Plus Ultra

10 10 - Poderemos quem sabe....


Notas iniciais
Demoroooooooooooooooooooooooooooooooooou mas chegou !!! Eu tava em semana de provas e no feriado fui pra casa da minah irmãã ç.ç Gomennn minnaaaaaaaaa !!

– G-Gajeel... — Ela estava falando totalmente assustada, me coloquei em prontidão assustado, com medo de que o irmão dela tivesse feito algo — Gajeel pode vir aqui em casa?

– O que houve ?! Foi o tal de Mystogan ?! ELE FEZ ALGUMA COISA ?? — Eu comecei a gritar ao telefone, ela voltou a chorar, me desesperei e abaixei o tom de voz, ainda aflito — Levy... O que aconteceu ?!

– Me-meus irmãos saíram... — Ela deu uma pausa e suspirou, ela soluçava — Eles sairam e "ele" apareceu... Ele tá lá embaixo !

– V-você tá aonde..? — Tentei me manter o mais calmo possível para não assusta-la mais.

– No meu quarto... — A Ouvi abraçar alguma coisa — O segurança faltou e... Ele está revirando a casa...

– Vou chamar a polícia, mantenha a calma e se esconda. — Falei enquanto colocava um tênis, deixei os coturnos de lado pois eram mais complicados de colocar, ela soluçou um " tá " e desligou, não consegui dizer que a amava, antes de sair de casa peguei minha arma numa gaveta de meu guarda-roupa saí correndo e a caminho liguei para a polícia que avisou que chegaria em dez minutos, peguei minha moto e disparei sem me importar com as multas ou algo assim, parei a moto e ouvi ela gritando, e ele tentando tapar-lhe a boca com alguma coisa, a porta estava aberta, entrei sem medo e com muita raiva, o ódio tomava conta de mim e eu cheguei gritando. — SOLTA ELA FILHO DA PUTA ! — Ele passou a prestar atenção em mim e direcionou a arma para a cabeça da pequena que gritava.

– Eu vou atirar !!! — Ele apontava a arma pra cabeça dela, estava bêbado. — Me dê o dinheiro !!!

Vi os irmãos dela chegarem desesperados, eles tentaram dialogar mas o homem só queria dinheiro, eles disseram que dariam, Jellal subiu as escadas e voltou com uma maleta recheada de dinheiro, devia ter cerca de dois milhões de jewels lá, o cara apertou a arma na cabeça dela.

– Eu quero mais !!! — O homem cambaleava, via ele roçando nela e isso começou a me tirar do controle.

– Nós não temos mais !!! — Ouvi Jellal gritar mas nem o olhei, acompanhava cada movimento dele e de Levy, a porta foi aberta e a polícia chegou, ele ficou irritado e começou a berrar, depois de engatilhar a arma e apontou-a para os policiais falando coisas sem sentido nenhum, ouvi eles gritarem " Largue-a Bacchus ", ouvi um estouro e Levy gritou, ele havia atirado e felizmente pegou nela de raspão, o ódio e a sede de vingança tomaram conta de mim e eu saquei a arma, atirando no abdômen dele, que caiu agonizando no chão, soltou Levy que veio correndo até mim... Bacchus... Me lembro do nome dele... Ele era um cara da " 4 Cerberus" uma gangue rival a minha, a polícia o rendeu e algemou ele, minha chorava enquanto eu o encarava, assim que ele foi algemado tirei os olhos dele e os voltei para a minha pequena que chorava enquanto me abraçava forte, eu sorri e beijei a testa dela, Mystogan veio até mim e me encarou com um olhar irritado.

– Uma atitude impensada e irresponsável — Ele fez uma pausa e me abraçou, por consequência abraçando Levy, abriu um sorriso leve e calmo — Mas que salvou a vida de minha irmã... Obrigada Gajeel...

– Tudo pela minha baixinha... — Sorri pra ele e baguncei a cabeleira azul de Levy, beijando ali Jellal estava no telefone, ficou cerca de dez minutos discutindo coisas nele e parecia agitado, ele pareceu se acalmar e guardou o celular no bolso da camisa se dirigindo a nós.

– Amanhã vocês prestarão depoimento. — Ele abraçou a pequena que me largou pra ficar com o irmão. — Por hora contratei três seguranças novos, mas terei que pedir uma coisa. — O olhei tenso, e ele me fitou — Poderia ficar aqui com a minha irmã? Temos que entrar em contato com advogados e Mystogan terá que sair em viagem com a empresa e eu o seguirei em seguida, depois da minha prova de amanhã. — Levy que estava toda manhosa e parecia estar dormindo de pé com o carinho do irmão abriu os olhos e pulou em cima de mim, por sorte consegui pega-la no colo.

