Perversão

18 Capítulo 18


"Que delícia! Continuem assim, rapazes. Vou aprovar vocês na minha matéria."

Chupo o dedão do Drogo. Rhakaro usa o pau para masturbar meu grelinho. Ainda sugando meu peitinho. Nossa! Libero minha excitação.

Saio do banho. Caminho até a piscina. Mergulho. Os irmãos fazem o mesmo. Nadamos. Encostam-se pedindo mais. Ereção. Beijos. Carícias. Mordidas. Lambidas.

O mais velho senta à borda. Aproprio-me da piroca grossa. Afago-a com a boca. Rhakaro esfrega-se em mim. Beijo as coxas do irmão. Percorro a língua até os testículos. Pypar mergulha. Minha boca trabalha arduamente a proporcionar prazer. Ele quase deita fervendo excitação. Apoia-se nos cotovelos.

O caçula me pega no colo. O irmão fuzila-o com o olhar. Encaixa-se entre minhas pernas. Agarro novamente a rola do Drogo. Chupo com vontade. A animação do socador diminui. A água não favorece.

Sugiro irmos pra cama. Os quatro.

"Então, vocês farão um trabalho em grupo. Rhakaro quero você caprichando na minha xaninha. Com a língua. Drogo do meu lado direito, Pypar, do esquerdo. Mamando bem gostoso. Punheto vocês."

Pisco o olho. Deito na cama. Arreganho as pernas. Drogo e Pypar deitam-se cada um de um lado. Instigam os biquinhos. Lambem os mamilos. Acariciam os seios.

"Devagar, tesudos. Comecem devagar. Assim! Desse jeito. Rhakaro, beija meus lábios com a língua. Delícia! Humm! Brinca com meu grelinho. Vai, safado! Continua assim."

Estímulos frenéticos. Todo o meu corpo incendeia de prazer.

"Mais rápido. Chupa forte. Porra! Que tesão! Forte. Forte. Gostoso..."

Masturbo-os. Enlouqueço.

"Drogo, me da sua vara que quero coloca-la na minha boca e sugar seu leitinho."

Obedece prontamente. Nossa! Que loucura! Não me reconheço. O que faço em grupo é por estar com Tyrion. Agora, estou sozinha com três homens deliciosos e apenas ensejo desfrutar do prazer proporcionado. Esvazio-me dos medos e receios.

As terminações do meu corpo aplaudem o desempenho voraz. Derramo-me. Grito roucamente.

"Mete , Rhakaro."

Guio a boca do Drogo ao meu seio. Exploro o pau do Pypar com a língua.

"Caralho! Que buceta melada!" rosna Rhakaro
"Chupada maravilhosa!" geme Pypar
"Que vontade dessa xana!" exclama Drogo
"Fica de quatro pra mim, gostosa." Rhakaro ordena
"Claro, safado. Só não pode enfiar no buraco de trás."
"Por que? O dedo pode?"
"O mindinho. Devagar."
"Puta que pariu! Vou arrombar sua xereca."

Estapeia meu bumbum. Penetra fundo. Forte.

Olhada sexy para Drogo.

"O próximo é você, tarado. Deixa eu engolir essa rola pra te deixar duro. Pypar, chupa gostoso minha teta. Você me da muito tesão. Mama forte, delícia! "

Rhakaro não aguenta muito tempo. A camisinha segura o coito.

"Não pense que acabou. Vem mamar pra eu ficar excitada."

Drogo assume a posição. Pede pra colocar o dedinho no meu outro buraquinho. Permito. Mordisca minha nádega. Beijo grego demorado. Penetra-me devagar.

"Soca com vontade." Inspiro

Estímulo Pypar com oral. Preparo a pica para estocar minha buceta.

A sensação do mamilo sendo sugado, entra em sintonia com a tora rígida, apossando-se do meu corpo, provocando explosões extasiantes. Regozijo-me. Drogo satisfaz-se nas minhas coxas.

Pypar embarca enlouquecido de prazer. Senta na cama. Pega-me de jeito. Bota sentada na piroca. Cavalgo sem piedade. Meu corpo pede clemência. Desfaleço.

O telefone toca. Arya. Reclama do tempo que não me vê. Desculpo-me pela ausência. Marcamos no Espeto Carioca do Valqueire.

Conto a ela. Peço sigilo. Arya acha graça. A princípio não acredita. Pensa ser brincadeira. Assusta-se quando percebe que é verdade.

"Sansa, isso é sério mesmo?"
"Seríssimo."
"Amiga, você sabe que sou piranha. Gosto de sair com desconhecidos. Mas isso já é demais. Até pra mim..."
"Eu sei. Não consegui controlar o impulso. Se você visse os gatos com quem tenho saído... É uma loucura! Tenho me sentido desejada, atraente, viva. Às vezes bate um arrependimento. Uma vontade de parar. É como um vício insaciável. "
"Como o Tyrion lida com o fato de você estar 'ficando' com o Gendry ou trepando com seus alunos?"
"Ele não sabe."
"Como assim?" quase me devorando com os olhos
"Um acordo que fizemos. Relacionamento aberto. Somos a prioridade um do outro. Saímos com outras pessoas. Não comentamos sobre isso. Evitar ciúmes."

Compreende. Silêncio.

"É sexo em outro nível. Experiências inovadoras. Perdi as contas de quantas vezes alcancei o orgasmo. E sempre quero mais."

