Pieces of Her

15 Conversa de mãe pra mãe.


Notas iniciais
Olá povo :3 Tudo bem com vocês? Espero que sim, né?! hahaha Então desculpem a demora! É porque eu tive um final de semana corrido! E esse capítulo não está com tudo que eu queria, porque tenho um dever enorme e importante de química pra terminar! Mas mesmo assim, espero que gostem! Os desejo uma Boa Leitura e em breve eu volto com o proximo cap :3 Kissus CAPÍTULO DEDICADO A kalil_namikaze E A Alêcaah OBRIGADA PELAS RECOMENDAÇÕES *_*

– Você não é mais criança para ouvir sermão de pai pra filho, ou no caso, mãe pra filha. – disse Kushina, a seriedade no rosto e na voz surpreenderam a menina que piscou confusa, então o que ela falaria? – Eu, realmente, quero conversar com você, mas uma conversa de mãe para mãe, coisa que você já deveria ter se tocado que agora é. – a morena arregalou os olhos. Conversa de mãe para mãe?! Não esperava por essa, engoliu a seco e encarou os olhos da ruiva que não saiam dos seus. – Sabe o que é ser mãe, Hinata? – Hinata negou com a cabeça, ela não fazia idéia do que era ser mãe, sequer sabia como era ter uma mãe. – Ser mãe é saber que nada, nem ninguém, nem você mesmo, importa mais que o seu filho. Ser mãe é muitas vezes sacrificar o que gosta e o que quer para o bem do seu filho. Ser mãe é amar alguém mais que tudo nesse mundo, amar incondicionalmente e saber que você faria tudo, até entregar a sua vida por ele. – a ruiva falava com a voz embargada, ser mãe fora a melhor experiência que tivera em sua vida e não imaginava-se sem Naruto, sequer por um segundo. – Ser mãe é um presente, pois é uma dádiva receber uma vida e saber que ela só depende de você! – a morena entregou-se as lagrimas.

– Por que ta falando tudo isso? – perguntou chorosa. Queria ir embora, não ter que ouvir tudo aquilo.

– Porque você precisar saber, menina. – Kushina virou o corpo mais em direção a Hyuuga e sorriu. – Sabe, eu sei que não foi programado, planejado e que vocês mal se conhecem, mas conheço o meu filho melhor que ninguém e sei o quanto ele está empolgado com o bebê que vocês terão. – ela sorria, sentia-se orgulhosa do filho por isso, via nele o mesmo olhar que demorou tanto para reconhecer, o de pai coruja. – Mas não importa o quanto ele esteja empolgado. – a morena estreitou os olhos, depois de esfregá-los com o casaco, limpando as lagrimas. – Não importa o quanto ele queira que esse bebê nasça, porque isso só cabe a você, Hinata. É responsabilidade sua.

– Por quê? – perguntou.

– Hina, esse bebê. – repousou a mão sobre o ventre ainda liso da morena. – Ele só depende de você pra sobreviver. Só de você! – Hinata engoliu a seco. – Não importa o quanto Naruto se esforce, só você pode cuidar desse bebezinho agora, cuidar dele, fazer com que ele tenha saúde, ninguém além de você pode fazer isso. – Hinata negou com a cabeça, não queria aquilo. – Eu não sei o que pretende quando o bebê nascer, se quer ficar com ele ou não, se quer ser mãe pro resto d vida ou fugir dessa responsabilidade, mas por hora essa sua decisão não importa, porque nesses nove meses você precisa ser mãe, você precisar fazer tudo o que eu disse que uma mãe faz, se depois você for embora, eu prometo que essa criança vai ser muito bem cuidada, mas agora a responsabilidade está toda na sua mão! E já passou da hora de você assumir essa responsabilidade e deixar, pelo menos nesse tempo, o que gosta pra trás e ser a mãe que esse bebê precisa pra sobreviver.

