Plus Ultra

11 Capítulo 11 - Ser um.


Notas iniciais
DESCUUUUULPE A DEMORA, EU ESTAVA DODÓI !! Espero que gostem e comentem !!!1 ! E Eu nem tinha visto que o site tinha voltado -q

Quando Gajeel subiu as escadas se supreendeu com o que viu , a pequena estava correndo pelo quarto atrás de Lily que parecia não estar muito interessado em ser agarrado pela menor, o moreno observava os dois numa " briga " frenética.

– Volta aqui Lily ! — Ela pulava na cama dele sem se preocupar com o que estava em cima, assim sem perceber derrubou a guitarra do moreno que ficou pasmo com aquilo e sem hesitar — Muito menos pensar — gritou com toda a raiva que tinha .

– CHEGA SEUS MERDAS ! CARALHO ! OLHA QUE PORRA MEU QUARTO FICOU ! E... — Levy o encarava , Lily estava assustado e correu para os braços da garota de que antes fugia.

– S-Seu grosso... Não precisava gritar ! — Ao invés de assustada ela estava revoltada, a mesma largou Lily e correu até ele e sem hesitar começou o ataque estapeando o moreno que se surpreendeu e apenas a encarou, convicta de sua força ela não percebia que seus socos não abalavam-no e continuava, já entediado ele a pegou pela gola do vestido e a ergueu, logo depois ficou a encarando com certo deboche. — Acha mesmo que pode comigo baixinha ?

– Me solta seu grande idiota ! Eu vou... — Ele sorriu malicioso, a essa altura Lily já havia fugido.

– Vai o que ? — Ele aproximou o rosto dela e a beijou, a mesma corou e retribuiu, era agora ou nunca : O moreno a depositou na cama e começou a subir o vestido da menor com as mãos geladas, ela soltou um gemido mas não o impediu de continuar, se sentia segura o suficiente para estar com ele novamente. Gajeel estava impaciente com aquele sutiã que insistia em impedi-lo de tocar os seios da SUA garota. — Merda... — Ele praguejou a pequena peça e antes dela poder ajuda-lo o mesmo havia o rasgado em dois e jogado ele longe. — Pronto.

– Er... Eu podia ter tirado... — Ela disse sorrindo meio sem jeito.

– E qual seria a graça ? — Ele levou a boca até o seio esquerdo dela e o abocanhou, chupava e lambia ele tirando suspiros e gemidos da menor. — Levy... — Ele levou a mão até a cavidade úmida e pequena dela, sentia toda a excitação dela — Posso..? — Ela acenou com a cabeça em sinal de permissão e o moreno logo levou a boca até onde antes apenas seu dedo se ocupava, desprovido de pudor ele iniciou o ato a lambendo os " Lábios " de sua vagina, ela pôs-se a contorcer-se de prazer e a gemer abafado por estar tentando esconde-los, Gajeel adorava aquilo afinal os gemidos eram pra ele. APENAS dele.

– Gajeel... — Ela se ergueu e ficou de quatro na cama, automaticamente ele se levantou e a fitou sem entender, a garota abriu a calça dele retirando da cuéca o enorme membro já semiereto. — Posso..? — O homem autorizou com a cabeça e ela o levou até a boca chupando a ponta dele, Gajeel já sentia o membro crescer, ele ficava excitado com o movimento e ajudava ela, guiando a sua cabeça inexperiente.

–G-Gajeel >< — Ela corava e lambia a cabeça do membro dele meio desajeitada, estava assustada pois lembrava do estupro e ao mesmo tempo tinha medo de não ser boa o bastante para satisfazê-lo já que ela sabia o quanto de garotas ele já havia ficado, garotas experientes e muito bonitas. Ele continuava a guia-la, estava vendo o quanto ela estava hesitante tentava "incentiva-la" a seu modo.

– Anda cachorra! — Ele urrava a encarando. — Aumenta isso ai ! — O maior a empurrou com mais força fazendo o membro ir até a garganta fazendo a jovem engasgar, ela se afastou meio assustada, o olhava com lagrimas nos olhos. -Er... — Ele olhava meio sem graça pela brutalidade com a pequena -Foi mal, tá ? — Gajeel bufava indeciso se continuava pois a essa altura ela chorava assustada. — E-ei! Me desculpa tá ?! Não queria te machucar... — Ele desviava o olhar, sem graça. Ela encarava-o com os olhos marejados. — D- desculpa...