Final de semana. Festa na casa de praia. Sexta-feira, 20h. Tyrion me busca em casa.

Outra ligação do Pypar. Não atendo. Tem me ligado frequentemente desde nosso 'rolo'. Envio mensagem pelo Whatsapp dizendo que não estarei disponível até segunda-feira.

Tyrion mantem-se quieto. Recosto a cabeça em seu ombro. Beijo delicadamente a parte de trás da orelha. Massageio a coxa sobre a calça jeans. Tenta se controlar. Vejo 'meu amigo' se movimentando.

"Estou dirigindo."
"Presta atenção na estrada. Eu cuido do resto."

Sorri maliciosamente. Continuo aliciando-o. O ritmo da respiração se modifica. Desabotoo a calça. Abro o zíper discretamente. Exponho sua masculinidade. Desacelera. O vidro fumê não permite visualização externa. Buzinas.

Deslizo os lábios e a língua pelo pescoço. Ombro. Sigo ao dorso. Mamilo. Desenho pequenos círculos. Lambo o biquinho endurecido. Aperto-o delicadamente com os lábios. Chupo lentamente. Toco sua virilidade. O carro quase para. Mais buzinas e xingamentos.

"Porra, se você está assim agora, imagine minha boca nele. Concentre-se."

Estremece. Engole em seco. Foca. Acelera.

Tiro a calcinha. Subo a saia. Apoio uma perna no painel. Manipulo o grelinho com uma mão. Com a outra, punheto a vara. Direciono a boca para a pica rígida. Posição desconfortável. Excitante.

Diminui a velocidade novamente. Quase provoca um acidente. Alguém passa proferindo palavras de baixo calão. Paro. Falta pouco. A casa que alugamos é afastada. Aos fundos a praia. Rua de terra. Esburacada.

Estaciona no terreno baldio ao lado do nosso antro privativo. Beija-me intensamente.

"Mulher, você gosta de provocar." põe o dedo na minha bucetinha "Por me deixar louco na rodovia. Vou te comer nesse carro."

Pulamos para o banco de trás. Agarra meu peitinho. Dá uma mamada forte. Esfrega o clitóris com vontade. Gozo rápido. Mete sem dó. Puta que pariu! Punida severamente.

"Vou por cima pra fazer do meu jeito. Você não tem escapatória."

Selvagem. Que homem delicioso! Apoia-me no encosto do banco. De costas pra ele. Mete na pressão. Gozo várias vezes. Gemo alto. Encaixa o mindinho no meu ânus. Continua o movimento. Melo ainda mais.

"Sansa, estou quase gozando. Deixa eu enfiar no seu cuzinho. Prometo que coloco devagar. Com carinho."

Entorpecida de tesão. Meneio afirmativamente. Bota aos poucos. Entra a glande. Dói. Reclamo. Pausa. Beijo nas costas.

"Vou movimentar pra não te irritar. Se incomodar, eu paro."

Concordo. Começa. Desconforto tolerável.

"Porraaaa! Cuzinho apertadinho."

Empolga-se.

"Devagar, safado. Vem devagarinho. Meu cu é só seu."

Desacelera. Põe dois dedos no buraco da frente. Fico excitada.

"Ai, porra. Não aguento de tesão. Gostosa! Quero gozar. Entupir seu cu de leitinho."

Arranca a camisinha. Estoca. Palmada na bunda. Desfaz-se.

A casa está cheia. Daario me observa. Fodendo Tyene. Aproximo-me. Enfio a língua na boca dele.

Luau na praia. Isolada. Noite fresca. Visto o biquíni. Me junto a galera na fogueira. Montanha chupando o pau do Robb. Olyvar estocando Gregor. Talisa caprichando na xana da Brienne. Loras trepando com Shae. Outros apenas conversam. Margaery na água com Tommen.

Deito. Cansada da viagem. E da foda. Olhos fechados. Daario pula em cima de mim.

"Como você está gostosa nesse biquíni. Aliás, você está gostosa sempre."

Deita por cima. Enfia o rosto entre os meus cabelos. Cheira meu cangote. Acendo como luzes no Natal. Alisa meu corpo. Enfia a mão por dentro do biquíni. Aperta minha nádega. Esfrega-se em mim. Excito-me. O desejo evidencia-se. Expõe meu seio. Ponto fraco. Brinca com ele. Abaixo a sunga. O membro rijo acaricia o pontinho do tesão. A rola roça os lábios.

Encapa-se. Adentra meu ser. Frenesi. Intensidade. Água com açúcar. Intimidade. Calor da fogueira. Maresia. Friagem noturna. Momento romanticalizado. Só nós dois. Nada mais existia. Ninguém mais existia.

Segundo melhor orgasmo. Leveza. Plenitude.

Amanhecendo nus na praia. Enlaçados. Virando rotina dormir com ele. Literalmente. Preguiça boa.

"Vamos andar?"
"Deixa eu acordar..." resmungo
"Quer ajuda?"
"Seria muito bem vinda."

Enroscamos-nos novamente. Provocações. Beijos. Carícias.

Peço que se levante. Ajoelho-me. Vontade de engolir leitinho. Massageio o pênis devagar. Esticando até a base. Voltando à cabeça. Lambendo as bolas. Colocando-as na boca. Chupando delicadamente. Continuando o movimento.