Percy Jackson o Guerreiro Sem limites
131 Capítulo 131
Notas iniciais
POV: Perseus Heitor Jackson.
—--Bem, depois que dona Hera chegou, você já pode imaginar o que aconteceu, não é mesmo? ---Perguntei rindo, o que fez Ligea cair ainda mais na gargalhada, ela estava extremamente divertida com a minha história.
—--Ela acabou com a sua raça. ---Disse ela rindo, concordei rindo.
—--Bem, não exatamente, ela até poderia acabar com todos os semideuses, mais isso deixaria os outros deuses irritados. ---Disse zombeteiramente, fazendo Ligea parar de rir no mesmo instante, o que me fez rir da sua reação, e fez ela me olhar levemente irritada.
—--Você é um grande idiota. ---Conclui ela me provocando.
—--Bem, sou um pouco, mas sou um idiota irresistível. ---Disse sorrindo, me aproximando mais dela, dando um selinho rápido em seus lábios, mas ela se afastou quando tentei aprofundar o beijo.
—--Não se ache demais, você não está com essa bola toda. ---Provocou ela rindo, eu fiz uma careta, ela havia resistido aos meus encantos, mas isso não iria acontecer de novo. Estávamos sentados em um banco feito de mármore branco, pertinho um do outro, no Quiosque dentro da água do jardim da minha tia, Deméter, a luz do braseiro mágico, iluminava o lindo rosto de Ligea. Estávamos sozinhos a um bom tempo, desde que cheguei na parte que contava o começo da luta de Festus contra mim, foi quando Pandora se sentiu envergonhada e triste o suficiente para ir embora e não ouvir sobre sua “desgraça”, ela é um pouco emotiva sobre suas responsabilidades e conduta perfeita, exatamente como minha avó, ela as vezes realmente me lembrava minha avó, Atena.
—--Enfim, a verdade é que fiquei de castigo por diversos meses. ---Disse fazendo uma careta, lembrando daqueles dias subsequentes a minha pequena... brincadeira.
—--Bem feito. ---Disse Ligea mostrando a língua para mim, sorri, tentando morder a língua dela, mas ela afastou antes que eu conseguisse.
—--Bem feito nada, dona Hera é maldosa, muito maldosa quando ela quer ser, já senti suas famosas punições na pele. ---Disse seriamente, apesar de estar fazendo drama e encenando, Ligea me encarou tristemente, achando que aquilo que eu falava era verdade. ---Para você ter ideia do quão ela foi maldosa comigo, ela me deixou três semanas sem comer meus doces e salgados, principalmente meu pudim e Deméter me obrigou a comer diversos dos cereais com os piores gostos possíveis e legumes e outras verduras com o gosto ainda piores que os cereais. ---Disse fazendo uma careta, lembrando daqueles meses seguintes daquela travessura, de como fui torturado pelas deusas, princip. Ligea caiu na gargalhada.
—--Que super castigo, eu aqui achando que elas arrancaram seu coro com uma cinta, mas elas só fizeram você fazer dieta? ---Perguntou ela incrédula e meio divertida com a minha piada.
—--Ei, ficou maluca? Quer tortura pior do que fazer dieta de cereais, verduras e legumes. Sem sorvete, sem doces, sem pudim e o pior de tudo, sem a lasanha especial de frango da dona Hera. ---Disse indignado, o que fez Ligea revirar os olhos. ---Você não tem coração, nem parece que me ama.
—--Meus deuses, que bebezão mimado. ---Disse Ligea apertando minhas bochechas e fazendo voz de dengo. ---É claro que eu te amo. ---Disse ela dando um selinho em meus lábios. ---Mas convenhamos que comer cereais e cortar as besteiras não é o pior castigo do mundo.
