Perfect!
32 A Soma de Todos os Medos part II
Notas iniciais
“..Well a have to honest as much as I wanted;
I’m not gonna promise that cold winds won’t blow;
So when hard times have found you;
And your fears surround you;
Wrap my love around you;
You’re never alone..”
Never Alone
Lady Antebellum
Big Belly (Sexta 11:00 p.m)
Narrador
—O que você disse? – Ronnie Palmer pergunta incrédulo.
—Thea, pode levar Maddie e Ethan até o play? – Thomas pede, sem deixar de encará-lo.
—Não somos crianças pai! – Ethan reclama – Não quero....
—Ethan !- chama, olhando-o repreensivamente – Vão! – ordena e ambos levantam-se, sem esconder a má vontade.
—Acabou ficando com os pestinhas? -- Ronnie diz, fazendo-o fechar as mãos, cerrando os punhos – Pensei que tivesse mais juízo Merlyn! Filhos só atrapalham. Especialmente quando se é viúvo!
—Estou esperando seu pedido de desculpa – diz, ignorando seu último comentário.
—Por???- questiona.
—A forma que tratou Minha esposa – reitera Thomas, vendo o rosto do outro ficar lívido de raiva.
—Então quer dizer que arrastou a pequena e adorável Caitlin até o altar? – insinua, voltando-se para ela, os olhos faiscando – Como conseguiu essa proeza Thomas? Usou sua fortuna? Não, espera, você não tem fortuna! –provoca, continuando a olhá-la – Acho que seu golpe do baú deu errado benzinho!
—Não sou seu bem! – Caitlin rebate entre dentes – E mesmo que Tommy fosse um mendigo seria mil vezes melhor do que você! – afirma.
—Ora sua..!—exclama, erguendo a mão, ameaçando batê-la, fazendo Oliver e Eddie levantarem-se de imediato.
—O que pensa que está fazendo Palmer? – Thomas questiona, segurando o braço do outro ao mesmo tempo em que se interpõe entre os dois.
— Não sabe quem ela é Merlyn! – diz -- Não tem a menor ideia do que essa mulher a quem chama de esposa é capaz! – braveja, cuspindo as palavras.
—Está enganado. Sei muito bem quem é e do é capaz – assegura – Assim como sei exatamente o que fez e tentou fazer com ela Ronald! – revela, um brilho ameaçador nos olhos.
—Sabe mesmo? – pergunta, soltando-se – Porque tenho certeza que não deve ter lhe contado tudo – provoca novamente, erguendo o queixo desafiador – Se quiser posso lhe contar...Com riqueza de detalhes!
—Já os tenho, fique tranquilo. Não há nada que possa dizer que seja novidade –garante tranquilamente, corrigindo-se – Minto. Tem uma coisa que só você pode me dizer: doeu? –provoca, sendo pego de surpresa pela reação de Ronnie, que acerta seu rosto com um soco.
—Acha que fez um bom negócio casando-se com essa ...
—Se abrir essa boca para insultar minha mulher novamente, isso – aponta para o próprio rosto – Não vai ser nada em comparação a surra que vou te dar! – ameaça Thomas.
Durante um breve período os dois homens se encaram, em silencio.
—Quer saber – Ronnie começa, afastando-se um pouco a fim de visualizar o rosto de Cait, que também levantara-se ficando por detrás do noivo – Pode ficar com ela Merlyn – diz, um sorriso cínico na face – Se faz tanta questão assim em ficar com meus restos, fique à vontade. Ela nem é tão gostosa assim! E olha que falo com experiência de causa já que fui o primeiro a prova...
—Cale a boca! – Thomas rosna baixinho, aproximando-se de punho cerrado, preparando-se para acertar o outro, Cait, porém, o impede.
—Tommy não! – pede, pondo-se entre os dois – Deixe pra lá meu amor. Não vale a pena. Não quero que se suje por tão pouco – afirma, voltando-se para Ronnie, que continua sorrindo, agora de forma vitoriosa – Eu, por outro lado! – exclama, acertando o nariz dele com um soco, fazendo-o sangrar – Faço questão de responder a altura.
