Pieces of Her

4 A manhã confusa.


Notas iniciais
Olá :3 Tudo bem com vocês? Eu não disse que estou viciada em escrever essa fic? Então, eu não menti! Estou mesmo viciada em escrever essa fic e me apaixonando cada vez mais pela história! Bom, tive uma dia de merda! A volta as aulas foi horrivel, quase fui expulsa da sala, pra piorar quando cheguei em casa estraguei toda minha comida pq não vi que o gás tinha acabado enquanto fazia T_T E por tudo isso eu quis escrever, ahh sei lá, escrever aquilo que estou inspirada me anima! E funfou mesmo kkkkk me animei pakas, mesmo sabendo que pra piorar a desgraça amanha tenho médico!kkkkkkk Vou parar de enrolar! Vamos ao capítulo ~ Como eu disse antes, estou apaixonada pela fic e espero que fiquem assim como eu! hehehe E que assim como eu também gostem do capítulo! É isso! Boa leitura!

Terça-Feira (28 de Julho)

Os olhos pesavam quando o loiro os tentou abrir pela manhã e seu peito ardia, mas não era nada se comparado a dor de cabeça que sentia. Kami! Como sua cabeça doía! Esticou os braços, os ouvindo estalar e arregalou os olhos quando o braço esquerdo bateu em alguém. Girou devagar para o lado e piscou surpreso ao ver uma mulher ao seu lado. Por que tinha alguém em sua cama? Levantou o lençol devagar e o baixou ao ver que, como suspeitava, ela estava nua. Por que ela estava nua? Teriam eles dormido juntos? Levou a mão a testa, tocando-a frustrado. Não, imagina! Que pergunta idiota! É claro que tinham dormido juntos e ele sequer lembrava como tinha chego em casa e muito menos de ter estado com a morena. Será que tinha usado proteção? Tomara que sim, né?! Não podia ser tão burro ou estar tão bêbado para esquecer isso. Tomara!

Virou para o outro lado e bateu no pequeno rádio/relógio, desligando o som que o dava ainda mais dor de cabeça. Apertou as temperas e respirou fundo, veria com a morena se ela se lembrava de algo da noite, mas agora precisava se aprontar para o trabalho e anotar mentalmente que nunca mais, na vida, iria beber. Levantou e apoiou o braço na parede, tinha vontade de vomitar, que inferno! Engoliu o vomito e levantou-se tonto para ir ao banheiro.

Abriu a porta branca com cuidado para não fazer barulho, sentia que poderia ouvir até o bater de asas de um inseto e que esse som pioraria sua dor de cabeça. Entrou no banheiro e apoiou-se com os braços na pia, olhando seu reflexo no espelho. Estava horrível! Tinha olheiras enormes, a pele, normalmente bronzeada, estava pálida e estava com dor de cabeça. É, realmente, deveria ter negado a comemoração. Abaixou-se para jogar água no rosto e corou ao descobrir porque seu peito ardia, marcas de arranhões se espalhavam pela pele. Oh céus, se ainda tinha alguma duvida de que passara a noite com a morena, agora não mais.

– É Naruto! – sussurrou para si mesmo. – A primeira noite de sexo casual da sua vida. – bateu na própria testa, isso não era certo! Não gostava dessa coisa de sexo casual, de ficar com estranhas! Não era a toa que até ontem só tinha feito sexo com sua ex-namorada. Respirou fundo e entrou no boxer.

A água gelada molhava seu rosto e, para sua sorte, diminuía a dor de cabeça incômoda. Fechou os olhos e respirou fundo, sentindo a água lavar-lhe a alma e tirar os resíduos da boate e da morena de seu corpo.

Hinata abriu os olhos e sentiu a cabeça pesada, lembrava-se de pouca coisa da noite, mas sabia que tinha ido embora com um loiro muito sexy que ela sequer sabia o nome. Virou na cama, enfiando a cara no travesseiro e sentindo o estomago roncar, definitivamente precisava comer alguma coisa. Ouviu barulho dentro do quarto e virou-se em direção ao som, sorriu vendo o loiro sair do banheiro enrolado apenas em uma toalha branca. É, sua memória não a enganava, ele era mesmo sexy.

