Para Sempre...

9 Confusões parte 2


- Não meu amor, só preciso me trocar, logo Madeline vem me chamar para ensaiarmos. E antes que me pergunte, hoje durante a madrugada, Blacke inventou de formarmos uma banda, para tocar na festa do clã Johnson, vamos para a Rússia. – ele sussurrou um “ok” e saiu, eu comecei á procurar uma roupa, acabei optando por calça de couro, coturno, blusa preta e casaco militar, fiz uma trança no meu cabelo e maquiei-me. Desci ás escadas, e todos estavam prontos, discutindo sobre que estilo de musicas cantaríamos.

— Acho que seria uma boa tocarmos um rock pesado, Tracy ficaria como vocalista, eu e Madeline como segunda voz, e o resto todo mundo já sabe. – falei dando de ombros, pegando minha guitarra e dando inicio á um solo de uma música da banda Slipknot. Tracy resolveu falar.

- Concordo com a minha maninha, um estilo mais pesado é o que precisamos, além disso, Madeline é a única patricinha aqui, por que eu e Sophie nos vestimos bem diferentes dela, que está sempre de vestido e salto de quinze centímetros. – caímos na gargalhada, sabíamos que era a mais pura verdade, eu e Tracy gostamos mais de botas e coturnos, saltos só em momentos de inspiração. – Hale, mamãe querida, não ria dela, por que você é outra patricinha. – Hale fez cara de zangada e todos ficaram em silêncio, nunca desafiamos a mamãe, exceto eu que sorri largamente, todos olharam para mim em desaprovação, eu dei de ombros.

- Vamos começar logo com isso, quero tocar primeiro à música Make me wanna die, vamos lá. – todos se posicionaram com seus instrumentos, Tracy sendo a vocalista e com o baixo, eu com a guitarra, Madeline com o violino e Blacke com a bateria. – Três, dois, um. – Madeline começou a tocar o violino. Todos tinham um microfone para as partes em coro. Eu me entreguei á música, e toquei como uma verdadeira guitarrista. Raymond chegou assim que a música acabou ele batia palmas e sorria largamente para mim. –Oi meu amor. – falei indo abraça-lo. – Sabe tocar alguma coisa?

- Sei tocar guitarra e bateria. – ele disse dando de ombros, mas não vou deixar passar.

- Toma a minha guitarra, tocaremos uma música, todos nós. – olhei para meus irmãos e eles assentiram, e se posicionaram novamente, mas dessa vez eu irei cantar e Madeline tocará piano. – Que tal Bring me to life? – Madeline começou a tocar o piano, eu sorria para Raymond sempre que possível, ele parecia um pouco inseguro.

[…]

Assim passou o resto do dia, Raymond só quis tocar mais uma música, e Hale o levou á cozinha para comer, não sei de onde vem tanto apetite. Nós tocamos várias músicas, inclusive músicas como My heart go on, e eu fui a infeliz que cantou. Derek foi resolver um caso de separação, e ele vai ser advogado da mulher, é uma história engraçada.

Há um dia e um momento que você finalmente percebe o quanto o amor é valioso, e você decide que irá fazer até o impossível para proteger e dar tudo aquilo á pessoa que você ama, e assim é comigo e Raymond, eu simplesmente o amo incondicionalmente, apesar desse meu jeitinho de durona, sou um ser muito sensível e de sentimentos puros, afinal, um vampiro só pode amar uma vez em toda a eternidade. Assim como o ser humano necessita principalmente de ar para viver, é irrevogável que um vampiro possa viver sozinho após se apaixonar por alguém.

- Que cheiro estranho é esse? – Hale perguntou saindo da cozinha, onde passou o dia inteiro cozinhando, e Raymond a seguia com três sanduiches em suas mãos.

- Não tinha percebido, é cheiro de vampiro. – Blacke falou sussurrando e todos se voltaram para mim, eu percebi a quem o cheiro pertencia e isso não era uma boa coisa. – Sophie, você reconhece esse cheiro? Parece com o cheiro de... — eu o interrompi.