—Meu nariz! Você quebrou meu nariz! – bufa o Palmer mais velho.
—Dê-se por feliz ter sido ela e não eu ou não seria apenas o nariz que seria quebrado! —Thomas comenta – Mantenha-se longe de minha esposa ou faço com que volte para o buraco do qual não deveria ter saído! – avisa.
—Saia daqui Ronnie...Ou prefere que eu ligue avisando nossos pais para irem busca-lo no hospital ou na delegacia, que será onde fatalmente vai parar se insistir em ser inconveniente – Raymond ameaça, atraindo a atenção do irmão pra si.
—Mais uma vez me apunhalando pelas costas maninho! – exclama, fuzilando-o com o olhar – Cuide-se Raymond, se não quiser ser reduzido a um mero empregado na PT! – braveja ameaçador — Não se preocupe Merlyn. Vou manter distância de sua.... Esposa – repete devagar, olhando-os demoradamente antes de virar as costas e sair.
—É oficial: eu detesto seu irmão Ray! – Maxx afirma – Que cara nojento! – completa, erguendo a mão – Desculpe!
—Não precisa pedir desculpa Maxx – Ray afirma, voltando, assim como os demais, a sentar-se – Eu sou irmão e também o detesto-- diz, tomando o resto de sua cerveja de um só gole.
—Calma ai grandão! Não quero ter que te rebocar até seu apartamento...- Sara começa a dizer parando, pensativa – Ray, acha que é seguro voltar para lá hoje? Não gostei nem do tom nem da maneira como seu irmão te olhou – afirma, preocupada – Não confio nele!
—Nem eu – concorda o moreno, beijando a mão da loira – Mas não tenho para onde ir, no momento. Meu apartamento só fica pronto no final do próximo mês- comunica, surpreendendo-a- Já tinha percebido que não daria para continuar no que estou, junto com Ronnie – completa, sorridente.
—Pode dormir lá em casa hoje – Sara sugere , vendo-o sorrir – Pode dormir o tempo que precisar!—reforça, lhe dando um selinho.
—Se nem mesmo o irmão confia nele, vocês vão confiar??- Oliver questiona, voltando-se para Cait e Tommy – Estão bem? – pergunta.
—Estamos -é Cait quem responde, acariciando o rosto do noivo – Melhor do que ele com certeza!
—Disso não tenho dúvida! – Felicity exclama, rindo antes de continuar – Onde aprendeu a bater daquele jeito? — pergunta.
—Meu pai me ensinou, por incrível que pareça! – revela, surpreendendo-os – E se querem saber não foi a primeira vez que fiz isso com Ronnie – informa, causando nova onda de espanto.
—Tommy meu velho, se fosse você andava na linha direitinho de agora em diante! – Oliver brinca, tentando descontrai o amigo, visivelmente tenso.
—Já estou – assegura, após um tempo, ainda sério, encarando Caitlin – Vou conversar com meus pais o mais rápido possível e quero que faça o mesmo com os seus Cait. Ronnie desistiu rápido e fácil demais. Vai se vingar de alguma forma e não quero ser pego desprevenido como hoje.
—Vou falar – assegura a garota.
—Pai, está machucado? – Maddie questiona, parando ao lado a seu lado.
—Nada de mais filha – tranquiliza-a – Acho melhor irmos para casa. Onde está seu irmão? – pergunta.
—Aqui pai – diz o garoto, chegando acompanhado de Thea – Nós já vamos?
—Vamos sim – afirma Thomas levantando-se.
—Nós também. Não tem mais clima -Thea fala, os demais concordando.
—Seu irmão sempre foi m idiota Ray – Maxx questiona, passando por ele.
—Nops! – diz o moreno, deixando a gorjeta sobre a mesa – Além de idiota ele também é um tremendo de um pé no saco!
