Pieces of Her

9 A verdadeira Hinata.


Notas iniciais
Olá :3 Tudo bem? Então, ontem não teve capitulo pq eu passei o dia na rua e quando cheguei estava maaaaal, tipo, muito! Tive que tomar uma injeção para controlar uma dor horrivel na coluna e um remédio pra dormir, pois minha insonia está realmente se tornando algo serio! Maaaaaas hoje eu estou bem! Tenho a sorte de ter uma mãe da area da saúde que me deixou novinha em folha, e estou até caindo de sono (ainda graças ao remédio) e quando deitar vou cair! kkkkk Mas eu queria mesmo postar esse capitulo *_* Porque agora vocês vão odiar tipo MUUUUUUUITO a Hinata, mas então vai começar minha parte favorita da história, bom, não agora! Nem no proximo, mas logo! Peço desculpas pelos capitulos paradoes, é porque precisamos deles, foi mau >< É isso gente! Desejo um bom capítulo e que gostem hehe Kissus :3 P.S: Capítulo com uma introdução de Hentai (SasuSaku) CAPÍTULO DEDICADO AO KUROGANEH *_* MUITO OBRIGADA PELA RECOMENDAÇÃO! EU AMEI!

Quarta-feira (02 de Setembro)

Enrolado a toalha saiu do banheiro e caminhou, lentamente, até o criado-mudo para desligar o despertador que tocava, alto, para acordá-lo para ir ao trabalho, respirou fundo, esquecera de desligar quando foi ao banho e por isso diminuiu pela metade o tempo no banheiro, com medo de que pudesse acordar a morena, seria legal se o despertador pudesse desligar sozinho quando ele já não tivesse mais dormindo, sei lá, talvez com sensor de movimento no colchão. Tocou a testa, estava delirando, só podia. Talvez pela falta de um sono tranqüilo em que conseguisse relaxar.

Ficara girando na cama a noite inteira pensando sobre a pergunta que Sasuke o fizera, porque não! Ele nunca, sequer por um momento, pensou que o filho não pudesse ser dele! Tudo bem, aquilo seria fácil de resolver, pediria um exame de DNA quando a criança nascesse, já que a internet o informou de que o exame feito antes do nascimento pode fazer mal ao bebê, então esperaria, mas achava que a morena não tinha motivos para mentir já que faria um aborto mesmo que ele não lhe desse o dinheiro e, também, torcia para que ela não estivesse mentindo, afinal já se apegara ao filho que teria.

Iria falar com ela ainda hoje sobre o exame, ontem chegara tão tarde que já estava dormindo, não iria acordá-la só por isso! Até porque sentia em seu coração que Hinata não mentia. Respirou fundo, seria tão ruim, sabe, estar tão apegado ao bebê dessa forma e depois ele não ser seu, não podia! Sacudiu a cabeça, e olhou no despertador em sua mão, que ele acabara de desligar, tinha que parar de pensar nisso e se arrumar logo, não podia se atrasar hoje, tinha reunião e trabalho atrasado, faltavam dois temas para editar e liberar a produção antes do lançamento da edição semanal que era para sábado. Pelo menos, as edições semanais estavam mais para folhetos que para revista, as edições mensais que eram preocupantes, e só falaria com a morena a noite mesmo, nunca a vira acordada por esse horário.

Largou o rádio/relógio de volta no criado mudo e caminhou, segurando a toalha, até o guarda-roupa abrindo a porta do espelho, as outras ainda não estavam totalmente arrumadas, deveria lembrar-se de arrumar todo seu armário. Olhou as roupas e as tocou, o que usaria hoje? Certamente, deveria comprar mais roupas. Olhou pela janela e o tempo parecia estar meio frio, o que era normal para o outono, pegou um suéter laranja escuro que usaria com o jeans preto já separado para usar e sapatênis.

