Notas iniciais
Gente eu não morri, ta?!! Deixa eu contar brevemente o que aconteceu... Meu computador estragou e eu fiquei alguns meses sem e quando finalmente ganhei um novo o teclado dele estragou também, mas agora to com um teclado novo e bola seguir essa história. Espero que continuem acompanhando. Esse capitulo foi mais pra dar esse racadinho e mostrar que eu pretendo continuar, ok? Beijinhos!

Agora a boca de Alexander estava aberta em formato de O. Embora Max não tivesse dado muita importância o flagra, Alexander estava em pânico por dentro. Max saiu da sala com um sorrisinho malicioso para seu quarto.

— Alex? – Lohana chamou, mas Alexander estava em uma espécie de transe. – Alexander! – Falou ela mais alto chamando a atenção dele. – Você está bem?

— S-sim. – Gaguejou Alexander. – Acho melhor eu ir.

— Você quer terminar esse assunto depois? Não o beijo, mas o outro assunto. – Lohana sorriu sem graça.

— Sim. – Respondeu Alexander já se levantando.

— Eu passo na sua casa mais tarde então.

Alexander assentiu e Lohana o acompanhou até a porta. Ele não a olhou nos olhos e apenas saiu, ainda chovia fraco e ele se arrependeu por não ter trago um casaco.

Depois que Lohana fechou a porta, respirou fundo e foi direto ao quarto do irmão que tocava alguns acordes na sua guitarra sentado na beira da cama.

— Você ficou maluco, Max?

Max levou um susto e largou a guitarra na cama.

— Do que está falando?

— Do Alex! – Lohana ficou em pé próxima a porta. – Estou tentando fazer o garoto ser mais sociável.

— Eu vejo o quão sociável... – Max sorriu malicioso novamente.

— Você não entende, eu e ele temos um trato.

— Claro. Você tira a virgindade dele em troca de quê?

— Não seja ridículo. – Agora Lohana sentou-se ao lado do irmão. – Estou ajudando ele a se soltar e em troca ele me ajuda com a escola.

— Não acredito que está se envolvendo com esse perdedor só para ter boas notas. – Max volta a tocar guitarra.

— E entrar numa faculdade. – Completou Lohana.

— Seu sonho não é entrar em uma faculdade, e sim viver da música, assim como o meu.

— Mas você sabe o quão difícil isso é, e se não der certo preciso saber fazer outra coisa.

— Acho que Juli me deu uma ideia, nós deveríamos montar uma banda. – Max havia um brilho no olhar no qual Lohana raramente via.

— Você já tem uma banda, e já ganha algum dinheiro com ela, não acho que os outros meninos vão aceitar a mudança de boa.

— Foda-se Hana. Eles nem ligam para a banda. Nós deveríamos tentar, é o que eu acho.

— Tudo bem. Agora vou estudar, fique aí com seus acordes.

Lohana bagunçou o cabelo do irmão e saiu do quarto em rumo as anotações de Alexander.