Playful Game
13 Sempiterna amor
Notas iniciais
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A parte do Tae ficou curta novamente T_T Não consegui nada melhor do que isso, sorry.
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Leiam as notas do final porque elas são importantíssimas~! Agora aproveite esse capítulo, que na minha opinião, é um dos mais bonitos *-*
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Título: Amor Eterno.
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[EDITADÍSSIMO] UAHSAUHSAUHSAUSUHSAHUAS ACABEI DE DESCOBRIR QUE O "OLHO AMENDOADO" EXISTE!!!! UASUAHUSAHAUHHUSUHAS Li em alguma revista de maquiagem, não acreditei e fui procurar. YAY! EU NÃO SOU LOUCA! uashuahsushushuauhshuasuhashuuhas
A chuva atingindo a flor,
Vai tirando pouco a pouco sua cor.
Dói, dói muito.
A vida vai se apagando lentamente.
Taemin POV
Ao voltar, deparei-me com Park Bom. Ela ia em direção a Kibum e os outros.
Não chegamos a parar para conversar, pois ela me disse uma única frase. E disse baixo o suficiente para que somente eu ouvisse.
“Faça o que deve fazer, Taemin.”
Talvez eu devesse, mesmo.
Quanto mais rápido aquilo acabasse, melhor seria.
–Taemin! – Jongin acenava da porta da loja, esta já fechada. Seu sorriso estava aberto, mostrando os perfeitos dentes em uma expressão de alegria sincera.
Não aumentei o ritmo dos passos vagarosos. Com a cabeça baixa, fitava apenas o chão, enquanto a distância entre nós dois diminuía. Jongin reduziu-a mais ainda, correndo até mim.
Em minha mão direita, a sacola intacta. Em minha mão esquerda, o vazio.
–Obrigado! Muito obrigado mesmo, Tae! – Ele disse, curvando-se repetidas vezes.
–Não precisa se curvar. – Sussurrei.
É desagradável.
É incômodo.
Ele ajeitou-se e sorriu, meio sem jeito.
–Foi um dia muito divertido, mas agora tenho que ir para casa. Promete que vem me ver na loja de novo, algum dia? – Pediu, humildemente.
Eu queria fugir e nunca mais vê-lo. Mas sabia que não teria forças para isso.
Estiquei a mão que ainda segurava a sacola, e de alguma forma, um sorriso que não tinha motivos para aparecer, apareceu.
Ao invés de apenas pegar a sacola, Jongin me puxou para perto de si. Assustei-me com essa proximidade, e queria me afastar, mas ele abraçou-me e minha força não vinha. Seu perfume vinha de seu pescoço, e misturava-se ao cheiro de seu sangue.
Um cheiro tão convidativo.
Pude senti-lo profundamente enquanto nossos corpos estavam assim, tão próximos. A respiração normal contrastava-se com os batimentos cardíacos desordenados, e a força que ele aplicava em seus braços ao redor de meu corpo não era pequena, mas era cuidadosa. Estava quente.
–Promete? – Ele repetiu, sem me soltar.
–Sim, eu prometo.
Jongin. Você não faz ideia do quanto está me fazendo sofrer por dentro.
O calor fora-se, junto com seu “tchau”.
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Narrador POV
Lee Jinki estava sem reação. Tudo se passara tão rapidamente, que antes do primeiro segundo após tentar impedir Jonghyun de atacar Kibum, o tempo parara para si, e quando retornou, tudo já havia acontecido.
Agora era tarde.
As garras ferozes de Jonghyun estavam fincadas profundamente no peito de Kibum. Este encarava o irmão, com lágrimas formando-se nos lindos olhos, e ambos mal conseguiam permanecer em pé. O mais novo estremeceu, e o sangue vermelho vivo verteu de seus lábios.
–J-Jongh... Aah... — Balbuciou, cuspindo mais sangue. O inevitável cheiro metálico invadiu o olfato dos presentes, e diferente do dos seres humanos, era muito mais tentador.
Era o sangue de Kim Kibum.
Lee Jinki sentiu a boca salivar.
Do corpo frágil, o líquido corria, grosso e rubro, pelo tronco e pernas, formando uma lagoa negra na grama. Jonghyun recobrara a consciência, percebendo o que havia acabado de fazer.
Cada vez mais sangue banhava a relva, e Jonghyun não sabia se conseguira. Seu irmão sorria, mesmo chorando, e seus olhos aparentavam estar fracos, como as mãos que subiram, tremendo, até o braço do mais velho. Puxou com dificuldade Jonghyun para fora de seu corpo, vendo mais um jorro de sangue ser acrescentado ao que não parara de escorrer de seu corpo. Kibum ofegava pesadamente, mas elevou a mão de seu irmão até a altura de seu rosto, pousando-a em sua bochecha.
–M-Meu... A... Mor.......Eu gosto do tom vermelho ardente dos seus olhos..... Mas eles estão.... O... Pacos.... Jonghyun... Por quê...? — Disse, em um último suspiro, aproximando-se dos lábios de Jonghyun, tocando os seus com os dele.
