Planos Para Vida...
32 The most weird and happy day of my life!
Notas iniciais
DEIXEM MUITOS COMENTÁRIOS E ENJOYYYY!!!!
– Vaaai, acordem! – eu cutucava a Carol e Jason que estavam dormindo de conchinha. Muito fofo se não tivéssemos atrasados para ir para a universidade. – SUAS DESGRAÇAS AMBULANTES, ACORDEM!
Carol pulou da cama com o susto e Jason apenas virou ara o outro lado. Subi em cima dele e o fiquei cutucando.
– Acorda, porra! – murmurei e depois fiz um gesto para que Carol me jogasse o travesseiro e comecei a bater no Jason com ele – ACORDA!
– Acordei, sua filha da... – eu ameacei o bater de novo e ele parou. – Acordei!
– Ótimo, eu estou pronta, Carol vai tomar banhou e eu te empresto alguma coisa. Jason, você tem 20 minutos! – eu saí de cima dele e ele correu para o banheiro.
– Hum, tem by Text-Enhance\">tempo para o café? – Carol perguntou bocejando.
– Ok, mas agora: banho! – a empurrei em direção ao banheiro do meu quarto e ela foi, igual a uma lesma, mas foi.
Corri para cozinha fazer alguma coisa rápida, algo como panquecas e a calda que o Matt me ensinou a fazer e alguns sucos.
Corri para o meu quarto e coloquei a roupa que a Carol usaria em cima da cama. Bati na porta do banheiro para apressar Jason e ele saiu pronto. Carol saiu ao mesmo tempo que ele. Ele sussurrou para mim e par ela algo como “Lindas”, agradeci e corri de volta para a cozinha. Comi um pouco, escovei os dentes e fiquei esperando eles sentada numa cadeira perto da mesa. Logo eles chegaram na cozinha e me encararam.
– 5 minutos para comer! – ordenei e ele obedeceram.
Passados os 5 minutos, corri e peguei a chave do carro do Jason.
– Você não vai com o seu não? – Jason perguntou.
– Não, hoje eu vai ter um passeio, pelo menos foi o que o professor de fotografia disse – dei de ombros e corri para o elevador. – Venham!
Eles correram na minha direção todos desengonçados, igual a pinguins. Fomo o mais rápido que pudemos. Eu não queria me atrasar.
Chegamos na faculdade a tempo, me despedi deles e corri para a sala.
– Srt. Fontes, chegando atrasada? O que aconteceu? – O professor gato perguntou.
– Imprevistos! – sorri de lado e me sentei.
– Bem, alunos, como eu já disse na aula passada. Hoje teremos um passeio! – nós vibramos um pouco – Certo, quietos! E vamos acompanhar um ensaio fotográfico da Dolce & Gabana hoje!
Todos ficaram boquiabertos.
– E eu conversei com o diretor fotográfico e bem, você poderão tirar fotos. E as melhores estarão nos anúncios! – Começou um sussurro de quem iríamos tirar foto, até eu, que não tenho muitas amizades ali, fiquei animada e comecei a conversar com um garota. – E parece que o ônibus chegou. Atenção! Todos para fora!
Nós saímos calmamente e quando estávamos prestes a ir embora, Carol correu como uma louca em direção ao ônibus gritando “Espera!”, ela entrou no ônibus, falou algo com o professor e se sentou ao meu lado.
– O que você faz aqui? – perguntei enquanto a oferecia um chiclete.
– Não, obrigada. Eu troquei os cursos, estava fazendo culinária mas desde que eu queimei uma panela a professora falou que eu não sirvo para aquela aula e como você tinha me falado que eu seu professor era simpático e super gato. Aliás, eu concordo. Resolvi me mudar para essa aula! – ela falou aquilo tão rápido que quando ela parou de falar, estava ofegante.
– Ok! – ri da cara que ela fez – Nós vamos tirar fotos para o anúncio da Dolce & Gabana!
Ela sorriu de orelha a orelha e eu a acompanhei.
– Ótimo, espero que sejam modelos masculinos e que a estação seja verão!
– Wow, Carol se revelando! – ri e ela me deu eu tapa no ombro. – Mas acho que não, vai ser inverno. Mas mesmo assim, acho que eles irão tirar fotos de todas as estações.
– Que pena, eles podiam ficar de sunga durante todo o ensaio! – sorri e concordei.
[...]
Depois de quase 1 hora de viajem, chegamos! O prédio era lindo e com três grandes inicias bem na frente: D&G. Entramos e fomos recebidos por uma secretária loira, uma vadia que deu em cima do professor, mas esse não é o caso. Logo chegamos na sala onde seria o ensaio. Eu e Carol tentamos parecer maduras perto de todos aquele profissionais, o que estava funcionando até que.
