Notas iniciais
OKKKKKK, Eu falei que só postaria no final de semana, mas como eu estou de bom humor essa semana e teremos um lindo feriado na segunda feira - pelo menos aqui nesse fim de mundo que é meu estado. - Estou postando um hoje e, com certeza ( PARA A ALEGRIA GERAL DA NAÇÃO) Postarei outro no domingo, provavelmente.Bom, vamos começar colocar tensão, medo, ação e terror nessa bagaça u.u kkkkkkEspero que curtam e não chorem, faram isso no proximo capitulo u.u kkkkkkkkk.Bsus meus lindos e lindas.ótima leitura.P.S.: Se voces param para ler isso me respondam por Reviews. Estou pensando seriamente em dividir essa história em duas temporadas. Oq voces acham? Eu já tenho três capitulos super importantes para ela, mas ai depende de voces, se não quiserem eu finalizo essa ak e pronto u.u - como se eu não soubesse a resposta de voces, né? kkk.Outro recado. Esta quase acabando ( Mas lary, voce ja falou isso umas trezentas vezes.) Mas agora é sério, no máximo 6 cápitulos, tirando o epílogo. Então, leitores anônimos, apareçam nessa reta final, gostaria muito de saber da existência de voces. Um oi amei, esta ótimo >

POV. Bella

— Sam. – cumprimentei meu amigo.

— Olá Bells. – respondeu sorrindo e abraçado a sua esposa.

— Emily, como vai?

— Bem, e você? Curtido a festinha? – ri e assenti.

— Será que pode nos dar um minuto? Gostaria de conversar a sós com Sam. – assentiu e saiu, não sem antes dar um selinho no marido.

— O que quer falar? – perguntou sorrindo.

— Lembra-se do que eu te pedi? – assentiu. – Alguma coisa?

— Bella, o que eu sei é que James e Victória não é flor que se cheire. Nunca foram boa gente e sempre trapaceavam. Mas teve uma época que eles se aquietaram e James trabalhou para o Masen. – arregalei os olhos.

— O dono da maior rede automotiva de Seattle? – Assentiu.

— Esse mesmo. Victor Masen teve um filho, seu único herdeiro, Matthew Masen. Assim que Victor morreu seu filho foi responsável por gerenciar tudo. – Assenti, isso eu sabia. – Matthew tinha uma filha de 13 anos, Lara Masen e um pequeno de alguns meses, esse eu não sei o nome, não foi divulgado. – olhei sem entender o porquê dessas informações. – James não estava satisfeito com seu salário e queria mais, resolveu então sequestrar as crianças e pedir um resgate. – olhei chocada para ele.

— Para tudo, está me dizendo que eu praticamente encontrei com um filho da puta? – assentiu rindo. – Eu deveria ter o matado quando tive a chance. – me olhou divertido. – Mas essas crianças, elas estão bem? – ele perdeu o sorriso.

— Não, na verdade só a Lara, a mais velha, foi resgatada. – suspirou. – Há dois anos e meio Sr. Masen está a procura desse garoto, que agora deve estar com seus 3 anos. – Olhei um pouco aflita.

— Você sabe a discrição dessa criança? – perguntei temendo sua resposta.

— Não, não sei nada dela, como eu disse, nada foi divulgado!

— Obrigada, você ajudou bastante! – Agradeci.

— Por nada. Mas por que esse interesse todo? – perguntou.

— Como eu disse, eu “lutei” com um cretino, James quase matou Robert. – ficou assustado. – Uma longa história, não quero falar disso agora. – assentiu e levantei. – Bom, vou ficar um pouco com meu irmão. – me despedi e fui até aquele chato.

— Fala velha. – implicou.

— Emm, eu estou fazendo 27, daqui a pouco você faz 29. – ele murchou a cara. – TOMA URSÃO. – Usei o apelido que Rose tinha dado para ele no colégio.

— Então, gostando da festinha. – Rose perguntou abraçado ao Emm.

— Está perfeita. – um sorriso malicioso brotou em meus lábios ao lembrar-me do meu primeiro presente. – Os presentes então... Uau. – Emm riu e Rose sacou meu sorriso.

— Alice disse que tinha uma surpresa que você iria adorar, pelo visto estava certa. – Concordei e pisquei.

— Como estava. – rimos e Emm ficou boiando. – Irmão, meu amado irmão, querendo ou não eu sou uma mulher, não tende nos entender. – ele assentiu rindo. – Algum avanço em questão ao Rob? – Arregalou os olhos.

