Notas iniciais
Oi meus queridos! Um mês sem aparecer ein? Esse fim de semestre na facul da sendo puxado, na verdade nem era pra eu está postando agora, mas não resisti! kkk O capítulo passado não teve nenhum comentário e isso me desanimou um pouco, mas me lembrei que a estória tem que em primeiro lugar agradar a mim e eu me dei um comentário bom sobre o cap passado, então está tudo ok! O capítulo de hoje está cheio de tretas! Divirtam-se!

Sábado começou agitado com minha mãe vindo me acordar antes de nove horas da madrugada para que eu a ajudasse com os preparativos da festa. Tive que aguentar a dona Susana resmungando que meu pai avisou muito em cima da hora desse jantar, que não iria dar tempo arrumar tudo, que eu não estava ajudando em nada e coisas do tipo. Enquanto isso meu pai e meu irmão fugiram de casa alegando que iriam ter um tempo de pai e filho, sei bem que eles quiseram foi escapar do furação Susana, já eu não tive tal sorte.

Passava das seis da noite quando meu pai e Júlio voltaram, a essa altura os convidados receberam mensagens informando o horário do jantar, o buffet foi contratado, junto com alguns garçons, mesas e cadeiras alugadas... A ideia da minha mãe nesse jantar era fazer algo mais amplo, assim a festa seria no jardim próximo a piscina.

Eu fiquei encarregada de enviar a mensagem para Thomas que me respondeu confirmando sua presença logo em seguida. Claro que ele aproveitou para me provocar perguntando se me veria de vestido finalmente, com que roupa ele deveria ir para combinar comigo e se a Oli estava com saudades dele.

Nesse último ponto infelizmente tive que dizer que a Olívia não vai poder vir para o jantar amanhã. Liguei para ela hoje de tarde e ela me disse que estava desembarcando na cidade da tia dela, parece que o tio sofreu um acidente de carro e estava no hospital, a tal tia estava grávida e não estava passando bem com a noticia do acidente. Sendo assim, ela e os pais viajaram para dar um apoio, talvez ela só volte segunda.

Fiquei triste por ter que aguentar esse jantar sem minha melhor amiga do lado. A mãe da Oli trabalha no mesmo jornal que meu pai, assim eles sempre estavam convidados para essas reuniões e celebrações chatas, o que as tornavam suportáveis era que eu tinha Olívia ao meu lado e sempre arrumávamos uma forma de nos divertirmos. Mas pelo que parece, nesse jantar minha única companhia será o Thomas, um garoto que desperta sentimentos em mim, mas eu absolutamente ainda não identifiquei se são em maioria bons ou ruins.

– Como está a faculdade de engenharia, filha?- questiona meu pai depois do jantar.

– Muito boa, só calculo que parece que vai me dar trabalho.- respondo indiferente, querendo me esquivar de briga.

– Se você estivesse fazendo jornalismo não teria que se preocupar com algo assim.- rebate ele, dificultando a paz.

– Se eu estivesse fazendo jornalismo eu não estaria fazendo o que eu quero!

– Isso é teimosia da sua parte! Você escreve muito bem, além de ser criativa, curiosa e inteligente, se daria muito bem dentro do jornalismo. Além de ter a minha ajuda para entrar lá no jornal...

– O caso é que eu não quero entrar no jornal!- explodo.- O que custa você entender que eu tenho a liberdade de escolher a profissão que vou exercer pelo resto da minha vida?! Eu não quero ser um espelho seu! Não quero viver na cola de furos sobre políticos corruptos, perseguindo uma falha no governo, obcecado por "desmascarar" o governador, não quero nada disso para mim!

– Mas é essa "obsessão" que me dá destaque no meu emprego e de onde sai o dinheiro que paga essa sua faculdade de pedreiro.

