Piano e Violino.

3 A singularidade do compositor.


Notas iniciais
Oiee!! Alguém ainda acompanha? Oi? Não irei falar muito nestas notas, mas nas últimas irei. Espero que ainda leiam esta fanfic ;-; E MINHA MARINA DO CÉU. MUITO OBRIGADA, LADYREDFIELD PELA RECOMENDAÇÃO, ATÉ LEVEI UM ATAQUE CARDÍACO. Estou muito honrada por conseguir cativá-la dessa maneira. Um grande beijo. Músicas do capítulo: https://www.youtube.com/watch?v=EuW2WJFFh4c (Brahms Op. 1) Não é do concerto essa. https://www.youtube.com/watch?v=utmHLZj4nQo (Nocturnes Op. 9 no. 1 e 2) https://www.youtube.com/watch?v=nPErSyk5iHs ( Op. 27 No. 2) É isso. Boa leitura (?)

Virgo arrumava tranquilamente os discos da loja e então recebeu uma mensagem de Leo.

‘’ (15: 09) Leo: Estou gostando de uma pessoa.

(15: 09) Virgo: Fale.

(15: 10) Leo: Já falei.

(15: 11) Virgo: O que disse?

(15: 11) Leo: Fale.

(15: 11) Virgo: Está pensando que sou cupido agora? Vai você.

(15: 12): Leo: Deixe para lá, era brincadeira.’’

Não acreditava que ele havia arruinado seu momento de concentração para fazer uma piada. Devia bloqueá-lo no chat. Arrependia de ter falado seu email. Seus dias de calmaria estavam arruinados. Ontem, Leo disse que havia uma emergência, preocupado, Virgo foi rapidamente a seu socorro. Para sua surpresa, não tão surpresa assim, Leo queria comprar um terno e queria sua opinião. Como são caros, compraria um, mas não conseguia se decidir. Irritado, o pianista escolheu aleatoriamente qualquer um. Leo ficou contente com a escolha, pois pensava em comprar ele, portanto queria que Virgo escolhesse o que ele queria para reforçar sua preferência. Desde de esse dia, Virgo respondia menos a suas mensagens, ou pelo menos tentava, as notificações vermelhas no celular lhe davam nos nervos, então, depois de algum tempo respondia. Porém, nem sempre responder tardiamente era uma boa opção, pois se respondesse antes, saberia o porquê de Leo estar batendo na porta da loja. E neste momento, Virgo abrira a caixa de mensagens e vira que ele havia mandado uma mensagem dizendo que viria.

— Virgo! Abre! — Virgo suspira e vai até a porta, destrancando-a.

— Não viu que está fechado?

— Eu vi! Mas eu disse que iria vir! Não leu minha mensagem? Você demora para me responder, por quê?

— Talvez porque todas as vezes que você fala comigo é sobre besteiras e arruína minha concentração.

— Faço isso para que tenha um momento de lazer e aprecie a minha companhia, mesmo que por outro lado da tela. — sorriu e pôs a mão na cabeça.

— Claro! — revirou os olhos. — Ajuda muito, obrigado.

— Não tem de quê.

— Fique na loja, vou treinar, não me atrapalhe.

— Eu vou junto! Juro que vou ficar quieto.

— Não.

— Por favor! Por favor! É sério. Caso eu atrapalhe... Não sei... Faço o que você quiser! — Leo engoliu em seco. Queria mesmo ver Virgo treinando, mas sentiu-se arrependido de ter jurado isso. Agora era só cumprir.

— ... O que eu quiser?

— É- é... — olhou para os lados nervoso.

— Tudo bem, aceito. — sorriu brevemente, com intenções nada boas.

Pediu para que Leo pegasse uma cadeira e foram em direção à porta dos fundos. Atrás dela, havia um espaço, parecido com um pequeno quintal. Virgo arranjara um jeito de trazer seu piano para o local, assim poderia treinar. Alguns raios de sol iluminava o local, pois era de tarde e estavam no verão. Abriu o piano e tocou algumas teclas, ficou satisfeito por estarem devidamente afinadas, significava que as horas que perdeu afinando rendeu-lhe resultados. Limpou superficialmente a cadeira próxima ao piano e se sentou. Esticou os dedos e se preparou para tocar.