– Ei Nat, é impressão minha ou aquele nós conhecemos aquele garoto? – ela apontou para um grupo de modelos, sorrindo e brincando como crianças. Mas é claro que eu conhecia aquele garoto. Era o Matthew, o meu Matt. – Ai meu Deus, aquele ali não é o..?
– Ele mesmo! – a cortei. Ele pareceu ainda não ter me notado. O diretor apresentou o grupo de modelos aos alunos que já estavam vestidos com a estação atual, inverno. O Matt estava com roupa que eu nunca pensei que ele usaria, não que ela seja feia, ele fica lindo nela. Mas é estranho vê-lo assim.
Tudo bem, todos os garotos eram lindos. Mas o Matt era o que mais chamava atenção ali, ele já era bonito naturalmente. Produzido então? Ainda melhor. E eu não estou nem um pouco afim dessas vadias fiquem olhando para o meu Matt.
O diretor pediu que aprontássemos nossas câmeras e tirássemos algumas fotos, as minhas e as da Carol, para o meu gosto, ficaram ótimas. Basta ver no final.
Troca de figurino. Estação: Outono. Nada muito exagerado, apenas moletons e jeans, lindos mas simples. Nada que libere meus ciúmes. E eu estava me escondendo no fundão, junto com a Carol, seria ótimo que o Matt não visse que eu estava com ciúmes. Por que isso seria um motivo a mais para ele ficar implicando comigo! E quem disse que eu estou com ciúmes? É óbvio que eu não estou com ciúmes! Eu não sou ciumenta, por isso que eu não tenho ciúmes. Ciúmes é pura besteira!
– Nat, você está bem? — Carol perguntou e eu tentei relaxar os ombros.
– Sim, ótima! – sorri e tirei as últimas fotos.
Outra troca de figurino. Estação: Primavera. Calças, bermuda, camisas e camisetas. Roupas normais. Ótimo. Tiramos novamente algumas fotos e eu fiquei mais nervosa. A próxima era Verão!
– Vocês estão ótimo. Pausa para café! – o diretor quase berrou, os modelos saíram da minha vista e eu suspirei aliviada.
Alguns minutos de paz.
O ruim é que foram apenas 3 minutos. O café era apenas um copo de café! Grunhi e o professor me notou.
– Srt. Fontes, algum problema? – ele perguntou gentilmente.
- Nenhum, professor. – ele examinou o local onde eu estava e acenou com a mão.
– Venha para cá, aí não tem um bom ângulo para as fotos!
– Não, professor, estou bem! – sorri mas não funcionou. Ele veio até mim e empurrou minhas costas até o meio.
– Suas fotografias são uma das melhores da classe, vá lá. Mostre que você é boa! – Sorri para ele. Não tinha como dizer não agora. Fui mas em frente e fiquei esperando os modelos entrarem.
Última troca. Estação: Verão. 4 modelos, 2 só de camisa e sunga, 1 só de sunga e o Matt, que estava totalmente vestido. Tipo: totalmente é só camisa e bermuda. Matt me avistou, sussurrou algo para o cara ao lado e sorriu e acenou para mim feito uma criancinha de 2 anos agitada. E isso fez com que todas as garotas olhassem para mim. Sorri de lado e acenei de volta.
– Acho melhor que um esteja sem camisa – o diretor murmurou e o cochicho das vadias atrás de mim aumentou, logo o diretor apontou para o Matt e falou – Você, Matthew, tire a camisa.
Ele pareceu meio constrangido agora que percebeu que eu estava ali, eu deveria estar vermelha de raiva do diretor e um pouco incomodada pelas idiotas atrás de mim soltando risinhos e cochichos de como ele era gostoso. Me segurei para não xingar uma delas e assim que o diretor sinalizou com a mão, comecei a tirar fotos.
As secretárias nos guiaram para outra sala, onde podíamos escolher quais fotos queríamos revelar para fazer o álbum e entregar ao diretor. Escolhi as que eu achei que ficou melhor. E daí se a maioria das fotos que ficaram melhores tinha o Matt? Ele estava acompanhado, bem, algumas vezes. Teve uma foto que eu foquei só nele, mas esse não é o caso.
Elas levaram todos os 32 álbuns e o professor pediu para que esperássemos em uma outra sala, uma que parecia um cinema. Sentamos na cadeira e ficamos lá. Vegetando.
Depois de 40 longos minutos esperando. Os 4 modelos entraram para fazer o anúncio, e falar quem seriam os classificados. Todos aplaudimos quando ele entraram. Era impressão minha ou teve um assobio quando o Matt começou a falar? Bem, nada de estresse.
– Nós queremos agradecer a todos que estiveram nos ajudando, as maquiadoras, a Gustav, nosso diretor. E a vocês, alunos de Cambridge que nos acompanharam durante este ensaio. – Matt terminou de falar e um garoto, loiro, alto e bem lindo, se juntou a ele com um envelope nas mãos.