Já arrumado tocou o corpo e sorriu, gostava do tecido, da sensação de tocar o suéter que usava com uma blusa de gola branca por baixo. Humm, qualquer dia usaria só ele, para sentir como era o roçar do tecido gostoso em sua pele. Pegou a bolsa preta tira colo e notou, quando segurou a alça em seu corpo, o tecido puído, respirou fundo, precisava comprar outra bolsa, essa não agüentaria muito tempo e com não sabia viver sem sua bolsa, até porque precisava pro trabalho. Respirou fundo, abrindo a porta para sair do quarto e sentiu um cheiro estranho no ar. Fechou a cara, retorcendo o nariz, que cheiro ruim era aquele?

...

Hinata se remexia na cama, que som era aquele? Tão alto e irritante! A incomodava muito, mesmo que ainda estivesse no sono. Tudo bem, iria ignorar e voltar a dormir. Mesmo inconscientemente apertou mais os olhos antes de se virar na cama, de bruços, para mais uma vez tentar dormir. O tempo passou e não estava adiantando, continuava irritada com aquele som que não cessava, talvez fosse melhor levantar logo. Não fazia idéia de que horas eram, mas teria que acordar mesmo, não esquecera dos exames que conseguira marcar para hoje naquela mesma clinica idiota e cheia de crianças. Tudo bem que ela não queria ir, mas iria, até porque não tinha nada para fazer e não conseguia dormir graças ao barulho de despertador que ainda não cessara.

Puxou a coberta e girou o corpo, saindo da cama, rapidamente. A cabeça girava, deveria ter levantado mais devagar, sacudiu a cabeça, tentando amenizar a sensação de estar tudo girando e olhou pro relógio. Bufou! Estava cedo demais até mesmo pro exame. Ajeitou o pequeno short, que enrolava em suas pernas, pegando seu ultimo maço de cigarros no criado mudo e caminhou para a porta, abrindo-a. A casa estava totalmente apagada, o que significava que o loiro ainda dormia. Como ele não tina conseguido ouvir aquele despertador que até ela ouviu? Devia ter sono de pedra! Seguiu para a cozinha, faria algo para comer. Quem sabe ovos e torrada?

Chegou a cozinha e abriu a geladeira pegando dois ovos para preparar para si, mas engoliu a seco, sentindo o enjôo tomar conta de si quando imaginou o cheiro que os ovos deixariam na cozinha. Por que enjoava tanto com o cheiro de comida? Que ódio! Guardou os ovos e bateu a porta da geladeira! Olhou para o lado e viu a mesa de jantar que sabia nunca ter sido usada, já que o loiro não parecia ser de muitos amigos, e caminhou até ela, sentando-se na cadeira da ponta, virada para a porta da varanda que tinha. Pegou o maço de cigarros, abrindo-o, tirando primeiro o isqueiro branco que guardara ali, pegando um cigarro em seguida. Com dois dedos o levou até os lábios e colocou fogo em sua ponta sugando-o para que não apagasse. Tragou longamente, gostando da sensação, o cheiro do cigarro começava a enjoar, mas pelo menos um ela terminaria, sentia falta daquilo.

...

Seguiu para a cozinha, farejando, tentando identificar que cheiro era aquele que tomava sua casa, mas mesmo não sabendo o que era, não gostava! O dava vontade de tossir. Farejou mais uma vez e sabia que conhecia aquele cheiro, mas o que era? Sentiu os olhos se arregalarem quando seus olhos encontraram a morena sentada mesa com a fumaça leve saindo do cigarro acesso entre seus dedos! Ela estava louca? Aquilo fazia mal a saúde, principalmente quando se estava grávida, podia até matar o bebê!

Correu em sua direção antes que ela conseguisse levar aquilo a sua boca mais uma vez e segurando sua mão por trás arrancou o cigarro de seus dedos e apertando-o na mesa para que se apagasse. Infelizmente já estava no fim!

– Você está louca? – soltava a mão da morena que o encarava surpresa, não conseguia disfarçar a voz séria.

– Eu que pergunto, quem você pensa que é? – perguntou, estava irritada, quem o loiro achava que era para a segurar e apagar o cigarro que estava sem sua mão.

– Eu sou quem está tentando manter nosso bebê saudável! – respondeu, sabia que não devia a segurar daquela forma, podia a machucar, mas não se conteve vendo o que ela fazia. Será que não sabia como fazia mau? – Isso faz mal ao bebê, pode até matá-lo. – Hinata bufou e olhou para o cigarro apagado na mesa antes de encarar o loiro. – Não faça mais isso!