A música começava alegremente, entusiasta, com belos sons harmônicos, típico de Alegro em sonatas. A rapidez dos dedos de Virgo se assemelha a uma dança. Surpreendendo, no segundo movimento, toda marca do anterior desaparecia. Notas mais pesadas se ouvia, juntamente com um ritmo lento. Quem ouvisse diria que era uma história e não estaria errado. Inspirado numa canção, que descrevia o amor por uma donzela, a qual era chamada de rosa e era inalcançável no salão. Antes que fosse continuar, o bolso de Virgo tremeu. Parou abruptamente e pegou o celular. Era uma mensagem de seu avô informando para fazer compras no mercado.

— Vou ter que sair. — suspirou. — Irei fazer compras.

— Vou junto!

— Tudo bem, vai carregar as sacolas.

— Ei! Isso não!

Leo sentiu o sol no rosto, estava feliz por estar quente. Havia saído com Virgo em direção ao mercado, podendo assim, sentir a estrela novamente. A cidade em seu habitual tinha temperatura amenas, não valorizando sua natureza resplandecente, assim dizia. Virgo também era um dos motivos, cada vez parecia que se aproximava dele, pelo menos um pouco. Sendo sincero, gostaria de pular todas as etapas e ir na parte em que os dois aproveitariam um cruzeiro cinco estrelas. Entretanto, considerava ele a única pessoa ao seu nível, a mente infalível de Leo faria tudo ir corretamente, no seu ritmo. Era óbvio, a paixão pegara Leo simplesmente sem avisar, ele tentara escapar, mas não conseguira. Não é todo dia que se encontra um anjo tocando um piano e nem imaginaria que ele traria um pouco de cor para sua vida preocupante de jovem adulto. A forma como juntava as sobrancelhas, sua expressão concentrada, como ficava zangado com ele. Tudo isso era agradável, qualquer segundo era inesquecível com ele era um episódio de uma série imperdível.

— A música era uma sonata de Brahms, não é? — indagou Leo.

— Sim, consegue identificar? Era a primeira, mas não a ser composta.

— Ah! A op.1. Sabe, Virgo, você deveria sorrir mais. Quando está naquele palco, agradece tão hesitante. Tem que mostrar um sorriso, como eu.

— Oh! Desculpe por não ser igual a você, se fosse me chamaria Leo Nemeia.

— Ei, calma, não quis dizer isso. Estou dizendo que se mostrar mais agradecido aproximaria você do público. Sei que consegue.

— Ok. — disse emburrado. É lógico que Virgo sabia que tinha que ser mais carismático, mas a pressão de ser perfeito arruinava seu humor. E se errasse uma nota? O ritmo não estivesse harmônico. São perguntas que iam e voltavam dentro de sua mente.

— Tudo bem, não vou pressionar, seu rosto encantador já é o suficiente, o que é apenas um bônus de suas brilhantes apresentações.

— ... Pare de dizer coisas constrangedoras. — desviou o rosto para que Leo não percebesse o tom vermelho nele. — E preste atenção por onde anda.

Já dentro do mercado, Leo andava com o carrinho enquanto Virgo conferia os produtos que deveria colocar nele e também se as cédulas de euro eram suficientes para a compra. Fizera uma lista para não esquecer de nada, segundo ela teria que pegar um macarrão colorido (preferência de seu avô), açúcar, leite, ovos, detergente e sabonetes. Seu avô podia fazer isso, mas ele estava divertindo e se socializando como sempre. Não era contra o divertimento dele, porém era irritante pensar como ele sempre está se divertindo, deixando todo o trabalho para Virgo. O dono que nunca aparecia na própria loja. Olhou para o rosto tranquilo de Leo. Ele cantarolava a canção que tocara antes.

— Queria um miojo de camarão... — Leo olhou a prateleira que continha vários macarrões e fez um biquinho.

— Os temperos desse tipo de macarrão são horríveis.

— Acho bons!

— Digo ruim para sua saúde.

— Ah... — falou e ficou em silêncio.

— Ok, pegue um. — alguma coisa no rosto do outro deixou uma sensação ruim em Virgo.

