Notas iniciais
OK, ME DESCULPEM, EU SEI QUE EU DEMOREI DEMAIS, ME DESCULPEM. É sério, quase 2 meses sem postar, sinto muito. Mas em compensação, um capítulo com mais de 4 mil palavras (geandinho né?) Então aí está um capítulo bem esforçado e com piadas sem graças.
P.S: Não sou muito boa com hot, então me baseei numa fanfic que se cham You And Me. Cdt pra ela!
P.S 2: AQUI TEM MATT'S POV! Hehe
P.S 3: A parte que o Jason dança, uma leitora me pediu isso. Espero que goste, Ells! ;3
ENJOYYYY!!!!

Como eu ia dizendo, tinha certeza que daria merda e bem, vamos ver!

– Você também recebeu uma mensagem do Jason? — Matt perguntou se sentando ao meu lado.

– Sim — respondi ainda curiosa — Ele escreveu "Se preparem" no seu?

– O quê? Não — ele pegou meu celular e leu a mensagem — Ah, isso vai dá merda!

– Eu sei.

– Pedi pizza de frango e calabresa, tudo bem pra você?

– Tudo.

– O que você acha que ele quis dizer? – Matt franziu a testa e eu suspirei.

– Ele espera que nós reatemos – dei de ombros e ele me encarou.

– O que? Ele? Eu pensei que ele me odiaria depois de quebrar o coração da sua garotinha! – ele disse cabisbaixo e eu lhe dei um soco no braço – Foi mal.

– Sim, eles. Jason e Becca!

– Por que eles querem isso?

– Eles querem ser tios – neguei com a cabeça – Dá para acreditar?

– Dá! – ele riu – São loucos. Mas e então, você vai mesmo na festa?

– Vou, pelo menos não vou ter que fazer o jantar de novo! Ah, e você vai comigo!

Ele me lançou um olhar divertido.

– Por que? – Matt perguntou.

– Você quer que eu vá sozinha para uma casa que tem 3 garotas e 2 garotos? Eu acho que não vai prestar, sabe? – falei olhando para televisão com um sorrisinho malicioso, apenas para provocá-lo.

– Eu ia com você, não precisa ter dito isso! – ele fez um biquinho lindo. Argh, por que Deus criou uma criatura tão linda, fofa gentil, mas que é um idiota?

– Ok, então vamos para o meu apartamento!

– Pra que? – Ele falou e eu bufei.

– Apenas leve algumas roupas confortáveis, Jason provavelmente fará você dormir lá! – ele me obedeceu e deixou uma mochila com preta da CH em cima do sofá.

[...]

– A PIZZA CHEGOU! – Matt gritava da sala, tinha ido pegar meu celular que tinha esquecido no quarto.

– JÁ VOU! – gritei em resposta.

Corri até a sala e adivinha o que aconteceu? Uma história de amor entre a minha bunda e uma meia. É isso mesmo, caí de bunda no chão em cima de uma meia. O que não amorteceu nada na queda.

– Você está bem? – Matt disse tentando não rir.

– Minha bunda está dolorida! – ele me ajudou a levantar e fomos até a cozinha.

Olhei para a pizza como se fosse um filhote de labrador que acabou de tomar banho: adorável, cheirosa e linda. Minha barriga roncou e eu peguei logo uns 4 pedaços de pizza e coloquei num prato.

– Nem está com fome! – Matt ironizou e eu lhe dei língua. – Não coma muito, ainda tem a festa.

– Relaxa, aqui tem bastante espaço – alisei minha barriga com a mão e ele riu.

Recebi uma outra mensagem do Jason “Vocês não vão vir?”

“Calma, ainda está cedo!” – respondi.

“Não, são 17hrs da tarde! Não demore!”

– COMO ASSIM SÃO CINCO HORAS DA TARDE? – eu posso ter falado um pouquinho alto porque o Matt se engasgou com o susto e deixou seu pedaço de pizza cair. – Você sabia que já são 17hrs?