—--Bem, apesar de parecer bobo, era o melhor que elas podiam tirar de mim. ---Disse sorrindo sem graça, o que fez Ligea me olhar seriamente. ---Apesar de todo amor e carinho que recebi de todas as deusas, na minha infância, eu fui tratado como um prisioneiro, preso aqui no Olimpo, então elas não tinham muito o que tirar de mim, ou tiravam meus vídeo games e guloseimas ou me espancavam, isso minha mãe não faria comigo.
—--Sinto muito. ---Disse Ligea tristemente.
—--Eu não sinto. ---Disse seriamente, Ligea me olhou atentamente. ---Apesar de não querer isso pra ninguém, sei que minha mãe só fez isso porque me amava acima de qualquer coisa, queria me proteger a todo custo, mesmo que para isso, ela tivesse que me trancafiar e guardar como se eu fosse uma joia preciosa, hoje eu entendo o que ela sentia, se eu pudesse guardar, trancar, proteger todos os que amo, para que nunca se machuquem ou aconteça coisa ainda pior, eu faria, mesmo que eles me odiassem por causa disso. ---Disse distraidamente, lembrando de pessoas queridas que se foram, se eu pudesse ter feito como minha mãe fez comigo, tê-los trancado e guardado para sempre, eu faria, sem hesitar. Senti o toque macio dos lábios de Ligea em meu rosto, senti a pele formigar embaixo dos seus lábios, aquela sensação gostosa, fez meu cérebro reiniciar e apagar tudo, exceto aquela sensação gostosa que invadia meu corpo e minha mente. Ela afastou os lábios da minha bochecha, que ficou formigando e levemente úmida. Olhei nos lindos olhos azuis turquesas de Ligea, eles transbordavam carinho e compaixão.
—--É um pensamento nobre de se ter. ---Disse ela sorrindo docemente. ---Um pensamento de um homem bom, de um homem muito forte. ---Disse ela fazendo carinho em meu rosto, fechei os olhos sentindo o toque macio de suas mãos em meu rosto, aquela energia aconchegante e gostosa que percorria minha pele. Aquelas palavras, Ligea pareceu minha mãe Sally falando, aquilo me trouxe ainda mais certeza que era ela, ela era meu porto seguro, algo ainda mais poderoso para que eu pudesse ter uma razão para continuar, algo importante para proteger, algo que valia apena eu lutar, que valia todo meu sofrimento a cada segundo. Coloquei minhas mãos sobre as de Ligea, arrastando suas mãos lentamente para meu lábios, onde eu depositei um beijo em suas mãos, ela sorriu, um lindo sorriso, algo que eu jamais iria esquecer, aquele lindo sorriso. Levei minhas mãos para o rosto de Ligea acariciando sua bochecha, ela fechou os olhos, aproveitando o meu toque em sua pele quente, depois levei minha mão para nuca de Ligea e trouxe seu rosto para perto do meu, sem cortar meus olhos nos do dela, meu verde-mar naquele azul turquesa, então em seguida colei nossos lábios, aquela sensação maravilhosa dominou meu cérebro, aquele sabor indescritivelmente doce dos lábios daquela ninfa. De repente eu escutei um pigarrear vindo das minhas costas, me fazendo cortar o beijo e me virar para trás, encarei a linda mulher que chamará nossa atenção, interrompendo o beijo, era minha querida tia Deméter.
—--Atrapalho o casalzinho? ---Perguntou ela sorrindo divertida.
—--Não, não, claro que não, lady Deméter. ---Disse Ligea completamente corada, o que me fez rir, ela ficava tão lindinha vermelha de vergonha. ---Nós estávamos apenas conversando. ---Ligea apressou-se em dizer.
—--Conversando? Sei. ---Disse Deméter com sarcasmo, o que me fez sorrir para ela, ela adorava deixar as pessoas com vergonha. ---Do que estavam falando então? ---Perguntou ela inocentemente.
—--Percy estava me contando, como queimou esse belo jardim. ---Disse Ligea, assim que ela disse isso, o sorriso zombeteiro de Deméter se desfez.
