Notas iniciais
Bem faz tempo que n posto nada mas esse aqui é um poema que escrevi faz um tempo mas n tinha achado até agora.ps: vou passar a postar meus poemas na forma de capítulos (pq n fiz isso antes? pq sou burro)

Caindo do paraíso dos meus pesadelos

Um anjo de pesadas asas negras oferece-me o fruto proibido

Me tenta a provar daquela desgraça

Resisto, luto, mas é mais forte

Muito mais forte

O caos se espalha em minha mente

Enquanto a esperança , desaparece

A maldição de ver ilumina meus olhos

Com visões de horizontes sombrios

O sorriso, antes genuíno, se mostra forçado

O mundo perde seu brilho

A máscara padronizada

Forjada por pessoas virtualmente plastificadas

Cai aos pedaços ante a minha visão descensurada

Uma sociedade amaldiçoada por correntes e preconceitos se revela

Sinto o nojento cheiro de pessoas obesas de vaidade, narcisismo, inveja e maldade

O amargo som da musica suja produzida pela ira autodestrutiva surda-me a mente

Uma vida que dificilmente irá trazer-me alegria de qualquer tipo, já que vejo quão podre e egoísta o ser humano pode ser

Pergunto-me agora qual é o certo, acordar meus irmãos de seu sonho alienante e lutar uma batalha contra um inimigo invisível, inaudível, intangível, quase que imperceptível ou deixa-los felizes em suas ilusões?

Indecisão toma conta de mim numa velocidade caótica

Confusão retalha minha mente e cria ilusões de óptica

Pensamentos maratonam por meus neurônios

Cafeína, mais cafeína, mais vício, não é o suficiente. Ritalina, foco meus pensamentos caem as virgulas tudo muito rápido mais preciso de mais mais,mais... mais? Do que preciso? Já não lembro.

Tiro o olho do meu livro, olho para cima e penso.

Maldito dia em que decidi provar desse vicio chamado conhecimento