– Não, mas não precisava ter gritado! – ele bufou irritado e eu murmurei um “desculpa”, ele suspirou – Tudo bem, vamos logo para lá, antes que as outras pessoas cheguem!

Concordei e ele pegou a chave do carro e fomos embora.

– Dá para tirar da bosta da estação de música country? – falei irritada enquanto ele ria.

– Ah, eu gosto de Taylor Swift! – ele disse debochado e com a voz afeminada, ri e tentei voltar a fazer a casa séria.

– Troca logo! – cruzei os braços e ele riu novamente mas pelo menos trocou da estação. Que por acaso estava tocando Justin Bieber – As Long As You Love Me. Suspirei irritada. Bom, pelo menos não é Taylor Swift.

[...]

– É QUE EU SOU HOT, ROU ROU, HOT DOG! – eu cantava alto, ouvindo no meu iPod, Matt me encarava de vez em quando como se pedisse para eu calar a boca. Eu sinceramente já estava cheia do Justen.

– CHEGAMOS! – ele gritou para que eu pudesse ouvir, descemos de carro e em cerca de 5 minutos eu estava na porta do apartamento.

– OIE, NATALIE! – Jason gritou entre os barulhos das caixas de som e me beijou na bochecha – Trouxeram bebidas?

– Não — respondi revirando os olhos, eu não vou limpar o vômito dele! — Olha, eu vou me arrumar então por que você e o Matt não vão comprar bebidas, energéticos e refrigerantes?

– Ok – ele sorriu e os dois saíram.

Fui para o banheiro e me arrumei rapidamente, lingerie branca e uma roupa simples acompanhada com minha jaqueta favorita. Voltei para sala e a Carol já estava lá, sentada no sofá.

– Você já chegou! – cantarolei – Como vai você?

– Ótima.

– Ótimo! – sorri de lado. Matt e Jason estavam apenas esperando o Casal Purpurina para aumentar o som e incomodar nossos vizinhos.

– OIE, CHEGAMOS! – Becca e Bernard gritaram e eu vi mais uma pessoa entra junto com eles.

– Caitlin? – perguntei e sim, realmente era ela. Ela sorriu de lado para mim.

– O que essa vadia está fazendo aqui? – Matt falou mais alto do que deveria, ele a encarava com raiva enquanto Cailtin parecia que iria chorar a qualquer minuto.

– Não fale assim com ela, Matt! – falei irritada e ele me olhou incrédulo.

– Como você pode defende-la? Ela tentou nos separar! – ele abriu a boca para falar algo mas apenas bufou e me arrastou até o quarto do Jason. – Por que você está a defendendo?

– Porque ela é minha irmã, Matt! Minha irmã mais nova, eu tenho que cuidar dela! – ele se sentou na cama e eu me sentei ao seu lado. Ouvi ele soluçar e encarei. – Você está chorando?

Ele virou o rosto para mim e eu pude ver seu nariz ficando avermelhado e algumas lágrimas rolarem.

– Estou, Nat. – ele fungou – Eu...eu te amo e não quero te perder por causa de ninguém!

– Vamos voltar para sala, vem. – sorri de lado e o puxei pela mão, ele se levantou lentamente e lhe dei um beijo rápido. – Você vai beber wiskey, vodka ou cerveja? Porque eu quero energético.

Ele riu e retribuiu o beijo.

– Também quero energético! – saímos e Matt apertou mais forte minha mão quando viu Cailtin sair do banheiro que era de frente aonde estávamos.

– Verdade ou conseqüência! – Jason saiu gritando e dando saltinhos que nem mulher enquanto puxava nos três para a um lugar da enorme sala que estava forrada de tapetes, almofadas e vários potes e vasilhas cheias de biscoitos, salgadinhos e um mini frigobar com todas as bebidas!

– É minha vez! – Becca gritou animada, e parou em Jason – Hum, maninho, verdade ou consequência?