—--Claro que eu também disse de como eu fui duramente penalizado. ---Me adiantei em dizer, eu sabia que esse assunto era um pouco delicado.
—--É você mereceu todos os castigos e muito mais. ---Disse Deméter levemente irritada, ela me olhava severamente. ---Ele queimou meu lindo jardim, com sua imprudência e barbárie.
—--Eu já me desculpei centenas de vezes, tia. ---Disse seriamente, apesar de tudo, Deméter nunca me perdoou completamente por queimar seu incrível jardim. ---Além disso você me fez replantar tudo com as próprias mãos, sem usar nenhuma ferramenta, todo esse belo jardim de hoje é graças aos meus esforços. ---Reclamei com ela, o que a fez dar um mínimo sorriso.
—--Era o mínimo que você tinha que fazer. ---Disse Ligea seriamente.
—--Eiii... ---Reclamei com ela, ela deu de ombros. ---Você é minha namorada, tinha que ficar do meu lado.
—--Eu estou do lado de quem está certo. ---Disse ela cruzando os braços. ---Sua imprudência fez queimar o jardim todo, se fosse eu, você teria plantado tudo na base da chicotada nessas costas largas.
—--Exatamente, minha querida Ligea. ---Disse Deméter se sentando ao meu lado, então eu fiquei entre as duas mulheres que estavam discutindo comigo, e a conversa não estava vantajosa para meu lado. ---Apesar de não termos sido tão maldosas assim, até que saiu barato, se fosse qualquer outro, eu teria enfiado minha foice nele.
—--Puxa saco. ---Disse mostrando a língua para Ligea, que riu, no fim, todos estávamos rindo. ---Que bom que eu sou o queridinho dos deuses. ---Disse enchendo o peito.
—--Não fique se achando, garoto. ---Disse Deméter me abraçando de lado. ---Talvez um dia, as coisas não acabem tão bem assim pra você, cá entre nós, por muito pouco eu não te matei, fiquei louca de raiva, quando vi meu lindo jardim todo aos pedaços.
—--Você nunca conseguiria me matar tia, sou lindo demais pra isso. ---Provoquei ela, fazendo seu sorriso se desmanchar, mas ela não me respondeu e voltou sua atenção para Ligea.
—--Que namorado mais narcisista você arrumou. ---Disse ela seriamente, mas Ligea riu em resposta concordando. ---Ele anda se achando demais, só porque conquistou uma linda mulher.
—--Anda se achando mesmo, mas pode deixar dona Deméter, vou cortar suas asinhas rapidinho. ---Disse Ligea sorrindo malignamente, mesmo que eu achasse que foi brincadeira, aquele sorriso e aquele olhar, me fez engolir em seco, Ligea não era para brincadeira.
—--Acho que alguém ficou com medo, será? ---Perguntou Deméter me provocando.
—--Quem não ficaria?! ---Disse seriamente, o que fez ambas rirem da minha reação, eu ri também, mas não estava relaxado enquanto aquele olhar maligno de Ligea.
—--Enfim, a conversa está muito boa, ver o Percy com essa cara de assustado não tem preço, mas... ---Disse minha tia arrastando os “s”, ela bateu sua mão em minha cocha e levantou. ---Eu tenho que ir, hoje é o dia das brincadeiras entre as deusas, então, não posso me atrasar.
—--Cuidado para não ser limpa de novo, tia. ---Disse rindo, o que fez o sorriso de Deméter se desmanchar e uma careta seria ficar em seu lugar.
—--Da última vez Hera ganhou, ela limpou todas nós, mas dessa vez vai ser diferente, não vou deixar Hécate ou sua mãe me vencer. ---Disse Deméter entre os dentes, o que me fez rir, por fim, Deméter também riu. ---Estou indo, xau, xau. ---Disse ela acenando para nós, antes de desaparecer em um brilho fraco.
—--O que é o dia de brincadeira entre as deusas? ---Perguntou Ligea confusa.