– Eu faço o que eu quiser! – respondeu. – Você não é meu pai! E estou pouco me fodendo se isso faz mal! – Naruto a encarava com a boca aberta, como ela podia falar isso? Como podia ser assim? Só poderia estar louca.

– Você não está falando sério! – não podia estar, qualquer pessoa sã se preocuparia se fazia mau ao filho!

– Você vai ver se não... – pegou o maço e acendeu outro na frente do loiro, fumando-o.

– Hinata! – ele quase gritava, se controlava para não se alterar, tinha que cuidar da Hyuuga, não tratá-la mau e estressá-la, afinal isso também podia fazer mal ao bebê. – Apague is... – interrompeu a fala tirando o celular do bolso da calça para ver porque o celular vibrava, era Asuma que já tinha chego para o buscar. Tomou o cigarro da mão dela e caminhou para a porta, deixando-a o encarando. – Você não vai fumar!

– Eu vou fazer o que eu quiser! – ela repetiu e ele saiu bufando do apartamento, mas confiava de que não faria, não agora que sabia que faria mal. Ela o viu fechar a porta e bufou, ele estava muito enganado se achava que ela o obedeceria, nem seu pai a mandava e ele não faria isso. Pegou o ultimo cigarro do maço e acendeu, voltando a fumar! Ela mandava em sua própria vida e não pararia de fazer o que gostava pelo bebê, nem por ninguém! E deixaria claro para ele que ninguém a mandava.

...

Entrou no carro, sacudia a cabeça e sacudiu a cabeça tentando afastar quaisquer pensamentos ruim sobre a Hyuuga, ela só não devia saber mesmo e o estava provocando, não iria querer fazer mau ao próprio filho. Droga! Ficara tão surpreso com o cigarro que esqueceu de falar sobre o exame depois do nascimento da criança! Que saco, falaria hoje a noite, com certeza, ela não estaria fumando. Tinha certeza, que ela não estaria!

– Bom dia! – disse Asuma, arrancando Naruto de seus pensamentos, que sorriu em resposta. O mais velho sabia que ele falaria bom dia, afinal Naruto era sempre muito educado. – Como foi na clinica ontem? – basicamente, ele soubera como foi e, também, sabia que o passageiro tinha falo com sua mulher e queria contar isso, por isso tocara no assunto.

– Foi muito legal. – respondeu sorridente, tirando pelo fato de que a morena ter que ficar nua em sua frente e ele morrer de vergonha, mas não precisava falar disso.

– Minha esposa disse que você é muito gentil. – ele disse sorrindo enquanto o loiro se assustou. Como assim a esposa dele? A esposa estava na clinica? Bom, ele só falou com a médica, a moça grávida e a recepcionista. Será que a esposa dele estava grávida? – Ela é a Kurenai! Ahhhhh, a recepcionista simpática! Sorriu.

– Ela é sua esposa? – não podia acreditar que conhecera a esposa dele e ela era uma mulher linda e muito gentil. Asuma assentiu. – Ela é muito simpática e muito bonita, também!

– Eu sei escolher bem! – ele se gabou. Sabia que a esposa era linda e com os anos que estavam juntos ela só ficara ainda mais bela. Naruto sorriu admirando o brilho nos olhos do motorista, que até pelo espelho conseguia ver, era o brilho do amor que sentia pela mulher! Era tão bonito! Queria sentir aquilo por alguém, ter esse brilho nos olhos de novo, mas nem Shion conseguia colocar aquele brilho, respirou fundo, sentia-se ruim por ter inveja do taxista naquele momento, mas não conseguia impedir... Será que um dia encontraria a pessoa que faria seus olhos brilharem? Que ficaria consigo por toda sua vida?