– Consequência – ele falou e ela abriu um sorriso malicioso e ele murmurou: — Tô ferrado!

– Vai ter que ficar só de cueca até o final do jogo! – ela riu maleficamente.

– Não, Becca. Tá muito frio! – ele fez o maior bico que foi possível e Becca apenas sorriu e fez não com o dedo.

– Vai logo, Jason. TIRA TUDO! – eu gritei junto com Carol e Caitlin e depois Becca se juntou. Ele bufou e soltou uma risada nervosa, coloquei uma música e ele começou a fazer uma striptease começando pela jaqueta até ficar só de boxer.

Bernard e Matt ficaram riram enquanto nós gritávamos que ele era gostoso e tesão. Quando ele ficou só de cueca, ele começou a tremer de frio e eu perguntei para Becca se pelo menos ele poderia usar um cobertor. Ela concordou e eu peguei meu cobertor rosa, ele bufou e reclamou da cor mas o pegou assim mesmo.

– Minha vez! – Bernard pegou a garrafa de vodka vazia e a girou, parou em Becca – E aí, amor? O que vai ser?

– Consequência – ela sorriu.

– Por favor, amor, aumente bem o som para que todos do prédio ouçam o nosso bom gosto musical! – ele disse e ela riu.

– Claro! – ela colocou no máximo.

– Minha vez? – Caitlin perguntou e nós concordamos ela girou e a garrafa parou em mim. Ela iria perguntar algo quando alguém bateu na porta.

Eu levantei e abri a porta e dei de cara com uma garoto muito, muito parecido com o Gabe Saporta. Mas parecia ter a minha idade ou mais, eu o fiquei encarando e ele ficou meio constrangido e eu sorri, ele é tão fofo que dá vontade de apertar.

– Oi, eu sou o Luke – ele estendeu a mão e eu a apertei.

– Oi, sou Natalie. – ele sorriu de lado. Eu simplesmente derreti, ele ficaria tão fofo com a Cailtin. Pera, o que? Eu disse com a Cailtin? Meu Deus!

– Hum, vocês podem abaixar o volume da música, meus pais estão reclamando... – ele pediu e eu concordei, me virei para as sala e gritei:

– BECCA ABAIXA ESSE VOLUME! – eu me virei novamente para ele e sorri – Você é novo aqui?

– Sim, meus pais se mudaram para cá ontem. Mas querem se mudar de novo, mas eu gostei tanto daqui – ele sorriu de lado novamente.

– Hum, tomara que você fique! – sorri para ele – Era só isso?

– Só, obrigado! – ele se virou e foi embora. Fechei a porta ainda sorrindo.

– O que aconteceu? – Matt me encarava com o olhar curioso.

– Só conhece um dos caras mais fofo do mundo! – eu falei sorrindo que lado e ele trincou a mandíbula. – Vamos voltar ao jogo.

– Claro – ele respondeu e sua voz saiu rouca.

– Nat, tinha caído em você né? – Cailtin riu – Então, você vai ter que encontrar o garoto da porta e chamar ele para a festa.

– Com prazer! – eu saí e pude ver todos se levantando para espiar da porta.

Bati na porta ao lado esquerdo, bom, era uma velhinha usando roupa de ginástica, bati na porta da frente, um cara gordo usando uma samba canção com a bandeira do Reino Unido atendeu. Bati na outra e um garotinho de 8 anos, loiro e de olhos azuis atendeu, eu fiquei meio paralisada. Ele era tão fofo, acho que é esse.

– Oi, moça – ele riu e me abaixei para ficar do seu tamanho.

– Oi, lindinho – ele riu de novo e eu sorri – Tem alguém aí chamado Luke? – ele assentiu e se virou.

– Luke tem uma moça bonita querendo falar com você! – ele gritou e saiu correndo, logo um cara alto de cabelo castanhos apareceu sendo puxado pelo menino rindo e ele me encarou confuso.