—--Minha tia Deméter, minha mãe, Afrodite, Hécate e outras deusas, de vez em quando, marcam um jogo de cartas entre elas, normalmente o jogo é pôquer ou canastra, depende de quantas deusas podem comparecer na data, normalmente são apostas extremamente altas, ela jogam horas afio, elas chamam de “brincadeira entre as deusas.” ---Disse fazendo aspas com os dedos, o que fez Ligea rir.
—--Incrível, não imaginei que deusas faziam isso. ---Disse Ligea rindo.
—--Pois é, elas fazem bastante, pelo menos umas duas ou três vezes por semana. ---Disse seriamente, lembrando de quando eu ia com a minha mãe. ---Dona Hera me ensinou a jogar, mas nunca me deixou jogar apostando, ela dizia que era errado jogar apostando, mesmo que ela fizesse isso, quando eu pedia para brincar com elas, ela sempre negava e dizia: ---Depois disso, disse em uma voz mais fina, tentando miseravelmente copiar a voz da minha mãe. ---“Querido, faça o que eu digo, não faça o que eu faço.” ---Ligea riu da minha voz de “dona Hera”. ---Enfim, era muito chato vê-las jogando, só existe duas regras entre elas, claro, além das do jogo, é que são somente permitido as deusas jogarem, e segundo que não se pode usar magia ou poderes, para trapacear, no restante tudo é valido.
—--Então imagino que Lady Deméter não é das melhores jogadoras. ---Concluiu Ligea rindo, mas eu neguei com a cabeça.
—--Na verdade ela é muito boa, sempre ganha muito dinheiro quando vai para os cassinos mortais. ---Disse seriamente, mas depois eu ri. ---Porém normalmente minha tia Deméter não se sai muito bem, acaba perdendo para minha mãe ou para Hécate, mesmo assim ela continua a ir e continua tentando ganhar das duas, ela é persistente. ---Disse rindo, Ligea me acompanhou. ---Mas é difícil ganhar da minha mãe, ela é muito boa jogando cartas.
—--Eu queria aprender a jogar também. ---Disse Liga seriamente, em reposta eu me aproximei dela e a encarei nos olhos.
—--Eu posso te ensinar, mas eu vou querer meu pagamento adiantado. ---Disse encarando seus lábios, Ligea em resposta sorriu pervertida.
—--Mesmo? ---Perguntou ela inocentemente, me provocando, adoro quando ela faz isso, me deixa louco. ---É o que você quer de pagamento adiantado?
—--Eu quero isso daqui. ---Disse tomando seus lábios em um beijo, Ligea correspondeu-o da mesma forma, mas não era um beijo lascivo, era um beijo doce e calmo. Por um longo tempo, ficamos nós beijando lentamente, com muita ternura e suavidade, mas a ternura foi se intensificando em paixão, o beijo já estava mais forte e gostoso, minhas mãos apertavam as coxas de Ligea firmemente, e as dela agarravam meus cabelos, mantendo beijo voraz, mas o oxigênio era necessário, então interrompíamos os beijos, ficando de selinhos e chupões no pescoço, somente a tempo de recuperar o fôlego, então nossos lábios se encontravam novamente, então a paixão se tornou puro êxtase e lascividade, minhas mãos já percorriam o corpo inteiro de Ligea, enquanto ela me arranhava e apertava meus músculos com força. Por um segundo, tive um lampejo de consciência e pensei nas consequências que causariam a Ligea e a mim, se fossemos pegos fazendo amor em céu aberto, então com um pouco de dificuldade, graças aos beijos vorazes que Ligea me dava, eu consegui me concentrar a me teletransportar em chamas para o meu quarto, no palácio de minha mãe. Joguei Ligea na minha cama com uma certa ferocidade, ela sorriu me olhando, seus olhos totalmente escuros de desejo e tesão.