– Sabe sim! – disfarçava a inveja em sua voz, mesmo que fosse uma inveja saudável! Não queria a mulher do mais velho, apenas queria poder encontrar aquele amor, também! Asuma sorriu, a risada alta e grave, assim como sua voz parando o carro em frente ao trabalho do loiro. – Obrigado! E até mais tarde! – abriu a porta descendo do carro depois de pagar. Queria mesmo comprar um carro! Claro, sentiria falta de Asuma, mas era melhor vê-lo às vezes a sempre, estava gastando muito com taxi e sentia-se mal gastando tanto dinheiro assim, nunca teve uma vida repleta de luxo e agora que tinha um pouco, era mais do tipo que preferia guardar para caso precisasse algum dia. Afinal, ninguém sabe o dia de amanhã.

Entrou na empresa, cumprimentando os conhecidos que estavam no primeiro andar, indo para o elevador. Tinha mesmo que ser rápido! Estava 30 minutos atrasado, graças ao transito, e tinha muito trabalho pela frente.

– Bom dia, Naruto. – Ino o recebeu ao nono andar com seu habitual copo de café nas mãos. Sim, já havia se tornado habitual, pois apesar de ainda não gostar só conseguia trabalhar bem com ele.

– Bom dia. – respondeu e encarou o rosto da loira, estava estranha. Parecia querer perguntar algo. – Quer perguntar algo? – por um minuto os olhos dela se arregalaram e então piscaram, tentando disfarçar. Negou com a cabeça, não queria perguntar nada ainda! Primeiro veria se Sakura conseguia descobrir algo com Sasuke, só depois partiria a Naruto. Entregou o café forte ao loiro sorrindo amarelo, tomara que ele não desconfiasse, vai que pedisse a Sasuke para não contar nada, se o moreno já soubesse de algo. – Obrigado!

– De nada. – suspirou aliviada quando ele entrou em sua sala e ela pode se encaminhar a sua mesa. Caramba! Estava tão curiosa! Ligaria para Sakura, será que ela já sabia de algo? Iria mesmo ligar! Pegou a tela o celular sobre a mesa e viu na tela do computador, todos os compromissos do dia do loiro e as coisas que ele tinha para fazer e as com que ela podia ajudar. Cada uma na planilha tinha uma cor diferente, mas, especificamente, no dia de hoje, todas as cores apareciam demais, respirou fundo, tudo bem, tudo bem! Sakura iria esperar, seu trabalho vinha primeiro!

...

Sasuke chegara ao trabalho, respirou fundo e sorriu, descobrira tudo sobre o loiro e a tal Hinata sem ter que investigar, já que ele contara, bom, ao mesmo tempo que temia que o amigo estivesse sendo enganado estava feliz, pois teria sua recompensa, sorriu malicioso. E como queria aquela recompensa! Estava a cada dia mais louco pela rosada e olha que nunca fora de querer só uma mulher!

O moreno sempre foi do tipo que preferia casos de uma noite, conhecer muitas mulheres e se conseguisse ficar com todas, mas desde a primeira saída do grupo de trabalho juntos para a boate do seu irmão, onde ela dançava perfeitamente e rebolava aquele corpo magro – de ex-modelo- e sexy, ai Kami, ele não queria outra! Só ela, cada vez mais, e quando ela o recusava então, só o fazia querer mais. Caminhou para a porta do elevador e encostou-se ao lado do mesmo, sabia que Sakura sempre chegava atrasada e hoje ela subiria com ele direto para a sala de copias do terceiro andar.

Deixou o sorriso tomar seu rosto quando a viu chegar tirando os olhos escuros – que ela usava por achar estiloso, mesmo que quase não tivesse sol — e sacudir os longos cabelos róseos. Ela vinha se aproximando dele e ele, praticamente, babava, fazendo-a rir. Sakura gostava de vê-lo a lhe admirar e de ver o brilho nos olhos ônix quando estavam juntos. Respirou fundo, nunca tivera tão apaixonada, mas continuaria negando, pois sabia que isso atiçava o interesse do moreno, temia que se quando confessasse sua paixão ele perdesse a atração por ela, afinal conhecia o tipo pegador de Sasuke, um dia! Um dia teria certeza que o havia conseguido mudar! Mas por que será que ele a esperava ali? Mordeu os lábios, curiosa, teria ele descoberto algo sobre Naruto e Hinata?