– Oi, Natalie. Hum, Max porque você não vai brincar com o papai e mamãe? – ele concordou e voltou para dentro. – O que foi?

– Hum, olha, eu já bati em duas porta e vi duas cenas horríveis por causa de um joguinho e se eu não te levar eu perco. Você aceitaria ir uma “festa”? – falei rápido e ele riu quando eu fiz aspas na palavra festa.

– Claro, só vou pegar meu casaco – ele disse e em menos de 1 minuto já estava de volta.

Quando entrei todos já estavam sentado, provavelmente tinham voltado para dentro quando viram o cara de cueca. Becca, Carol e Cailtin ficaram boquiabertas quando ele entrou já Bernard e Matt o encarou. Jason saiu do banheiro e ficou constrangido quando Luke perguntou porque ele estava só de cueca.

– É Verdade ou Consequência! – e ele pareceu entender mas não antes de dar uma risada e fazerem todas nós, garotas, babarem.

– Ok, minha vez. Já sofri o bastante! – Jason resmungou e girou a garrafa, adivinhem em quem caiu? Se você disse Luke, parabéns, você errou! Caiu na Caitlin.

– Verdade! – ela respondeu antes mesmo do Jason perguntar, ele bufou, provavelmente armando algo mau para a conseqüência.

– Por que você traiu tantas vezes a confiança da Natalie? – ele falou e eu engasguei com o energético e a Cailtin ficou pálida.

– JASON! – eu falei num som intimidador. Enquanto Caitlin corria para a sacada e eu fui atrás dela.

– Cat, está tudo bem? – eu perguntei ela soluçou. Porque todas as pessoas que eu amo tem que chorar logo hoje?

– Não, ele tem razão, desde que eu era criança eu te maltratava, Nat. Me desculpa, me desculpa!

– Hey, tudo bem. Eu te desculpo! – acalmei ela com um abraço – Vamos entrar, aqui ta frio e eu estou com fome.

Entramos rindo e ela pegou alguns salgadinhos para mim. Luke parecia ter se dado bem com todos os garotos, agora eles estavam jogando vídeo-game.

– Então acho que chega de Verdade ou Consequência! – eles concordaram e eu me sentei ao lado de Luke, ela passou o braço ao meu redor.

– De onde você é, Luke?

– Irlanda – não só eu como todas as garotas se aproximaram mais dele. – Lá era um ótimo lugar.

– Você já foi em Dublin? – Becca perguntou.

– Já, é lindo.

Se eu não tivesse conhecido Matt há um ano, eu teria esperado pelo Luke.

Ok, isso é mentira.

– Aquele era seu irmão? – perguntei me afastando dele e voltando ao normal, ele me encarou e sorriu.

– Era, o nome dele é Max.

– Ele é tão lindinho! – ele sorriu para mim e eu pude ver a Caitlin sorrir também.

– Ele é fofo com as visitas, porque quando ele quase me sufocou com um travesseiro enquanto eu dormia, ele não foi nem um pouco fofo! – ele falou e nós rimos, bem, tirando Matt, Jason e Bernard.

– Ah, conheço bem esse tipo! – pisquei para Caitlin e acho que somente agora ele percebeu que ela estava lá.

– É sua irmã? – ele perguntou.

– Sou – ela sorriu para ele, eu queria fazer que nem eu fazia com meus filhotes de cachorrinhos, pega-los pela cabeça e fazer eles darem beijinho.

Ok, isso foi estranho.

– Vocês duas tem namorados? Porque vocês são muito lindas para estarem solteiras – ele sorriu envergonhado, eu e Caitlin nos encaramos e respondemos juntas:

– Não.

Matt começou a tossir e o encarei, ele tinha se engasgado com a bebida.

– Bem, eu não tenho. Já o caso da Nat é complicado... – Cailtin riu e Becca lhe deu um tapa na cabeça.

– Eles estavam muito bem antes... – Becca começou a falar e eu a cortei.

– Olha, estou entediada. Quem quer dançar? – levantei do sofá e puxei o Jason comigo.