Naruto saiu do banheiro e, segurando a toalha para que não tivesse chance de cair, caminhou até o guarda roupa lentamente, não pretendia acordar a morena, mas antes que sua mão pudesse tocar a porta sentiu que estava sendo observado. Como era horrível aquela sensação, além de ser maluquice, não podia ter ninguém o observando, a não ser que... Virou o rosto em direção a cama e a morena, que sequer sabia o nome, o encarava com lindas orbes peroladas e mordendo os lábios, tornando o rosto malicioso.

Puxou a gaveta com presa e pegando a primeira cueca que viu correu de volta para o banheiro, o rosto completamente corado. A morena riu, qual homem corava? Levantou da cama e rodou com os olhos pelo chão, precisava achar sua calcinha e sua roupa, mas primeiro a calcinha. Mordeu os lábios e olhou de um lado para o outro, tentava lembrar onde terminara de tirar sua roupa, mas, realmente, não sabia.

– Me desc... – Naruto saíra do banheiro se desculpando, já estava de cueca e era melhor do que só de toalha para falar com a morena, mas quando seus olhos focaram-se nela a palavra travou e seus olhos se arregalaram, ela estava nua. Completamente nua.

– Você viu minha calcinha? – perguntou a morena, ela sentia vontade de rir da cara que ele fazia. Naruto piscava os olhos desesperado e não conseguia entender de onde saíra tantas curvas. Kami, que mulher era aquela? – Viu? – ela esperava uma resposta, mas ele só piscava e gaguejava palavras que ela não conseguia entender.

– Vou ver alguma coisa pra comer. – falou rápido antes de sair correndo do quarto, batendo a porta. Hinata olhava desacreditada na direção em que ele correra. Ele era real? Se sim, qual problema dele? De todos os homens que conhecera, já vira alguns fugir antes dela acordar, alguns quererem repetir a dose, mas ele. Ele fugiu dela? Isso era sério? Revirou os olhos e saiu andando pelo quarto, não achava a calcinha, mas, também, não via problema em ficar sem ela. Pegou o vestido, colocando-o sobre a cama e prendeu o longo cabelo num coque apertado antes de se vestir.

Vasculhava pela nova cozinha coisas que soubesse cozinhar, bem, não era o melhor quando se tratava de cozinha, mas poderia tentar fazer algo comestível hoje, precisava comer, sabia que só o café não o ajudaria com a sensação do estomago colado as costas, na verdade, ele não sabia dizer o que era mais intenso: a fome ou a sede.

Abriu a geladeira a procura de água gelada, sentia a boca seca como nunca antes e sorriu quando seus olhos passaram pela bandeja cheia de ovos. Com certeza, todas aquelas manhãs ao lado de sua Okaa-san, ajudando-a no café da manhã, o ensinara a fazer bons ovos mexidos, pelo menos isso. Pegou quatro ovos, faria para a morena também, não podia deixá-la sair de sua casa sem comer nada. Caminhou até o armário embaixo da tela de fogão embutida, que nunca tinha visto antes, e o abriu, se tinha até ovos na geladeira nova, com certeza, haveria de ter uma frigideira ou qualquer outra coisa que pudesse usar.

Abaixou-se e olhou atentamente para o espaçoso armário. Ahh, tinha encontrado! Puxou a frigideira, que estava no fundo, e se surpreendeu ao ver que ela era maior que seu rosto. Caramba! Pra que alguém precisava de uma frigideira tão grande? Bufou, tanto faz, não o importava! Só importava que serviria para os ovos. Tapou os olhos com as mãos frustrado quando não encontrou os fósforos pro fogão, mas fuxicando um pouquinho o fogo acendeu sem precisar deles, não sabia se aquilo era moderno demais ou sua mãe que tinha um fogão muito ultrapassado. É, ficava com a segunda opção, afinal todos os móveis de sua casa eram os mesmo desde que nascera.

Jogou na frigideira um pouco do óleo que estava sobre o balcão, de mármore escura, e quebrou os quatro ovos de uma vez só. É talvez fosse mesmo útil uma frigideira tão grande, senão nunca conseguiria fazer todos de uma vez. Abriu as gavetas, todas de uma vez, e sorriu envergonhado ao ver que a colher de pau estava na primeira. Esperou o fundo dos ovos endurecerem, só um pouco, como sua mãe fazia e então os misturou freneticamente, vendo a gema, amarela, espalhar-se e tornar tudo uma grande lambança. Olhou para a frigideira, as sobrancelhas friccionadas e mordendo os lábios, será que era assim mesmo que sua mãe fazia? Deu de ombros, alguma coisa sairia dali, afinal eram ovos, não poderia ficar tão ruim e estava mesmo com fome.

