Pensando Bem...

8 VIII- Do it with love!


Notas iniciais
Demorei porque precisava aprontar um pouquinho, jejejeje... Mas vocês eu tenho certeza que estão curiosos né? Não param de comentar por aqui! Ok, ok, já adianto que é possível encontrarem um hentai então se quem não gosta pule essa parte. Ah sim, a fic está chegando ao fim... Mais dois caps depois deste viu minna?

A situação na qual Zoro se encontrava hoje era resumida em uma única palavra: Ciúmes!

Maldição, maldição e maldição! Uma palavra tão besta que pesa o significado que tem. O ato de sentir horror ou ver outra pessoa lhe tomar posse do que é seu.

Era assim que ele estava se sentindo hoje, com ciúmes. E para variar, tinha que ser Dela!

Tudo porque Ela estava a sua frente conversando do o pior de seus pecados...

Só fingiu não ligar antes que se irritasse.

Mas ela viu, percebeu seu estado de quietude, aquele silêncio maior do que o normal... Robin não precisa falar muito para se entender com Zoro, os olhares dizem mais do que as palavras;

A Ilha de Onsawa é realmente um lugar engraçado, não se vê a Marinha por lá, mas se vê um Luffy quase aos beijos com a Imperatriz pirata. Uma Nami fazendo compras e compras, um Chopper todo animado acreditando nas histórias de Ussop e um Franky curtindo o som de Brook.

Sanji estava ocupado demais paparicando Robin, nem para ele estar ocupado atazanando a vida da navegadora.

Zoro realmente estava deixando-se tomar pelo ciúmes? Sim, estava. E o pior de tudo é que por ser sua amada ele não conseguia impedir aquela situação.

Mas na verdade o ciúme começou logo de manhã cedo com a chegada de Brook:

" -Yoo minna! -cumprimentou o esqueleto-

–Ohayo, Brook! -o bando respondeu-

Sanji servia o café encarando Zoro a maior parte do tempo, ele estava atento ao que comia enquanto Robin, sentada a frente ria das gracinhas de Luffy. E então Brook lhe pediu ajuda para procurar um livro sobre a música;

Ela não hesitou em aceitar, até aí tudo estava normal...

Depois do café Zoro foi seguir adiante com suas tarefas enquanto Brook e a arqueóloga procuravam o tal livro, o problema é que no meio dessa procura bagunça, Robin tropeçou em alguns livros que estavam empilhados no chão e caiu... Brook estava sentado ao lado daquelas pilhas e a segurou para que não batesse de cara. Segundo problema, o espadashin viu... do meio para o final e o ciúmes se fez presente. Desde o café não dirigiu a palavra para com a morena. Não que estivesse bravo com ela, mas que estava com medo começar uma briga com a mesma."

E daí apareceu Sanji para tirar aquela carinha "avoada de preocupação" dela. Fala sério! Eles nem sequer discutiram sobre o assunto e o pervertido do cozinheiro acha que já pode sair pegando a mulher dos outros?!

Sim, o ciúme é uma arma mortal! Mas Zoro já deveria ter se acostumado com aquela palhaçada do Ero-Cook... Sempre mimando Robin e Nami como se fossem suas jóias mais valiosas, bem, de certo modo são, mas o moreno estava louco de raiva disso.

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E parecia que tudo só iria piorar, no almoço, Robin foi tomar banho com Nami, quando saíram deram de cara com Franky que sem querer se apoiou nos braços da maior para que ninguém caísse de vez... Ficaram com os rostos meio próximos e novamente, Zoro pegou a cena e mais uma vez, o ciúme lhe atacou. Aquilo já estava virando moda por acaso?!

Nami sentia o clima pesando entre os dois, mas no fundo não era algo grave.

Ah, mas tudo ficou "as mil maravilhas" quando Luffy deu entrada na mesa do almoço! Como de costume estava fazendo palhaçada com a comida de Sanji, que sempre o bronqueia por isso. E hoje com Boa Hancock como visita estava até um tanto comportadinho; Até ele se levantar, Ussop estava entrando e Robin estava quase chegando em seu lugar, Luffy cumprimentou o amigo que seguia atrás da mais velha, os dois conseguiram tropeçar um pé no outro e Ussop caiu em cima de Robin, mas digamos que a posição não fora uma das mais agradáveis para o momento.

Só não caíram no cão porque ela apoiou as mãos na mesa e Ussop veio logo depois, ficando os dois de quatro... É, e bem na frente do espadashin outra vez...

Mas aquilo já era demais pra ele. Se levantou como se não tivesse visto nada e bateu a porta com uma raiva tremenda.

–R-R-Robin-chan, me desculpa! Você está bem?! -O contador de histórias perguntava meio aflito-

–Está sim, foi um acidente, Narigudo-kun. -ela sorriu-

–Mas não foi bem isso que o Zoro achou. -Nami disse o óbvio-

–Eu sei, mas ir atrás dele agora só vai piorar. Vamos deixar assim por enquanto.

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A culpa não era dela, mas aquele maldito ciúme!... Ah! Que desgraça é sentir ciúmes!

Foi para o navio tentar botar ordem em sua cabeça... Acabou dormindo com isso, mas sempre a tendo em mente. Não sabe exatamente quanto tempo dormiu, mas quando acordou já era fim de tarde e todos ainda estavam curtindo Onsawa.

Todos menos ele. Talvez tivesse que ir falar com ela, talvez precisasse de uma terapia para ver se o ciúme vai embora... Mas talvez, só talvez...

–Eu devo-lhe desculpas, Kenshin-san. -ele ouviu aquela voz que leva sua sanidade embora, sentou-se direito no convés para admirá-la, estava linda de vestido azul claro, mas com um semblante preocupado- Você está bravo não está?

–Não... só não estou... afim de discutir isso. -ele encarou o mar, estavam ali aparecendo o reflexo de cada estrela que surgia no horizonte.

–Zoro, o ciúme é algo tão fofo em você! -ela riu de canto e ele fez-se dar beijos no chão, ele? Fofo?... Isso não existe! Roronoa Zoro não tem nada de fofo!

–P-para de dizer isso! Eu não sou fofo! -ele gritou esbravejando, realmente, ele não tem nada de fofo, mas o que não tem de fofo tem de gostoso e isso ela admite!

Zoro se levantou fazendo bico e foi procurar sake na geladeira da cozinha, porém, mãos o impediram de continuar o trajeto. Quando este se virou para encará-la ficou trêmulo;

–Certo, algo está te incomodando e isso está começando a me irritar! -Robin não é de ficar brava, mas ela tem uma tendência fofamente assustadora no rosto em ocasiões como essa- O que houve?

–Eu tô com ciúmes sim! E daí?! -ela ficou pasma, Zoro confessou o que estava sentindo? Tá certo isso produção?!... -Ah... ok, não foi culpa sua, mas...

–Não gosta quando outro me toca não é?

Era tão... constrangedor falar algo desse porte para ela... Justo ela! Recebeu um sorriso meigo e seu peitoral fora espalmado por ela. Por terem muita pouca diferença de altura a distância é uma questão mínima, os lábios rosados da mesma o tocaram... Agora já não tinha mais importância seu ciúme, ela estava ali e sabia melhor do que qualquer um que era amor.

O beijo era calmo, e foi ficando lascivo... Precisavam de mais daqueles toques insanos.

E já que ficariam um bom tempo ali, não precisariam medir cautela para com as roupas espalhadas...