Jong pôde sentir o magnificante gosto do sangue de Kibum, inundando-se de seu sabor viciante.
Uma onda de lembranças voltou a seus pensamentos. Lembranças de quantas vezes viu aquele corpo perfeito sangrar, e de quantas vezes desejou prová-lo e tê-lo apenas para si. Apertou levemente a mão no rosto de Kibum, sem separar seus lábios, e com a mão livre, segurou-lhe a cintura.
Jonghyun fechou os olhos lentamente, quando viu que os do irmão já estavam selados para sempre.
Sentiu suas pernas cederem, e junto consigo, Kibum cairia. Antes que isso acontecesse, Jinki segurou-os, e deitou-os na grama com cuidado. Jonghyun abriu os olhos vagarosamente, e mesmo que não sorrisse, Jinki sabia, por seu olhar, que estava agradecendo-o. Apenas virou-se, não queria ver mais daquela cena.
Jong, deitado, observava a face branca, manchada de sangue, porém ainda imaculada de seu pequeno irmão. Ergueu a mão até seu rosto, tocando de leve os lábios entreabertos.
Kibum parecia estar dormindo.
Um sonho muito tranquilo. Um sonho agradável.
–Talvez agora seja muito tarde... Mas de qualquer forma.... Você sempre soube... — Jonghyun sussurrou ao irmão. — O quanto eu te amei, apesar de jamais admitir...
–O seu sorriso, mesmo após tudo o que eu fiz... O seu olhar de benevolência, mesmo eu sendo uma criatura desprezível, indigna de qualquer compaixão.... Tudo esteve tão ao meu alcance, mas ao mesmo tempo tão distante... Kibum...... Eu fui tão sujo, tão sórdido, mas mesmo assim, você sempre perdoou-me... S-Seu... Lado angelical sempre fora o mais forte, apesar de tudo.... É claro, porque todos nós sempre soubemos o quão fracos somos.... Não é....?
Murmurava sozinho, à espera de uma resposta que jamais viria.
–Ei... Eu sempre fui tão presunçoso quanto à tudo...... Sempre acreditei que não seria sobrepujado por nada nem ninguém.... Mas eu sempre estive abaixo de você, Kibum... Nã.... Não houve ninguém mais forte... Porque os seus sentimentos sempre estiveram ali, me protegendo...
Jinki engoliu em seco.
–Eu.... Devo tudo a você....
...
–Kibum......
....
–E-Eu.... Me.....
– M....... Me perdo...a......
...
Uma pequena lágrima formou-se no olho direito de Jonghyun, crescendo, e logo escapando por sua face e caindo na grama fria. Logo outras apareceram, uma a uma, lentamente, levando embora todas as recordações, sentimentos, toques....
"Me desculpe por tudo...."
Os lábios entreabriram-se lentamente, os olhos vermelhos distantes, tentavam se focar na imagem do próprio irmão ao seu lado. Jonghyun tentou mantê-los abertos, mas não resistiu.
Não havia som. Não havia movimento. Não havia mais um Jonghyun ali.
A cena permanecia a mesma. Nada mudava. Parecia perpetuada.
Jinki não virou-se, mas já não ouvia os batimentos cardíacos dos irmãos. Era um silêncio pesado, que fora apenas quebrado pelo barulho das gotículas de chuva que caíam do céu, atingindo a grama, os corpos, e o próprio Jinki.
–São as lágrimas de alguém.
A voz era de Bom. Estava parada em frente a Kibum e Jonghyun, fitando as costas de Jinki. Minho estava a seu lado, observando os irmãos.
–Não fará nada? — O Choi perguntou.
A chuva engrossara, e Jinki ainda não respondera.
–Não há o que fazer, Minho. — Bom respondeu, por fim.
Dito isso, Minho lentamente abaixou-se e puxou o corpo de Kim Kibum para seus braços, aninhando-o entre eles. O mais novo tinha sua cabeça apoiada em seu peito, a chuva lavava as manchas de sangue em seu corpo. Levantou-se, carregando consigo o magro corpo. Nem Bom nem Jinki moveram-se, então Minho partiu.
....
Depois de certo tempo, mesmo sua audição sobre-humana não ouvia mais os solitários batimentos cardíacos de Minho. Um mínimo feixe de claridade se estendia pelo horizonte, indicando que logo a manhã chegaria. Não perceberam o tempo passar, apesar de tudo o que ocorreu. O tempo, que se tornara um ínfimo detalhe nesse jogo.
–Apesar de tudo, ainda estou aqui... — Jinki murmurou a si mesmo, fitando o vazio.
Park Bom aproximara-se até o lado do rapaz, olhando na mesma direção que ele.
–Estava assim tão preocupado com este detalhe? — Sorriu, apesar de Jinki não ver. — As chances não são nulas, Lee Jinki. Espere só mais um pouquinho...
–Como pode ter tanta certeza?
Bom fechou os olhos.
–Porque para matar um demônio, é preciso que ele se arrependa de seus pecados. E.... Ele não arrependeu-se de nada.
