Perfect Weapon

1 Estação nove e meia - Capitulo 1


Notas iniciais
Espero que vocês gostem!

Escutei o Expresso de Hogwarts apitar sobre a estação, Ted falava ao meu lado sobre alguma coisa no estilo "eu vou matar a Victorie", eu realmente sentia pena do que Victorie havia feito com Ted.

Ela era idiota de trair um garoto de cabelo azul, como isso fosse novidade, o fato dela ser idiota digo, ela era realmente idiota, loira, e fútil.

Eca eterno.

Varri meus olhos pela estação atrás de Hugo. Suspeitava que ele estivesse com Dominique ou Roxanne por ai.

Perto da entrada do Expresso eu vi Andy Sixx, Scorpius Malfoy, Ashley Purdy, Sandra Alvarenga e Daniel Zambine conversando enquanto o resto de seus amigos acabavam de se despedir dos pais.

Sixx e seus amigos eram o tipo de sonserinos que eu odiava, e que todos temiam.

Andy Sixx não me dava medo nem nada do tipo, mas ele era idiota, completamente idiota e machista. Alto (eu sou baixinha, então, qualquer coisa se torna alto para mim) com cabelos pretos e sangue puro, olhos azuis gelados e frios, egocêntrico, tambem deveria ser narcisista (N/A: Ao pé da palavra significa adoração ao seu próprio eu, se sentir superior a tudo e todos).

- LILIAN! — Rose chamou (lê-se: gritou por) minha atenção, e eu virei meu rosto para ela, enquanto ela virava olhando para o grupo sonserinos. — Preste atenção e pare de secar o Sixx.

- Pelo menos ela não fica se agarrando por ai com o Malfoy. — Hugo chegou falando em minha defesa.

- Eu não me agarrei com o Malfoy! — Rose corou até os últimos fios de seu cabelo ruivo. — Era só uma detenção!

- Claro, detenção do Prof. Bins. — Alvo disse rindo e fazendo joinha com a mão, enquanto Rose dava um tapa no braço dele.

Era apenas provocação, uma espécie de brincadeira que Hugo e Alvo combinaram no Natal passado, de zoar com Rose sempre que ela fizesse algo com relação ao Malfoy, ficava com certa dó de Rose nessas horas.

- Espero profundamente que Rose não tenha se agarrado com o Malfoy por ai. — James chegava ao nosso lado se metendo na conversa, todos estavam mais de cansados em saber que Rose e James deveriam se amar, apesar de não admitirem isso nem que Merlin aparece-se para os dois. — Mas se nos não entramos no Expresso não vamos mais embarcar.

A estação agora parecia quase vazia enquanto provavelmente todos os alunos já haviam embarcado, o que fazíamos só agora, me virei e gritei um tchau a Ted e aos meus pais, que acenaram e sorriram.

Revirei os olhos, aquela lembrança vaga sobre o passado ainda me atormentava. Se soubesse o inferno que seria depois de Andy e seus amiguinhos terem vindo de Durmstrage para cá no segundo ano, eu NUNCA teria vindo de novo para Hogwarts, teria feito de tudo para terem me mandado para Beauxbatons antes que entrasse em Hogwarts. Mas fazer o que?

Alvo dizia para ignorar e seguir em frente, sorte a dele de nenhum sonserino encher o saco dele (costumava ser o contrario sempre), mas Malfoy e Sixx SEMPRE ficavam por ai, com tentativas de irritar tanto a mim quanto a Rose.

- Lily, ANDA LOGO! Vai se atrasar para a aula de Historia da Magia! – Dizia Rose enquanto eu pegava meus livros para ir à aula. Aula de Historia da Magia, quem REALMENTE se importa com isso?

- Okay, eu estou indo. – Disse revirando os olhos e indo para o corredor.

- Fecha a porta! – Ouvi Rose falando, mas já era tarde demais. Eu já estava no sexto andar.

Enquanto corria apressadamente até a aula. Meu cadarço me atrapalhava às vezes, mais isso não importava. Olhava de um lado para o outro, tentando achar Alvo. Mais sabia que ele já estava com Rose, na sala de Aritmancia.