- Ramon. – falei congelada no lugar, não conseguia me mexer. Todos me olhavam preocupados, resolvi que tomaria uma decisão antes que fosse tarde. – Blacke, leve Raymond para casa. – virei-me na direção de Raymond e falei. – Raymond, ordene a matilha para que fiquem ao redor da vila. – ele ia reclamar, com certeza pedir para ficar, mas eu não permiti que ele começasse a retrucar. – Não tente me fazer mudar de ideia. – voltei-me para Blacke e falei. – Leve-o, se algo acontecer no caminho, me avise. – corri até Raymond e beijei-lhe a face. – Tome cuidado. – sussurrei para ele, que apenas assentiu e seguiu Blacke. – O plano é o seguinte, nós vamos conversar civilizadamente, mas se ele ousar me irritar cortarei a cabeça daquele infeliz. – o celular de Hale tocou, e ela rapidamente atendeu, e todos nós ficamos ouvindo á conversa.

- Derek? – ela perguntou gentilmente.

- Hale, eu já estou chegando, Ramon está vigiando á casa.

- Vamos esperar. – eu tomei o celular de suas mãos, a preocupação tomou conta de mim.

- Derek, por favor, veja se Raymond está bem, ele saiu com Blacke tem uns três minutos, eu estou preocupada. – pedi, praticamente implorando. Ele ficou alguns segundos em silêncio.

- Ele já está com a matilha, e Blacke acabou de chegar.

- Oi galera. – Blacke disse enquanto entrava na sala de estar. Entreguei o celular a Hale e fui em direção á floresta, Blacke e Tracy me seguiram.

- Me procurando querida? – ouvi a voz de Ramon vindo do meio da floresta.

- Não. Eu só vim pegar um ar. – falei de forma irônica. – Vim checar o que você quer por aqui.

- Nada de mais, Ethan ainda não vem para te punir, mas quis dar uma olhadinha no que você anda fazendo.

- já olhou demais, agora já pode ir. – olhei ironicamente para o meu pulso. – Já está na hora, Ethan vai ficar preocupado, ou talvez, estressado.

- Nossa, o bom humor passou pela esquina e saiu correndo. – ele disse ironicamente.

- Olha bem para os meus olhos, Ramon. – o agarrei pelo pescoço e o coloquei contra uma árvore. Um rosnado fugiu de minha garganta. –Eu não tenho pena de matar alguém como você, mas como não quero sujar minhas mãos com alguém do seu porte, tenho quem faça isso ser mais doloroso para você. – Blacke apareceu ao meu lado e sorriu largamente enquanto estralava os dedos da mão, e Tracy pulou de uma árvore elegantemente.

- Eu adorarei ser útil para estraçalhar esse idiota. – disse meu maninho que soltou uma gargalhada estrondosa.

- Menos Blacke, bem menos. – falei lentamente, lançando um olhar mortal na direção de Ramon.

- Sophie, se você me matar vai morrer junto comigo. Ethan não irá deixar passar essa.

- O que Ethan irá ou não fazer, pouco me importa. Se você não percebeu, quero mesmo é que seu chefinho vá para o inferno, que morra, o quanto antes melhor. – falei rosnando para ele.

- Pode me soltar por gentileza? – eu o soltei sem medo do que ele cogitaria fazer. –Obrigado. – ele retirou um saquinho de veludo do bolço e me entregou. – Sei que seu aniversário já passou, mas é algo que você gostará de ter de volta. – eu abri o saquinho e o cordão de minha mãe estava lá. Eu apenas o guardei em meu bolço e continuei seria para ele, que foi embora.

— Vamos voltar, e ver se ele realmente se foi. – falei seriamente para meus irmãos que assentirão e correram em direção á nossa casa.

Na noite que se seguira, Ramon realmente voltou para á Itália, claro que provisoriamente, já que todos nós sabíamos que ele logo voltaria a nos infernizar. Raymond acabou de voltar, e são exatamente cinco horas da manhã.