Mexeu um pouco mais e sorridente notou como aos poucos endurecia, ficaria mesmo comestível. Quando julgou bom apagou o fogo e com a própria colher de pau provou sua obra.

– Tá faltando alguma coisa. – mastigou sem vontade, não estava como o de sua Okaa-san. Coçou a nuca pensativo, o que poderia ser? Ahh sim, sal. Pegou o sal e com os dedos o espalhou sobre os ovos, sorriu. Agora sim estaria perfeito! Se sentia um mestre cuca! Olhou para o relógio na parede e sentiu os olhos se arregalarem. Oh Kami, chegaria atrasado! Separou um pouco dos ovos e os devorou sequer sentindo o gosto enquanto via Hinata, com a mesma roupa da noite anterior se aproximar da cozinha. Ela o olhava confusa, ele comia loucamente ovos que não pareciam muito bem fritos e, mesmo com a boca cheia, sorriu para ela e então pareceu lembrar-se que comia e suas bochechas bronzeadas ficaram vermelhas. Correu para fora da cozinha, apressado, deixando-a a o encarar até que riu ao ouvir seu grito vindo do quarto. – Coma! Eu fiz pra você também!

Caminhou até o fogão, a casa do loiro era tão chique, se perguntava quem seria ele, o que fazia e qual era seu nome, mas, no fundo, nada disso a importava, só sabia que, com certeza, nunca mais acordaria com alguém tão louco quanto ele. Olhou os ovos e, realmente, a cara não estava muito boa, mas ainda sentia seu estomago roncar de fome e o cheiro no ar, ahh, comeria assim mesmo, apesar de achar que aquilo poderia fazer mal. Sentou-se num enorme banco que tinha em frente ao balcão e comeu. É, ele colocara sal demais.

Naruto vestia a calça e já sabia que colocaria a blusa social branca com outro blazer preto, gostava de ver tantos blazers pretos em seu armário, calçou sapatos novos, que Ino lhe dera, pois sequer podia imaginar qual era o estado do que estava ontem. Levantou-se para pegar o blazer e sentiu um vento frio cortar-lhe o corpo, virou o rosto na direção, e viu a janela aberta. A morena deveria ter aberto enquanto se vestia, olhou para o lado de fora e viu a fina chuva cair sobre a cidade, procurou sua bolsa, o guarda chuva estava dentro, mas bateu na própria testa ao lembrar-se que ficara no carro de Kiba. Colocou o blazer com o pano, mais quente que encontrou, o relógio de seu pai, e pegou um pouco mais de dinheiro no envelope dentro da gaveta de cuecas, o pagamento adiantado que a revista mandara Ino o entregar depois de deixá-lo em casa. Sorriu, estava pronto.

Tocou a maçaneta, abrindo-a para sair do quarto e enfim de casa, mas suspirou ao lembrar-se do vestido da morena e o tempo lá fora. Voltou ao guarda-roupa e pegou um casaco de flanela, que trouxera de Konoha, não seria legal deixá-la passar frio. Saiu do quarto, depois de fechar a janela e a viu sentada ao balcão tomando um corpo de água.

– Então, ta frio... – começou, estava sem jeito, não sabia nem como olhar no rosto daquela mulher, não sabia nada dela, mas já tinham dormido juntos. Como aquilo era estranho! Definitivamente, não servia para essas coisas de sexo casual. – Ai eu peguei isso aqui pra você... – interrompeu-se, falaria seu nome, mas não sabia.

– Hinata. – ela disse, pegando o casaco de sua mão.

– Eu sou Naruto. Uzumaki Naruto. – sorriu e acenou. A viu cair na gargalhada e coçou a nuca, é talvez tivesse parecido infantil demais. Ela ainda rindo da apresentação sem jeito do loiro, colocou o casaco e fechou os botões, amarrando na parte da cintura. Seu vestido agora parecia uma saia, uma curta, usava com um casaco por cima. – Então, eu tenho que ir pro trabalho! – disse ainda mais sem graça, não queria parecer que a estava expulsando, pois pelo jeito em que acordaram sabia bem que ela não entrara em sua casa de penetra, ele a convidara e ainda dormira com ela, tinha que ter, no mínimo, bons modos agora.