Suspirei, era tãaao ruim ser a única mais nova na família Potter. Não ter seus irmãos na aula com você era um saco! Na verdade mais que um saco, era um cumulo! (Okay, eu vou parar com a minha birra).

Enquanto devaneava em meus pensamentos, senti algum ser esbarrando em mim. A pessoa deu um risinho maléfico, eu conhecia muito bem esse risinho, era Andy. Revirei os olhos.

- Idiota – Murmurei baixo demais, mas tinha certeza que ele ouvira.

Corri para ele não me alcançar e derrubar meus livros. Cheguei à frente da sala, antes de abrir a porta revirei os olhos. Arrumei meu uniforme preto e meus cabelos ruivos. Abri a porta e lá estava o Prof. Bins. Era tãaao ridículo ele ser um fantasma.

- Senhorita Potter. A senhora está atrasada de novo! – Disse ele se virando para a porta.

Bocejei e sentei do lado de Hugo, que deu um sorriso e começou a prestar atenção no Prof. Bins. Tentei prestar atenção na aula, mais a única coisa que eu prestava atenção era em Andy Sixx naquele dia que eu embarquei a Hogwarts.

Isso me fez ter nojo de mim mesma, como eu poderia pensar naquele garoto? Sorte a minha que a aula tinha acabado.

- Então Lily, que aula você vai ter agora? – Perguntou Hugo.

- Herbologia com a Sonserina. – Respondi indiferente, odiava essa aula.

- Hummm.... – Disse ele mal-humorado, ele ia ficar sozinho.

- E a sua? – Perguntei olhando para o jardim lá fora.

- Aula de poções. – Disse ele franzindo os lábios.

Aquela era a aula mais chata e terrível para os grifinorios.

- Bom... Vou indo! Tchau! – Disse enquanto observava ele indo em direção as escadas.

Passei pelo corredor e fui até o terreno, onde seria a aula de Herbologia. Quase ninguém estava lá, só depois que eu percebi que o sinal do castelo ainda não tinha tocado.

- Lily! – Disse Neville quando me viu.

Não pude deixar de sorrir, Neville era um grande amigo da família Potter. Meu pai contava histórias absurdas que aconteceram entre ele, tio Ron, Mione e Neville. De repente algo me assustou e MUITO. Escutei a voz de Andy, Scorpius, Ashley, Jake e Daniel. Congelei no meu lugar.

Bem, por breves e doces segundos me esqueci que teríamos aula conjunto a eles.

Droga.

- Ora, ora. Não é a Potter? — Disse Malfoy com cara de deboche.

Ele ainda não se conformava que o pai dele levou uma boa surra de Rony, no primeiro ano da escola.

Quer dizer, tio Rony era um medroso pelo que me contavam, levar uma surra dele não deve ser... legal.

- Cai fora, Malfoy! Eu não sou Rose, – Disse grossa, assim que pronunciei Rose ele fechou a cara – Eu não sou caidinha por você, assim como todas na escola.

Depois disso eu peguei meus livros e acompanhei Neville, e fiquei escutando sobre ele explicar sobre como replantar mandrágoras.

- Igualzinha a Hermione. – Ouvi Neville deixar escapar.

Deixei quieto, eu sabia, mesmo que por fora fossese mentira.

Eu sabia que era parecida com ela.

A aula passava vagarosamente, e ainda com Scorpius pegando no meu pé. Eu estava surpresa por Andy não ter soltado NENHUMA palavra desde que entrou na estufa. Estranho, ele nunca foi assim.

Mas eu não me importava com isso certo? Falou a voz na minha cabeça. Concordei com a voz desconhecida isso não era do meu interesse que ele tivesse levado o primeiro fora na vida dele.

O sinal tocou outra vez.

- Adeus alunos, até a próxima aula. – Disse Neville enquanto verificava uma planta.

Enquanto subia o terreno para ir a minha próxima aula, Transfiguração, escutei Scorpius me chamando.