– Bom dia Sasuke-kun. – respondeu logo depois umedecendo os lábios, o levando a delírio, aqueles lábios. – Tem algo a me contar? – ele sorriu e apertou o botão do elevador, que chegou rápido. Ela o encarava esperando uma resposta, mas deixou os olhos percorrem a direção que sua mão tomava, sorrindo quando ele pressionou o botão do terceiro andar. – Então tem mesmo algo para me contar? – o elevador se abriu e ele continuava em silencio. Ela o seguiu e ele abriu a porta da sala da copiadora.

– Eu tenho algo pra contar, mas só depois do que me prometeu. – ela sorriu maliciosa, tudo bem ele querer a recompensa primeiro. Particularmente, ela acordara com um fogo que estava tomando seu corpo aquele dia, adoraria fazer aquilo. Mordeu os lábios e virou-se para a porta, empurrando a pequena poltrona – que nem deveria ter naquela sala – para ela, prendendo-a, não iria arriscar que alguém entrasse. E quando voltou a olhar para Sasuke, ele gemeu, só de ver o desejo que tomara os olhos verdes. Andou na direção do moreno, aproximando os corpos enquanto a mão abria o cinto da calça social que ele usava. Ele sorria, adorava o fato dela não perder tempo! Sakura puxou o cinto, completamente, e deixou que caísse no chão, antes de abrir o botão e descer o zíper. Sasuke só observava, mordendo os lábios, suspeitava o que ela faria e gostava muito de imaginar.Segurava a barra da calça, iria descê-la, e assim o fez, mas junto desceu o corpo junto a calça, ficando de joelhos na frente do moreno, o rosto na direção do seu quadril. – Vai mesmo fazer isso? – só fizeram aquilo uma vez, normalmente ele fazia nela, pois a rosada dizia ser constrangedor demais. Sakura assentiu, queria sentir seu membro quente tremer em sua boca. Puxou a cueca masculina para baixo e viu o membro ereto saltar, quase batendo em seu rosto. Ela o segurou, com firmeza, bem na base e fechou os olhos lambendo a glande demoradamente. Sasuke arfou e passou as mãos sobre os cabelos róseos, acariciando-a enquanto ela o lambia prazerosamente, ele resistia ao instinto de puxá-la e fazê-la o engolir completamente. Sakura suspirou, gostava do sabor e queria provar mais. O lambeu da base até a glande e quando chegou até seu destino mexeu a mão que o segurava forte, em um movimento de vai em vem, sorriu ao sentir o corpo masculino tremer e continuou a masturbá-lo enquanto lambia seu ponto mais sensível. Ela o estava torturando. – P-Por favor... – disse puxando o cabelo, ele precisava.

Ela deixou escapar uma risadinha ousada, gostava de sentir poder sobre o corpo masculino, aumentou a masturbação, apertando um pouco a mão enquanto a deslizava pelo pênis úmido e então engoliu sua glande, sugando-a. Sasuke jogou a cabeça para trás e gemeu, sua boca era úmida, era quente e tão prazerosa. Ela gostara da reação, então continuou a masturbá-lo enquanto sugava a cabecinha cada vez mais forte. Sentiu o cabelo ser puxado com mais força e o gemido dele tornar-se mais rouco e não resistiu engolindo tudo que podia do membro, batendo com o rosto em seu corpo. Sasuke gemeu, gemeu muito alto, aquilo era a perfeição e quando o ritmo da cabeça feminina aumentou ele sentiu o membro tremer, gozaria, mas ainda era cedo. Segurou com força a cabeça dela e puxou afastando-a.

– Não quer mais? – perguntou surpresa, passou a língua sobre os lábios secando a saliva que escorria entre eles. Teria ela feito algo errado? Ele sorriu, claro que queria mais, mas precisava sentir outra parte da rosada! A puxou pelo corpo para um beijo desejoso, sentindo seu gosto na boca que tanto gostava e levantando-a pela bunda, fazendo que suas pernas enroscasse sua cintura, sentou-a sobre a mesa da copiadora. Ela sorriu, então era isso. Empurrou o corpo masculino para longe e tirou a calcinha jogando-a em algum do chão e voltou a puxá-lo com as pernas, grudando os corpos, e sentindo-o roçar perigosamente em sua entrada úmida. – Me faça sua! – só precisou pedir uma vez, Sasuke a estocou, fundindo os corpos de uma vez só. O ritmo já era louco, apressado e até, um tanto, violento. A cada estocada a mesa batia contra a parede no mesmo ritmo que os corpos se chocavam. Como aquilo era bom, era como ambos gostavam, forte e selvagem, pouco importava quem passasse pela porta e os ouvissem, o que importava era o prazer que estavam tendo.