– Pode ??? Fica?? FIIIIIIICA??? — Ela estava MUITO animada, animada demais para alguém que tinha acabado de passar por uma experiência de quase morte a minutos atrás, vendo aquele alvoroço e toda aquela expectativa enchi-me de pompa e disse.

– Se for pelo bem de todos e felicidade geral da nação — Enchi o peito e disse — Diga ao povo que eu fico ! — Comecei a rir, eles me encararam por um tempo e começaram a rir, Mystogan parecia estar em outro mundo, quando de repente se manifestou.

– Só voltarei em três dias, podem faltar na escola que depois eu me acerto com o Makarov. — Mystogan me olhou e ajeitou a camisa. Jellal começou a rir.

– Só não quero sobrinhos ainda ! — Ele piscou para nós e os dois outros azuis coraram, eu ri e concordei com a cabeça, apalpando o bumbum dela.

– B-baka !!! — Ela soltou um gemido e eu grunhi assim que ela me soltou, dando tapas no peito do irmão.

– Ora tenha a santa paciência, vocês são jovens e nós não somos idiotas, sei muito bem o que vocês podem fazer na nossa ausência. Mas por favor não sujem os lençóis. — Mystogan disse isso sem pudor, Mystogan... Mys-to-gan, M-Y-S-T-O-G-A-N, olhei meio pasmo e ele saiu andando como se não tivesse acontecido nada. Encarei Jellal e ele sorriu sem meio graça.

– Você pensa que ele é integro até ver a coleção de pornôs dele... — Ele suspirou abrindo a carteira e tirando de lá um par de chaves, sorriu e jogou para mim, — Tem habilitação né? — Acenei com a cabeça num "sim" silencioso e ele me encarou sorridente, suspirou pra mim e disse calmo. — Essa chave é a chave do MEU carro FAVORITO. Não ouse quebra-lo — Ele fez uma pausa e cruzou os braços jogando-se no sofá de pernas abertas — Dá um pulo na sua casa e pega as suas coisas, ai você pode ficar aqui sem se preocupar.

– M-mas e o meu gato ? — Eu o encarei, não gosto de deixar o Lily sozinho, o homem me encarou e fez uma careta.

– Pode trazê-lo ... Mas pelo amor de Deus NÃO deixe pelos pela casa, penteie-o todos os dias. — Eu sorri animado e abracei a Levy que entendeu a mensagem e sorriu.

– Eba !!! — Levy deu um pulo e me agarrou pelo pescoço, rimos, ela estava bastante animada e contente para alguém que tinha acabado de ser assaltada, suas atitudes infantis eram engraçadas. — Eu posso ir com você ??? Eu já fui na sua casa mas quero ir de novo ! — Eu sorri, mesmo minha casa sendo uma coisa horrorosa ela queria ir novamente, então eu concordei com a cabeça e encarei o irmão dela.

– Pode? — Mystogan havia acabado de chegar, ele sorriu e Mystogan que estava revoltado "cuspiu" uma resposta.

– Pode... — Ele ajeitou a camisa, estava revoltado com alguma coisa — Se bater o MEU carro... — Perai?! O carro não era do Jellal ?! — Vi Levy me soltar e abraça-lo.

– Ele não vai bater!!! Né Gaj? — Ela sorriu me olhando depois de largar o irmão, ficou andando em círculos em volta de nós dois.

– Eu nunca vou colocar a vida dela em risco. — A puxei e beijei a testa dela que se arrepiou me abraçando, peguei-a no colo. — Nunca mais...

– Awnt que fofo. — Os dois me encararam era Jellal que havia dito isso, Mystogan ainda estava de cara amarrada, me limitei a dizer:

– Eu não preciso do carro... Tenho a minha moto... É sério. Nós podemos ir de moto e.... — Fui interrompido pelo que antes estava emburrado e agora estava desesperado.

– Não. Não confio em motos. Antes meu carro do que minha irmã ! — Ele fez uma pausa. — Não quero que vocês sofram juntos outro acidente.

– Outro acidente ..? — O encarei confuso, Levy fez o mesmo, eu não entendi o " juntos " e fiquei o fitando esperando uma resposta ou continuação do que ele ia falar a seguir, mas Levy que se manifestou. — É irmão... Que acidente ? — Ela perguntou num tom de voz infantil porém curioso e meigo. — Eu nunca me acidentei...