Mas NEM MORTA eu me atraso para a aula da Profª Minerva!

Atravessei o Hall de entrada, e subi até o primeiro andar. Hugo estava na porta, me esperando.

- Oi – Disse ele sorrindo.

- Oi, Hugo! – Disse abraçando ele.

Depois que o soltei, ele estava vermelho que nem um tomate.

- Vamos entrar? – Perguntou ele sendo uma pergunta óbvia demais.

Sentamos num dos bancos do meio.

- Bons hoje vocês vão transfigurar esse papagaio que está do lado de vocês – Assim que ela disse aquilo, apareceu uma gaiola em cada mesa – Em uma faca! Comecem e sem perguntas!

- Hummm.... Vai ser difícil! – Disse Hugo sem coragem olhando para o papagaio.

- Não vai! – Disse dando um tapa na cabeça dele. – Só faz o que eu fizer!

Conseguimos fazer o papagaio virar uma faca (na verdade, eu consegui) o Hugo ficou parado me olhando como se eu fosse um alien.

- Que foi? – Disse quando saímos da aula.

- Nada – Ele disse de olhos esbugalhados.

Dei os ombros.

- Que aula é a sua agora? — Perguntei.

- Adivinhação. E a sua?

- Também!

- Sabe que professora é agora?

- Aaaah, eu acho que é a Sibila Trelawney. Eu com certeza não gosto de Firenze.

- Eu também não – Disse ele concordando.

Subimos a escadas até o sétimos andar. Hugo estava ofegante.

-Deveriam. Colocar. Escadas. Rolantes. Nessa. Escola! – Disse ele colocando as mãos no joelho e respirando pesado.

- Para de ser bunda mole! – Disse dando um tapa na cabeça dele – E coisas trouxas não funcionam em Hogwarts.

Ele bufou, murmurando xingamentos.

- Vamos, a Profª Trelawney com certeza já começou a aula. — Eu continuei.

Entramos na sala, e a professora já tinha visto que chegaríamos atrasados. Ela sorriu, e apontou para um lugar vago na frente dela, sentamos e ficamos prestando atenção sobre o que ela dizia sobre ter visões.

Eu tive uma aula com os alunos de Lufa-Lufa, e a ultima foi com Corvinal. Fui até a sala comunal da Grifinória. Deixei meus livros no quarto, e peguei outros nada relacionados com magia. Eram livros que Gina tinha me dado de aniversario no ano passado, ela sabia que me interessava por literatura trouxa.

Eu achava tão ingênuo da parte dos bruxos chamarem os normais assim, só por eles não terem poderes mágicos isso não significava nada.

Mas não, eles têm que chamar os coitados de trouxas!

Às vezes eu me pergunto, se eu fosse normal, e topasse com um bruxo, ele iria me chamar de trouxa obviamente.

E completamente, eu não ia ficar feliz com aquela situação.

Atravessei o terreno mais rápido do que o normal. Tive a leve impressão que estava sendo seguida. Mas eu não estava, era só minha impressão.

Passei pelo caminho com as colunas brancas e as trepadeiras enroscadas no mesmo. De repente, eu ouvi passos, por instinto coloquei a mão no bolso, onde estava à varinha, só por precaução soltaria um Aresto Momentum.

Ouvi com mais clareza os passos, era ele. Reconheceria aqueles passos com os All Star até na lua. Revirei os olhos e segui em frente. Até que vi meu canto, a grama totalmente aparada, e o sol brilhava mais ou menos ali naquele espaço, sentei, e coloquei os livros que estavam dentro da bolsa, na minha frente.

Para saber qual eu lia pela décima vez.

- Literatura Trouxa? – Perguntou a voz rouca.

Olhei para o final do caminho que eu acabara de passar. E lá estava ele, ele já tinha trocado de roupa, estava com uma blusa roxa de gola V e uma calça preta apertada com o All Star cinza e com algumas coisas que provavelmente ele colocará com magia.

- É. – Respondi sem nenhum humor.