– Eu também tenho que ir, não posso faltar aula hoje. – revirou os olhos, não tinha a menor vontade de ir para a aula, mas sabia que seu Otou-san não sairia do seu pé, enquanto ela não voltasse as aulas, tudo bem, assistiria pelo menos o primeiro tempo, ou o segundo. Naruto pegou o cartão que tirara do jeans da noite passada e ligou para o taxista que o levara ontem. Se não fosse ele chegaria atrasado, mas tinha uma duvida.

– Aula? Faz faculdade de quê? – perguntou, sorridente, quem sabe fosse algo da sua área e teria algo para conversar com ela, sem ficar tão envergonhado. Ela riu.

– Eu faço o terceiro ano do ensino médio. – respondeu, vendo as orbes azuis se arregalarem. Era aquilo mesmo o que ela falara? Ensino médio?

– Q-Q-Quantos anos vo-você tem? – perguntou, sentia, bem no fundo, que não iria querer saber aquela resposta.

– 17. – mesmo que parecesse impossível, seus olhos arregalaram-se ainda mais.

– Kami! – disse surpreso. – Eu sou um pedofilo.

– Não sou tão nova assim. – ela reclamou, o olhou raivosa, não era nenhuma criança. E o que fizeram na noite anterior já devia provar isso muito bem. Ele iria responder, na verdade, pedir desculpas como nunca antes por tê-la feito se deitar com ele, mesmo sendo apenas uma menina, mas o telefone tocou e ficou a tela o número do taxi que já o esperavam lá embaixo.

– Temos que ir. – caminhou rápido para a porta acompanhado da morena que bufava, não acreditava que só pela idade seria considerada uma criança agora! Todos os caras que conheciam gostavam da juventude e ele. Aff, realmente esse loiro tinha algum problema! E ficaria feliz em não voltar a vê-lo, pena que o telefone tocou antes que pudesse terminar sua resposta para que ele não se preocupasse, não fora o primeiro e nem seria o ultimo. Revirou os olhos e entrou no taxi ao seu lado. – Para a revista Senju, por favor. – Asuma assentiu, já imaginava que o loiro iria ao trabalho, mas não esperava que ele tivesse com uma mulher tão linda.

Naruto olhava pela janela inconformado. Como podia ter se deitado com uma estranha? E Kami, ela era menor! Podia acabar com sua vida! Realmente, não devia ter bebido e nunca mais faria isso! Que péssima experiência estava tendo. Sorriu ao chegar em frente ao trabalho, estava livre. Fechou os olhos, não. Não estava! Ela era uma menina que passara a noite fora de casa por sua culpa, era responsável por ela até que estivesse em casa.

– Obrigado. – disse a Asuma. – A deixe em casa, pra mim, por favor. – o mais velho assentiu acendendo seu cigarro matinal, jurava estar tentando parar mais era tão difícil. Naruto se virou a Hinata e a estendeu um punhado de dinheiro. – Pra pagar a corrida até sua casa. – ela assentiu. Ele estendeu um cartão do escritório, que ganhara ontem, com o número de sua sala. – Me ligue para avisar quando chegar. – ela pegou o cartão e o olhou desacreditada. Jura? Não podia ser. Ele a estava mesmo tratando como uma criança, idiota!

Naruto saiu do carro e sentiu falta da alça de sua bolsa tira-colo para segurar e, também, do guarda-chuva. Olhou para o taxi que se distanciava e esperou que ela chegasse bem em casa, sentia-se tão culpado.

– Apareceu. – disse Sasuke o cumprimentando. – Você sumiu ontem, se deu bem? – sabia que quando homens sumiam na balada era sinal de que encontrara alguma mulher. Naruto coçou a cabeça, pelos flashs de sua memória achava que podia dizer que o sexo fora bom, mas seria se dar bem dormir com uma menor desconhecida? Não mesmo. Negou com a cabeça. – O que houve?

– N-nada. – respondeu sem graça, não queria entrar em detalhes. – Só acho que bebi demais. – o moreno riu saindo do elevador antes do loiro.

– Beba café, bem forte! Vai te ajudar. – o loiro assentiu e ainda podia ouvir a risada do outro, mesmo depois das portas fechadas.

