Por Trás da Mascara

4 Bruxa? Claro que não!


Notas iniciais
Hey pessoal! Espero que gostem desse capítulo e POR FAVOR! LEIAM AS NOTAS FINAIS!!

–Amarrem ela! – Exigiu Sir Fieldelton, assim Luiz e Angelo amarraram uma mulher de quarenta e dois anos na viga de madeira que estava ao meio de uma fogueira ainda apagada. – A senhora, Dolores Herman é acusada de praticar bruxaria aqui em Gregória, assim condenada a fogueira. – Completou o general. Os aldeões observavam sua conhecida prestes a ser morta injustamente. É claro que eles acreditavam em bruxaria, mas Dolores é uma senhora muito conhecida por eles que sabiam que ela não é uma bruxa, mas sim mais uma vítima do general. – Podem acender. – Disse o general com um sorriso. Philip se aproximou com uma tocha e acendeu a fogueira. Dolores tremia de medo assim que o fogo começou a crescer rápido. De repente um barriu de água caiu do telhado e apagou um pedaço do fogo criando fumaça, então mais dois caíram apagando o reto do fogo e aumentando ainda mais a fumaça, deixando todos a sua volta sem visão.

Dolores ainda tremia de medo quando sentiu as cordas de seus pulsos serem soltas e escutou uma voz:

–Venha, por aqui. – Ela sentiu alguém segurar o seu braço e a puxar para longe da fogueira. Saindo da fumaça, Dolores tossiu algumas vezes e esfregou os olhos, quando os abriu viu a Trapaceira em sua frente. – Pegue a sua família e fuja o mais rápido possível daqui. – Ela assentiu e correu para sua casa.

Só podia se ouvir as pessoas tossindo até a fumaça acabar, assim feito, foi possível todos ver a Trapaceira em frente a fogueira com sua espada em mão e sorrido. Sir Fieldelton rosnou:

– Por que você não para de nos atrapalhar e vai cuidar da sua vida?! – Perguntou ele gritando:

–Ora, simples. Porque isso é muito mais divertido.

–Você vai ver o quão divertido é quando eu cortar a sua cabeça fora! – Gritou o general de novo:

–Nossa, para que tanta violência? Por que apenas não fazemos as pazes, que tal? – Perguntou ironicamente Grace irritando mais ainda Sir Fieldelton:

–Nuca, eu iria fazer uma aliança com alguém dessa raça suja que são os piratas! Vocês não passam de apenas ladrões e assassinos do mar! – Gritou ele mais enfurecido:

–Tudo bem, tudo bem. – Ela ergueu as mãos em defesa. – Já que eu sei que ninguém jamais vai mudar a sua opinião. – Ela sorriu um pouco. – Bem, eu já vou indo. Não quero ver mais nenhum de seus chiliques por hoje. – Grace se virou para ir embora quando ouviu:

–Isso não vai ficar assim. Peguem-na! – Exclamou o general. Grace balançou a cabeça em negação “Como alguém pode ser tão fácil de irritar?” pensou ela. Então os homens do general avançaram nela. Grace subiu em uma pilha de barris em sua frente e pulou no telhado da casa próxima, e empurrou a pilha se virando com um chute. A pilha desmoronou em cima dos homens de Sir Fieldelton. Grace sorriu e fez continência para o general e correu indo embora. Assim era possível ouvir em quase toda a vila o grito do general fazendo Grace sorrir ainda mais:

–Maldita Trapaceira!

Chegando a casa abandonada onde ela morava desde que sua mãe morreu, Grace, já sem seu disfarce, suspirou de cansaço e se jogou em sua cama improvisada, até que escutou um barulho fazendo-a olhar envolta da casa e se surpreendeu ao ver quem era:

–O que você está fazendo aqui?

Notas finais
AVISO: Eu não sei se vou continuar essa história... Ela não está atraindo muito público. Mas, se pelo menos 4 pessoas comentarem qualquer capítulo, eu irei continua-la. Então você que quer que eu continue, não se esqueça de comentar, por favor!