Ele andou até onde eu estava, e colocou a cabeça em meu campo de visão. Os olhos cor de gelo dele eram como um balde de água fria em suas veias. Ele se endireitou, e ficou me observando com curiosidade, como se eu fosse um novo brinquedo.

- Que foi? – Consegui finalmente dizer.

- Nada. – Disse ele tentando ser indiferente.

Tudo bem, eu conhecia ele há muito tempo, e sabia quando ele queria dizer alguma coisa.

- Fala. Eu conheço você, infelizmente, mas conheço, eu sei quando você tem algo a falar. – Disse colocando o marcador de livro em O Morro dos Ventos Uivantes.

- Tudo bem! – Disse ele soltando um longo suspiro – Por que você me odeia tanto?

Aquela pergunta me pegou de surpresa, eu não esperava aquilo.

- É.... É.... P-p-por q-q-quê – Disse gaguejando. – Por que é um sonserino!

Disse de uma vez.

- Só por que os sonserinos são rudes, machistas e egoístas? – Disse ele chegando mais perto de novo.

- É, não é o suficiente? – Disse bem baixinho.

- Posso mostrar que eu sou bem mais que isso.... – Ignorou minha pergunta e resposta, quase roçando seus lábios nos meus.

Por um impulso, afastei ele, e virei o rosto para o castelo.

- Não Sixx. – Disse com cabeça baixa.

- Entendo. – Disse ele pegando um de meus livros.

- Hummm.... Se interessa por vampiros? – Disse assim que vi o livro que ele pegou, era Crepúsculo.

- Não, mais esse é o único que parece atrativo. Por que tem uma maça, e eu estou com fome.

Eu não pude deixar de rir, aquela concerteza era a primeira vez que ele me fizera rir.

- Você é tão linda rindo... – Ele murmurou baixo, pensando que eu não tinha escutado mais eu tinha.

Corei até meu último fio de cabelo.

Como eu poderia corar?

- Bom... Eu tenho que ir! – Disse ele de repente.

- Okay. Eu também vou indo. Meus amigos devem estar esperando.

Ele tinha ido, a última coisa que eu tinha visto, era um vulto preto, que suas calças lhe faziam parecer, que era ele. Recolhi os livros, e fui embora daquele lugar. Entrei no Hall e nem olhei para ninguém, subi até o sétimo andar e lá estava o quadro da Mulher Gorda.

- Senha – Disse ela rudemente.

- Focinho de porco – Disse quase impossivelmente.

Abriu o buraco na parede, e lá estavam eles, como eu imaginei que estariam. Rose me olhava preocupada, Alvo estava fumegando, James me olhava severamente e Hugo tinha a cara de culpa. Olhei um olhar ameaçador para ele, como se eu disse-se “Você vai ver!”

- Lily, aonde você foi?! – Perguntou Alvo chegando perto de mim.

- E-e-em n-n-enhum lugar! – Disse tentando parar de gaguejar.

- Não minta! – Disse James.

Tinha urgentemente que parar de gaguejar.

Revirei os olhos e me joguei na poltrona que tinha perto de mim.

- Estava no jardim, o Sixx apareceu por lá. Felizes? – Disse mostrando a língua.

- Era só o que me faltava! Já não bastava Rose, agora tem outra na família que gosta da família dos Malfoys?

Andy era primo de Scorpius. Ele tem algum parentesco com Astoria Greengrass (mãe de Scorpius.)

- CALA BOCA! – Disse eu e Rose ao mesmo tempo, só que Rose foi mais rápida, atacou uma almofada nele.

- Bom.... Seja como for – Disse James dando os ombros – Elas tem sua própria vida!

Era um tanto engraçado como James se fazia de indiferente pelo que sentia por Rose.

Alvo semicerrou os olhos, mais ficou quieto. Alguma coisa bateu na janela. Era Edwiges II.

Papai me deu ela quando estava vindo a Hogwarts. Levantei da poltrona e fui até a janela, a abri.