– Simbora! – ele respondeu rindo.

– Vem cá, vou te ensinar como os caras no Brasil dançam – Procurei no Google funk que estava na minha mente e que tocava em uma novela. Lembrei do trecho de um e procurei no Youtube. Bingo!

– VAI, JASON! EMPINA ESSA BUNDA, MENINO! – gritei tentando prender a risada.

– Tô fazendo certo?

– Certíssimo! – eu não consegui e deixei escapar a risada, ele tinha uma mão no joelho e tentava empinar a bunda.

– DESCE ATÉ O CHÃO! VAI, VAI, VAI, VAI! – ele desceu rindo e todos na sala prendiam a risada.

– Agora aquela outra que eu te mostrei: 1, 2, 3 E CHÃO, CHÃO, CHÃO, CHÃO, CHÃO! – ele me obedeceu e eu não agüentei.

– Que isso novinho, que isso? – falei em português.

– O que isso quer dizer? – ele perguntou.

– Que você vai fazer muito sucesso no Brasil! Você vai pegar toda, passar o rodo em todas as meninas!

Ele parou pra respirar e deu até dó. Ele ficou cansado.

– Você foi muito bem! – ele me encarou anmado.

– Sério?

– Sou brasileira, garoto. Eu sei o que eu to falando! – eu sorri e ele deu uma risadinha.

Ficamos conversando sobre o talento funkeiro do Jason e todos o elogiaram, Matt disse que ele até podia ir num baile funk que as meninas iam cair matando em cima dele.

– Sabe, eu queria comer algo doce. Alguém quer brigadeiro? – tentei mudar de assunto.

– Briguedeir... O que? – Luke tentou falar e nós rimos.

– Brigadeiro – respondi – Cailtin, vem me ajudar!

– Ok – ela correu em minha direção – Vamos.

Fomos em direção a cozinha, que era perto da sala, a decoração era verde claro e branco. Pegamos os ingredientes e começamos a fazer uma grande quantidade. Ela se sentou na cadeira e me deixou mexendo sozinha.

– E então – tentei puxar assunto – Você gostou do Luke?

– O quê? – ela corou – Sim, todas gostaram.

– Tá, mas e você? – dei ênfase no “você” e ela engasgou com a saliva.

– Natalie, o que você quer?

– Nada, apenas quero arranjar um garoto para minha irmã. Não posso? – ela bufou.

– Não, não pode.

– Ah, qual é? – parei de mexer na panela – Por que não?

– Natalie, o brigadeiro – ela levantou e continuou mexendo – Porque, eu te... Como assim você quer arranjar aleguem pra mim depois de tudo?

– Sei lá, querendo.

– Nós não somos cachorrinhos que você pode controlar! – Como ela sabia que eu pensei nisso?

– É mesmo? Vamos ver! – eu lancei um olhar desafiador e ela bufou.

– Ficou pronto! – ela colocou em dois pratos e pegou 8 colheres.

– Que saudade de quando minha mãe fazia pra mim – Matt falou e sorriu de lado – Vou ser o primeiro a provar!

Ele parecia uma criancinha feliz, ri e lhe dei uma colher cheia, bem cheia, de brigadeiro. Ele provou e sorriu.

– Melhor do que o da minha mãe! – eu ri – É, sério!

– Ok, isso é muito bom. Obrigada! – Luke me deu um beijo na bochecha demorado e Matt fechou a cara – Me passa a receita?

– Claro – eu disse e ele passou o brigadeiro nos meus lábios – Luke, você ta bêbado?

– Tô – e dizendo isso ele me beijou, não um beijão, um selinho. Mas o suficiente para fazer o Matt ficar com raiva. Em dois segundos, vi o Luke ser puxado e jogado no sofá. Matt estava encima dele, seu rosto bem próximo dele e suas mão na gola da camisa de Luke.

– Não encoste nela! – ele falou entre dentes, o empurrou novamente contra o sofá e se levantou. – Natalie, vem comigo!

