voltei a enfiar tudo e coloquei meu quarto dedo, a fazendo jogar a cabeça para trás e gozar em meus dedos e língua.
– Agora sim, parabéns para mim. – sorri contra seu sexo e subi trilhando um caminho de beijos molhados até sua boca. A peguei no colo e a levei até o box. – Um banho para relaxar? – perguntei por trás e a abraçando fortemente.
– Claro... Relaxar. – estava sem ar.
Ri e entramos no box. Liguei o chuveiro e deixei a agua cair sore nós e apreciei aquele momento com a minha princesa. Era tão bom poder ficar assim com ela, agarradinha e apreciando seu perfume.
– No que a minha aniversariante predileta esta pensando. – perguntou virando-se e olhando em meus olhos.
– Em como sou realizada em ter você, e agora o Rob. – sorriu lindamente e me abraçou. – Mais uma vez obrigada pelo presente, realmente foi o melhor. – sussurrei em seu ouvido.
– Ainda tem um brinde. – a prensei na parede a chupei seu pescoço. – Não esse... Ahn... – gemeu e, com dificuldades, se soltou de mim. Bufei frustrada e recebi um carinho dela. – Vamos sair, esta lá embaixo. – Assenti e desligamos o chuveiro.
Arrumei-me casualmente e Alice pegou uma roupa minha, disse que queria ficar com meu cheiro nela. Ri disso. Descemos de mãos dadas e se agarrou ainda mais em mim quando chegamos à sala, estava bastante escuro.
– Calma, estou com você. – beijei sua testa e a quando acendi a luz...
– SURPRESA! – Meu irmão e sua família, os Cullen, Jake e sua esposa, até mesmo os meninos da Reserva estavam ali. Olhei espantada e só sai do transe quando senti mãozinhas pequenas rodearem minha perna.
– Feliz aniversário, Bella. – Era Robert. Sorri e abaixei-me para pega-lo no colo.
– Obrigada meu amor, muito obrigada! – beijei sua bochecha.
– Toma, é para você. – suas bochechinhas esquentaram ao entregar-me um pequeno embrulho. Olhei diretamente para Alice que se escondeu atrás do Emm. Todos riram disso.
– Obrigada meu amor, muito obrigada. – beijei sua testa e me ajudou a abrir o presente. Era uma palheta, linda e com detalhes bem simples, mas que o tornava perfeito. – É linda. – olhei aquilo sorrindo. Ela seria perfeita para tocar meu violão dos sonhos.
– De nada. – desceu do meu colo e foi à vez da Leah e Jake.
– Feliz niver gatinha! – Leah me abraçou forte e logo em seguido foi o Jake, que sussurrou um parabéns seguido de um forte abraço.
– AR! – ele riu e me soltou. – Obrigada. – Agradeci ao recebeu meu presente. Abri e vi que era braçadeira. Olhei meio desconfiada para eles, mas relevei e agradeci novamente. – É linda, muito obrigada.
– FELIZ ANIVERSÁRIO! – Os meninos vieram juntos e deram-me um abraço, sufocante, coletivo.
– Obri...ga...da- falei sem ar. Entregaram-me meu presente. Um conjunto de cordas, e elas não eram baratas, uma das melhores. – Não precisava, sério.
– Que isso, dividimos. – deram de ombro e eu ri deles.
– Pobres. – fizeram cara de ressentidos e caíram na gargalhada.
– Bells, feliz aniversário. – Sam e Emily eram os mais civilizados dos meus amigos, abraçaram-me normalmente. Sorri para eles e me entregaram uma pequena caixa, maior que as outras. Olhei curiosa e a abri. Um amplificar.
– Minha maninha ta ficando velha, hum... – Emm implicou e me abraçou. – Feliz aniversário. – Sorri logo após dar-lhe um soco.
– Feliz aniversário, Bells. – Rose veio me abraçar com Peter em seu colo.
– FELIZ ANIVERSÁRIO TIA. – Ri da sua maneira escandalosa.
– Obrigada meu amor! – beijei-o todo e ouvi sua risada. Enquanto ele ria eu vi Rob fazer uma pequena careta, ninguém percebeu, mas eu vi. Ri disso, ele estava com ciúmes! – Aqui tia! – me entregou um embrulho. Agradeci e vi que era uma capa, muito linda, protetora para um violão.
– Gente, eu amei cada coisa que ganhei, mas eu não tenho violão, vocês esqueceram-se disso? – falei o óbvio e eles riram. Alice veio até mim e abraçou-me forte. – Você esta por trás disso, não é? – assentiu e sorriu sem graça.
– Não queria levar um sermão seu por fazer uma festa ou algo do tipo, então resolvi chamar apenas seus amigos mais íntimos e fazermos uma pequena comemoração. – sorri para ela, Alice era perfeita. – E bom, eu e minha família compramos um presente para você, espero que goste. – Edward me entregou uma caixa longa e um pouco grossa.
– Por favor, não me diga que é... – me calei ao ver seu olhar de sapeca. – Alice, você sabe... – me calou com um beijo. – que. – outro beijo. – OK, entendi que é para calar a boca, mas me dá outro? – todos riam e ela assentiu. Aproximou-se e colou nossos lábios gentilmente, um beijo calmo e sereno.
– Te amo. – falou ao finaliza-lo.
Sorri com isso e abri e constatei o que eu imaginava – e era o óbvio. – era o violão que há mais de um ano eu estava babando. Olhei para o braço dele e vi meu nome gravado ali.
– Alice, você é perfeita! – sorriu lindamente e me abraçou. – Eu amei. – retribui o abraço.
Eu por um momento me deixei esquecer dos meus problemas, daquela dívida horrenda que me assombrava todas as noites e apenas relaxei, curti o momento com meus amigos – que a tempos não via. – do meu irmão e sua família, da minha mulher e meus sogros e até mesmo do Edward, mas principalmente o Robert, aquele pequeno ser que chegou agora em nossas vidas e já a estava modificando completamente.
– COM QUEM SERÁ, COM QUEM SERÁ QUE A BELLA VAI CASAR... – Olhei incrédula para Quil, ele estava mesmo cantando aquilo?
– VAI DEPENDER, VAI DEPENDER, VAI DEPENDER SE NA SUA CARA EU BATER eeeh. – Calou a boca e todos riram.
– Sem graça. – emburrou e eu ri. Abracei minha mulher e beijei sua testa.
– Eai, a Alice vai querer? – ela riu e me beijou.
– Perguntas idiotas eu evito responder.
E foi assim que minha noite começou, bastante animada – hehe. – e alegre.
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