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Caitlin
Durante todo o caminho para casa Tommy se manteve em silencio e aos poucos eu e as crianças acabamos fazendo o mesmo.
Depois que as crianças adormeceram vendo filmes conosco na sala e de o ajudar a coloca-los na cama, vou para nosso quarto enquanto Tommy vai até a cozinha.
Lá dentro, sigo direto para o banheiro repassando mentalmente os detalhes daquele maldito encontro enquanto tiro minha roupa, entrando no box assim que termino, deixando a água escorrer por meu corpo, massageando-o, fechando meus olhos quando sinto as mãos de Tommy envolverem minha cintura ao mesmo tempo que beija minha nuca.
Sem dizer nada, giro o corpo, ficando de frente para ele, envolvendo seu pescoço com os braços, beijando-o, sendo correspondida imediatamente.
Aos poucos, aumentamos a intensidade do beijo e das caricias. Sinto meu corpo ser erguido e prensado contra a parede. Instintivamente, enrosco minhas pernas em sua cintura, trazendo-o mais perto, sentindo-o afundar-se dentro de mim sem aviso, arrancando um grito abafado por sua boca sobre a minha. Senti-lo dentro mim sem a proteção de látex, pele contra pele, faz toda a diferença.
Não que quando transamos usando preservativo seja menos prazeroso. Não é. Mas sentir o calor da pele de Tommy por inteiro é uma sensação inebriante para mim. Meu corpo inteiro responde ao seu, acompanhando cada movimento que realiza, aceitando seu ritmo forte.
Em pouco tempo os vidros estão embaçados pelo calor que emana de nossos corpos, de nossa respiração.
—Tommy!...Tommy! – arfo, beijando seu rosto, pescoço, mordendo seu ombro, minhas mãos passeando por suas costas, arranhando — Te amo! Amo! Amo! – repito, escutando-o rosna algo indecifrável, investindo mais forte uma última vez antes de atingirmos o clímax juntos, relaxando lentamente—Eu te amo!- reitero, beijando-o longamente, mordendo seu lábio.
—Minha vida! Meu amor – diz, afastando meus cabelos, segurando meu rosto entre suas mãos, olhando dentro de meus olhos antes de me beijar tão intensamente que sinto o ar faltar.
Ficamos um tempo abraçados, trocando caricias suaves até que o sinto erguer meu corpo mais uma vez, saindo de dentro de mim, colocando-me no chão sem me soltar, virando-me de costas para ele. Lentamente, Tommy começa a massagear minhas costas e só então me dou conta que estou tensa e sentindo um pouco de dor, certamente por conta do atrito com a cerâmica.
Sinto o cheiro de menta ao mesmo tempo em que uma sensação de frio se espalha por minhas costas e braços, fazendo-me encolher um pouco.
—Incomoda no começo, mas daqui a pouco passa – sussurra em eu ouvido – Vai ajudar a evitar que fique muito dolorido e vermelho – diz, beijando meu ombro – Só não evita a pele ficar escura. Desculpa meu amor. Tenho que me controlar – pede, massageando meus braços.
—Não quero que se controle! – ronrono, ouvindo-o rir baixinho, tentando virar-me, mas não permite.
—Ainda não. Deixe-me terminar – ordena e me encosto a parede, deixando que continue sua massagem, gemendo quando sinto suas mãos em minha bunda, apertando, descendo até as coxas, voltando a subir pela parte interna, alcançando meu sexo, me fazendo prender a respiração ao sentir seus dedos acariciando – Sabe, não era isso que pretendia – afirma com voz rouca, voltando a me beijar com ardor – Vamos continuar essa massagem na cama! — diz, tomando-me em seus braços.
—Tommy, vamos molhar toda a cama! – exclamo no momento em que me põe sobre o colchão.
—E qual o seria o problema disso??- pergunta, beijando meu pescoço, descendo até meus seios.
—Nenhum! – suspiro, levando minhas mãos a seus cabelos – Nenhum – repito, beijando-o novamente.