— Virgo, meu fiel companheiro, meus vassalos iram recompensá-lo. — prometeu Leo agradecido.

— Vassalos?! Pensa que é um rei?!

— Eu não disse? É lógico que sou, meu querido!

— Sei. — duvidou.

— Sou o rei do seu coração. — piscou.

Virgem deu um soco com uma força mediana no braço de Leo.

***

Tudo começou a dar errado desde que seu empresário havia proposto a Virgo tocar Nocturne Op 27 No.2. Apenas queria saber onde ele estava com a cabeça quando fez isso. Era uma das obras mais complicadas de Chopin. Nem em um século que Virgo conseguiria executá-la perfeitamente. Contudo, o olhar do empresário, que demostravam experiência suficiente no campo da música, expressavam confiança nas habilidades do pianista. Ele não negaria o pedido com aqueles olhos sobre si. A ideia de muitos artistas considerarem uma das melhores, também uma das mais poderosas, deixavam Virgo pior do que já estava. Era feita para o piano, mas a sutileza tinha aspectos da melodia de violino. Virara noites e quando se esgotava, dormia em qualquer lugar, geralmente na cadeira próxima ao piano. Estava doente, a repetida melodia, mas linda ecoava sua mente, porém não a compreendia. A partitura era individualista, difícil de entender. Quando mais cavava, menos areia tirava. Mais lento? Mais rápido? Aplicaria de forma? Quais sentimentos? Imerso nos pensamentos, adormeceu.

— Acorde, Virgo. — alguém sacudiu levemente seus ombros, a princípio achou ser Leo, mas o cheiro excêntrico entregou seu avô.

— Vai comer não? Eu trouxe escorpião no espeto, está quentinho.

— Logo isso... — Virgo sussurrou e murmurou palavras desconexas.

— Parece acabado. Que tal sair comigo? O vovô Aquarius conhece os melhores lugares.

— Nem, o senhor somente conhece lugares estranhos.

— Você tem muito o que aprender, os estranhos são os melhores. — afirmou sorridente, os dentes brancos contrastando com os fios brancos cobertos de tinta colorida.

— Sei.

— Ou que tal sair com aquele rapaz? Anda falando muito dele ultimamente.

— Reclamando, se quer dizer.

— Faz anos que não vejo você tão próximo de alguém, queria ajudar o meu neto a se socializar. E só. — piscou os olhos e tentou fazer um cara inocente.

— Tudo bem, acredito. — finalizou e escutou seu estômago comprar, acabou se contentando com o espetinho de escorpião.

***

Faltava poucos minutos para que o concerto começasse. Virgo respirava e inspirava constantemente. Passara meses treinando, tentando conseguir absorver a essência do compositor, interpretar as partituras, ao menos, continuava elegante, o terno devidamente alinhado, brilhante. O cabelo penteado, sem nenhum fio solto, a franja posta para trás e as madeixas presas por uma fita da cor de vinho. Pelo menos sua aparência estava boa. Chamaram Virgo e disseram que ele entraria no palco. As cortinas se abriram e ele andou em linha reta, prestando atenção nos passos até o destino, que seria a cadeira. Sentou, suspirou e posicionou suas mãos.

Era um concerto de Nocturnes de Chopin, todas as obras presentes foram cuidadosamente escolhidas. A primeira era a Op 9 No. 1. Emergida do silêncio, a melodia elegante e apaixonada dá as caras. Notas dramáticas sobrepunham o conjunto de outras mais abafadas. Essa noturna requeria o domínio da técnica da mão esquerda, e o agrupamento de pequenas notas podia ser considerado problemático, porém, Virgo havia conseguido se conectar com toda estrutura da música, a qual seguia mais calma, como em um transe. Na metade dela, o volume do som das notas que pareciam ser de suporte aumenta, sendo mais marcante, em contrapartida, as agudas ficaram mais dramáticas, semelhante ao cantar de alguém. Virgo corria com seus dedos no piano. O ritmo de meditação continuava fluindo e envolvendo o público. A melodia muda, se torna mais graciosa, tomando forma otimista e apaixonada, assim desaparecendo lentamente e o fim marcado por sons abafados, porém expressivos.