– Não é m-m-muita responsabilidade pra uma pessoa só? – a morena chorava, sua voz falhava. – Ser responsável por uma vida inteira, por uma pessoa, eu não quero ter essa responsabilidade, eu não consigo.

– Acredite ser responsável pelo nascimento de uma vida não é nada se comparado a carregar a culpa da perda de uma vida, ainda mais com quando é sangue do seu sangue, sangue do seu filho. – Hinata arregalou os olhos, assustada e chorosa, lembrou-se imediatamente do que chegara tão perto de fazer e seu coração batia irregular e doloroso só de imaginar aquilo. Assentiu convencida, sequer podia imaginar como era aquela dor. – Então você ser mãe, pelo menos nesse tempo? Vai cuidar da saúde desse bebezinho que eu estou louca pra ver nascer? – acariciou o ventre da Hyuuga, imaginava-se segurando seu neto pela primeira vez, a emoção que seria.

– E como eu faço pra não sentir vontade de fumar ou beber? – perguntou, sentindo a mais velha tirar a mão do lar de seu neto e sorrir. Sim, a mais velha sorria, pois só aquela pergunta mostrava que a morena estava aberta as mudanças.

– Ocupe sua mente. – respondeu sorridente. – Não fique o dia todo em casa, sozinha, vai acabar entediada e vai ter vontade de fumar e outras coisas. – a morena semicerrou os olhos, pensaria a respeito disso, mas a única coisa que pensava em fazer fora de casa era ir a casa das amigas, onde a tentação seria muito maior e as baladas que já gostava de ir antes do bebê e a tentação seria ainda maior do que com as amigas. – Estamos combinadas? – Hinata assentiu e esfregou de novo as mãos do casaco de Naruto nos olhos, sabia que o rosto deveria estar vermelho, mas mesmo estando na rua não conseguia impedir as lagrimas que a tomavam. Mãe era um tema tão delicado em sua vida. – Vamos voltar. Tem certeza que não quer pipoca antes do almoço? – perguntou levantando-se junto a mais nova que negou, queria lamen, amava lamen e torcia para não o vomitar.

...

Kushina assentiu e caminharam em silencio de volta a casa dos Uzumaki. Naruto estava nervoso, agitado, também, receoso. Sua Okaa-san não era o símbolo de paciência, pelo contrario, era estressada como só ela sabia ser e a Hyuuga uma menina mal educada que achava ter resposta para tudo. Respirou fundo, que estivesse saindo tudo bem nessa conversa.

– Nervoso? – perguntou Minato. Os olhos azuis do filho não permaneciam num mesmo ponto e suas expressões mudavam o tempo todo. Ele assentiu em resposta para o pai e tentou focar na TV e no programa que passava, mas era em vão. – Sua mãe não vai bater na menina, Naruto. – ele riu, sabia que esse era o medo do filho. Conhecia tão bem quanto ele a personalidade da ruiva, afinal.

– Eu sei Otou-san. – a voz era nervosa ainda, mas respirou fundo controlando-se. Tudo bem, não queria que sua mãe assustasse ainda mais a morena que ao ser ver só estava assustada, confusa e por sua culpa. A maçaneta da porta fez barulho e ele a encarou, só podia ser elas.

Kushina levou a mão até a porta, para abri-la, mas antes que o fizesse parou e olhou para a Hyuuga em seus calcanhares.

– Nossa conversa, fica entre nós, ok? – a morena assentiu. – Não vou contar nada a Naruto. – temia que a mais nova achasse que ela contaria tudo a Naruto, mas não tinha essa necessidade. Era papo de mãe que só interessava as duas e não seria bom se Naruto ficasse a lembrando “Olha o que você conversou com minha mãe”, isso só chatearia a menina. Abriu a porta e sorriu ao ver o filho e o marido sentados lado a lado assistindo TV, suspirou, como era bom ter o filho em casa.

Entrou seguida pela morena e os olhos de Naruto a encaravam ele percebera os olhos vermelhos da morena, sabia que ela havia chorado.