– Para um jornalista conceituado, considerado moderno e inteligente, você é muito preconceituoso, além de prepotente em pensar que só porque você é jornalista eu também tenho que ser! — rebato e observo o semblante triste da minha mãe diante da briga.- Agora se me der licença, tenho uma festa para ir!

Subo as escadas como um raio, entro no meu quarto e desabo na cama. Odeio brigar com meu pai, mas o que custa ele aceitar que eu quero ser engenheira e não jornalista igual ele?!

Não tinha a menor pretensão de ir para essa festa, principalmente depois do que o Thomas falou ontem, mas a Oli está viajando, assim não posso ir para casa dela; simplesmente preciso sair daqui. Sei que daqui a pouco minha mãe vai vir aqui e não quero ter que a encarar, sei o quanto essas brigas a magoam, ela sempre me pede para não entrar na briga, para relevar, mas não tem condições.

Me levanto e pego um vestido no meu armário, não me preocupo muito com o tamanho diminuto e do modelo arrojado, na verdade nunca usei esse vestido por vergonha do ousado que ele é, mas não estou me importando muito agora. Arrumo uma bolsa pequena colocando apenas dinheiro, chaves de casa e do carro e meu celular. Vou ao banheiro e faço uma maquiagem mais pesada do que eu costumo usar, passo muito rímel, sombra preta além do lápis de olho e escolho um batom de um vermelho escuro. Deixo meu cabelo caído pelos ombros solto mesmo e me ocupo em escolher um par de brincos grandes e um anel, finalizo com um perfume e saio do banheiro.

Como eu pensava que aconteceria, minha mãe está sentada na minha cama olhando as mãos pousadas no colo. Ela sempre tenta apaziguar tudo, é o pilar da família, o ponto de equilíbrio. Eu sei o quanto essas brigas a machucam e isso me resolta mais ainda, porque meu pai também vê que isso a deixa magoada, mas não deixa de me lançar farpas.

– Você não me falou de nenhuma festa...-começa ela.

– Eu não pretendia ir, mas não tem como eu ficar em casa agora.- digo a verdade.

– Quem vai está nesse lugar?

– É a festa de abertura do semestre que o pessoal da engenharia sempre faz.- explico.

– O Thomas vai estar lá pelo menos?

– Ele faz engenharia, deve está.- minto dessa vez, sei que se ela achar que vai ter alguém conhecido lá vai me liberar logo.

– Tome cuidado, por favor. Você sabe como são essas festas de faculdade, você é nova lá, quem sabe eles queiram aprontar algo com os calouros e...

– Não se preocupe, mãe! Provável que eu saia de lá antes mesmo que a festa acabe. Amanhã estarei aqui inteirinha, prometo!- me apresso em dizer, lhe dou um beijo na bochecha, pego um dos meus saltos e saio antes que ela me convença a ficar em casa e relevar mais uma vez as palavras do meu pai.

***

Quando o Thomas disse que as festas do português eram meio barra pesada, imaginei que houvesse um pouco de exagero da parte dele, mas pelo o que estou vendo, não é assim. Coloquei no GPS do meu celular o endereço que me mandaram uns dias atrás, o lugar ficava do outro lado da cidade, o bairro tinha mesmo um ar esquisito, a maioria dos imóveis eram galpões e dava para ver de longe para qual eu deveria me dirigir. Muito chamativo com sua música alta e decoração vibrante o lugar se destacava na rua quase deserta e escura.

Depois de rodar por pelo menos meia hora para conseguir estacionar, finalmente entro no galpão onde a festa estava acontecendo. Música alta, muita gente, gelo seco, luzes de muitas cores e um forte cheiro de bebida formavam a festa, não era exatamente o lugar que eu queria estar, mas quanto mais longe do meu pai e dos "padrões" dele melhor!

– Não é que a garota do Thomas resolveu aparecer por aqui!- escuto a voz marcada pelo sotaque surgir ao meu lado sobre a alta batida da música.