—--Você quer aqui mesmo? Na sua cama? No palácio da sua mãe? ---Disse ela ofegante, seus lábios e envolta deles, já estavam bastante vermelhos pela intensidade em que nos beijávamos. Eu sabia que Dona Hera não estava em casa, ela demoraria a voltar do jogo, então tínhamos tempo.
—--Sempre foi uma das minhas maiores fantasias, transar com uma mulher na cama em que dormi toda minha infância, onde tive meus primeiros pensamentos pervertidos e onde tive medo de ser pego pela minha mãe. ---Confessei para Ligea, o que a fez rir um pouco.
—--Então você já era um pervertido quando criança? ---Perguntou ela divertida, eu sorri, tirando minha camisa e a jogando longe, Ligea encarou meu corpo com desejo, o que já me fez sentir vingado, por ela ter me chamado de pervertido.
—--Você não faz ideia do quanto. ---Disse indo lentamente para cima, a devorando com o olhar, sua camisa regata curta, já estava muito para cima, que já deixava toda sua barriga lisinha amostra, seus seios estavam saltados para fora, de uma forma que os deixavam incrivelmente gigantes e apetitosos, suas pernas torneadas estavam amostra também, seu short preto, somente escondendo sua intimidade, mas então meus olhos foram puxados para os dela, assim que comecei a subir na cama, nossos olhos se encontraram e se fixaram um no outro, enquanto meu corpo ia se sobrepondo sobre o dela, nossos lábios se encontraram novamente enquanto eu agarrava aquelas mexas vermelhas com força, Ligea arranhava meu abdômen, minha perna esquerda foi subindo entre as pernas dela, assim que ela encostou em sua intimidade ela gemeu entre o beijo, de uma forma deliciosa, minhas escorregaram pelo corpo de Ligea até seus seios, onde eu os apertei firmemente ainda por cima da roupa dela, fazendo-a gemer novamente, em resposta Ligea puxou meu cabelo para trás, interrompendo o beijo, sem hesitar ela atacou meu pescoço, beijando, chupando e mordendo, deixando marcas deliciosas, ela estava selvagem, eu estava adorando aquela sensação, minhas mãos desceram pela lateral do corpo de Ligea, fui puxando sua camisa regata para cima, assim que a retirei por completo, notei que Ligea não estava usando sutiã, aqueles grandes e redondos seios estavam na minha cara, seus biquinhos eram rosados, eu não hesitei, e já abocanhei o seio direito dela.
—--AAAHHH.... isso. ---Gemeu ela, assim que comecei a mordiscar seu seio, comecei a massagear o outro com a minha mão, fiquei durante um bom tempo naquele ritmo delicioso, mordiscando, lambendo, chupando, fazendo tudo que tinha direito a fazer, assim que já tinha os deixado bastante vermelho, eu troquei de seio, indo pro esquerdo, mas não demorei muito nesse, Ligea junto em meu cabelo com sua mão direita, enrolando os meus fios em suas mãos, então puxou minha cabeça para cima, ela não hesitou em me beijar com muita intensidade e desejo, tanta que foi até meio difícil de acompanhar, mesmo pra mim, mas estava incrivelmente excitante, sentia meu membro pulsar dentro do meu calção, eu ainda estava por cima de Ligea, então devia estar tomando o controle da situação, dando prazer a minha querida namorada, então separei o beijo, dei mais alguns selinhos, então comecei a descer meus beijos, minhas mãos percorriam aquele corpo delicioso, sentindo a pele quente de Ligea em toque com a minha pele quente, era uma sensação muito boa, meus lábios gelados beijavam cada centímetro daquele corpo, Ligea respondia a cada toque com gemidos, ou suspiros, sua respiração estava bastante pesada. Então finalmente cheguei ao cós do seu short, sem cerimonias eu o puxei para baixo, levando com ele a calcinha de Ligea, deixando amostra aquela linda intimidade rosada de Ligea, ela tinha alguns fio vermelhos, eu peguei gentilmente aqueles pelinhos, passando meus dedos entre eles, fazendo-a gemer mais alto, comecei a morder levemente a parte interna da sua cocha, a cada mordida, eu via Ligea agarrar os lençóis e gemer mais alto, mas eu não me segurei mais, estava muito excitado também, queria muito chupar aquela intimidade deliciosa, então fui direto ao tesouro, por assim dizer, sentindo o gosto azedinho que ela tinha, era tão gostoso, que me estimulava a chupar e morder, ainda mais forte.