Depois que nos amamos, adormeço, acordando de madrugada, assustada com um pesadelo, ficando mais preocupada ainda ao não encontrar Tommy na cama.
Me enrolo com o lençol, caminhando até a varanda, onde se encontrava.
—Tommy?!? – chamo, aproximando-se com cuidado- Tudo bem??
—Tudo – afirma, estendendo a mão, que seguro, sentando em seu colo – Só um pouco de calor – diz, acariciando meus braços.
—Então por que essa ruguinha de preocupação!? – questiono, beijando sua fronte e sorri—É Ronnie não é? – pergunto.
—Mais precisamente com o que ele pode fazer com Ray – diz – Você e eu já deixamos claro que não vamos entrar em seu jogo. Já Ray não tem escolha. Até de sua casa teve que sair. Ele nunca gostou do irmão e agora vai decretar guerra de vez.
—E tudo por minha culpa! – exclamo, encostando minha cabeça a dele.
—Não tem culpa de nada meu amor- rebate, erguendo meu queixo—Ele é um doente – afirma, beijando-me de leve – Não deixar que te machuque. Nunca mais! – promete.
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Um mês depois (penúltima semana de Outubro)
Tommy
Conforme supus, Ronnie tinha como alvo principal o irmão, nos deixando em segundo plano. O que não me fazia sentir melhor. Ele havia conseguido não apenas afastar Ray do controle da PT como tira-lo do apartamento que ocupava a anos.
No que se refere a mim e Cait, havia tentando uma aproximação com meus pais, sem sucesso, o mesmo ocorrendo com os pais de Cait. Contra nós mesmos não havia tentado nada, mas isso não me deixava tranquilo. Ainda mais tendo uma viagem programada para a próxima semana.
—Boa tarde senhor Merlyn! A que devemos a honra de uma reunião? – escuto Oliver dizer, me provocando, entrando em minha nova sala (não mais compartilhada com meu pai) seguido por Eddie e Barry. _Não precisa sair amor – digo ao ver Cait dar as costas, fazendo-a parar, voltando-se para mim com a sobrancelha erguida – Desculpe. Senhorita Snow- corrijo-me, envolvendo-a pela cintura quando para a meu lado – Ollie, Eddie e Barry, quero pedir um favor a vocês: estarei fora por alguns dias na próxima semana e ...
—Quer que a gente dê uma surra no Plamer! Ronnie, no caso – Eddie supõe , batendo com o punho na palma da mão.
—Não. Quero...
—Que a gente assuste o cara e faça ele voltar correndo com o rabo entre as pernas direto pro buraco de onde nunca devia ter saído! –é a vez de Barry supor, me fazendo erguer a sobrancelha.
—E eu pensava que as meninas é que eram criativas! —Cait exclama, olhando-os, divertida.
—Só quero que fiquem de olho para que ele não perturbe Cait e as crianças – digo, abrindo as mãos – Só isso!
—Só!?! – Barry e Eddie repetem, desanimados.
—Fique tranquilo Tommy. Aquele idiota não vai chegar perto de Cait muito menos dos meus sobrinhos! – Oliver frisa, apertando minha mão – Quando viaja?
—Na terça logo cedo. Volto na terça da semana seguinte- informo.
—É o aniversário de minha mãe – Cait comenta.
—Eu sei. Seu pai me falou- revelo, piscando para ela – Vou trazer um presente caprichado para minha sogrinha, muito embora qualquer presente que eu traga ainda será pouco em relação ao que ela me deu! – digo, puxando-a para um beijo.
—Ok, depois deste momento fofo, acho que vou precisar de uma dose de insulina! – Eddie diz, fazendo uma careta.
—É isso, de hoje em diante vou limitar seus encontros com minha irmã! — Oliver declara, dando-lhe um tapa na nuca- Já está começando a falar como ela! Isso é... meio assustador!
—Para onde vai Tommy? – Barry pergunta.