[…]

- Amor eu não quero ficar em casa sabendo que você vai ficar aqui sozinha. – falou ele mais uma vez, o que faz um total de duzentas e trinta e duas vezes em sete minutos. Estamos discutindo sobre aonde ele deverá passar a semana, eu estou sozinha com ele, meus irmãos voltaram para a escola e os “adultos” foram trabalhar, os nossos amigos foram caçar e eu estou no meu quarto discutindo com Raymond.

- Já te falei e vou repetir só mais uma única vez, você vai ficar com seu pai, ele precisa de cuidados. – falei entre os dentes, quase esfolando esse ser na minha frente.

- Cachorro, escuta a minha gata, é melhor ficar com seu pai, eu cuido dela. – falou Paul sorrindo, e Raymond rosnou, ele estava tremendo muito e as veias de seu rosto estavam saltando. – Calma ai poodle, já tenho namorada e Sophie é só uma velha amiga minha, mas é melhor você escuta-la.

- Primeiro, Raymond, por favor acalme-se. E segundo, que historia é essa de que você está namorando? – falei surtando com a novidade.

- Pedi Lane em namoro ontem á noite, não tive tempo de publicar a novidade. – falou ele sorrindo e Lane apareceu ao seu lado.

- Eu esperei muito por isso. – disse ela sorrindo e piscando um olho só para mim.

- Esses homens modernos, demoram um século inteirinho decidindo se vão ou não tomar coragem e partir para o ataque. – falei, Lane gargalhou e eu a acompanhei. Raymond e Paul ficaram com cara de tacho. – Cadê a Leslie? – perguntei, e a mesma respondeu.

- O que deseja? – perguntou Leslie do andar de baixo. Desci ao seu encontro.

- Na verdade, nada, só perguntei por pura curiosidade. – fitei a loira, que estava assistindo um desfile de moda. – Hm! Também quero assistir. – disse pulando no sofá e me esticando. – Ei! Quem quer pipoca? – todos me olharam confusos e ao mesmo tempo com nojo, me deu uma crise de gargalhadas.

- Eu aceito. – falou Raymond arrancando o controle das mãos de Leslie e pondo num canal de luta livre.

- Você não deveria ter feito isso. – falei e Raymond me fitou completamente confuso, Leslie levantou-se furiosa, seus olhos faiscavam. – Leslie, por favor, tenha calma. – falei cuidadosamente me aproximando dela. Quando ela estava presta a pular em cima dele, pulei em cima dela e a prendi no chão. – Vou te soltar, mais acalme-se. – voltei minha atenção á Raymond. – Mude para o canal que estava, senão eu mesma me encarregarei de arrancar sua cabeça. – soltei Leslie e Raymond pôs no canal que estava.

- Vocês me dão medo. – falou Paul sorrindo, Lane o fitou com um sorriso malicioso e beijou-lhe os lábios, separaram-se e Paul ficou todo animado. – Pessoas da minha vidinha, tenho coisas mais interessantes para fazer, tchau. – ele e Lane saíram correndo pela porta.

- Nossa, como o tempo passa rápido! – falou Leslie olhando para o relógio em seu pulso. – Já são duas horas. Logo o povão chega, vou dar uma voltinha. – Falou e saiu em velocidade vampiresca.

- Tem mosca nessa sopa. – Raymond falou e eu gargalhei.

- Vou pegar meu violão e já volto. – ele desligou a TV e foi para a cozinha. – De onde vem tanto apetite? – gritei enquanto corria para pegar meu violão. Senti o cheiro da minha família e corri para a sala de estar. – Oi família. – falei sorridente, enquanto Raymond voltava da cozinha entupido de comida.

- Que alegria! – falou Tracy pensativa, olhando para mim e depois para Raymond. – Hm! A maninha deve ter se dado bem hoje. – falou e todos caíram na gargalhada, eu fingi um sorriso falso.

- Você se enganou legal! – falou Raymond sentando-se no sofá. – Essa ai é osso duro de roer, nem sequer me dá a chance de tentar alguma coisa. – falou ele dando de ombros e mordendo um pedaço de bolo.