– Agora, eu e Matthew iremos falar os vencedores. – Sebastian, eu acho que era o nome dele, abriu o envelope e a tensão reinou no lugar. – 3° lugar: Caroline Limn, 2° lugar: Peter Edwards e agora o grande vencedor.
Sebastian e Matt leram, se entreolharam e eu fiquei tipo: Era óbvio que eu não iria ganhar, pelo menos foi o que eu achei. Mas a opinião deles pode ser diferente. Cruzei os dedos e fechei os olhos fortemente. Eles falaram juntos o nome do vencedor, mas eu estava tão perdida nos pensamentos que não ouvi.
– Quem venceu? — perguntei desanimada para Carol.
– Você! – ela estava paralisada e eu, chocada. Ficamos assim por uns segundos até que ela começou a pular e me sacudir – VOCÊ VENCEU, VOCÊ VENCEU!
– É, acho que sim! – eu continuei chocada. O resto foi até fácil, eles nos parabenizaram, tivemos de assinar um contrato e voltamos para a faculdade apenas para pegar o carro e ir embora, porque já estava de noite. Bem, os outros alunos, eu e Carol ficamos lá porque Matt tinha oferecido uma carona.
Sebastian nos cumprimentou e nos parabenizou, falou que as fotos estavam lindas e que se precisa de um fotógrafo. Contrataria nós duas, rimos e esperamos Matt chegar.
– Vou ao banheiro, ok? – Carol falou e concordamos.
– Ei, Natalie, você é a garota do Matt não é? – Sebastian sorriu e eu corei.
– Bem, não, não sou. – respondi envergonhada e o sorriso dele sumiu aos poucos.
– Ah, sinto muito, ele que me disse isso. Eu não queria...
– Tudo bem, só estamos passando por uma fase difícil! – ele concordou e sorriu de lado.
– Entendo, acontece o mesmo comigo. Minha namorada fez a mesma coisa, não pelo mesmo motivo, eu acho. Eu fiz uma coisa bêbado a quase 1 ano e meio e estou sendo punido até hoje. Olha, o Matt realmente te ama e ele tem sofrido com isso. Sou um de seus melhores amigos e você – ele colocou o dedo na ponta do meu nariz – Foi a única que tem mexido com ele desse jeito. O perdoe ok? Se não, acho que você vai se arrepender. E aliás, não sei se você percebeu. Mas o Matt nunca tirou a aliança de namoro de vocês!
Não, eu não tinha percebido. E agora eu estava sem palavras, não sabia o que dizer. Ele me encarava como se quisesse uma resposta, abaixei a cabeça e agora estava tão silêncio.
– Ei, consegui trazer o Matt. Tinha algumas safadas o assediando, mas aqui está ele! – Carol ria enquanto puxava Matt pelo moletom, e realmente, a aliança ainda estava em seu dedo. Pude ouvir a risada dele também.
– Nat, tudo bem? – ele levantou meu queixo com a mão, delicadamente e me fez encarar aqueles lindos olhos castanhos.
– É, sim, depois eu queria falar com você. Ok? – sussurrei e ele assentiu.
– Mas primeiro, vamos comemorar com sorvete a vitória de vocês! – ele falou animado e passou os braços ao redor de mim e de Carol. Ela soltou um gritinho de animação e Sebastian riu, apenas esbocei um sorriso e entramos no carro.
[...]
Já estávamos no meu apartamento, Matt tinha deixado Carol e Sebastian em casa. Ele estava sentado na cama de meu quarto, me encarando. Enquanto eu estava em pé, pensando em como eu falaria aquilo.
– O que foi, Natalie? Aconteceu algo? – ele estava com a testa franzida e com o olhar preocupado.
– Sim, aconteceu. Caiu a ficha. – ele estava confuso e eu mais ainda – É, eu não sei como te falar. Não sou boa com declarações então: Foda-se! Eu só quero que você saiba – tirei do bolso a parte da aliança de namoro que ele me dera no meu aniversário e a coloquei no dedo, a boca dele estava entreaberta e seu olhar ilegível. – Eu te amo.
Antes que eu pudesse dizer algo mais ele me jogou na cama e me beijou como nunca tinha beijado. Nos separamos e ele me encarou novamente.
– Você me promete, aconteça o que acontecer – ele afastou uma mecha de cabelo do meu rosto e eu fechei os olhos — Que você sempre vai ser minha princesa e eu sempre serei seu príncipe?
Ele usou a mesma frase que eu usei no Natal, quando eu descobri que ele era meu presente. Abri os olhos, ainda nervosa mas feliz.
– Sempre – sussurrei a resposta dele, sorri e depois o beijei.
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