— Estava me esquecendo. – Foi até sua bolsa e pegou uma folha. – Consegui uma audiência com o juiz, mas só que está marcada para o dia 17 de Novembro. – O sorriso que brotava em meus lábios diminuiu.

— Mas isso é o que? Dois dias depois do meu casamento! – ele assentiu.

— O que é depois do nosso casamento? – Alice perguntou sorrindo e me abraçando.

— Uma audiência, consegui uma com o Juiz, ele vai avaliar meu pedido, mas quer conversar com vocês antes. – Ela sorriu.

— Pois bem, vamos nessa audiência com muito gosto. – murchei a cara. – Podemos ter nossa noite de núpcias a qualquer hora, mas o Robert sempre ao nosso lado não, sabe que isso é difícil. – Assenti derrotada.

— Eu sei, eu sei. – beijei sua testa e vi Robert sentado e comendo um pedaço do bolo sozinho. – Já volto.

Andei até ele e sentei-me do seu lado. Sorriu a me ver.

— Por que meu pequeno está aqui sozinho? – o peguei e coloquei-o em meu colo.

— Não quero atrapalhar ninguém. – justificou e deitou sua cabecinha em meu peito.

— E desde quando um menino tão lindo como você atrapalha, hãm? – beijei sua bochecha e ele sorriu um pouco triste. – Você não quer ir brincar com o Peter não? Ele é pouco mais novo que você, mas é um ótimo menino, vai adorar brincar com ele. – Sorri em sua direção e ele fechou os olhinhos.

— Estou com soninho. – eu sabia que não estava.

— Não, você está com ciúmes, isso é diferente. – ri dele.

— O que é isso? – perguntou.

— Bom, é quando você vê alguém que você gosta dando atenção à outra pessoa, isso é um tipo de ciúmes, mais ou menos o que você provavelmente sentiu quando me viu abraçando o Peter. – ficou envergonhado. – Eu vi quando fechou a cara. – escondeu seu rosto em meu peito. – Não precisa ficar, você e Peter tem lugares diferentes em meu coração. – acariciei seu cabelo.

— Eu também to em seu coração? – assenti.

— Um pedaço bem grande dele, sabe? – ele riu quando fiz cosquinha em sua barriga. – Um pedação!

— Mas você tava sorrindo pra ele. – fez um bico.

— Você é tão ciumento quanto Alice, o que fizeram naquela sala no hospital hoje? – o cutuquei. – Peter é meu sobrinho, filho do meu irmão, natural que eu brinque com ele, o abrace, beije-o. Mas é você que irá dormir todas as noites em minha casa, é você que terá 100% da minha atenção, é você que terá o sobrenome Swan por minha causa, não por causa do Emmett. – ele sorriu. – Você que é meu filho, e não ele. – me olhou com os olhos brilhantes.

— Eu sou o que? – sorri para ele

— Alice não é sua mamãe? – assentiu. – Eu vou me casar com ela, você sendo filho dela também será meu, e antes mesmo disso, já o considero como um. – beijei sua testa.

— Me desculpa. – olhei sem entender nada.- Eu não consigo te chamar de mamãe. – acariciei seu rosto.

— Esta tudo bem, pode me chamar de Bella. – sorriu sem graça. – Mas por que você não pode me chamar de mamãe?

— Por que mamãe é carinhosa, nos dar carinho e amor, ela nos ensina o certo e o errado, briga com a gente e repleende. – se atrapalhou na palavra.

— Repreende, querido. – o corrigi. – E eu não te dou carinho, amor? – perguntei um pouco triste.

— SIM, claro que sim. – suspirei aliviada. – Mas é diferente.

— Diferente como? – incentivei.

— Com você é mais animado, mais liber...liber... – Ele não conseguia dizer a palavra.(liberal), sussurrei para ele. – É , liberal. – Ri. – Você não briga comigo, não me repleende. – ignorei aquilo, uma hora ele falava certo. – com você é diferente. – deu de ombros.

— Eu tinha essa mesma visão de diferenciar meus pais, quando minha mãe era viva. – comentei. – Minha mãe era a que quase me esfolava, mas meu pai era o que me acobertava e até me dava doce antes do jantar. – ele riu. – Hey, pode me chamar de que você quiser, menos de avó, por favor. – ele riu alto. – bom, posso até ser seu pai... Imaginou? Pai Bella? A única Pai fêmea do mundo. – ele gargalhou e chamou a atenção de todos, inclusive da Alice que veio até nós.

