Perversão
8 Capítulo 8
Tyrion apareceu cheio de atitude. Reclamou que desliguei na cara da mãe dele. Antes tivesse. Vontade não faltou.
"Eu devia gravar todas as conversas com sua mãe. Pena que ela sempre me pega desprevenida."
"Ela estragou a surpresa para parabenizar você. A nós..."
"Parabenizar? Ela ligou pra dizer que sou ardilosa. Que jogo você contra ela..."
"E não é isso que você está fazendo agora? Talvez ela tenha razão quando falou ser precipitado."
"Realmente. Você devia enfiar essa aliança no dedo da sua mãe, porque ela será o único relacionamento duradouro que você terá com uma mulher."
"Tem razão. Ela é a mulher perfeita. Infelizmente só existe ela."
"Você é um panaca. Devia deixar de ser o panaca da mamãe e virar homem."
"Já te mostrei que sou homem..."
"Na cama? Homossexuais também enfiam dedos, línguas e pênis. Nem que seja de borracha. Agora saia daqui e não volte mais. Estou farta de você e da sua mãe. Não pedi por merda de aliança nenhuma."
"O Petyr deve ser muito macho. Te trocou por outra. E agora você quer se livrar de mim para voltar pra ele."
"Quem chamou Petyr na conversa? Quem chamou? Você quer que eu saia como vilã na história. Não vai conseguir. Sai daqui. Não quero mais ver você. Sai."
Abri o portão e ele foi embora. Fiquei arrasada. Mais uma vez decepção. Pior foi me "dar conta" de como meus pais descobriram que eu não era virgem.
Petyr descobriu que Tyrion e eu rompemos. Ofereceu apoio moral. Perguntou se ele era o pivô. Simplesmente neguei.
Foi esperto. Sondava-me sutilmente. Esperou pelo momento certo. A festa julina do produto. E nós fomos convidados.
Festa alegre. Quitutes maravilhosos. Bebidas. Dancei, comi e ... entornei. Batida. Experimentei todos os sabores disponíveis. Alguns, repeti. Em bando nos sentimos mais ousados.
Ele foi de carro. Abusou pouco da bebida. Ofereceu-nos carona. Arrya e eu. Porque Arrya insistiu. Eu estava "alta" e ele encegueirado em me levar pra casa.
Contou que me deixou sozinha com ele pois a mãe dela ligou para dizer que o filho dela, Rickon, estava com febre. Além de eu estar zoando-a. Chamava de vela. Mandava arrumar um macho e me deixar em paz. Que estava atrapalhando. Que eu queria chupar a piroca do Petyr. Passava a mão nele.
Sabia que eu estava bêbada. Não ligou.
Depois que a largou no prédio. Seguiu para um motel próximo.
No caminho tirei a blusa. Fiquei me exibindo pra ele. Ordenava que mamasse meus peitinhos. Abri o zíper da calça. Botei o pinto pra fora. Soluçava para esperarmos chegar no lugar certo. Joguei minha calcinha no chão. Masturbei-me.
Solicitou uma suíte com garagem. Estacionou. Fechou-a. Me colocou para chupá-lo. Pulamos para o banco traseiro. Sugou meus seios. Manipulou meu clitóris. Eu estava no clímax. Enfiou o piru duro na minha buceta. Êxtase total. Fodida dentro do carro.
Levou-me para o quarto. Banho gelado. Segundo round.
Dispensou-me na porta de casa.
Domingo de ressaca. Lembrei-me das loucuras da noite passada.
Conversamos na segunda-feira. Juntou-se a mim durante o intervalo do lanche. Cochichou no meu ouvido que a noite de sábado havia sido ótima. Queria outra dose. Mencionei a cabeça afirmativa.
Sábados, domingos e feriados de folga. Vantagens de ser supervisor.
Passamos a tirar o horário do descanso juntos. Conversávamos. Ríamos. Voltamos a nos entender.
Sexta, sugeriu que fossemos ao cinema antes da diversão.
Euforia. Faculdade em agosto. Petyr e eu nos acertando. Estágio garantido. Papai havia conversado com o diretor do colégio onde trabalhava. Combinaram para o início do próximo ano letivo. Final do ano sairia do telemarketing.
Meus pais combinaram de pagar a faculdade durante o estágio. A mordomia iria acabar. Mas teria tempo para me dedicar aos estudos.
Na minha cabeça, estávamos namorando. Passávamos os fins-de-semana juntos. Cinema. Parques. Praias. Restaurantes. Pequenas viagens. Programas a dois eram rotina. Marcava presença em festas de família.
Transar no carro. Prática constante. Garagem dele. Do motel.
Montava no pau dele enquanto fingia estar dirigindo. Ou sentava na pica rígida enquanto eu fingia dirigir completamente nua. Segurava meus seios. Cavalgava cheia de tesão.
Uma vez me vesti de prostituta. Me ofereci, como se fosse um cliente. Chamou-me para dentro do carro.
"Quanto é o boquete?"
"R$ 20,00. Dinheiro primeiro."
Colocou a cédula no painel.
"Capricha."
Chupava. Mordia a cabecinha delicadamente. Sugava as bolas. Lambia o pau.
Louco para enfiar gostoso no meu buraquinho. Arrastou-me até a escada e me comeu. Apoiou o pé no segundo degrau. Fiquei no primeiro. Lacei a outra perna nele. Puxou minha calcinha para o lado. Encaixou perfeitamente. Metia com força. Fundo. Gemia muito. Homem delicioso! Apertava meu seio. Brincava com meu mamilo. Passava a língua no meu pescoço. Chupava o lóbulo da minha orelha. Agarrava as nádegas dele. Apertava. Arranhava-lhe as costas. Retorcia-me e gozava. Até ele me acompanhar. Nem chegamos a usar o quarto.
Em um outro momento, pediu que eu fosse para o banco de trás. Pôs um filme pornô no DVD. Queria que eu me masturbasse até chegarmos ao motel.
O vidro do carro dele é fumê. Com isso não me senti tão constrangida. Estaria sóbria dessa vez.
Abaixei as alças do vestido. Expus meus seios. Tirei a calcinha. Pegou-a. Colocou no colo. Sentei no meio do banco pra ele poder ver pelo espelho. Abri as pernas. Conforme ia me excitando, comecei a alisar. Tocar. Sempre que podia, esticava o braço. Metia o dedo no meu buraquinho. Lambia o dedo melado. A excitação era tamanha. Deitei no banco.
Ao estarmos à vontade, pôs o pinto pra fora. Esfregava minha calcinha no pau enquanto me observava. Então saiu do carro ainda se manipulando com minha calcinha. Abriu a porta de trás. Mamou meus peitinhos. Tesudo!
Descendo até alcançar meu grelo. Botei a piroca na boca. 69 sensacional!
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