Virgo esticou seus dedos antes iniciar a segunda, que era a Op 9 no. 2. De repente, os sons aparecem num ritmo doce, contudo melancólico, formado por uma melodia única que transmitia as emoções da música que nem uma história. Um triste carta era escrita por alguém, o qual seriamente punha seus sentimentos dolorosos no papel, apesar disso, havia uma doçura e encanto indescritíveis. Únicos. Algumas vezes, a melodia parecia acabar, no entanto, não muito depois os ouvidos escutavam o embalo de sons marcantes. A pessoa que escrevia podia quase pausar, mas sua determinação impedia.

Várias notas inesperadamente corriam no ritmo envolvente, talvez o escritor estivesse escrevendo sem parar. Por alguns segundos, apenas o conjunto de sons abafados permaneceram. O alguém que escrevia a carta, limpava suas lágrimas. Subitamente, notas mais agudas se apresentaram, entretanto, depois, algumas pareciam competir numa corrida, finalizada por um ritmo lento. A obra parecia acabar com tocar de Virgo, porém, um som grave que dera o fim a música. E o escritor, exausto, fechou sua carta.

A terceira e a última era sua temida, a Op 27 No. 2. Ele não poderia decepcionar ninguém, principalmente com ela. A apresentação haveria de ser impecável. Respirou e inspirou, pronto para tocar. Delicada, a linha melódica se mostra aos ouvidos de quem ouve. A música tem como base o ritmo de notas graves por baixo e expressivas por cima. Virgo executa a melodia repetitiva com variações complexas. Ele se concentrava em cada toque, certificando que não erraria nada. Sem demora, tocou as teclas suavemente e preciso, num embalo conhecido, mas lento. As notas ficaram mais rápidas de forma quase brusca, ele tentava manter sua expressividade, porém preservando sua rapidez. Todavia, a competição entre os ritmos de dois grupos de notas acabara com uma vencedora, não havia harmonia, restava só um som estridente, ecoando no local.

Virgo paralisou. Ele. Lógico. A coisa que nunca podia fazer na sua vida, ele fez. Errar. Errou uma nota. Estragou a obra magnífica que Chopin criara. Que chamassem os guardas, teriam um rebelde para castigar. De que forma enfrentaria todo mundo? Seu empresário. Seu avô. Até Leo, quem sempre lhe elogiava, por mais que pensasse que era tudo brincadeira, no fundo queria o elogiasse mais. Tudo estava perdido. Não tinha como voltar no tempo e simplesmente acertar. Sendo sincero, não entendera a música, a essência permanecia um mistério para ele. Os olhos esmeralda enxergavam o fim.

— Continua! — ouviu uma voz gritar. Paralisado, nem olhou para plateia, mas reconheceu que era de Leo.

— Continue! — outra gritou, uma desconhecida.

— Isso, vai!

— Continua!

— Vamos!

Virgo escutou várias vozes diferentes, que não escutara antes. Eram as pessoas? Elas estavam o incentivando? Inacreditável. Inimaginável. Algo como isso acontecer consigo não estava nos planos. Saiu do seu estado de choque. Repentinamente, assimilou tudo o que aconteceu. De algum jeito, essas pessoas o envolveram com um calor que jamais sentira. Conseguiram acender uma vela dentro dele, uma pequena motivação para continuar. Inspirou o mais profundo possível e soltou todo o ar. Agora, as partituras vinham naturalmente em sua mente. Portanto, Virgo prosseguiria.

Repetiu a parte que havia errado. Os sons eram poderosos, marcantes e cheios de paixão. Percebia que a música era harmonicamente interessante, ondulado por uma melancolia graciosa. Assemelhava-se a um dueto de duas vozes. O ritmo, sons, a melodia mostrava o canto de cada uma. Sem dúvidas, a peça era ímpar, singular, nada podia comparar a cativante organização de Chopin. Necessitava-se de pares de mão gentis ao piano, as quais tocasse-o meticulosamente. Quando menos se esperava, os timbres andam rapidamente, e Virgo consegue reproduzi-los com técnica e sentimento. O ritmo de exaltação logo é trocado por um delicado. Os dedos de Virgo se mexem levemente, como se estivesse ornamentando um jardim. O final da obra era o mais glorioso, isso era indubitável. Há uma declaração melodiosa, desaparecendo lentamente, até perder seu fôlego e finalizar de modo brando.