— Também quero rir. – sentou-se no chão ao nosso lado.

— Não há nada de mais. – comentei.

— É mamãe, nada de mais. – nos olhamos cumplices e ela fez bico.

— Vão me excluir, é isso? – começou o drama...

— Não chora mamãe. – Robert era mole, logo caiu nas garras da minha noiva. – É coisa minha e da papai. – Alice olhou sem entender.

— Papai? – olhou rindo para mim.

— Você ocupou o cargo de mãe. – dei de ombro e abracei os dois.

— Bom, acho que agora somos uma família completa, não? Temos um papai – Alice começou a falar e riu ao apontar para mim. Dei-lhe língua. – Uma mãe linda e maravilhosa. – Eu e Robert rimos. – Hey, estou falando sério. – Assentimos. – E um filho perfeito e lindo. – Robert assentiu rindo. – Com isso você concorda, né? – fez cosquinha em sua barriga e ele gargalhou.

— Ok, chega de zoação, esta ficando tarde e amanhã acordamos cedo, quer dizer, eu acordo cedo. – me levantei. – Obrigada mais uma vez por isso, fiquei muito feliz por vê-los aqui e surpresa também. Foi a melhor festa de aniversário que já tive. – Agradeci. – Mas eu tenho que dormir seus vagabundos, acordo cedo amanhã. – Eles riram e um a um veio se despedir de mim.

— Até mais Bella. – Os meninos disseram juntos.

— Parou com o coral? – eles riram e assentiram juntos. – Mereço...

— Tchau Bella, qualquer coisa eu te ligo. – Sam falou ao se despedir.

— Aguardarei sua ligação. – o abracei e logo em segui a Emily.

— Tchau mana, até mais Rob e Alice. – Emmett se despediu de longe e foi logo embora.

— Bella, precisamos conversar sério amanhã, muito sério. – Jake falou tenso ao meu lado.

— Eu sei, eu sei. Mas por hora deixe-me curtir o que me resta do meu niver. – pisquei para ele que assentiu. Leah me abraçou e saíram juntos.

— Estou indo também, amanhã tenho uma apresentação para fazer. – Edward se despediu e seus pais o acompanharam.

— Vou dormir aqui hoje, tudo bem? – Alice anunciou abraçando minha cintura.

— Claro, juízo vocês duas, Robert esta aqui. – Esme falou e Alice ficou envergonhada.

— Tchau mãe, Tchau. – Ri enquanto ela expulsava seus pais. – Enfim a sós. – Pegou Rob no colo e subiu as escadas.

— Vai onde?

— Dar um banho nesse moleque sujo. – fez cosquinha nele. — e coloca-lo para dormir. – assenti.

Subi as escadas e me joguei na cama, nem me dei o trabalho de tomar um banho ou tirar minha roupa. Fechei meus olhos e acabei por dormir daquele jeito.

— Me ajuda aqui, Rob. – Ouvi ao longe a voz de Alice, ela sussurrava. Senti suas mãos passarem por meu corpo e me ajeitarem delicadamente na cama, não só duas, mas quatro.

— O que querem? – resmunguei de olhos fechados e ouvi a risada deles.

— Ela esta com sono, fica chata quando não pode dormir. – Explicou para o Robert e senti dois corpos deitarem ao meu lado. – Podemos dormir com você? – perguntou em meu ouvido.

Desisti de dormir de bruços e virei-me de barriga pra cima. Abri meus olhos lentamente e vi os da minha princesa. Sorri e assenti.

— Vem Rob. – ele veio e deitou no meio de nós duas e colocou sua cabecinha em meu peito. – Boa noite meus amores. – desejou enquanto abraçava Robert e fechava os olhinhos.

— Boa noite mamãe, boa noite papai. – sorri com isso.

— Noite maravilhosa. – eles riram e enfim cai no mundo do sonho...

[...] Uma semana depois.

— Os preparativos da festa estão quase tudo pronto, o bolo, os doces, a decoração, o local, os convites... – Alice conversava animadamente com Rose enquanto eu estava sentada ao seu lado. – Bella, qual convite você prefere? – perguntou me mostrando várias opções.

— O que você mais gostou, concordo com tudo. – dei um selinho nela e riu.

— Estou falando sério, me ajuda. – pediu. Olhei para suas mãos e apontei para um. Era simples, mas delicado e até um pouco elegante. – Não, que tal esse? – apontou um mais elaborado e cheio de detalhes.