—--ISSOOO.... ---Gritou ela gemendo, comecei a chupar e estimular seu clitóris, enquanto massageava com os dedos os lábios maiores da sua intimidade, os pelinhos da sua intimidade esfregavam em meu nariz, dando uma sensação esquisita, mais gostosa, continuei a estimular no Clitóris, com a mão direita, eu coloquei um dedo em sua intimidade, fazendo-a arquear as costas. ---AAAAHHHH... ---Gemeu ela, com o braço esquerdo, tentei agarrar sua cintura, tentando impedir que ela se mexesse muito, comecei a estocar com um dedo, seu interior era muito apertado, incrível, coloquei mais outro dedo, e aumentei o ritmo das estocadas, sem me esquecer do seu clitóris, onde eu o estimulava com a língua, seu interior começou a pulsar novamente, ela estava chegando ao seu primeiro orgasmo. ---AAAHHH... EU VOUUU GOOOZAAARR..... ---Gritou ela, seu interior apertou meus dedos ainda mais, suas pernas fecharam-se e ela se mexia muito, mas mesmo assim, me mantive firme, deixando que seu orgasmo entrasse em meus lábios, ele era azedo, mas era muito bom, não sei explicar, continuei a estimular seu clitóris prolongando seu orgasmo, ela gemia muito alto, agarrada aos lençóis da minha cama, em meio aquele todo frenesi prazeroso, pude ver ela revirar os olhos, de tanto prazer, aquilo me excitou demais, aos poucos seu interior começou a se acalmar, eu parei de estimula-la, e olhei para seu rosto, ela estava de olhos fechados, muito ofegante e suada, me sentia satisfeito de tê-la deixado dessa forma deliciosa.
—--O que está olhando. ---Disse ela ainda bastante ofegante, chamando minha atenção. ---Não fique se achando.
—--Bem, se você visse como está agora, também sentiria a satisfação que estou sentindo. ---Disse sorrindo em desafio, ela revirou os olhos.
—--Então, agora é minha vez de satisfaze-lo, deixa-lo ofegante e muito excitado. ---Disse ela sorrindo pervertida.
—--Você pode tentar, só não tenho certeza que vai conseguir. ---Disse a desafiando, seus olhos brilharam, ela me olhou ofendida, mas então ela sorriu de canto, e sem esperar, ela voou em meu colo, me jogando de costas, ela agarrou minhas mãos por cima da minha cabeça com uma velocidade incrível, ela sorriu, olhando diretamente em meus olhos, segurei a respiração.
—--Você desafiou a pessoa errada. ---Sussurrou ela no pé do meu ouvido, ela mordeu minha orelha, fazendo-me arrepiar. ---Vai se arrepender.
—--Eu adoro me arrepender. ---Disse sorrindo em desafio.
—--Resposta errada. ---Disse ela sorrindo, sem esperar por uma resposta ela mordeu meus lábios suavemente, ela começou a se esfregar em meu membro, ainda por cima da roupa, lentamente me torturando, segurando meus braços, aquilo era deliciosamente tortuoso, as vezes ela trazia seu rosto para perto do meu, mas quando eu tentava colar nossos lábios, ela se afastava, aquilo estava me matando, meu membro estava doendo de tão excitado que estava. ---Está gostoso? ---Perguntou ela safadamente, sussurrando no meu ouvido, Ligea sabia ser maldosa quando queria, ela já estava me torturando demais, estava na hora de tomar conta. Forcei meus braços, soltando-me do aperto da Ligea, eu agarrei suas costas e virei seu corpo, voltando a ficar por cima. ---Nossa, que violento, adoro quando você fica assim. ---Disse ela sorrindo safadamente, me provocando. ---O que vai fazer comigo? Uma mera capitã? ---Perguntou ela inocentemente. ---Em General poderoso? ---Comecei a descer meu calção, que já estava incomodando como nunca.