Levantou-se e reverenciou diante ao público. Ele se arrependeu tanto de seu erro. Submeter todos a isso era imperdoável. Deveria ter entendido a Op 27 antes, apenas havia conseguido por causa deles. Precisava de técnicas avançadas para tocá-la e ser minucioso em relação a cada tom, contudo, esquecera do principal. Interpretar uma música não era só técnica, precisão, mas também tocá-la com sentimento. Concentrara tanto na teoria que esqueceu de suas emoções. Algumas pessoas diziam que ela era uma declaração de amor bem açucarada, outras diziam que havia veneno. E se fosse os dois? Quando menos percebeu, o público aplaudiu calorosamente. Virgo levantou a cabeça para olhar.

— É... Muito obrigado!! — agradeceu e saiu desajeitado do palco.

Estava fora do local, a noite estava um pouco fria e a lua brilhante estática no céu.

— Virgo! — chamou Leo que se chegava para perto de si. — Tudo bem?

— Hum... Indo... — virou-se para ele, visivelmente para baixo.

— Vamos se animar! Está com fome? Compro um cachorro-quente?

— ‘Tá bom, então. — disse sem muito importar.

— Argh! Detesto você assim! Cadê o Virgo que sempre me repreende! — reclamou, puxando o pianista para perto e apertando seus dois braços. — Vamos se animar!

— Ei! Não me segure desse jeito! Sai! Vamos comprar um lanche!

— Esse é o Virgo que eu conheço!

Leo escolhera um tipo especial e Virgo um normal. Foram para loja, comer sossegados, pois era o local mais próximo. Virgo comia calmo e elegante, em contrapartida, Leo comia como fosse uma competição. Era melhor desviar o olhar dele para não ter ataques. Acabou e ficou observando o reflexo do luar pela porta. Seus olhos verdes ficaram e pesados, aproveitou o balcão e repousou sua cabeça. Leo, que havia se virado por um instante, se deparou com Virgo dormindo. Sorriu com ternura enquanto o cobria com seu blazer.

Notas finais
Ufa! Esse capítulo foi maior que os outros. Aconteceu um monte de coisa. Ah! Então, meses se passaram na fanfic, okay? Nada foi rápido não. O QUE ACHARAM DO AQUÁRIO COMO VOVÔ? ESPERAVAM POR ISSO? É CLARO NÃO *ri maleficamente*. Eu imagino ele com cabelo colorido, quando ficou branco, ele pintou colorido. Melhor descoloração ever. E sobre a cena que o Vivi errou? O que acharam? Não sei se ficou muito bom. Penso que sou horrível para demonstrar emoções quando escrevo. Queria saber suas opiniões. O capítulo não seria dessa forma, porém mudei o repertório e achei que a história precisou ser mudada, também porque eu sentia falta de alguma coisa realística. Por isso que o Vivi errou. Fazer o que, é a vida. Graças que o Leo está aí para consolar ele. Iria ser Schumann, mas mudei, sei lá. Depois pensei em Liszt, mas descobri que detesto as músicas dele (desculpa, mas não gostei mesmo). Johannes Brahms teve uma aparição. Gosto dele, porém tenho dúvidas em colocá-lo. Fico atenta aos níveis da dificuldade das obras (sim, presto atenção nisso, não dá pra colocar o Vivi que tem pelo menos uns 23 anos, por aí, para tocar op 48 do Chopin). Ah, sim. Perceberam que as cédulas eram de euro, não é? Sim, a fanfic não se passa no Brasil. Por que? Não decidi para pagar pau para estrangeiros, mas porque pensei na aceitação do público e na carreira do Virgo. Aqui seria horrível para ele. No Brasil, a arte é tão pouco motivada... Agora a relação desse casal cuti cuti do meu coração está mais próxima das tirinhas. Queria tanto que mostrassem mais eles juntos. Vejo sempre um perto do outro. Segundo o Jojo, eles têm uma relação de babá (oi? Sei lá, ele que disse isso). Por essa água de Jesuix, o Jojo faz algo deles. Bom, acho que é só isso que tenho para dizer. Beijos de sol.