— Para quê pediu minha opinião mesmo? – perguntei rindo e a abracei. – O que você escolher esta bom, o que me importa nisso tudo é ter você com uma aliança dourada na mão esquerda. – beijei seu pescoço e ela se arrepiou.

— Se você fosse homem eu com certeza mataria Alice para ficar com você. – Rose riu e Alice sorriu.

— Minha mulher é muito perfeita, mais do que qualquer homem. – me deu um selinho e voltou a prestar atenção nos convites. – Vamos fechar com esse. – apontou para o que eu escolhi.

— Não havia gostado do outro? – perguntei sem entender.

— Alguma coisa sua essa festa tem que ter, nem que seja só nos convites. – sorri de lado e a apertei mais.

— Mamãe... – Rob apareceu com a cara emburrada e pulou no colo dela.

— O que foi, meu amor? – perguntou fazendo carinho nele.

— Minha cabeça ta dodói. – Robert estava reclamando dessa dor há quase dois dias, e isso estava me preocupando.

— Ainda não passou? – perguntei preocupada e ele negou. – Acho melhor leva-lo ao hospital, Alice. – falei com ela.

— Há quantos dias ele esta assim? – perguntou.

— Dois ou três. – me olhou séria. – Eu sei o que você vai falar, poupe seu discurso, mas pensei que não fosse nada. – seu olhar repreendeu até minha alma.

— Vamos para minha casa, lá posso te examinar melhor, meu pai tem alguns equipamentos lá. – o pegou no colo e ele deitou sua cabecinha em seu ombro. – Rose, terminamos isso depois? – A loira assentiu e levantamos juntas.

— Vou com vocês. – anunciou e pegou sua bolsa.


[...]

— Aparentemente Rob está bem, só parece um começo de febre. – Carlisle falou num tom profissional, ali estava Dr. Cullen. – Sua temperatura esta aumentando, acho melhor dar um banho nele para ver se abaixa, depois, se não melhorar, o levamos para o hospital e fazemos alguns exames. – Deu um beijo na testa dele. Rob ainda estava emburrado.

— Hey pequeno, vem cá. – o peguei no colo e o senti mole, mole demais. – Você esta mal, heim. – assentiu. – Me desculpa, pensei que fosse só uma dor de cabeça normal... – acariciei seu rosto e ele deitou-a em meu ombro e fechou os olhos. – Vamos tomar um banho, depois deixo você dormir.

Robert esta apenas uma semana e dois dias conosco, mas pegou o meu hábito de ficar irritado quando não consegue dormir ou estressado quando não tem nossa atenção, igual Alice.

— Eu dou um banho nele, arruma minha cama. – Alice pediu e assenti.

A vi subindo e logo fui atrás, arrumei sua cama e fiquei esperando... Esperando e Esperando. Cansei de ficar sentada e fui até o banheiro, entrei lá e vi os dois brincando.

— Pelo visto estão se divertindo. – ri deles.

— Me desculpa amor, mas sabe como Rob é quando entra numa banheira. – Robert ficava tão animado quando entrava numa que até nós tomávamos banho com ele.

— Hurum, sei muito bem. – cheguei perto deles e vi que a temperatura dele não havia abaixado. – Melhor irmos ao hospital... – Ela me olhou preocupada e assentiu.

O tiramos da banheira e colocamos uma roupa nele, Alice trocou rapidamente a dela e descemos.

— Vamos ao hospital, ele não esta melhorando. – Carlisle olhou preocupado e assentiu.

— Qualquer coisa me chame.

Saímos de lá e dirigi até o hospital, chegando lá Alice logo o levou para um laboratório, iria colher seu sangue.

— Agulha não... – Robert choramingou.

— Seja macho, Robert! – impliquei com ele.

— Eu sou um garoto, agulha não! – Ri dele e segurei em sua mão.

— Estou aqui, isso vai ser como sentir uma picadinha de mosquito, nem vai sentir. – o tranquilizei e vi Jonne, um enfermeiro muito gente boa, vim com a seringa para coletar o sangue. Robert olhou para ela horrorizado. – Robert. – chamei sua atenção. – Olha para mim. – pedi e assim o fez. – O que você quer fazer quando sair daqui? Comer um cachorro-quente? Andar de bicicleta? Tomar um sorvete, que tal? – o distrai e ele nem percebeu quando Jonne terminou de retirar a agulha de seu bracinho.

— Sorvete! Mas to com medo da agulha, vai doer! – eu e Jonne rimos dele.