—Ásia. Uma feira de empreendedores e construtoras – explico.
—Chatoooo!! – Barry diz, nasalando a voz- A última vez que acompanhei meu pai em um evento desses quase morri de tédio! – acrescenta, nos fazendo rir de seu exagero.
Na semana seguinte, deixo tudo preparado na segunda visto que sairia muito cedo.
—Tem mesmo que ir pai? – Maddie me pergunta, sentada na cama me observando preparar a mala.
—É só uma semana filhota. Passa rápido. E prometo trazer presentes – negocio, beijando sua cabeça, erguendo os olhos quando escuto a porta do banheiro abrir – Está melhor amor? – questiono, vendo Cait ainda pálida, caminhar devagar até sentar na cama, recostando-se na cabeceira.
—Um pouco- admite, respirando fundo.
—Cait tá doente pai. Devia ficar em casa! – minha filha pede mais uma vez, espremendo as mãos, nervosa.
—Venha cá Maddie – chamo, abraçando-a assim que fica a meu lado – Não vai acontecer nada. Quando menos esperar estarei de volta- garanto, beijando-a mais uma vez.
— E com presentes – Ethan relembra, fazendo uma careta – Mas também não queria que fosse pai – admite, abraçando-me.
—Ok, já passamos por isso antes! – relembro, afagando suas cabeças – Não vai acontecer nada- repito, olhando Cait, que parece ainda mais pálida – Que tal irmos todos dormir? Assim o tempo passa mais rápido- sugiro, caminhando com os dois para fora do quarto – Tomem banho, troquem de roupa que daqui a pouco vou até seus quartos dar boa noite ok!? – digo, fazendo-os sair, fechando a porta, me voltando para Cait.
—Tem certeza que não quer ir ao hospital? — questiono novamente, sentando a seu lado, apoiando sua cabeça em meu ombro.
—Não precisa meu amor. É só um resfriado- minimiza, aconchegando-se a mim.
—Mesmo assim, preferia que fossemos ao hospital – reitero, afagando seus cabelos.
—Não precisa- repete – Se for para te tranquilizar, caso não melhore daqui para sexta no máximo, procuro um médico, não se preocupe- assegura, deslizando a mão por meu peito.
—Certo. Mas não hesite em chamar suas amigas ou Oliver – peço – Vou ligar todos os dias para saber de vocês. – anuncio, soltando-a – Vou ver se as crianças dormiram. Volto em alguns minutos- declaro, beijando sua fronte.
Vou aos quartos de meus filhos, despedindo-me, garantindo que voltaria antes que sentissem minha falta, pedindo para que ficassem de olho em Cait, comprometendo-me a ligar todos os dias, duas vezes no mínimo.
Quando retorno ao nosso quarto, Cait dorme tranquila, agarrada a meu travesseiro.
—Acho que fui substituído! – brinco comigo mesmo, fechando minha mala, pondo-a no chão, subindo na cama o mais lentamente possível a fim de não acorda-la. Abraço-a com cuidado, fazendo com que se aconchegue a meu corpo— Boa noite meu amor! – sussurro, fechando os olhos até adormecer.
Acordo cedo na manhã de Terça, preparo e tomo meu dejejum, deixando o deles também preparado, voltando para o quarto, onde me troco, sempre de olho em Cait.
Ela havia tido um sono agitado, acordando várias vezes, por isso decido não fazer o que me pedira e a deixo dormir, dando lhe um beijo.
Coloco uma rosa acompanhada de um bilhete sobre o colchão a seu lado, pego minha mala e saio, não sem antes dar mais uma olhada em seu corpo parcialmente coberto, admirando-a por um bom tempo.
Passo nos quartos de meus filhos, deixando um chocolate acompanhado de um bilhete, como fazia todas as vezes em que ia voar e não estavam acordados na minha saída.
Verifico todo o apartamento antes de sair para o aeroporto, onde embarco pontualmente as 07:00 horas............
Continua
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