– Mas é claro que... — Ele levou um soco brutal no rosto, me assustei e abracei Levy a escondendo em meu peito, ela estava com medo e eu estava assustado por ter sido Jellal que desferiu-lhe o soco. — Argh ! Isso doeu porra !

– Fica quieto ! ELA NÃO SOFREU ACIDENTE NENHUM ! — Ele gritava com ódio do irmão, Mystogan parecia querer retrucar mas apenas suspirou e aceitou, ficando em silêncio. Ele se voltou para nós, abraçando Levy que chorava. — Me desculpe... Pode relaxar, tá ? Vão lá buscar o gato, ok ? — Ele sorriu largando-a e bagunçando o cabelo dela e logo depois me reentregando a chave do carro como se nada houvesse acontecido.

– M-Mas nii-san... — Levy começou a falar e ele tirou dum bolso uma trufa ainda embalada e deu para ela que se distraiu e começou a comer esquecendo o assunto. Me impressiona como é fácil compra-la com um punhado de açúcar. Encarei Jellal por alguns segundos e disse :

– Certo... Bem... Vamos Levy ? — Olhei pra ela e me surpreendi a vê-la com as mãos meladas de chocolate, assim como o rosto. Comecei a rir e me abaixei, ficando na altura dela lambi os lábios sem muito pudor, ela grunhia e Jellal desviava o olhar. Eu continuei. até limpar todo o chocolate e assim que o fiz beijei-a rapidamente num selinho, ela me encarava com as buchechas infladas.

Gajeel Povs Off

Levy Povs On

– Eu ia lamber aquilo. — Eu o fitei com raiva, como ele ousa fazer aquilo ?! Era meu chocolate. O chato só riu e bagunçou meu cabelo. O peguei pela camisa fazendo ele abaixar denovo e olhei-o nos olhos. — Vai me pagar, ouviu ?

– Eu compro uma dúzia pra você. — Ele olhou pra mim sorridente mas depois fez uma cara de quem ia aprontar — Se ... — Como eu odiava esses "se..."

– Se..? — Repeti em tom de pergunta e ele sorriu.

– Se for bem boazinha e tomar um banho comigo para irmos cheirosos pra minha casa (u-u) . — Dei um tapa no peito dele — que era onde eu alcançava e berrei.

– Como ousa me pedir algo assim ?! — Inflei as bochechas e o encarei — Eu já tomei banho hoje !!! — Ele me encarou surpreso e filhadaputamente me pegou com aqueles braços enormes e jogou a mim em um de seus ombros, eu gritei, me debati mas foi inútil, ele não tava nem ai e só sorria subindo as escadas comigo no ombro, assim que chegou no meu quarto trancou a porta e colocou a chave num lugar onde eu não alcançava, murmurei um "Cretino", ele apenas deu risada e logo após me colocou no chão..

– Tire a roupa. — Ele me encarou como se fosse A DROGA DA COISA MAIS NORMAL DO MUNDO ALGUÉM TIRAR A ROUPA NA FRENTE DUM HOMEM... E que homem... Foco Levy! Foco !

– Me obrigue. — O encarei fazendo a "frog face" e ele sorriu de canto.

– Te obrigar..? — Ele me olhou malicioso mordendo o lábio inferior, me jogou na cama com a maior facilidade do mundo enquanto eu -um exemplo exímio de equilíbrio — Cai no colchão de pernas pra cima, sem um mínimo de vergonha na cara ele retirou meu vestido, tentei cobrir o corpo com as mãos mas era inútil por que ele parecia não se importar e continuava a — tentar — abrir o sutiã que eu usava, comecei a rir e ele me imitou inflando as bochechas, não me contive nem um pouco e ri, ri demais da cara de confuso que ele fazia, como eu sou boazinha abri o fecho daquilo e ele ficou empolgado — até demais — agora jogando ele longe.

– Obrigada baixinha. — Ele me abraçou e apertou meu bumbum, gemi e ele me encarou sorrindo. — Levanta. — Como eu não tinha mais nada a perder eu o fiz e ele se aproximou retirando minha calcinha com os dentes, ele lambeu minha cintura e me largou retirando a própria roupa. — Vai pra banheira. — Me virei e fui, mas não antes dele dar um tapinha no meu bumbum e rir maroto e como sempre ele me seguiu, a banheira estava cheia e ele entrou primeiro, sentou-se folgado e eu encarei indagando com o olhar o que era pra fazer e ele acenou com a cabeça me dando "autorização" pra entrar, me movi lentamente entrando e ele me puxou pra perto dele, senti "aquilo" nas minhas costas e gelei lembrando de tudo o que ele já havia feito, sem o mínimo de pudor eu o abracei com medo daquele "pesadelo", ele pareceu captar o que eu sentia e me aconchegando nele e confortando-me em seu peito por alguns minutos, quando me acalmei ele pegou uma bucha e passou pelo meu corpo, ele olhou pra mim indignado e começou a reclamar.