– Você é rude... — Ela finalmente se pronunciava, inflando as bochechas irritada e chateada pela atitude do maior — Você me magoou...

– Desculpa... É que eu tava gostando e... E eu queria que você gostasse também... — Ele suspirava sendo contra a vontade sincero — E-eu... Gosto de você... De verdade... -O "grande Gajeel de ferro " corou por isso.

–S-sério..? — Como um tomate ela estava corava e meio relutante em olha-lo.

–É-é.... — Ele a abraçou forte e suspirou por tê-la junto a ele — Te amo Levy... Eu não vou te deixar nunca...

– T-tá — Já mais calma a jovem beija a bochecha dele e é retribuída com uma mordida no pescoço. Envergonhada ela havia corado pelo leve gemido que acabou soltando. — B-baka

– Tsc... Sou mesmo. Agora vem cá. — Num movimento rápido a derrubava na cama então ele ficava por cima da jovem , a enchendo de beijos, ela começava a rir e o abraçava debatendo-se com as cócegas. Ele por sua vez quanto mais a beijava mais se excitava. — Levy... eu te amo...

– G-Gaj... — Ela gaguejava envergonhada — Eu... eu... Eu te amo Gajeel-kun. — Ela o abraçou forte e em seguida segurou o rosto dele beijando-o.

– Levy... — Ele deixava e se entregava aos prazeres, a beijando também, ela o empurrava saindo debaixo dele.

– M-me ensina... — Corada a jovem evitava olha-lo.

– Errr... S-sim — Ela se ajoelhava em frente a ele e o mesmo a olhava.

– E agora?

– Chupa. Com calma primeiro. — Levy fazia o que ele mandou então abaixou-se e colocou o membro na boca, chupando ele desajeitadamente porém de um jeito gostoso. Ele via e bufava.

– Ainda não está bom. Use as mãos.

– As mãos? Tá... — Ela levava as mãos até o membro dele e começava a acaricia-lo em movimentos circulares — Assim ?

–Aaaah isso... — Ele já começava a adorar...

– Desse jeito mesmo — Ele corava e ela começava a rodear os piercings do membro dele com a lingua, os dedos estavam massageando os testiculos dele lentamente.

– Aaaaahhh... Continue... — Ele guiava gentilmente a cabeça dela, tão gentil que nem parecia o mesmo Gajeel. — Deliciosa... — Ela sorria com o "elogio" e beijava a ponta do membro dele, chupava e passava a masturba-lo

– Aaaah.. — Ele se excitava com o movimento — Tá evoluindo... — Ele beijava o topo da cabeça da garpta que corava por estar focava a chupar a glande enquanto as pequenas mãos avidamente o masturbava.

– Aaaah... Isso... Passou no teste... Boa garota — Ele fazia carinho no cabelo dela . — Agora continue.

– T-teste? — Ela o encarava sem entender.

– Claro ! O teste de me chupar — Gajeel ria brincando — Vem cá, vem. Minha vez de ser avaliado.

– O-ok. O que... eu faço?

– Sente-se e espere. — Meio desajeitada ela se sentava na cama de pernas fechadas, ele ria e abria elas com as mãos. — Assim... — Ele ajoelhava-se levando a cabeça até a vagina pequena e apertada, sorria ao vê-la excitada por estar naquela posição com ele. — Safada... Ja tá prontinha pra mim né?

– I-i-idiota ! — Ela corava instantaneamente com o comentário e estapeava-lhe a cabeça com pouca força, ele simplesmente ria, e voltava a concentrar-se na garota, sem o menor pudor ele a lambia e chupava, chegando a hora que ele começou a se concentrar no clítoris a menos, fazendo-a gemer e se contorcer, ele continuava os movimentos sem um mínimo de pudor, concentrado em fazer a jovem se sentir bem o maior parou por alguns segundos e ela instintivamente bufou, puxando-o pelo cabelo fazendo-o voltar a posição que estava- E-eu não mandei parar !

– Gihii... A Baixinha é mais tarada do que eu pensei... E olha que eu achei que só gostasse de pornô gay. — Disse voltando a lambê-la com vontade, ela estapeou-lhe mas isso não o fez parar.

– E-eu não gosto de pornô gay. — Ela corou e ele sorriu, ele a lambia e encarava ela como se a desafiasse, a menor evitava olha-lo nos olhos e o chutava, revoltado ele se levanta e ela o olha sem entender, o maior se deitava de barriga pra cima apontando pro membro duro e ereto.