Quando voltou-se a abrir já estava no nono andar, e sua secretária o esperava com o café em mãos. Ele sorriu, bom, café forte o iria ajudar. Pegou o café e deu uma golada sentindo o gosto amargo e ainda incomum. Aquilo não era nada gostoso. Entrou em sua sala acompanhado da loira, silenciosa. Ela usava óculos escuros e ele julgou ser por ter olheiras tão grandes quanto as dele. Sentou-se em sua mesa e a viu sair, deixando-o sozinho, quando começou mexer nas pastas que sobraram do dia anterior.

...

Hinata chegara em casa, ainda raivosa. Homem idiota! Não era só porque era de menor que devia ser tratada como criança. Bufou! Olhou para os cantos da casa e todas as luzes apagadas mostravam que seu pai já tinha ido para a escola. Sorriu, isso era bom, só assim ela não precisava ir, quando chegasse ela já teria perdido aula mesmo. Caminhou para seu quarto sentindo o corpo pesado, agora que já tinha o estomago cheio, mesmo com aqueles ovos horríveis, podia dormir mais, bem mais.

Tirou o casaco de flanelas que ele a emprestara e sentiu o cheiro masculino invadir suas narinas. É, sem dúvidas, um idiota, mas, com toda certeza, sexy. E muito. Tanto que até seu cheiro a excitava, sorriu. Tirou o vestido e sentiu cair do decote o cartão que ele lhe dera. Jogou-se na cama e olhava do número para o celular em cima do criado-mudo. Ligaria para avisar que chegara? Ahhh, não mesmo! Não avisava nem ao seu pai, abriu a gaveta e jogou o papel dentro dela de qualquer jeito. Ele podia ficar tranqüilo, a criancinha não o procuraria mais, mesmo que soubesse que demoraria para encontrar homem tão gostoso!

Girou na cama e colocando-se de bruços se entregou ao sono, sentia o corpo cansado, ainda pela noite, que ela não lembrava nem metade.

...

Naruto olhava no relógio de 5 em 5 minutos, até mesmo quando Kiba viera o entregar sua, tão querida, bolsa ele parou de olhar no relógio. Moraria ela em outra cidade para demorar tanto? Abaixou a cabeça, tocando a testa! Não seja idiota, se morasse em outra cidade o que faria naquela boate? Só não tinha o ligado para avisar se estava ou não em casa! Respirou fundo. E agora? Como saberia se ela havia chego bem? Ah Kami, por que fora tão irresponsável? Deveria ele mesmo tê-la levado até lá.

– Estamos indo almoçar. – disse a rosada parada em frente a porta do loiro. Ele parecia se martirizar por algo, talvez por ter bebido tanto, mas não devia. Pelo que dera para conhecer dele ontem, era tímido demais e, as vezes, se soltar um pouco fazia bem.

– Eu estou sem fome. – respondeu sem olhá-la, sabia ser Sakura, podia reconhecer a voz. Só pensava na morena e se ela tinha chego bem. E se alguma coisa tivesse a acontecido no caminho? Seria culpa sua. Unicamente, sua. Idiota! Idiota! Nunca se relacione com meninas muito novas, filho. O ensinara seu pai e no primeiro dia na cidade grande já o desobedecera. Sentiu sua mão ser puxada e levantou o rosto. Sakura o puxava pela mão para levantar-se.

– Não importa! – ela disse. – O almoço hoje é por sua conta! – ela o puxou. – Vamos, esqueça o que quer que seja, o que acontece na boate do Itachi, fica na boate. – ele a olhou, as sobrancelhas erguidas. Será que ela tinha razão? – É verdade! Então vamos almoçar! – ele sorriu e respirando fundo levantou-se. Almoçaria com os colegas de trabalho e esqueceria a burrada que tinha feito. O que acontece na boate, fica na boate! Seguiria esse lema e não se sentiria culpado pro nada que fizera bêbado, pois sabia que nunca mais veria aquela menina outra vez.

Continua...

Notas finais
E então? O que acharam? Mereço coments? Espero que sim, pq eles me motivam e inspiram muito! Deixem as opinioes, ideias e criticas construtivas também sao aceitas! Bom, esse é um capítulo de transição pra história, mas mesmo assim eu tentei caprichar! E espero que tenham gostado! Isso é tudo, por enquanto! Kissus e até o proximo :3 P.S: Aos leitores das minhas outras fics, em breve sairão novos capítulos! Eu estou, realmente, deixando a inspiração vir e a vontade de escrevê-las para fazer capitulos melhores pra vocês e não algo forçado :x