– Eu não sou "a garota do Thomas"!- respondi praticamente gritando para ser escutada.

– E não quer ser a minha? — propôs Rômulo.

– Dispenso.- digo curta.

– Entendo porque o Thomas é tão louco por você!- expõe ele rindo e se mexendo com a música.

– Acho que você já bebeu o suficiente, Português!- digo e rio do jeito que ele estava dançando.

– NUNCA É O SUFICIENTE!!! — grita abrindo os braços e me puxando para perto dele. — Vamos lá, dance comigo!

Nem de longe minha intenção ao vir nessa festa era pra ficar dançando que nem louca com o Português cafajeste da minha faculdade, mas ele realmente estava se mostrando uma companhia divertida. Parcialmente bêbado, Rômulo contava piadas idiotas no meu ouvido enquanto dançávamos todas as músicas. Vez ou outra ele se afastou e trouxe bebidas pra a gente, não gosto de beber, não mesmo, mas não queria ficar sóbria no momento.

Não sei ao certo quantos copos aceitei do Rômulo, mas tudo estava começando a ficar engraçado demais. Não sei como não reparei antes como as luzes da festa são brilhantes, nem que o chão parecia ser feito de algodão doce de tão fofinho que parecia!

***

– SAM!- escuto o meu nome sendo chamado por cima da música agitada que estou dançando.

Meus pés estão doendo,mas eu não consigo parar de dançar, as músicas são contagiantes e fiz tantas amizades legais hoje... Amigos tão legais e gentis, eles sempre estão dançando perto de mim e dizendo que eu sou linda...

– SAMANTHA!- abro meus olhos parando de dançar um pouco quando escuto meu nome sendo chamado de mais perto.

Me viro procurando quem estaria me chamando, não disse meu nome para os meus novos amigos, só o Rômulo que me conhecia, mas faz algum tempo que ele disse que ia pegar bolo ou algo assim. Minha visão demora pra se focar em meio a tantas luzes e cores, pisco algumas vezes e quando minha visão está normal novamente a primeira coisa que vejo é Thomas parado na minha frente com os braços cruzados sobre o peito. Não lembrava que ele era tão alto, mas deve ser porque estou sem meus saltos, eu tirei quando meus pés começaram a incomodar.

– Ooooiii!- digo sendo simpática e lhe abrindo um sorriso.- Você não disse que não viria?

– Você também disse que não iria vir.- rebate ele ainda me olhando sério, que pena, gosto tanto dos sorrisos dele...

– Não estava com vontade de ficar em casa hoje!- declaro voltando a pular e dançar com a nova música que começou a tocar.

– Percebi. Onde está a Olívia?

– Ela está viajando... Acho que só volta segunda!- digo triste por minha amiga não está aqui comigo.

– Você veio para cá sozinha, Samantha?- diz ele em tom de bronca.

– Com quem mais eu viria?- rebato.

– Tudo bem, mas já está tarde Sam, é melhor você ir para casa.- ele segura meu braço me impedindo de curtir a festa.

– Saí do meu pé, Thomas! Você não é meu pai, não é nada meu! Me deixa!

– Não deixo não! Eu me preocupo com você, sua cabeça dura!- esbraveja ele. -Você tem noção do quão perigoso é esse bairro? Eu te falei que as festas do Rômulo não são boas pra você.

– E quem é você para dizer o que é bom para mim?- me irrito com ele por estar estragando de vez minha noite.

Ele respira profundamente fechando os olhos no processo, parece está buscando calma e paciência em algum lugar dentro de si. Quando seus olhos voltam a se abrir posso ver determinação neles.

– Vou te levar para casa, Sam!- diz firme começando a me puxar pra fora.- Vamos.

–Eu não vou com você!- tento me soltar do seu aperto.