– Vocês estão bem? – perguntou preocupado, mas respirou aliviado quando as duas sorriam em resposta. – Podemos comer? – Kushina riu, era a cara do filho querer logo saber da comida. Oras, ele estava preocupado com elas, mas elas disseram estar bem então porque não falar da comida?! Ele estava faminto, seu estomago colava-se as costas, só comera aquele lanche horrível do avião.

– Vamos, vamos. – disse caminhando para a cozinha. Os dois no sofá levantaram-se seguindo-a para a cozinha. Naruto encarou a morena enquanto caminhavam, mas ela apenas desviou os olhos, não gostava daquele sorrisinho sempre feliz demais do loiro. – Gosta de lamen, Hinata? – perguntou quando viu todos sentados a mesa, enquanto enchia as tigelas. A morena sorriu.

– Sim, é meu prato favorito, principalmente o de porco. – Naruto a encarou. Aquilo era serio? – O que foi? – perguntou ao loiro.

– É meu favorito, também. – explicou sorridente, fazendo-a bufar. Kushina sorriu com a pequena interação dos dois, sentia que um dia eles se dariam muito bem, muito bem mesmo, torcia para que tivesse certa. Seu filho poderia mudar a morena, que ela percebera ter potencial, só estar completamente perdida. – Obrigado Kaa-san. – disse quando a tigela cheia tomou lugar em sua frente, ela servia a todos antes de sentar-se para comer.

Hinata respirou fundo inalando o cheiro, sorrindo ao perceber que dessa vez não fora tomada pelo enjôo, poderia comer, graças a Kami, estava com uma cara tão boa, mas tão boa. Levou o macarrão até a boca saboreando, com toda certeza, era o melhor lamen que já comera na vida e isso explicava o porquê do loiro sequer para respirar e quase enfiar a cara na tigela. A ruiva sorria, gostara do resultado da conversa com a morena, esperava que as coisas realmente mudassem agora.

...

Domingo (20 de Setembro)

– Tem mesmo que ir tão cedo? – Naruto assentiu e abraçou a mãe com força, já sentia saudades dela, nem mesmo aquele sábado passado em meio a reclamações de quem escolheria o canal da TV, como antes, quando ainda morava ali, fora divertido.

A Hyuuga acenou para a ruiva e ao loiro mais velho, já esperava o Uzumaki no jardim, aquele era um momento família, tantos beijos, abraços e promessas de sentir saudade que a incomodava. Fora até que um dia tranqüilo o anterior, tirando que passara mau logo após o almoço, realmente, na deveria ter comido o lamen, mas valera a pena estava muito bom, então passou o resto assistindo TV com os outros, fora diferente para ela ver o ambiente familiar e as brigas saudáveis desde um pouco antes de seus 16 anos que ela e seu pai não tinham mais aquela relação, por culpa dela mesmo. Apertou o casaco no corpo e olhou para o céu enquanto Naruto ainda se despedia dos pais, era cedo e estava ainda mais frio que o dia anterior. Esfregou os braços, aquecendo-se.

– Até mais Kaa-san, Otou-san. – acenou, enquanto caminhava até a morena que o esperava. Ajeitou a bolsa, transpassando-a no corpo para que ficasse confortável. – Vamos? – perguntou gentilmente, vendo-a assentir e preparar-se para caminhar com ele. Pela primeira vez seu pai não o levaria, o carro estava dando problema quando acordaram pela manhã, então iria até mais o centro e pegaria um taxi até a cidade vizinha.

Esperou a morena ir na sua frente e ia caminhando próximo a ela. Via alguns amigos seus próximos a entrada de suas casas. E acenava para eles, sentia saudade dos amigos de infância, mesmo com os amigos maravilhosos que fizera no serviço.

– Você por aqui Naruto? – perguntou Lee, animado, como sempre era. Ele não sabia que o amigo estava na cidade.

