Perversão

17 Capítulo 17


"Algumas das minhas namoradas eram mais velhas. Perdi a virgindade aos 15 anos com uma garota de 23. Além do mais, se você estava com medo, poderíamos ter ficado escondidos."
"Tem quem goste de arriscar. Não sou dessas..." sorriso sem graça
"E agora?"
"Agora?" faço-me de desentendida
"Agora você aceitaria ficar comigo?"

Aproxima-se. Me arrepio. Respiração ofegante. Voz sussurrante.

"Claro."

Chega mais perto. Estica a mão em direção a minha nuca. Puxa-me lentamente. Encosta os lábios docemente nos meus. Toca-os carinhosamente. Línguas dançam. Enroscam-se. Beijo intensificando-se. Desliza a mão pelo meu braço. Alcança o seio. Apalpa-o gentilmente. Acaricia meu pescoço com os lábios. Chupa o lóbulo da minha orelha. Beija meu rosto. Escorrego para o seu colo. O clima esquenta.

Abaixo a alça da blusa. Descubro o peitinho. Percorre os lábios até o mamilo. Contorna-o com a língua. Lambe o biquinho. Suga-o. Arrepio-me novamente. Desabotoa minha calça jeans enquanto mama. Abre o zíper. A mão desliza por dentro da calcinha. Chega a minha buceta. Molhada. Sorri maliciosamente. Tira a mão. Põe o dedo melado na boca.

"Hummm! Gostoso."

Ergo-me. Despe-me. Calça. Calcinha. Enquanto a tira, chupa-me. Desnuda-se da bermuda. Cueca box. Sento novamente no colo. De costas. Massageia minha teta. Manipula o clitóris. Morde delicadamente meu pescoço. Rebolo simulando o ato. Êxtase! Empolgo-me com seu dedo ágil. Me joga no sofá. Retira a única peça que lhe cobre. Abre minhas pernas. Chupa meu grelinho. Excitação. Agarra meus seios. Acaricia-os. Lambe a minha xaninha. Faz uns truques indescritíveis com a língua. Delícia! Melo-me todinha. Gemo. Capricha. Contorço-me. Derramo melzinho em sua boca.

Os papéis se invertem. Mostro-lhe como uma mulher de verdade chupa uma piroca. Direciono-o à poltrona. Ajoelho-me. Beijo o torço nu. Lisinho. Chego ao pau duro. Babado. Abocanho. Boca quente. Chupo devagar. Sobe. Desce. Lentamente. Lambo o cumprimento. Brinco com a cabecinha. Subo. Desço. Sugo as bolas. Massageio-as. Chupo como se fosse um canudo, tentando extrair o leitinho. Subo. Desço. Sem parar. Rápido. Mais rápido. Perde a cabeça.

Me pega de jeito. Me apoia no encosto da poltrona. Enfia a deliciosa rigidez. Tapinhas de leve no meu bumbum. Estocadas gostosas. Gemo. Peço mais. Com mais força. Agarra meu seio. Puxa-me para mais perto. Toca minhas costas com a língua. A nuca. O pescoço. A xaninha pulsa. Molhadinha.

De repente, me deita no sofá. A euforia cede lugar ao carinho. Acaricia meu rosto. Beija meus lábios. Penetra-me lenta e suavemente. Prolongando a sensação. Algo novo pra mim. Mais intenso do que já havia experimentado. Instigante. Estranhamente mais excitante.

Demorado. Quente. Romântico. Sexy. Corpos completamente colados um no outro. Parecendo um só. As mãos percorrem o meu corpo. Segura minha nádega. Apalpa minha coxa. Dobra meu joelho. Mete profundamente. Cada estocada uma arfada. Passeia os lábios pelo meu colo. Mão. Pescoço. Rosto. Lábios. E gozo. Sem parar. Uma explosão maravilhosa. Gendry me segue.

Indescritível. Plena. Satisfeita. Leveza. Felicidade. Inexplicável. Parece que finalmente compreendi o significado do orgasmo.

Na maioria das vezes, eu gozei. Várias vezes. Múltiplos. Mas isso... Nossa! Sem palavras. Desejo incontrolável de ter isso novamente.

Abraça-me. Silêncio bom. Juntinhos. Sorriso bobo.

Mantenho segredo sobre meu "caso". O que acontece fora do grupo, permanece fora do grupo.

Ele não sabe do que participo. Nos vemos todas às quartas-feira. Às vezes me chama para um programa a dois. Gosto. Torna-o apaixonante. Trata-me como namorada. Sinto falta disso.

Tyrion também me considera como namorada. Mas nosso relacionamento, por mais intenso, se parte nas festas.

De vez em quando, Gendry questiona sobre os fins-de-semana. Eventualmente nos encontramos num sábado ou domingo. Sei que me deseja livre para estar com ele sempre. Pondero sobre nosso relacionamento ser aberto. Estou envolvida com o Tyrion. Viciada nos encontros e sexo casuais. Mesmo apaixonado por Gendry, não consigo "abrir mão" dessa vida. Também não quero que ele conheça esse meu lado. Também não quero perdê-lo. Dilema!