– Se não vai por bem, que seja por mal então!- declara ele se virando pra mim, ele se aproxima de forma rápida e antes que eu perceba o mundo gira e fica de cabeça para baixo. Espera um minuto, eu que estou de cabeça para baixo! Esse idiota metido a homem das cavernas me jogou sobre o ombro dele como se eu fosse um saco de batatas.

– ME LARGA SEU IMBECIL!- começo a me debater da melhor forma que posso.

– Para de se mexer assim, garota! Vamos acabar os dois no chão desse jeito! — grita ele por sobre o ombro quando passamos pelas portas do galpão.- Vou te colocar no chão se você colaborar.

–ME COLOCA LOGO NO CHÃO!!!!

Ele se afasta um pouco mais do galpão antes de me colocar no chão, mas isso de ficar de cabeça para baixo não me fez nada bem, mal eu coloquei meus pés no chão me curvei e vomitei até meus rins. A queimação na minha garganta era horrível e meus olhos ficaram turvos de lágrimas. Quando pareceu que não havia mais nada dentro de mim que eu pudesse vomitar foi que notei que Thomas estava do meu lado, segurando-me pela cintura e mantendo meus cabelos seguros com sua outra mão.

– Er.. Obrigada.- digo um pouco envergonhada.- Mas isso não teria acontecido se você não ficasse me carregando por ai de cabeça para baixo!- acuso.

– Você que não quis sair logo de lá, mas foi até bom você ter vomitado, quem sabe você chega em casa menos alterada.

– Alterada?- questiono.- Eu não estou alterada, nem bebi muito.

– A bebida estava batizada, Sam. Mesmo que você tivesse bebido só um copo você sentiria algum efeito.

– Batizada? Eu.. Eu não estou entendendo. — tudo realmente parece confuso agora e de repente estou muito cansada.- Na verdade não sei nem o que você está fazendo aqui. Como sabia que eu ia está na festa?

– Bem... Seu irmão me ligou algum tempo atrás dizendo que ficou preocupado pela forma como você saiu de casa e agora entendo o que ele quer dizer...- responde olhando para o meu diminuto vestido.

– Não acredito que aquele pirralho fez isso! Você só estragou a minha noite! E... e.. Por que tudo está girando?- digo quando meus pés não me oferecem firmeza no chão e sou obrigada a me apoiar em Thomas.

– Vem, eu vou te levar para casa.- diz ele passando o os braços ao meu redor.

– Não vou subir naquele monstro que você chama de moto!

– Não vim de moto, onde está o seu carro?

Cansada demais para continuar essa discussão, aponto na direção da ruela em que estacionei. Deixei que aquele idiota me ajudasse a andar, me sentia cansada e sem força para me sustentar. Nem lembrava que minha bolsa ainda estava em volta do meu corpo, mas logo a abri e entreguei as chaves para ele. O lado do passageiro estava bem próximo do muro, dificultando a nossa chegada a porta.

Thomas me segura próxima dele no pequeno espaço e tento não olhar para ele, pois sei que ele está com aquele sorriso provocador, a situação já é constrangedora o suficiente por si só. Ele me apoia no carro enquanto destrava as portas, mas do nada ele para de se mexer e seu corpo fica tenso. Thomas olha por cima da minha cabeça para a rua principal e parece procurar algo... A expressão em seu rosto me deixa preocupada.

–Thomas o que..- começo a dizer.

– Shiu!- me corta ele colocando a mão sobre a minha boca.

Essa atitude dele me irrita. Tudo bem que ele veio aqui no intuito de me ajudar, sendo que eu não pedi sua ajuda. E agora vem com isso de me calar literalmente tapando a minha boca. É muito imbecil mesmo, esse... Calo meus pensamentos quando escuto o barulho de sirenes se aproximando na direção do galpão da festa. Então foi isso que chamou a atenção de Thomas?