— Já acabei garoto, vá tomar seu sorvete. – Rob nos olhava sem entender.

— Mas... Mas...

— Eu falei que não iria doer. – o peguei no colo e o levei para fora. Ao sair encontrei Alice com seu jaleco e de roupa trocada. – A Médica mais gata de Seattle. – assobiei e ela riu.

— Então, chorou muito? – beijou sua mãozinha.

— Nem percebeu, quando viu já tinha acabado. – Falei rindo e Alice abriu um lindo sorriso.

— Bella trapaceou com você, não é? Distraiu-te. – ele assentiu. – Sempre faz isso comigo, mas até que foi por uma causa boa. – a olhei incrédula. – estou brincando amor. – deu-me um selinho. – Vou ver se consigo um raio-X para você se sua dorzinha não passar. – dei um beijo em sua cabeça e saiu de lá.

— Chocolate. – falou quando comecei a andar.

— O que?

— Sorvete de chocolate. – ri dele e fomos para uma sorveteria.



— O resultado saiu. – Alice falou um pouco preocupada. – Não apontou nada. – Fiquei confusa.

— Bom, Robert ainda esta reclamando da dor, dei um calmante a ele e dormiu, esta deitado na maca de sua sala. – ela começou a andar em direção dela. – Ele até chorou de dor, estou ficando realmente preocupada com isso, essa dor não é normal!

— Nada normal, temos um neurologista de plantão hoje. Pedirei um exame completo para ele, assim com certeza saberemos o que é. – assenti e fui até o Robert.

— Vem meu amor, vamos logo ver o que você tem. – o peguei com cuidado e o levei para onde seria feito esse raio-X.


[...]

— Isso demora muito? – perguntei quando saímos da sala.

— Não, em menos de 10 minutos estarei com elas em mãos. – me abraçou e acariciou a cabecinha dele. – o que você tem, meu amor? – beijo-a e coloquei-o na cama. Foi questão de segundos, o coloquei ali e o vi se contorcer e tremer todo na cama.

— Alice! – falei alarmante e ela ficou em estado de choque. – Alice, FAÇA ALGUMA COISA. – Ele estava entrando em convulsão, isso eu sabia. Depois desse meu grito ela saiu daquele transe o logo tratou de coloca-lo no chão, colocou uma proteção em seu pescoço e virou para mim.

— Chame uma equipe médica. Rápido! – Pediu e sai correndo.

— Rose. – sorri aliviada quando a vi. – Preciso de ajuda, Rob entrou em convulsão, preciso de uma equipe médica, Alice precisa. – Ela me olhou assustada, mas logo chamou um enfermeiro e mais dois médicos para ajuda-la. Corremos para o consultório de Alice e vi uma coisa que me chocou. Robert não havia parado de tremer, estava todo vomitado, mas era vomito de sangue. Alice tinha o rosto molhado pelas lágrimas e fazia de tudo para tentar amenizar aquilo.

— Tirei Alice daqui, ela não vai conseguir se controlar. – Rose falou e cheguei perto da minha noiva. A peguei, com certa dificuldade, e a tirei de lá.

— Me solte, eu preciso ajudar meu filho, MEU FILHO! – Ela estava desesperada, e eu com medo, o terror estava por todo meu corpo.

— Acalme-se, Alice. – a abracei forte. – Rose e os outros médicos vão ajudar nosso pequeno, tenho certeza disso. – Ela chorou ainda mais em meus braços e eu a apertei mais. – Acalme-se meu amor, estou aqui.

— Eu preciso ir lá e ajuda-lo, ele é meu filho e... – a calei com meus lábios.

— Você vai piorar a situação indo pra lá, sabe disso. – acariciei seu rosto e enxuguei suas lágrimas. – Olha seu estado, você não consegue se auto ajudar, imagina ao Robert? – abaixou a cabeça e enfim parou de lutar contra mim e me deixou a abraçar. – Confiei em sua amiga, em seus colegas. Tenho certeza que vai dar tudo certo. – A tranquilizei, mas por dentro eu estava um caco, estava tão assustada quanto ela. O medo era tão grande que eu só não saia gritando e chorando por ai por causa dela, da minha princesa.

Notas finais
Então, gostaram, odiaram? O que acharam do capitulo? Esse comicinho ai voces com certeza sacaram e viram um nome muito lindo no meio, né? u.u kkkkkk.Tive que fazer isso, não tinha personagem mais perfeito do que eu u.u Sqn né?Bsus, Lary >