—--Vou punir minha subordinada. ---Disse jogando meu short e cueca para longe.
—--Que delícia. ---Disse ela sorrindo provocadoramente, aquilo foi a gota de água, me posicionei entre as pernas da Ligea e sem cerimônia entrei fundo em sua intimidade, em resposta ela gemeu alto e arranhou meu peito com força, aquilo me motivou a continuar estocando, aumento o ritmo aos poucos, Ligea arranhava minhas costas, eu apoiava meus braços no colchão, para me auxiliar com os movimentos de vai e vem, logo estávamos em um ritmo frenético, eu sentia o interior de Ligea me apertar muito, sentia meu orgasmo vindo, e podia sentir que o da Ligea não demoraria a vir também. ----AAAAHHHHHH... ---Gemeu ela alto, eu aumentei o ritmo, prolongando nosso orgasmo, até que cheguei ao ápice, e cai ao lado dela, ofegante e suado. ---Foi uma punição... incrível, poderoso general. ---Disse ela ofegante, o que me fez rir.
—--Se toda punição for boa assim, eu quero puni-la mais vezes, minha subordinada sexy. ---Disse a olhando, suor escorria entre os seus enormes seios, ela me olhava de uma forma safada, seus olhos ainda brilhando de tesão e desejo, ela começou a engatinhar pra cima de mim, passando uma das suas pernas sobre mim, ficando “montada” em mim. ---Então parece que você quer mais punição?
—--Muito mais. ---Disse ela sorrindo safadamente, ela se posicionou, segurou meu membro que já estava ereto novamente, é foi colocando lentamente em sua intimidade, seu interior estava muito apertado, o que dava uma sensação divina. ---Estamos apenas começando. ---Disse ela sorrindo pervertida, me olhando diretamente nos olhos, aquele lindo azul turquesa diretamente nos meus, o que me deixava louco. Sem esperar por um resposta ela começou a cavalgar com força e velocidade, meus gemidos eram altos, mais eram encobertos pelos da Ligea, os seios da Ligea balançavam, me dando uma linda visão. De repente eu escutei a porta do meu quarto abrindo.
—--Crianças? ---Escutei a voz da minha mãe, o que fez meu coração falhar uma batida.
—--AAAHHH... ---Gritou Ligea assustada, saindo de cima de mim, se enrolando nas cobertas, tentando esconder seu corpo o mais rápido possível.
—--MÃE. ---Gritei alarmado, me levantando, pegando o travesseiro mais próximo e colocando na frente do meu membro, eu olhei para porta, parada em baixo dela, estava minha mãe, nos olhando.
—--A desculpe, não sabia que o clima estava assim tão bom. ---Disse ela sorrindo, eu meio que achei estranho a reação dela, mas eu estava com vergonha demais para pensar direito.
—--Mãe sai daqui, por favor. ---Implorei para ela, indo em direção a porta.
—--Desculpe, desculpe, já vou indo. ---Disse ela fechando a porta rapidamente, respirei aliviado, olhei para Ligea, acho que com certeza nunca a vi tão vermelha como naquele momento, seu rosto estava mais vermelho que sangue, mais vermelho que os seus próprios cabelos.
—--Sinto muito, ela nunca foi de bater na porta. ---Disse coçando o queixo, sorrindo sem graça.
—--Meus deuses, não acredito que isso aconteceu. ---Disse Ligea rindo nervosa, o que soou um pouco estranho.