Jinki riu baixo.
–Realmente.... É uma chance que eu espero ter.
~ / / ~
Minho POV
Aos poucos, afastei-me dos outros. Passou-se algum tempo, o sol já despertava no horizonte, e sua luz era refletida na leitosa pele de Kim Kibum. Sua cabeça estava aninhada no meu peito, mais especificadamente no lado esquerdo. Os lábios cheios e bem desenhados tinham uma fina abertura, e se estivesse dormindo, provavelmente ressonaria levemente por ali. Seus olhos fechados lhe davam a aparência de um gatinho. Kibum dormia tão profundamente, e seu sono parecia tão tranquilo que, observando-o, senti sono também.
Continuei seguindo um rumo que não conhecia, mas ao mesmo tempo, me fazia seguir sem nenhuma dúvida.
O pequeno bosque já dava lugar a uma floresta vasta, onde encontrei um lago.
Com certa delicadeza, abri os botões de sua camisa rasgada. A pele agora exposta parecia reluzente, tão magnificente. As costelas e a bacia mostravam-se ressaltadas na pele, devido ao nível de magreza excessiva de Kibum. Ranhuras marcadas por cicatrizes percorriam grande parte da lateral de seu corpo, e deveriam ser mais presentes em suas costas. E, é claro, um buraco em seu peito. Parecia concordar ironicamente com o "Vazio" sentimental da situação.
Entrei no lago, ainda segurando-o. Lentamente submergi o corpo sujo de sangue, vendo aquele rubro líquido já seco em sua pele dissipar-se na pura água. Vendo-o tão fragilizado, parecia ainda mais belo. Tudo nele me fazia querê-lo, desde a linha de seu maxilar até as pontas dos dedos dos delicados pés, minha mente não era páreo para sua beleza. Fazia-me de bobo, interrompendo-me, sempre. Às vezes, até causou-me problemas.
Kim Kibum.
Sua existência fazia-me questionar o mundo. Entre um anjo, uma criatura que, de tão submissa a Deus, torna-se sua escrava, e entre um demônio, um anjo que recusou-se a obedecer Deus, tão indomável, como poderia existir alguém que não segue nenhuma das linhas pré-definidas por seu destino?
Um meio anjo, meio demônio. Muitas vezes, mais anjo. Muitas vezes, mais demônio.
Muitas vezes, como um ser humano.
Pecando.
Perdoando.
Amando.
Saí do lago e coloquei Kibum deitado no chão. Postei a mão sob o lugar onde Jonghyun perfurara seu coração, acariciando o local ferido. Um coração jazia ali. E ele ainda não parara de bater.
Um batimento muito, muito fraco. Quase inexistente.
–Desperte, Kibum. — Sussurrei, fechando os olhos e aproximando meus lábios dos dele, logo beijando-os.
Eram macios. Tal como a última vez que provei-os.
Logo senti algo emaranhando-se nos meus cabelos, puxando-me pela nuca para mais perto de Kibum. Eram seus dedos. Lentamente os lábios abriram-se, permitindo-me um contato maior. Ele, é claro, pedia por este toque. O momento era indiscritivelmente maravilhoso.
Quando pude enfim respirar, voltei a vê-lo. E, como previ, estava vivo. O sorriso brincava inocentemente nos avermelhados lábios, as bochechas antes pálidas demonstravam voltar a ter um pouco de cor. Os olhos, bem... Eram como joias. Duas joias de cores e contrastes diferentes, porém ambas possuíam o mesmo valor inestimável.
–Minho... — Parecia haver um pedido em sua voz suave, ainda levemente fraca. Sua mão soltou minha nuca e pousou sobre a minha, ainda em seu peito. Assim, inspirou o ar profundamente, e quando expirou-o, o ferimento já não estava mais lá. Seu lado antes desfigurado agora parecia intocado.
Notas finais
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Espero que ninguém queira me matar D:
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É, gente. Quase o fim. Só que...
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*tocam os tambores*
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... PLAYFUL GAME TERÁ CONTINUAÇÃO! YAAAAAAAAAAAAAAAAAY~~~!!!!!!!!!!!!
É que eu não consegui dar um fim digno a um dos personagens e não consegui explicar algumas coisas, então fiquei com dó de deixar tudo do jeito que estava ;-; Aí veio-me à mente algumas ideias, e decidi continuá-la. Mas vou ter que dar um tempo para amadurecer mais a ideia ^^ E tenho outros projetos que já me pedem há tempo para serem lançados D: sahuhasuhuas Mas são todos pequenininhos (eu acho). Então, se não for pedir muito, esperem só um pouquinho, tá? Obrigada por lerem, e deixem review, sim? Estou curiosíssima para saber o que pensaram desse cap *.* E sobre a "segunda temporada"? A Junso e o Vinny já sabiam mwahahaha :K Contei pra eles pelos reviews. Viu como é legal comentar? Leitores que ainda não apareceram: Venham! Já está acabando, não custa nada :D
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Chega de tagarelar ashuhusauhsauhasuh o/////
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