– Indo embora. – explicou parando para dar um abraço no mais velho. Hinata bufou. — Foi um prazer te ver. – voltou a caminhar, avistando a praça que representava o centro da pequena cidade. A morena já avistara o ponto de taxi e caminhava na direção dele quando um assovio fez o loiro parar. Ele olhou para trás e sorriu, o som vinha da viatura que protegia a cidade, era seu padrinho. – Kakashi-sensei! – caminhou até o mesmo com um sorriso feliz no rosto, recebendo um abraço saudoso. Hinata arregalou os olhos, tinha razão em achar que todos naquela cidade se conheciam, até com os policiais Naruto parou para falar. Bufou.

– Todo mundo te conhece por aqui? – perguntou, queria ir embora logo, estava frio na rua e, também, estava com sono.

– É meu padrinho. – respondeu Naruto, já havia notado o mau humor da morena, mas não ligava. Estava em sua cidade, até pouco tempo atrás com seus pais, estava em seu pequeno e particular mundo, ali ela não era capaz de o tirar do serio. – Que bom te ver Kakashi-sensei. – abraçou o mais velho, saudoso.

– Também, Naruto. – retribuiu o abraço, contente. Não sabia que o afilhado estava na cidade senão, com certeza, teria ido até a casa dos amigos o visitar. – Não soube que vinha.

– Foi de ultima hora e, também, fiquei pouco tempo. – explicou. O grisalho assentiu e apontou com o queixo para a morena, não sabia quem era e não lembrava-se de tê-la visto alguma vez por ali. – Ahh, como sou sem educação. Kakashi essa é Hinata, uma... – parou, mordendo os lábios, como apresentar a morena?

– Uma amiga de Tókio. – Hinata estendeu a mão para cumprimentar o mais velho. Notara a falta de jeito do Uzumaki, ele acabaria por apresentá-la como a mãe de seu filho, mas ninguém precisava saber disso. Naruto sorriu confirmando, mas estava confuso, eles estavam longe de serem amigos. – Prazer em conhecê-lo. – forçou um sorriso.

– O prazer é meu. – aceitou o cumprimento da morena, mas agora estava confuso, Naruto estava sem graça e ela que antes era carrancuda estava sorrindo, deixaria essa passar. – Sou Kakashi, padrinho desse baka ai e esse aqui é meu parceiro Genma. — a morena acenou para outro que estava na janela do carro e fora retribuída, mas de onde ele conhecia aquela morena? Ela lhe era tão familiar!

– Já esteve em Konoha antes? – perguntou, terminando de descer a janela, para ser ouvido. Era sempre assim, um vigiava do lado de fora do carro enquanto o outro de dentro, para que se algo estranho acontecesse estivessem preparados para partir. A morena negou com a cabeça, estranhando a pergunta, sequer ouvira falar daquele lugar antes. – Você me é familiar. — disse, era estranho, como ou já vira aquela menina ou alguém muito parecida com ela, deu de ombros. Naruto apenas observava, sabia que ela nunca tinha estado ali.

– Já vai? – perguntou Kakashi, quando o silencio começava a se instalar entre eles. O loiro e a Morena assentiram juntos.

– Vamos pegar um taxi pro aeroporto. – explicou Naruto.

– Se quiser uma carona. – a morena arregalou os olhos. Por Kami que ele não aceitasse, imaginava que mico seria chegar no aeroporto num carro da policia.

– Não precisa, vocês tem que trabalhar. – disse sorridente, ele não via problema em aceitar, mas realmente, o padrinho e o amigo tinham que continuar trabalhando, ele não queria atrapalhar. Já a Hyuuga sentia-se agradecida por ele não ter aceito.

Despediram-se e caminharam ao outro lado, o ponto de Taxi, composto por 2 carros, Hinata estranhava aquele lugar, tudo era tão pequeno. Aquele lugar era muito pequeno. Naruto reconheceu o carro do amigo Idate e entrou nele junto a morena.

