"Aqui jaz um bom homem"

dirá minha lápide, entre outras, olvida...

Palavras estas que não traduzem a verdade

talvez hipócritas, irônicas... Sem sinceridade

ou, simplesmente, o eufemismo de uma guerra perdida...

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Proscritas, lágrimas de sangue vertidas;

Olvidas, sonhos, amores, realidade;

Sanidade, outrora importante, aqui jaz perdida

esquecida defronte a porta; rumo, esta, à felicidade.

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Vivo? Confesso. Não nego, afirmo!

Morto? Um pouco... Estou morto e vivo.

Vivo, em corpo; coração (partido)

Morto, em alma; sentimentos (sofridos)

Vivo, em consciência; razão, lógica, sentidos

Morto, em vida; um zumbi num mundo exaurido.

Um vivo-morto inconsciente,

Um consciente morto-vivo...

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Então, muito obrigado por ter lido! O poema acabou antes dessa linha aqui de cima, como deve ter percebido, mas, como o site requer o mínimo de 100 palavras por capítulo, tive de completar as ditas cem palavras com algo que, no caso, é essa explicação para a existência dessa explicação, então é isso! Espero que tenha gostado!