– Nessa casa não tem Seda não ? Eu só uso Seda Preto seduzente. — Ele me encarou revoltado, eu dei um tapinha na cabeça dele — Hunf.

– Pra cabelos pretos tem o Shampoo da Ultear... O Pantene Preto seduzitor. — Ele bufou e aceitou, vi ele virar a cabeça irritado.

Levy Povs on

Gajeel Povs On

– Hunf... Pode ser... — Reclamei e bufando, se meu cabelo virar uma palha eu JURO que meto o ferro nessa nanica... Se bem que... Eu vou meter de qualquer jeito .-. Ela saiu da banheira e ficou de quatro, na maior cara de pau fiquei olhando o bumbum que balançava de um lado pro outro sem se importar comigo atrás, do jeito que estava eu conseguia ver o cúzinho dela e eu via também a bucetinha rosada e deliciosa... Argh... Vai subir Y.Y

– Tá tudo bem Gaj ? — Ela me encarou e eu sorri torto fazendo um sim com a cabeça e ela voltou a procurar até levantar abruptamente fazendo os seios pularem, ela o trouxe até mim entrou na banheira e se sentou no meu colo novamente sorrindo, ela deu uma reboladinha pra se ajeitar e foi iminente, subiu e ela pareceu sentir por que começou a rebolar com os quadris em mim e eu não deixei barato: Coloquei uma de minhas mãos entre a perna dela que gemeu surpresa, a vi abrir a boca e arfar e corar, meu pau já devia estar louci de vontade de tê-la então guiei ele até a entrada quente dela porém assim que a encostei ela deu um pulo e subiu envergonhada e assustada, eu entendi e aceitei. Ela pegou o Shampoo e colocou nas mãos começando a passar no meu cabelo, ela estava de pé fazendo isso enquanto eu sentia os seios dela esfregarem no meu rosto, não resisti e abocanhei o seio esquerdo dela "mamando" como um bebe faminto, ela apenas gemeu e me deu permissão para levar minha mão até o pequeno anús dela e penetrar o dedo so meio ali, ela gemia talvez por causa do meu dedo ser grande, aproveitei e com o polegar massageei o clítoris dela, ela massageava meu cabelo e eu a estimulava, ela levou o chuveirinho pro meu cabelo e retirou toda a espuma e o shampoo dele, ela começou a pentear ali com um pente e um condicionador ela tratava meu cabelo com carinho, dez minutos depois de eu estar a estimulando e ela cuidando do meu cabelo ela enxaguou tudo, não gostei dela ter acabado e a agarrei fazendo-a chegar mais perto, aproveitei pra morder com os caninos o mamilo rosado dela e a mesma gemeu, não me contive e enfiei os dedos fundo na cavidade dela e ela gritou, gemeu, e arfou de prazer.

– Levy... — A encarei e ela sorriu em resposta, beijando minha testa.

– Vamos acabar esse banho que ainda temos que sair... Ok ? — Bufei e lambi o dedo que estava na bucetinha dela .

– Hunf... — acabei de me enxaguar e levantei — Tá... Saco viu ?!

– Larga de ser mal humorado ! — Ela me abraçou e sorri pegando as minhas roupas que estava lá, mesmo usada, eu a coloquei e ela me encarou com nojo, ela só colocou uma roupa limpa e sorriu pra mim, descemos com a chave nas mãos, ela despediu-se da casa — super normal -.-" — e saiu comigo rumo ao carro, e ela apontou um dos 7 carros de lá, eu olhei aquilo assustado afinal eram carros enormes e lindos, muito bem polidos por sinal, ela pegou uma lamborguini preta bonita, eu encarei ela como se perguntasse "é sério?" e ela sorriu e acenou com a cabeça saindo de lá e entrando no banco de carona, eu entrei assustado e maravilhado pelo carro, bancos de couro puro embelezavam mais ainda aquela obra prima, a pequena deitou se espreguiçando naquele banco enorme e cheiroso, liguei cauteloso e manobrei com calma, ela me olhava indignada pela minha surpresa em dirigir aquela máquina, dirigi até o local onde a Phantom lord se localizava, não era fã daquele lugar mas ela desceu do carro sorridente e animada, entrou sem nem um pouco de cautela na casa, ouvi alguns ruídos e corri pra lá ...

Notas finais
Gooooooooostaram?