Os senhores de Zaron

37 Sincronia dos Elfos


Narração de Kyle

— Daqui vamos descansar — eu digo parando meu alce.


— Sim, meu rei — responde Rebecca descendo logo de minha montaria, o que trás uma leve decepção para minha pessoa, porque gostaria ter ajudado descer. Contudo sei como assassina está sempre atenta e prestativa.


Eu desço para minha montaria e acaricio agradecendo pelo transporte. Faço uma magia que aparece uma sarsar flamejante que vai permitir ter uma fogueira sem prejudicar o meio ambiente. O ambiente é floresta fechada selvagem. Estamos em um espaço pouco aberto que vai permitir passar a noite tranquilo. Eu encaro as chamas para refrescar a cabeça.


— Meu rei, algum problema? — disse voltando com dois cantis de água.


— Não. Rebecca. Apenas tentando esquecer do confronto com o Mago Sangrento.


— Tenho que admitir que ele é muito mais diplomata que imaginei.


— Está elogiando ele? — pergunto olhando pra ela com os olhos arregalados.


— Não é um elogio, mas uma surpresa minha. Lembra da música infantil do Mago Sangrento?


— Sim — fecho os olhos e começo a cantar:

Brilha, brilha lua minha
Quero ver você brilhar
Vem contar o mau chegar
Que o mago vem matar

Brilha, brilha lua minha
Brilha, brilha lá no céu
Elfos pronto a guerrear
sua bênção possa me dar

— Essa canção é cantada até hoje entre as crianças.


— Sim, agora vendo o mago da canção com o mago real, parecem dois seres completamente diferente. Eu fico aliviada por isso.


— Por que?


— Minha irmã trabalha como guardiã da princesa dos humanos, se o mago fosse como nessa música com certeza ela estaria morta, assim como o elfo guerreiro, Stan — com as palavras dela sinto até um alívio para meu melhor amigo.


— Ele me disse que minha mãe fingiu ser aliada para trair o Mago Sangrento. Será que ele está falando a verdade?


— Essa história pode tirar o brilho da lenda da elfa lendária que é sua mãe, mas em termos práticos é bem compreensível, afinal se ele matou seu avô que era o elfo mais forte de toda zaron, difícil alguém aparecer em tão pouco tempo para superar a força do mago. Se antiga rainha fosse tão forte, seu avô estaria vivo até hoje.


— Eu me sinto que sou uma fraude.


— Não diga isso, Kyle — fico muito mais tranquilo quando Rebecca fala meu nome em vez de ‘meus rei’ — você foi responsável pelo fim das guerras entre elfos e humanos, só limitando em disputas controladas. Não sabemos quando o Mago Sangrento vai decidir mudar as coisas, mas por enquanto ele mesmo está respeitando isso. Até mesmo o maior assassino de elfos não quer desperdiçar vidas humanas a toa.


— Obrigado Rebecca. Tenho que admitir que sem você não conseguiria formas as novas alianças.


— Tudo foi obra sua, meu rei. Eu só fiz sua guarda.


— Mas se não tivesse sua presença, talvez não teria coragem — eu digo sorrindo para Rebecca.


Como ela é tão linda! Mesmo sabendo que ela é uma meia-elfa e tem traços humanos. Pelo menos ela pegou os melhores traços dos repulsivos humanos e misturou com os traços mais finos dos elfos. Normalmente os meios-elfos têm uma característica comum: eles parecem humanos tentando se fantasiar de elfos como Stan é (meio que o lado não elfo dele é para orc). Existem dois tipos mais raros de meio-elfos: aqueles que puxam totalmente para o lado dos humanos e outro que possa totalmente para os elfos.


— A rainha dos centauros e o rei élfico das forjas. O que você achou deles? — digo pergunto.


— Fico surpreso que os centauros tem uma rainha como líder. O elfo da forja me surpreendeu, porque abriu mão do reino alto para ficar com seu grande amor — ela diz.


— Mesmo ela sendo um newhalf?


— Qual é o problema?


— Que ele não vai poder gerar um herdeiro.


— Difícil ser um herdeiro quando seus pais vivem para sempre. Só assumir a herança quando os pais se cansam no cargo como a antiga rainha. Mesmo muitos casais de elfos passam eras sem gerar nenhuma criança.