Ele ainda olha atentamente para a rua enquanto me aperta mais perto dele e nos apoia no muro onde tem menos iluminação. A proximidade faz com que seu perfume inunde o meu ar e isso não ajuda com a minha tontura, que volta com tudo. Não é que o seu cheiro seja ruim, muito pelo contrário, mas o caso é que meu estômago no momento está mais sensível que a Olívia de tpm. Acho que se ainda houvesse algo no meu estômago eu teria vomitado novamente.

Me seguro fortemente em Thomas por não confiar nas minhas pernas. Não pensei que ele tinha esse lado tão sério e responsável, sempre com aquele sorriso zombador e implicando comigo... Olhar para seu maxilar travado e sua expressão concentrada me faz pensar no quão pouco eu conheço Thomas, do quanto ele esconde por trás dos seus sorrisos e suas piscadelas.

Tirando o olhar da rua, Thomas baixa a cabeça para ver meu rosto. Ele está tão perto... Posso ver como ele não está nada feliz por estar aqui, mas sua expressão se suaviza um pouco.

– As festas do Rômulo sempre acabam assim, quando não é a sirene da polícia é a de uma ambulância, o que é pior ainda.- diz ele baixo se focando em mim.

Thomas me olha atentamente, seu rosto está tão próximo que posso sentir sua respiração se misturar com a minha. Eu já estava arrependida por vir nessa festa idiota, minha cabeça está me matando e meu corpo clama por uma boa noite de sono, mas esse momento, com Thomas tão junto a mim, me olhando tão atentamente... Quase faz com que a noite tenha valido a pena. Meus pensamentos giram em torno disso, enquanto tenho meus olhos ligados aos dele. Não sei se estamos em silêncio por conta da polícia passando ou por que não há espaços para palavras agora.

Vejo quando ele desvia seu olhar para minha boca um segundo e isso faz um arrepio de ansiedade percorrer minha pele. Thomas volta a olhar nos meus olhos, sua respiração está mais pesada e ele parece está dividido no que deve ou não fazer. Gostaria que ele expulsasse esse "eu" sério e voltasse com seus sorrisos sedutores, pois estou potencialmente levada a ser seduzida por ele hoje.

– Acho que a polícia já foi.- sussurra ele ainda sem se afastar.

– Eu... — começo a dizer, mas algo me chama a atenção no meu carro.- Acho que meu pneu furou.

Ele me encara confuso por um momento, mas se vira e constata que o pneu está baixo. Escuto quando Thomas solta um suspiro antes de voltar a olhar para mim.

– Vou trocá-lo então, mas antes vem aqui.- ele passa os braços ao meu redor novamente.

Sou praticamente carregada até o banco do carona, onde Thomas me deixa e diz pra eu descansar um pouco enquanto ele troca o pneu.

***

Escuto a porta fechar e o carro começar a se movimentar, estou cansada até para abrir meus olhos, mas murmuro algo capaz de chamar a atenção de Thomas para mim.

– Oi, gatinha, não precisa falar, você deve estar exausta.- diz ele e sinto quando ele aperta brevemente minha mão.- Seu irmão disse que você teve um dia cheio... Bem, eu sinceramente acho que não seria nada bom você chegar assim na sua casa.

– Onde nos..?- tento perguntar ainda parcialmente adormecida.

– Relaxa, a gente tá indo para minha casa.- explica ele com a maior naturalidade do mundo.

Sua casa? Eu deveria protestar, dizer que prefiro ir para a minha casa, mas não gostaria nada de ver a cara da minha mãe ao chegar nesse estado em casa, muito menos a cara do meu pai. Dando o braço a torcer, apenas concordo com um balançar de cabeça, que sequer sei se Thomas viu, antes de cair nos braços de Morfeu novamente.

Notas finais
E AÍ?!!! GOSTARAM? Espero que tenham gostado, me deem a opinião de vocês! MOMENTO PERGUNTA: QUEM GOSTA DE LER BEIJO AÍ??!! :} Estou ansiosa pra escrever o próximo! Muitas surpresas estão por vir! Bjs, Tatá :3