Melhor eu obedecer.


Matt On:

Começa o hot aqui:

A guiei até o quarto e a prensei contra parede, roubei um beijo e ela respondeu com a mesma ferocidade. Sem desfazer o contato labial, a deitei na cama e a encarei, seu olhar também transmitia o mesmo desejo.


Mais do que depressa me livrei de minha própria blusa, voltando a beijá-la. Senti um arrepio quando nossas peles se tocaram. Minhas mãos passaram a explorar seu corpo acariciando seus seios ainda por cima da peça íntima e pude ouvir um gemido baixinho que quase tirou minha pouca sanidade que restava aquela altura. Nos separamos em busca de ar, mas ainda assim próximos. Minha mão escorregou por seu tronco até chegar no botão de seu calça. Estava apoiado com o cotovelo na cama e o braço segurando a cabeça, e a encarava mordendo o lábio inferior quando estava abrindo o zíper da calça.

– Deixa que eu tiro. – disse passando a calça por suas pernas e atirando em um lugar qualquer do chão.

Estávamos ambos apenas de roupas íntimas, ela me encarava com seu olhar malicioso. Fui empurrado para deitar na cama e seu rosto foi colocado gentilmente em meu pescoço. Ela inspirou o ar com força.

– Você está cheiroso! – falou, e logo em seguida senti um chupão ali.

– Natalie — gemi apertando a cintura dela.

– Quer que eu pare? — ela perguntou me olhando.

– Não. – sorriu maliciosamente e nos virou, ficando por cima. Desceu sua boca por meu corpo, depositando leves beijos por onde passava. Desceu até minha cueca, parando aí.

Seu rosto se aproximou da parte mais sensível de meu corpo; só sua respiração de encontro a ela já me fazia estremecer. Sua língua contornou toda a extensão de meu membro para depois provocá-lo chupando de leve e massageando a base.

Não conseguia conter os gemidos, era gostoso demais... Quando sua boca abocanhou por completo, deixei um gemido mais alto escapar e isso pareceu incentivá-la. Apenas sentia o calor de seus lábios subindo e descendo pela extensão de meu baixo ventre, devagar, provocante. Inconscientemente levei uma de minhas mãos até sua cabeça, forçando um pouco para baixo. Ela parou o que estava fazendo para me encarar.

Fui descendo minhas mãos por sua barriga até chegar em sua peça intima já totalmente úmida devido a excitação, e invadi. Seu corpo se retesou e ela gemeu um pouco mais alto. Eu sorri com o resultado. Meus dedos massageavam aquela parte de seu corpo e seus gemidos iam aumentando gradativamente, até ficarem realmente altos a ponto de me fazerem gemer junto. Suas mãos seguravam meus braços para que eu não parasse e seu corpo se movia em sincronia com o meu.

A peguei no colo sem muita dificuldade, ela era tão... frágil. Depositei-a no cobertor e livrei-me de sua última peça de uma vez. Encaixei-me entre suas pernas erguendo-as devagar até ficarem levemente dobradas. Busquei permissão com o olhar, que foi prontamente respondida com um aceno de cabeça. Apoiei-me com uma mão ao lado de seu corpo, a outra em sua cintura e devagar fui invadindo seu corpo. Primeiro a glande, que rendeu gemidos de ambos, então em mais uma estocada cheguei até a metade. Seu corpo se encolheu um pouco, mas relaxou logo em seguida.

Até que então entrei completamente em seu corpo, e gememos juntos. Esperei um tempo para que ela de acostumasse com o volume dentro de si. Passados alguns minutos, senti seu quadril ir de encontro a mim, indicando que poderia continuar.


Calmamente fui me movimentando em vai e vem. Seus gemidos estavam tímidos, mas mesmo assim quase me tiravam a razão. Principalmente quando gemia meu nome. À medida que o tempo passava, nossos corpos ficavam mais quentes e os movimentos mais rápidos.