Edwiges II era uma coruja-das-neves, adentrou a sala e deixou uma carta em cima da mesa, na frente da lareira, e foi embora para o corujal.

Como a carta veio da minha coruja, ninguém se atreveu a encostar nela. Peguei a carta, e lá estava o comunicado.

Lilian Luna Potter,

Passar o fim da tarde com você foi à melhor coisa que já aconteceu. Espero ver você de novo nos corredores;

Andrew Dennis Sixx.

Congelei.

- Lily? Você ta bem? – Disse Rose colocando a mão em meu ombro.

Ela pegou a carta das minhas mãos e começou a ler.

- OOOOW QUE FOFO! – Disse ela sorrindo.

- Me deixa eu ver! – Disse James grosseiro arrancando a carta da mão dela.

- Urgh! Eca eterno! – Disse ele fingindo vomitar. — Pelo amor de Deus Lilian, porque você não fica com o Jack? — Ele apontou pro loiro sentado perto do fogo conversando com os amigos. — Ou com o Fleth? — Ele apontou para o moreno sentado na janela conversando com a irmã.

Os dois tinha uma queda por mim, mas eu nunca me interessei, ignorando James, Hugo que ficara quieto (aleluia!) esse tempo todo, deu um pigarro.

- Vamos nos atrasar para o jantar! – Disse ele.

- Você não sabe parar de comer? — Deu um tapinha em seu ombro.

- Quer o que? Ele filho do tio Rony. — Alvo comentara, rindo, enquanto saiamos do salão comunal.

Um minuto depois estávamos todos no Salão Principal, sentados na mesa de Grifinória cercados de comidas deliciosas (nhac). E num piscar de olhos e lá estava em meu prato Frango, Carne, e algumas coisas que eu gostava muito.

Depois que estávamos satisfeitos, apareceram à sobremesa. Pudim, bolinhos de chuva, brigadeiros, cupcakes, e sorvete.

- Aii... – Disse Hugo com um longo suspiro e batendo na barrigada dele – Eu estou satisfeito.

- Que bom, pensei que nunca mais fosse parar de comer. — Rose suspirou, balançando a cabeça enquanto Hugo mostrava a língua e Alvo ria.

- Pode ir para seus dormitórios, o banquete acabou. – Disse Profª Minerva, estalando os dedos enquanto o banquete sumia.

Quando levantei com Rose, vi por um breve lampejo, que Andy estava me observando.

Scorpius passou na nossa frente e piscou para Rose, que ficou vermelha até seus fios de cabelos ruivos, enquanto James respirava fundo, como se tivesse se acalmando.

Depois passou Andy, que fez biquinho enquanto passava na nossa frente indo para as Masmoras.

Subimos as escadas, Rose fora para o seu quarto e eu fui para o meu quarto, dividido com Finn Lovegood, tomei um banho, e voltei à cama. Finn tinha me desejado uma boa noite baixinho, e dormiu intensamente.

Eu, por um lado, estava com muita coisa em minha cabeça. Tudo o que passava era Andy, aquela carta e Andy.

Existiria algo mais lindo do que aqueles olhos? Andy era a criatura mais linda que já vi na face da terra.

Eu mesma deveria me bater pro estar pensando nisso.

ELE ERA UM SONSERINO, SANGUE PURO, MEDIÓCRE E IMBECIL, repeti mentalmente.

Estalei meus dedos, era uma mania antes de dormir, e comecei a cantar o pedaço da musica de Black Veil Brides, a banda de Andy com seus amiguinhos.

- Here's to your perfect weapon, (Aqui está a sua arma perfeita,) Crack bones with blind aggression, (Quebra ossos com uma cega agressão,) Like birds whose wings are broken, (Como os pássaros cujas asas estão quebradas,) You live without direction. (Você vive sem direção.)

Tentei esquecer aqueles olhos azuis que pareciam me olhar durante a noite.

E tratei de dormir, amanhã ia ser um longo dia.

Com um longo suspiro, a escuridão puxará meu corpo para a inconsciência.



Notas finais
Então, o que acharam?