— Parece que nossa natureza fica mais fértil quando morre muitos elfos — eu me deixo no chão e olho para as estrelas — só acho ainda estranho um elfo querer se casar com uma newhalf, já que elas parecem que são feitos mais para… — tento buscar um termo mais suave possível para falar sem ferir os ouvidos de Rebecca.


— Entretenimento? — ela se deita ao meu lado olhando também para as estrelas.


— Isso mesmo — viro minha cabeça olho para Rebecca.


— Nem todos os elfos aceitam o julgamento do conselho das elfas para saber se serão elfos mesmo ou newhalfs. Muitos são elfos renegados como seu irmão — ela olha para mim.


— Não foi escolha dele, mas pela minha mãe. Mesmo Ike sendo adotado não queria que seu futuro fosse uma newhalf.


— Senhor rei, por acaso teve o privilégio de está em sincronia com uma elfa em vez de newhalf? — pergunta Rebecca com um brilho estranho em seu olhar, parecendo que está faminta. O que não faz sentido, ela comeu meia-hora atrás.


Narração de Rebecca

— Olha Rebecca, eu nunca iria desrespeitar uma elfa querendo tirar sua pureza — disse toda atrapalhado, o que achei fofo.


— Então nunca ficou com uma elfa — digo já ficando em cima dele. Não deixo de reparar meu rei. Tão belo e tão másculo. Sua pele massageada pelos confrontos da vida cuja único diversidade são os treinamentos para ser um judeu poderoso. Os cabelos tão arrumados que pareciam penteados os fios um a um.


— R-Rebecca — disse corado olhando para o lado direito, mas ele não me empurra — acho que essa conversa está ficando perigoso.


— Perigoso? — digo quase sussurrando de uma maneira que faz o rei se arrepiar — mesmo sendo uma assassina o que eu posso fazer diante do elfo mais forte de toda zaron. O único capaz de derrotar o Mago Sangrento.


— Eu perdi uma luta com ele.


— Mas não perdeu a guerra. Apenas fez o jogo dele em lutar com ele, apenas com magia, aposto se lutasse com ele todo seus recursos a lenda cairia por terra — digo sorrindo. Não apenas estou fazendo isso para seduzi-lo, mas também para restaurar a moral dele que está abalada pela derrota que teve pelo mago.


Sei que Kyle é capaz de colocar o Mago Sangrento no seu devido lugar. Não sei se minha irmã tem admiração por ele, mas se tiver vai quebrar a cara que a verdadeira lenda viva é meu rei. Kyle Broflovski, o rei que trouxe a paz entre elfos e humanos e o judeu mais poderoso que Zaron já teve. Com certeza os humanos não vão ganhar as futuras disputas mesmo com a presença do mago.
Fico parada por alguns segundos junto com meu rei em tempos que parece uma eternidade. Um silêncio prévio de como se músicos estão prestes iniciar uma música. Não demora muito para Tempo suficiente para tomarmos ações que resultaram de nós dois trocando um beijo nos lábios. Um beijo tímido como os primeiros passos de uma dança, mas logo pegamos ritmo como se estivéssemos ensaiados passos de danças anos para esse momento.


Ele me puxa pela cintura para colar meu corpo no dele, enquanto abraço seu pescoço impedir de todas as maneiras a escapatória de meu rei. Como se o mesmo fosse de fugir em um desafio.


Nossas bocas não são inexperientes e podemos rapidamente pegar o ritmo dos nossos lábios. Parece que as new halfs o ensinaram perfeitamente ao ponto que está se assemelhando de machos experientes que já tive prazer de pegar.
Cada vez o calor dos nossos corpos aumenta e o beijo intensifica chegando a um estado quase violento que também pode ser descrito como... erótico. Como gostaria de arranhar as costas do meu rei para marcá-lo como minha propriedade mostrando que não ligo para o sacrilégio de uma meia-elfa ficando com o alto elfo mais cobiçado de Zaron. Eu puxo a cabeça dele parecendo que ia arrancá-la fora para dar ao meu rei a oportunidade de ser desejado que nenhuma elfa virgem poderia dar. Muitas vezes dava leves mordidas na língua do rei.