– Sente nele. — O maior ordenava, a jovem se lembrava daquilo e se assustava, afastando-se.

– E-eu não quero >

– Tsc... Como assim? Tá com medo de quê ? — Ele não entendia e a fitava como se ela fosse uma boba.

– E-eu não quero... — Ela se afastava dele , começando a chorar.

– Por que? Não vai doer... — Ele a encarava e ela chorava, chateada por se lembrar daquilo.

– V-vai sim...

– Não vai! Eu prometo. — Ele finalmente se tocava do que ela estava falando e ficava com certa pena da menor- E-esquece isso... É passado — Ele segurava a mão dela, estava sendo carinhoso como nunca antes — Levy ... Eu prometo mas... Não com palavras. Com ação. Como um homem... Um homem que eu serei só pra você... — Ele mostrava um brilho nos olhos dessa vez, estava determinado.

– T-tá... O que devo fazer? — Ela o olhava com ternura, confiava nele.

– Sente nele. Bem devagar... — Gajeel usava toda a ternura que havia fotossintetizado pra tentar conforta-la.

– Tô com medo...

– N-não tenha medo- O homem suspirava e pensava por alguns segundos. — P-pense em coisas... agradáveis.

– Tipo poneis ? — Ela sorria com os olhos brilhando, adorava pôneis.

–Puta que pariu- Pensava ele, coçando a cabeça- É tipo pôneis mesmo .

– *O* Nós vamos assistir? — Ela se sentava na cama empolgada.

–E-er... Depois, tá? Primeiro o sexo.

– Ma-mas você disse que... V-você disse que era pra eu pensar em coisas boas... Pôneis são bons.

– Tsc... está certo — Ele pensava um pouco, já irritado. Vamos aos pôneis — Bufava, visivelmente irritado.

– Ebaaaaaaa!!! — Ela dava um pulinho mas parava pra pensar, ponto o dedo indicador nos lábios e o pressionando contra o mesmo. — Mas... a essa hora não tá passando

– ... Então se não tem , vamos ao sexo agora — Cruzava os braços, já esgotando sua paciência.

–O-ok... — Levy corava engatinhando até ele, meio sem jeito por estar nua. — O que eu devo fazer?

– Hum... Ele pensava um pouco e a olhava. — Fique de quatro e... Tente não olhar pra trás.

– T-tá. — Ela se posicionava na cama meio desajeitada — Assim?

– Mais ou menos... Empina mais seu bumbum... Assim... — Ele a ajudava e ela o obedecia sem questionar, afinal ele é que sabia do assunto, não ela. — Sim. Isso mesmo. — Ele sorria acariciando as costas macias dela, e então suspirava. — Agora prepare-se... — Gajeel penetrava aos poucos nela, bem de leve e com carinho até então desconhecido por ambos.

– A-aii... Gajeel... -Ela gemia se contraindo pela dor, apesar de incomoda-la isso excitava-o.

– Calma, eu vou aos poucos... — Gajeel a penetrava devagar e com cuidado, ela se contraia, contorcendo-se e agarrando-se a um travesseiro, gemendo de dor, o maior continuava pondo com mais força dessa vez, a jovem acabava aceitando, começando a gostar aos poucos da sensação, porém ainda doía e por várias vezes ela suplicava que ele parasse mas o rapaz ignorava o pedido dela, penetrando ainda com a mesma intensidade. — Não é gostoso?

– S-sim... -M-mas dói...

– Eu tô fazendo devagar. — O maior alisava a bunda dela, bufando . — Não vai me fazer parar agora, né ?

– N-não... Pode continuar... — Ela cobria o rosto com as mãos .

– Hunf, acho bom mesmo. — Ele bufava já impaciente, a penetrando com mais e mais intensidade, a jovem deixava, acabava gostando mesmo doendo ela se sentia protegida.

– Gaj... Gajeel... Kun...

– Aaa-aaahh... E-eu te amo Levy ! — Ele urrava enquanto penetrava mais fundo, o pênis já estava latejando de novo, ela começava a rebolar como os homens dos lemons que assistia, estava mais fácil e gostoso, ambos estavam excitados ao ponto que nem os piercings dele a machucavam mais.

– Gajeel... — Ela arfava, estava se cansando.