...

Entraram juntos no avião e ela acomodou-se em seu lugar antes do loiro. Estava irritada, o caminho todo fora repleto de gargalhadas e conversas animadas. Aqueles dois não calavam a boca. Tudo bem, eram amigos que não se viam há um tempo, mas que saco! Que trocassem telefone, ela não era obrigada a ouvir. Naruto não entendia porque ela estava irritada, mas quando ele conseguia entender a morena, afinal? Nunca.

Colocou a bolsa no lugar dela e sentou-se ao lado da morena, que estava virada para o outro lado. Queria puxar algum assunto, quem sabe conversar. Ele gostava de conversar, mas ela parecia estar para poucos amigos agora, então era melhor assistir. Enfiou os fones de ouvido e abriu a pequena tela que mostraria o filme disponível para os passageiros.

Hinata puxou o cobertor debaixo da cadeira e inclinou-se, queria dormir, era cedo demais para estar acordada. E morria de dor de cabeça depois de tanta conversa desnecessária, queria chegar logo ao apartamento do loiro e, também, queria um cigarro. Droga! Sabia que não podia, mas queria. Será que só um faria tão mau assim ao bebê? Aí Kami, sentia a mão coçar para segurar um cigarro e a boca seca em desejo de um. Fumaria só unzinho quando chegasse, só um. Respirou fundo e fechou os olhos.

Prestava atenção no filme, mas também olhava para a pequena janela que estava bem ao seu lado, queria chegar logo, estava cansado. Ficara, totalmente, desacostumado com a cama da infância, a de seu apartamento era tão maior e macia, mas, com certeza, era melhor que o chão que dormira de ontem para hoje, deixara a cama para a morena. Cavalheirismo era isso. Olhou para o pequeno relógio do pulso, logo estaria em casa para descansar.

...

Sasuke ligava para Sakura, torcia para que ela atendesse, teria uma noite especial na boate de Itachi e queria a levar com ele. Mas será que ela atenderia? Não eram muito de se falar fora do trabalho, mas não custava tentar, não é?

– Sakura? – disse quando a linha parou de chamar, esperava que ela topasse.

Sakura estreitou os olhos quando viu o nome de Sasuke na tela de seu celular. Por que ele a estava ligando? Nunca se falavam fora do trabalho, bom, a não ser quando marcavam de sair juntos com o pessoal do trabalho, normalmente, para um barzinho como na quinta ou na boate de Itachi. Olhou, novamente para o celular, mordendo os lábios, atenderia.

– Oi Sasuke. – respondeu quando seu nome surgiu da outra linha como uma pergunta. Sasuke sorriu, ela atendera, já era meio caminho andado. – O que quer? – ela era direta.

– Vai ter um show na boate com um DJ famoso e queria saber se quer ir comigo. – disse, estava inseguro. Quando convidava alguém para sair, saia que topariam, mas com Sakura tudo era diferente, ela sempre fazia o oposto do que ele esperava e cismava em sempre deixá-lo na mão, literalmente.

– Hum... – Sakura olhou para cima, o teto de seu quarto lhe parecia tão branco que já encontrava-se totalmente entediada. Por que não? – Pode ser.

– Que horas posso ir te buscar? – perguntou. A melhor parte era que ele saberia onde ela morava agora, também.

– Ás 21h. – ela falou o endereço que foi previamente anotado, ele não iria se atrasar. Desligou o telefone e caminhou para o banheiro, iria se arrumar. Pela hora em seu celular eram 20h06m e até chegar a casa dela, bem, mesmo que chegasse mais cedo era melhor que se atrasar. Sakura levantou da cama e abriu o guarda-roupa mordendo os lábios, o que usaria? Obviamente, um vestido. – Qual vestido Sakura? – perguntou a si mesma. Droga! Não fazia idéia o que usar. Passou a mão pelos cabides sentindo os tecidos, aquele que mais a agradasse era o que usaria, quando suas mãos tocaram o Chiffon o tecido fino e leve a agradou, sabia que o tempo poderia até estar frio, mas a boate sempre estava quente. Puxou o cabide e sorriu. – Com certeza é esse! – jogou sobre a cama, indo ao banheiro para tomar um banho.