O ritmo começou a ficar acelerado, o prazer era indescritível, eu entrava e saía minimamente do seu corpo, em um ritmo perfeitamente sincronizado. Suas mãos acariciavam minhas costas, e por vezes a arranhava. Eu gemia revirando os olhos sentindo suas mordidas e apertos; as pernas dela abraçando minha cintura pedindo por mais me deixava louco. Nossos gemidos se confundiam, palavras desconexas eram ditas em meio ao prazer. Por vezes gememos o nome um do outro com vontade.

Passei as mãos pelos seios dela, subindo até sua cabeça, onde segurei com força e me preparava para terminar. Seu corpo se contorceu, levantando os quadris da cama. Sua expressão de êxtase e respiração ofegante e alta me fez chegar ao orgasmo e me desfazer em seu corpo, acompanhado por um gemido alto de ambos.

Tentei ainda me mover um pouco mais dentro dela, mas ela tinha me cansado. Saí cuidadosamente, para não machucar, e fiquei deitado por cima dela por uns instantes. Podia ouvir seu coração batendo bem rápido.

Termina parte hot aqui.

– Cansado? – ela perguntou sorrindo.

– Um pouco, um banho cairia bem! – sugeri e nos levantamos para o banho.

[...]

Voltamos para sala e todos nos encaravam.

– Demoraram, ein? – Jason sorriu maliciosamente.

– Cala a boca! – Natalie falou e eu sorri, me segurando para não rir.

– Foi mal por aquilo, eu dei uma bebidinha para o Luke mas não sabia que ele nunca tinha bebido.

– Foi mal, Nat! – Luke sorriu e eu bufei.

– Tudo bem – Natalie sorriu para ele e eu revirei os olhos.

– A gente já vai! – Becca falou.

– Por que? – Nat perguntou desapontada.

– Temos outros planos para essa noite – Becca sorriu maliciosa e Bernard riu, afirmando.

– Ah – Nat sorriu – Ok, entendo!

– Então acho que eu já vou. Vocês podem me deixar em casa? – Caitlin perguntou.

– Claro! – Bê concordou.

– E a mim? – A garota nova, Carol, perguntou.

– Carol, você mora do outro lado da cidade. Por que você não dorme aqui com o Jason e como amanhã é domingo, vamos para a aula juntos na segunda? – Natalie sugeriu risonha. Ela está aprontando algo.

– Hum, ok. – Carol concordou envergonhada.

– Então, eu também vou. – Luke, o idiota, falou e falou algo com a Caitlin, que sorriu e lhe entregou um papelzinho.

– Tchau! – Natalie acenava freneticamente com a mão. Com certeza ela está aprontando algo.

– Bem, eu vou dormir! – Jason bocejou – Carol, se quiser pegar uma camisa no meu armário pode pegar qualquer uma. Vá quando estiver a vontade!

– Ok – ela sorriu de lado.

– Matt – Natalie se virou sorrindo e passou os dedos no meu pescoço, fazendo charme e me lançando um olhar fofo – Você vai trocar os lençóis né?

– Sabia que você queria alguma coisa – bufei – Tá, eu troco.

Fomos para o quarto, ela roubou um pouco do brigadeiro que sobrou e nós comemos. Troquei os lençóis e ela pulou na cama, rindo igual a uma criança.

– Hoje foi legal! – ela ligou a televisão.

Deitei ao seu lado e passei meu braço sobre a sua cintura, a envolvendo e chegando mais perto de mim. Eu já disse que amo essa garota? Tudo nela me encanta, sua risada, seu olhar, seus lábios, seu cheiro... Tudo. As pessoas costumavam me evitar ou se aproximam de mim com interesse. Mas ela não. Ela é diferente.

– Te amo – sussurrei e pude ver que ele dormia serenamente.

Desliguei a TV, fechei os olhos e adormeci.

Notas finais
GOSTARAM? AMARAM? ODIARAM? NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR!!!