...

Saiu do banheiro e colocou a única calça jeans que tinha levado na mochila e então olhou pela janela, que inferno! Estava frio e ela não tinha casaco! Mordeu os lábios, quer saber, pegaria um no quarto do loiro! O que ele poderia falar? Era para fazer um exame para saber sobre o filho dele, então que se danasse o que ele pudesse falar! Fechou o quarto enfiando nos bolsos da calça o celular, o dinheiro que o loiro lhe dera no dia anterior para o taxi e maço de cigarros, com o ultimo dentro e caminhou para o quarto do loiro abrindo a porta do loiro na maior cara de pau.

Abriu o guarda-roupa e tocou os inúmeros casacos que tinha lá, qual ficaria melhor nela? Tudo bem, gostava de roupas largas, mas se fosse muito largo ficaria estranho para ir na rua. Hummm, não tinha nada ali. Abriu a primeira gaveta e sorriu ao ver que era de cuecas, fechou-a e puxou a segunda, sorriu ao ver inúmeros suéteres, aquilo serviria, pegou um azul marinho e colocou constatando que, com certeza, ficava apertado no loiro, já que estava quase de seu tamanho! Os cabelos estavam soltos e agora e estava pronta para ir.

Na real, não queria fazer aqueles benditos exames, mas há anos não ia a um hospital e talvez fosse a oportunidade perfeita para ver sua saúde, também. Trancou o apartamento do loiro e voltou a colocar a chave embaixo do tapete, onde ele deixava e entrou no elevador. Tinha muita gente descendo, também, mas ela não se importava, as pessoas pareciam ser menos simpáticas do que ela, ninguém falava sequer uma palavra só olhavam para a porta ou para os seus celulares. Por sorte, o elevador era rápido e logo avistava o carro de Asuma a lhe esperar.

– Por favor, me leve a mesma clinica de ontem! – informou e olhou para a janela. Analisava todo o caminho e achava que podia muito bem voltar sozinha, o que era bom, já que se pagasse as duas corridas não teria dinheiro para comprar o que desejava. Avistou a clinica, as cores chamativas lhe davam dores de cabeça! Pegou o dinheiro no bolso e pagou o valor certinho da corrida. – Obrigada! Pode ir agora, eu volto de ônibus. – Asuma assentiu, aquela menina era totalmente diferente do loiro, que sempre puxava assunto e parecia feliz. Ela não parecia querer conversar e por isso, preferiu ficar na sua. Apenas fizera seu trabalho.

Ela entrou na clinica e falou com a mesma assistente simpática do dia anterior que desta vez a levou até os fundos onde faziam os exames, pelo menos ela dissera que iria ser rápido, queria voltar logo ao apartamento, dormir e encher a cara! Como faria! Sorriu maliciosa, mostraria ao loiro que ninguém a mandava, ninguém mesmo! Saiu da sala de exames e pressionou o braço furada, sorte que conseguira comer algo, senão estaria completamente fraca pela quantidade de frascos de sangue que lhe tiraram.

Deixou a clinica apenas com um aceno para a morena de olhos vermelhos e passou a caminhar pelas ruas. Sentia que conhecia o caminho bem o suficiente para poder andar atrás de uma loja de bebidas que não fosse a encher pela identidade para comprar as bebidas que tanto queria e quando passou em frente a uma, com o aspecto ruim, sorriu. Sabia que ali era o lugar, entrou.

– O que deseja?

– Tudo que tenho direito! – sorriu dando a resposta e olhou para a frente apontando para as garrafas que queria e o velho apenas assentia e as pegavas colocando em uma sacola de papel. Comprou também dois maços de cigarros e saiu da loja, indo ao ponto de loja que o vendedor lhe informara onde era. Sorriu ao descobrir que um ônibus deixava na praça atrás do edifício do loiro, era fácil chegar e queria chegar logo, precisava beber.