Sasuke já saia de casa, sentia seu coração batendo rápido, se sentia um adolescente no primeiro encontro, talvez, porque fosse o primeiro encontro sozinho com Sakura. Ai ai, o que aquela rosada fizera com ele? Não sabia ao certo, mas sabia que nunca quisera tanto ficar com alguém e detalhe, desde que ficaram pela primeira vez, sequer sentia vontade de outras mulheres, isso era novo para ele. Chegou ao edifício indicado no papel e tocou o interfone.

– Quem é? – perguntou Ino, ela não esperava ninguém e Sakura, também, não falara nada sobre esperar alguém. Ahh sim, elas eram dividiam apartamento.

– Sasuke. – respondeu. – Vim buscar a Sakura. – ele sabia que ela morava junto com a Ino e para não saber quem seria deveria ser ela.

– Vou chamar. – sorriu maliciosa, então ela iria sair com Sasuke, sorriu. Safadinha! Sabia o que ouviria tanto que não falara nada. Desligou o interfone e bateu na porta da amiga. – Sasuke chegou! – a voz maliciosa vez Sakura corar, droga! Não queria que Ino soubesse. Abriu a porta e Ino deixou a boca cair. – Uau! Que vestido lindo! – disse surpresa, onde ela escondera aquele vestido que nunca tinha visto?

– Obrigada! Obrigada! – disse debochada ajeitando a bolsa no cotovelo e saindo rápido antes que Ino lembra-se de implicar sobre a saída com Sasuke. Entrou no elevador com pressa e apertou o primeiro andar.

Sasuke já estava nervoso, será que ela desistira? Que sacanagem seria se o tivesse feito ir até ali a toa, mas antes que pudesse pensar em voltar e ir embora o portão abriu e sua rosada saiu de lá, ainda mais linda do que de costume.

– Você está linda. – disse agarrando sua cintura para juntar os lábios, sentia saudade do beijo dela.

– Obrigada. – sussurrou antes de permitir o beijo, gostava da sensação de ter a língua do moreno explorando sua boca, causava arrepios em seu corpo.

– Senti saudades dos seus beijos e do seu corpo. – alisou a coxa exposta subindo a mão dentro do vestido solto, sentia-se completamente excitado só de vê-la daquele jeito, tão linda. Ele não conseguia controlar-se quando estavam juntos. Sakura suspirou ao ter o corpo mais apertado ao dele, sentindo sua excitação mesmo sobre a calça jeans. Deixou as mãos dele, deslizarem por seu corpo e arranhou os braços dele bem forte com as unhas. Ai Kami, aqueles músculos a levavam a loucura. Sorriu maliciosa, empurrando-o contra o carro, com força. – É o que eu to pensando? – via o desejo tomando os olhos verdes. Ela mordeu os lábios e assentiu.

– A boate pode esperar. – ele sorriu concordando e abriu a porta do carro. Ela o empurrou sentado antes de sentar-se em seu colo fechando a porta. Por sorte o vidro era preto, porque agora duvidavam que iriam a qualquer outro lugar.

Continua...

Notas finais
ROUPA DA SAKURA: http://www.nettendencias.com/img/fotos/vestidos%20de%20chiffon%20curto%204.jpg E então? Gostaram? Mereço coments? Espero que sim >< Eu amo coments! E vou responder a todos do cap anterior (está dificil pq eu to sem net, só com a tim, ai já viu, né?!) Mas eu prometo que vou, por isso, não deixem de deixar as opiniões e o que acharam do cap nos comentários *-* Por enquanto é isso! Mas logo tem mais! Prometo s2 Kissus e até o proximo!