—--Não se preocupe, acho que ela não ficou brava. ---Disse indo em direção a cama.
—--Esse não é o problema, o problema é sua mãe me achar uma qualquer, não quero dar essa impressão a ela. ---Disse Ligea levemente irritada, eu ri, eu achando que o pior medo dela era a rainha do Olimpo arrancar sua cabeça por vê-la montando em seu filho, mas não, ela estava mesmo preocupada em não passar uma má impressão. ---Não ri, seu imbecil, estou falando sério.
—--Desculpe, desculpe, não foi minha intenção. ---Disse me defendendo, sentando ao seu lado, ela ainda escondia seu corpo atrás da coberta. ---Deixa de ser tão preocupada, minha mãe te adora, acredite em mim. ---Disse firmemente, Ligea em resposta, deu um mínimo sorriso, seu rosto agora não estava mais tão vermelho e seu corpo mais relaxado. ---Agora, apenas relaxe, vamos nos divertir mais um pouco. ---Disse sorrindo pervertido para ela, o que a fez revirar os olhos, mas ela deu um mínimo sorriso.
—--Você é um taradinho. ---Acusou ela.
—--Não, eu não sou um taradinho. ---Disse eu dando um selinho em seus lábios.
—--Não, não é? ---Perguntou ela dando um outro selinho, agora um pouco mais demorado. ---Então o que você é?
—--Eu sou um taradão. ---Disse sorrindo pervertido para ela, fazendo a rir alto, ela enlaçou seus braços em volta do meu pescoço, trazendo me para mais perto do seu, enquanto ela deitava, me fazendo ficar por cima dela.
—--Então venha aqui, meu taradão. ---Disse ela sorrindo pervertida. Então ela me beijou, agora com mais vontade e tesão, o beijo estava ficando cada vez mais quente, minhas mãos percorriam o corpo de Ligea, de uma forma deliciosa, enquanto ela arranhava minhas costas com força. Então eu escutei novamente a porta do meu quarto sendo aberta, interrompi o beijo, então forcei meu corpo sobre o de Ligea, para esconde-lo.
—--Vocês estão usando camisinha? ---Perguntou minha mãe da porta. ---Ainda não está na hora de você me dar netinhos....
—--MÃEEEE... ---Gritei alto, peguei o travesseiro mais próximo e o arremessei em direção a porta, mas minha mãe fechou a porta antes, o travesseiro chocou-se com a porta inutilmente.
—--DIVIRTAM-SE CRIANÇAS. ---Gritou minha mãe do outro lado da porta, bufei irritado, somente dona Hera para me armar uma dessas, da primeira vez tudo bem, o quarto tem acústica, ela não podia ouvir os gemidos, agora duas vezes é sacanagem. Então eu escutei Ligea rir, me virei em sua direção, em suas mãos, estava uma camisinha.
—--Sua mãe não perde tempo. ---Disse ela balançando a camisinha.
—--Pois é. ---Disse coçando a cabeça, meio sem graça.
—--Mas ela tem razão. ---Disse Ligea me olhando seriamente. ---Mesmo eu sendo de uma espécie diferente da sua, eu ainda posso engravidar de você, se continuarmos fazendo amor sem camisinha, isso vai acontecer.
—--É, eu sei disso. ---Disse firmemente.
—--Como assim você sabe? Está tudo bem pra você? Sabe se isso acontecer conosco? ---Perguntou ela alarmada, mais por mais que sua voz saísse alarmada, eu pude notar uma pontada de receio em sua voz, com medo da minha resposta.
—--Bem. ---Disse me aproximando dela, olhando diretamente em seus olhos, meu verde-mar em seu azul turquesa, então eu disse com a mais sinceridade que pude e com a máximo de força na voz, para poder deixar mais claro impossível meus sentimentos. ---Digamos se isso acontecesse, eu seria o semideus mais feliz que já existiu ou que vai existir.
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