...

Naruto olhara para o relógio e suspirou frustrado, era a hora da, tão temida, reunião! Levantou-se e pegou o celular no bolso de fora da bolsa enfiando-o nos bolsos da calça, mesmo que desligado e saiu de sua sala respirando fundo. Estava tão ansioso para o que seus superiores poderiam falar que sequer notou o rosto de Ino surpreso o encarando.

Sim, a loira o encarava! Afinal acabara de descobrir que o loiro, tão certinho, engravidara uma menina que conheceu na boate de Itachi. Sakura já chegara ao nono andar a contando, tudo bem que ela achava que a amiga tinha feito uma parada já que estava com o rosto corado e a roupa amassada, mas o que importava era o que ela contara e caramba, era fofoca das boas mesmo! Se perguntava quando Naruto dividiria a novidade com todos? Devia ser difícil contar isso!

– Ino em que sala é a reunião? – ele voltou apressado para perguntar, esquecera completamente. A loira piscou saindo de seus pensamentos.

– Sala de reunião 5. – ele assentiu, não esqueceria mais, mas espera em que andar era aquela sala? Olhou para Ino suplicante. – Décimo segundo andar! – ele agradeceu e saiu correndo para o elevador. Estava atrasado e nervoso! Só sentira seu coração bater tão forte quando descobriu que seria pai. Apertou o botão que o levaria até a sala e respirou fundo quando a porta se abriu. Dois passos de saída e lá estava a porta de vidro com as escritas que indicava o que ele procurava. Respirou fundo, girando a maçaneta.

– Está atrasado! – a voz feminina e impotente tomou o ambiente, engoliu a seco e piscou os olhos, demoradamente, antes de virar-se para Tsunade Senju, sua chefe. – Algo a dizer sobre o atraso?

– Gomen. – sussurrou, baixo. Poderia falar um monte de desculpas, mas ele se atrasara mesmo e, por mais que estivesse trabalhando, não tinha jeito, não devia ter se atrasado.

– E ai Narutão, beleza? – assim que ele se sentara Jiraya abriu a porta entrando com mais dois homens, um com um longo cabelo e pele tão branca que parecia morto e um velho baixinho. O loiro sorriu, sem graça. Jiraya era um ótimo chefe, divertido e lhe dera muitas ficas sobre mulheres, agora os outros sequer conhecia, e o homem branca parecia muito mal.

– Esses são Orochimaru, Jiraya e Sarutobi. – disse Tsunade vendo o loiro assentir. Ele estava tão calado e tímido que nem parecia o Naruto que ouvia falarem pelos corredores que ela animado e um ótimo chefe.

– Bom, garoto você é um excelente editor-chefe. – disse Sarutobi, o homem mais velho, além de todos o elogiarem, as edições estavam vendendo como água. Respirou fundo aliviado.

– Mais pode ser melhor! – foi a vez de Orochimaru, o homem extremamente branco. Ele era o durão dos demais amigos, tinha que fazer seu trabalho e agir como o durão! Naruto engoliu a seco. Droga! Seria demitido!

– Relaxa Orochi, vai assustar o menino! – Jiraya ria e o loiro o olhou de olhos arregalados, ah Kami, estava ferrado! Pelo menos era isso que pensava!

– Silencio todos vocês! – Tsunade tomou a palavra e ele a encarou, era agora que viria a demissão, sentia as mãos suadas tremerem. – Você tem feito um ótimo trabalho! E isso se prova no numero de vendas que cresceu drasticamente, mas poderia ser melhor se não fosse tanto trabalho só para você! – seus olhos se estreitaram. – Então estamos lhe dando a missão de contratar um editor executivo, o seu braço direito e você mesmo irá escolhê-lo! Queremos essa contratação antes da edição mensal! – Naruto piscou desacreditado, estava ganhando um braço direito e ainda poderia contratá-lo, por si mesmo! Aquilo era incrível. – E agora vamos falar das propostas para a revista! – ele assenti, estava feliz, sua chefe era uma coroa gente boa e ganhara um parceiro ao invés de ser demitido! Não podia ser melhor!