- E vai ser assim por um bom e longuíssimo tempo amigão. – falou Blacke sentando ao lado de Raymond e dando tapinhas no seu ombro, eu rosnei, fiquei furiosa com o comentário. – Nossa senhora protetora dos vampiros bonzinhos! Maninha, você está com um humor de doido. – eu rosnei novamente, dessa vez mais forte e ficando em posição de ataque, Blacke calou-se e ficou de pé me fitando com cara de tédio.

- Você ficará viúva mais cedo do que esperava Madeline. – falei entre os dentes, alguém me abraçou pelas costas, e pelo cheiro é Hale. – Se você também não quiser morrer Hale, me largue. – falei furiosa, estava deixando minha raiva, que estava fazendo questão de guardar, fluir livremente pelo meu corpo, não aguentava mais segurar todo esse misto de emoção. Hale me largou, e veio para minha frente e olhou profundamente em meus olhos. Comecei a me sentir leve, e perdida, tenho que ir para o meu quarto. – Tenho que ir para o meu quarto. – falei calmamente.

- Acorda Sophie. – Eu olhei-a confusa e me lembrei do acontecido. – Calminha, não me faça te hipnotizar de novo. – fechei meus olhos em um choro seco e amargo, corri sem rumo até chegar á vila onde Raymond mora.

Sentei-me em frente á sua casa, e olhei o sol se pôr no horizonte, comecei a soluçar, sem lágrimas, mas meus olhos ardiam. Meu celular tocou, olhei no visor e era Angel, já havia me esquecido que ela foi levar Alyssa ao hospital. Atendi o celular.

- Sophie? – perguntou a voz de Angel do outro lado da linha.

- Algum problema? – perguntei com a voz embargada, pigarreei.

- Por que choras Sophie? O que há de errado? – Alyssa chorou, com certeza estava cansada pelo dia no hospital fazendo exames de rotina. – Sophie? Conte-me, por favor.

- Angel, eu estou me sentindo abalada por tudo isso. Raymond inventou de falar umas besteiras e Blacke também, eu me irritei e comecei a soltar a raiva, e me arrependi de ter feito isso, são minha família, e eu os tratei de forma idiota. – falei tristemente, com a cabeça apoiada no corrimão da escada da casa de Raymond.

- Amiga, não fica assim, eles entendem tudo isso, fica de boa. – ouvi uns barulhos do outro lado da linha. – Flor eu tenho que ir, estão tentando assaltar o hospital. – ela gargalhou. – Esses ladrões não são tão inteligentes, quem em sã consciência assaltaria um hospital? Vou tentar sair daqui ilesa, ainda bem que eu sou você sabe o quê, vou dar uma surra nesses idiotas. – ela riu levemente e falou. – Tchau, beijão.

- Até mais. – falei me sentindo mais aliviada após a conversa com Angel.

Ouvi passos, e olhei para os lados, Megan estava vindo em minha direção com uma feição preocupada, e ao seu lado tinha uma linda menina de cinco anos, de longo cabelo escuro e lindos olhos verdes. Levantei-me e fui em sua direção saber qual o motivo para tanta preocupação. Aproximei-me dela e olhei para a bela garotinha que sorria lindamente para mim.

- O que houve? – perguntei fitando Megan que estava, aparentemente, perdida em pensamentos.

- Raymond me ligou, ele está muito preocupado com você. E os garotos sentiram seu cheiro, e eu vim aqui saber o que houve.

- Hm! E quem é essa bela garotinha de olhos cor de esmeralda? – perguntei me abaixando e ficando da altura da pequenina.

- Esmeralda. – ela disse e sorriu.

- Combina com seus olhinhos. – falei sorrindo para a menininha. – Qual a idade da linda Esmeralda?

- Cinco. – disse sorrindo. – Qual o seu nome?

- Sophie. – ela sorriu e parecia curiosa.

- Por que você tem cabelo branco? Você não é velhinha que nem a vovó! – falou ela docemente.