– É gostoso não é? — Segurando a cintura dela ele continuava, estava quase gozando, ela se abaixava e gemia, estava tão eufórica e excitada quanto ele, sem se importar a penetrava e as primeiras gotas saiam, aumentando até que saia tudo de uma vez, a goza dele era tanta que escorria pra fora, ele se concentrava em esfregar o membro no clítoris dela dando mais prazer a cada estocada, Levy já arfava começando gozava junto com o maior, os gozos se misturavam num prazer inconfundível, era a transa mais deliciosa que havia tido, apesar de seu corpo pequeno e delicado era "ela" Aaaahh, tô no paraísoooo! — Ele suspirava

– V-v-você g-gostou? — Ela gaguejava com vergonha, achando que não havia sido boa o suficiente.

– Claro ! — Ele sorria e a abraçava, deitando de barriga pra cima. — Maravilhosa! Você é demais baixinha. — Ela se aconchegava nele, acabava cochilando afinal, estava exausta, ao invés de empurra-la como faria com qualquer outra ele a abraçou, beijando a testa da menor sorrindo, ainda era dia então ele dormia com ela, eles dormiam até cerca de oito da noite quando ele acordou e a largou, deixando-a incomodada, ele a afagou até a mesma se acalmar e voltar a dormir tranquilamente, o maior pôs-se a escolher algumas roupas e enfiar na mochila, assim como a ração do gato, Gajeel ouvia um barulho estranho, quase um ronrono, virava-se pra verificar se Lily estava enchendo a pobre garota mas então percebia que a mesma estava "roncando" e começava a rir histérico afinal segundo ele aquilo não era um ronco, era qualquer coisa menos um ronco. Ele se aproximou e a beijou na testa, a mesma deu um tapa estalado no rosto dele sem querer, e o rapaz — visivelmente irritado- mordeu o bico do seio dela, que gemeu, ele viu que o sono dela era pesado então começou a chupar os pequenos seios da jovem, ela gemia ainda dormindo mas logo ela acordava muito envergonhada.

– SEU COCOZENTO ! ISSO É SUJEIRA ! — Ela se afastou, cobrindo-se com o edredom cinza do maior.

– Quem manda chamar minha atenção ?! — Ela o encarava sem entender e ele bufou, com cara de poucos amigos. — Cê tava roncando, não adianta negar.

– E-eu tava? — Ela abaixou a cabeça -Desculpa...

– Gihi... Vai, põe roupa, vamos pra tua casa senão teu irmão dá um chilique.

– V-verdade, ele já deve estar ligando desesperado pra casa... E eu esqueci o celular... — Ela suspirava — O Myst deve estar morrendo do coração sem notícias do carro "dele". — Gajeel imediatamente a encarou.

– Afinal, essa porra desse carro é de quem?

– É Dos dois, como o Myst tava sem dinheiro o Jellal se ofereceu pra comprar junto com ele, ai eles dividiam, o carro é de colecionador, assim como todos os carros da casa.

– Sem dinheiro? o.O — Ele erguia uma sobrancelha — Mas cês são ricos.

– O Jellal estabeleceu uma pequena quantidade de dinheiro pra usarmos por mês, tipo uns... 5% do lucro da empresa... — Os olhos do maior arregalaram, não era possível alguém ter tanta grana assim, pensava em um jeito de se apoderar do dinheiro, talvez um assalto... Imagine quanta coisa ele poderia comprar... Carros... Drogas a vontade..? Quem sabe ele poderia zerar suas dívidas de quando era chefe da máfia, e assim se ver livre de Totomaru e dos outros. Ele balançava a cabeça tentando esvaziar a cabeça daquele pensamento, isso era coisa do "antigo" Gajeel que infelizmente ainda estava presente nele.

– Vamos logo. — Ele a puxava e dava-lhe as roupas, ela insistia que ele virasse, para ele era frescura afinal, eles haviam transado a algumas horas, realmente não entendia as mulheres, a jovem vestia-se e descia, pegando o gato no colo, Gajeel pegou as malas e a cama do gato, jogando um kiwi e uma faca pra Levy que rapidamente o descascou e e entrou no carro, dando a fruta pro gato que estava aconchegado em seu colo, sem saber Totomaru o observava de longe e pensava a mesma coisa que o moreno tentava afastar de seus pensamentos: O Dinheiro da jovem Levy.

Notas finais
Desculpem a demora e os erros! Espero que gostem !! Comentem e alimentem a Gabyeon! Até dia 17 !!!!