...

A reunião chegara ao fim, junto com seu horário de serviço! Gostara muito de tudo! Pudera falar suas opiniões para a revista e os chefes gostaram! Caramba! Como seu emprego era ótimo! Muito bom, estava adorando a cada dia mais o seu emprego! E então, era hora de voltar para casa! Falaria com Hinata sobre o exame e tinha certeza de que ela não fumaria novamente! Contara para Asuma sobre o dia no trabalho, estava tão empolgado com a novidades que sequer notou que o carro já estava parado em frente a sua casa.

– Obrigado Asuma! – acenou e saiu do carro colocando no ombro a bolsa que tanto amava. Sua mão segurava a alça com força, mas desta vez não era por nervoso. Ele estava feliz, muito feliz, tivera um dia trabalhoso, mas perfeito no trabalho! Entrou no hall do prédio e entrou no elevador, sorrindo. – Boa noite! – disse aos vizinhos sérios, que nunca os respondiam pela manhã. Desta vez nem a ruiva estava lá para lhe sorrir, bufou, pessoas frias da cidade grande que não gostam de outras pessoas, já deveria ter se acostumado a elas! Será que Hinata iria querer ouvir sobre sua reunião? Adoraria contar de novo. Desceu do elevador vendo duas pessoas entrarem no seu lugar e caminhou até sua porta, sorrindo. Sorriso esse que sumiu ao abrir a porta. Hinata estava na cozinha, garrafas de bebida no balcão a sua frente, uma parcialmente vazia e um cigarro acesso nas mãos, enquanto virava um copo. O que ela estava fazendo? – O que você está fazendo? Enlouquece? – correu até ela tirando o copo de sua mão apressado. – Não pode beber, não pode fumar! – ele quase gritava, não de raiva, mas desespero!

– EU POSSO FAZER O QUE EU QUISER! – ela gritou, estava bêbada e era isso que queria, mostrar ao loiro que fazia o que bem entendesse. – E eu faço o que eu quiser! Já disse que você não é meu pai! – ela tragou a ultima parte do cigarro, jogando na pia e pegou a garrafa de bebida, bebendo direto do gargalho. O loiro piscou os olhos, confuso. – Ainda não entendeu que eu não ligo pro seu filho? EU NÃO LIGO! – gritou. Naruto estava a beira das lagrimas, que mulher insensível, fazendo mal ao próprio filho sem sequer se importar. Ela era uma pessoa ruim, Sasuke deveria mesmo ter razão!

– Eu quero o exame de DNA quando o bebê nascer! – falou, mas ainda sentia em seu coração que o filho dele, agora só temia que o bebê sequer nascesse, se ela continuasse assim não era o que acontecia. Ela assentiu, não ligava pro que ele queria também. Virou novamente a garrafa. – Pare com isso!

– Eu não vou parar e acostume-se, porque eu não vou mudar, nem pela gravidez nem por você. – falou, mesmo com a voz enrolada ele conseguia entender tudo e sentia cada vez mais vontade de chorar com as palavras dela. Como uma mulher podia ser tão insensível? Ela estava matando a si mesma e ao seu filho junto! A viu caminhar para seu quarto e tentava gritar, dizer que não deixaria ela fazer isso, mas não conseguia! Ela tinha razão, não era o pai dela e não podia obrigá-la a nada... Será que ela continuaria assim? Será que essa era a verdadeira Hyuuga?

Hinata sorriu enquanto caminhava com dificuldade para seu quarto ainda bebendo da garrafa! Ela era assim e Naruto, nem o bebê que ela sequer queria iria fazê-la mudar! E a partir de hoje, seria assim! Ela faria o que bem entendesse!

Continua...

Notas finais
E então? Estão odiando a Hinata tanto quanto eu? ÉÉÉ, espero que sim -_- KK Mereço coments gente? Espero que sim, também! *--* Eu amo coments e agradeço por todos que recebi no cap anterior! E eu espero que receba nesse também, pq eles me motivam muito *-* Então, isso é tudo por enquanto! Logo tem mais :3 Kissus