- Sou mais velha que sua avó, acredite. – sussurrei, mas ela pareceu escutar. – Mas eu pintei meu cabelo dessa cor porque eu gostei, e gosto de ser diferente, é a minha personalidade. – disse sorrindo para ela.

-Você é muito lindinha. Que nem minha bonequinha. – disse ela, que de repente ficou séria e olhou em meus olhos, se aproximou e tocou meu rosto. – Por que você está tão tristonha? – ela perguntou séria.

- Pequenina, há coisas nas nossas vidas, que é difícil de superar! – falei sorrindo forçado.

- Acho melhor você ir para casa Sophie, todos estão preocupados contigo. – falou Megan, e a pequenina ia retrucar, mas Megan não permitiu. – E a titia aqui, ordena que a princesinha vá para casa jantar. – ela disse fazendo cocegas na Esmeralda que depois abraçou minhas pernas e saiu saltitando. – Também tenho que ir Sophie, desculpa qualquer coisa, é que eu estou com alguns problemas, ando meio estranha ultimamente. Tenho minhas teorias, mas só amanhã vou poder saber o que é.

- Tudo bem. – abracei-a e lhe beijei a bochecha. – Boa sorte com o que quer que você precise! E se precisar de alguém, eu estou disponível. – falei sorrindo.

Na volta para casa, à floresta estava calma e escura, as corujas estavam com seus grandes olhos esbugalhados vigiando a noite, como verdadeiros guardas noturnos. Ri com esse pensamento. Lembro-me de uma das poucas vezes que eu ia visitar a floresta de Atlanta quando ainda humana, e me perdi graças à beleza do lugar, mas por incrível que pareça, uma coruja me guiou até a saída, e depois disso eu não lembro o que aconteceu. Cheguei logo em casa, e ouvi dois corações calmos no andar de cima, deduzo que os únicos humanos da casa estão dormindo. Adentrei a casa, e todos que estavam na sala me fitaram curiosos, Angel correu ao meu encontro e me abraçou fortemente.

- Amiga! Que bom que chegou. Esses malucos acharam que você tinha se suicidado. – falou revirando os olhos, que agora já estão dourados.

- Creio que foi apenas um maluco, vulgo Blacke Joseph Idiota Nixon. – rimos da cara de tristonho que ele fez. – Queria me desculpar com vocês pela minha atitude imatura, eu realmente me arrependo. – Blacke veio sorridente ao meu encontro e eu tratei de acabar com a alegria dele. – Blacke, eu vim me desculpar, mas não retiro o que disse, e muito menos aceito um abraço de urso seu. – ele simplesmente ignorou minhas palavras e me abraçou forte. – Falei para não me abraçar. – disse e todos gargalharam.

- Tudo bem querida. Além do mais, não era para Blacke ter feito brincadeira com suas particularidades. – disse ela e percebi que todos prendiam o riso. – Creio que Blacke já lhe falou sobre o outro clã que caça por aqui, não foi?

- Sim, mas não disse quando que eu devo entrar em ação! – falei me jogando no sofá, e Holly pulou em meu colo e eu fiquei lhe acariciando. – Há quanto tempo você não fica comigo Holly. Esqueceu-se da dona foi? – falei brincando com a cadelinha que estava crescendo rapidamente. – Você está muito gordinha para o meu gosto.

- É! Ela come demais. – falou Blacke, e nesse momento, Raymond e Robert desceram as escadas com as caras amassadas.

- Boa noite povo. – falou Robert se juntando á Tracy.

- Boa noite. – falou Raymond bocejando. – Robert, vamos fazer uma boquinha? – depois dessa todos riram, e eles seguiram rumo à cozinha.

- Cadê a Alyssa? – perguntei á Angel.

- Na casa de Joe. Megan ficou cuidando dela essa noite. Temos muito que fazer. – falou Angel dando de ombros.

- Ok então. – falei e todos se ocuparam com alguma coisa. E os lobos foram para a ronda

Notas finais
Estou mais triste que tudo na vidaH! Pq ninguem lê minha fic?