Outro período da faculdade terminando. Alunos comemorando "menos um" no bar badalado da esquina. Convidam-me. Bom estar entre aqueles que estão começando a vida. Apesar de não me considerar fora da faixa etária.

Entre uma bebida e outra, um dos meus alunos mais gatos cochicha em meu ouvido.

"Quero você! "
"Chama um táxi para podermos nos divertir."

Sorri. Concorda. Felizmente, não estava de carro. Afinal, pretendia beber sem moderação.

Deixamos passar cerca de 40 minutos.

"A noitada está boa, mas preciso ir."

Alguns protestos. Outros agradecimentos. Dirijo-me ao caixa. Sem demora, Pypar se prosta ao meu lado. Sorrateiramente, paga minha conta. Admiro cavalheiros.

Saímos juntos. Conversando normalmente. Idéia.

"Gostaria de tornar sua noite mais interessante? " pergunto
"Como?" desconfia
"Dividindo com seus amigos. Os irmãos."

Hesita por um segundo. Aprecia a sugestão.

"Verei se topam?"

Observo enquanto aguardo-o. Aproxima-se de Drogo. Esse meneia positivamente. Pypar retorna. Drogo fala baixo ao irmão que parece se interessar.

"Aceitaram. Nos encontrarão em meia hora. Vou enviar mensagem informando o local e o quarto."

Escolho um hotel 3 estrelas. Suíte com hidromassagem e piscina.

Primeiro passo: chuveirada. Carícias quentes. Chupa meus seios. Acaricia-os. Brinca com meu grelinho. Insinua enfiar o dedo. Peço roucamente para continuar como está. Gemo. Rogo para mamar mais forte. Tesão!

Ajoelho-me. Lambo a cabecinha meladinha. Lentamente engulo a haste. Brinco com as bolas macias. Não resisto. Coloco-as na boca. Delícia! Geme de tesão. Volto a atenção para a piroca dura. Sugo devagar. Tenta manipular minha cabeça. Paro. Encaro-o maliciosamente. Meneio em negativa. Sorri. Relaxa os braços. Seguro-os às costas. Continuo ritmadamente. Entrando. Saindo. Rápido. Devagar. Passando a língua.

"Quero meter nessa bucetinha." grita se retorcendo de prazer

Cruelmente continuo a tortura.

"Caralho! Que boca gostosa! Assim eu gozo. Ai! Delícia! Puta que pariu! Não para! Estou quase gozando. Eu quero te foder. Eu quero te foder com força."

Batem à porta.

"Não para. Vai. Eles esperam. Quero jorrar leitinho na sua boca. Isso, gostosa. Assim..."

Cruelmente (outra vez) eu cesso. Levanto. Me enrolo na toalha. Tão rápido que Pypar fica atordoado. Abro a porta com hesitação. Confiro. Os convidados entram. Tranco.

Desfilo até a copa. Deixo a toalha escorregar. Percebo a empolgação dos recém chegados brotando sob a calça. Drogo se aproxima. Aperta minha bunda. Me beija. Pypar aparece feito um touro no cio.

"Ela é minha."

Debruço sobre a mesa. Ele empala a tora rígida.

"Isso é por me torturar, safada tesuda. Você me deixa louco. Completamente louco."

Os irmãos se entreolham. Despem-se.

"O que foi que nós perdemos?" Rakharo questiona retoricamente.

Inclina-se. Explora meu pescoço com a língua. Meu lóbulo. Percorre os lábios pela minha nuca. Costas. Estremeço.

"Ela é minha." rosna Pypar "Vou comer essa mulher até ela não aguentar mais."

Introduz o dedo no meu ânus. Deita-se sobre mim. Chupa a carne mole e apetitosa da minha orelha. Mordisca meu pescoço. Massageia meu seio.

"Assim, safado. Mete com vontade. Estou quase lá. Não para. Quero melar sua pica. Tesudo!"

Rakharo e Drogo observam. Manipulam os pênis. Lanço um olhar sensual. Umedeço os lábios. Ficam eufóricos.

"Porra de mulher gostosa pra caralho." grune Pypar entorpecido

Quanto mais eu gemo, mais forte ele soca. Melo. Gozo. Rosno. Gozo de Novo. Estapeia meu bumbum.

"Goza pra mim, tarada. Sou eu quem te faz gozar. Mela meu pau. Buceta quente e molhada. Porraaa!"

Descarta a camisinha. Jorra o leitinho nas minhas nádegas. Desfaz-se na cadeira.

Levanto. Os dois aproximam-se. Agarram-me. Esfregam-se nas minhas coxas.

"Calma, rapazes! Iremos nos divertir muito ainda."

Com o dedo indicador em atitude chamativa, convido-os a me acompanharem ao chuveiro. Tempero a água. Lavo discretamente as partes. O mais novo me beija. Acariciamo-nos. Drogo junta-se a nós. Encosta-se na parede. Me puxa pra ele. Fico de costas. Meu bumbum roçando o membro rígido. Acompanha-me. Atiça meu lóbulo e pescoço. Massageia um seio. Rakharo continua me beijando. Sarrando o clitóris com o dedo. Mama a tetinha disponível. Punheto-o.