Eu coloco suas mãos na minha bunda para ele ser mais ousado. Mesmo que a cultura élfica permite que os homens seja treinados pelas new halfs, isso não significa que elas sejam as prostitutas oficiais do reino, ou seja, nunca entrou em sincronia com uma newhalf que em outras palavras nunca copulou. O máximo que teve foi uma masturbação recebida.


Os toques são receosos de primeiro início, mas logo se rende ao desejo de explorar meus quadris com toques suaves e apertos discretos. Enquanto separo o beijo para começar a tirar minha quimono de cima para ele mostrando meus seios. Para um padrão para humano, orc e anão, meus seios não são grandes suficiente para chamar atenção, mas para um elfo praticamente fica hipnotizado. Vejo isso nos olhos do meu rei, enquanto fica praticamente refém olhando para meus seios.


— São lindos — disse Kyle.


— Fico feliz em ouvir isso, meu rei — eu os apalpo.


— Por favor me chame de Kyle, Rebecca.


— Então, por favor rei, me chame de minha Rebecca.


— Tudo bem minha Rebecca — já fico molhada só de escutar isso.

Narração de Kyle

Eu não acredito que perdia tempo me admirando o corpo de newhalf, apesar de existirem muito bonitas nada se compara da beleza do corpo nu de não se compara nada que já vi com minha simples vida. Parece que a beleza se rivaliza com as deusas élficas da cultura do meu povo. Finalmente tive a curiosidade de ver uma elfa sem estar usando um cinto de castidade. Realmente genitália élfica é muito bonita.


Eu também estou nu fico feliz que meu físico tenha agradado. Não sou alguém dono de uma beleza masculina digna para ser registrado. Minha pele é branca que pode ser considerado na mesma tonalidade como leite, tenho sardas do meu corpo que tira totalidade de uma pele lisa completa (pelo menos na aparência) e meus cabelos são vermelho como fogo, uma característica muito incomum até mesmo para os elfos. Contudo meu corpo agrada os olhos de minha Rebecca.


Ela está sentado meu colo com cuidado começa movimentar seus quadris para esfregar meu pênis com sua genitália (qual é o nome mais comum de ser usar nisso?). Mais curiosos que esse processo faz que a parte intima dela escorre um líquido cristalino que me faz ter vontade de experimentar esse licor. Sua face fica um pouco corada e sua respiração mais acelerada mostrando que isso está trazendo muito prazer.


Logo meu pênis entra dentro de Rebecca através dessa genitália me causando uma forte sensação de prazer do meu corpo. Como se minha alma fosse puxada para fora do meu corpo e colocado novamente.


— Minha Rebecca. Você está bem?


— Sim. Estou, Kyle. Me perdoe de ser a primeira elfa a sentar no cajado real.


— Muito obrigado por permitir te possuir, minha Rebecca.


Os movimentos são, primeiro, devagar como se estivesse cavalgando em uma montaria em passos mais lentos. Nossa que gostoso essa sensação de está no corpo dela. Como se tivesse finalmente alcançado a recompensa dos deuses.
— Kyle... como você é gostoso... – começa a arranhar meu peitoral.


— Como você é deliciosa... Tô adorando sincronizar com você– já faço movimentos da minha pélvis para identificar os movimentos de Rebecca.


— Não para – disse gemendo cada vez mais alto junto comigo, fazendo que minha voz se unisse com dela nessa sincronia ardente de paixão.


Como se o ar entre a gente tivesse convertido em eletricidade capaz de reduzir tudo aquilo em nossa volta a objetivos horrivelmente carbonizados. Tanto que está nossa sincronia. Logo chega nossos ápices que minha essência entra nela, enquanto seu licor derrama sobre mim de uma vez, enquanto gememos como se clamasse com todas as forças a deuses esquecidos.


Não precisou de palavras nesse exato momento, apenas comunicamos com o brilho do olhar. Posso ter me rendido ao prazer carnal como uma serva, mas assumirei a responsabilidade tornando minha Rebecca como a nova rainha dos elfos. Mesmo sabendo do voto de castidade sobre os assassinos, mas usarei minha autoridade para alterar isso.


Isso que junto com minha Rebecca seja capaz de tudo, inclusive derrotar o lendário Mago Sangrento.

Narração de Kevin

Finalmente chega o dia do duelo entre elfos e humanos. Estou com boas expectativas que vamos ganhar novamente, apesar que essa vitória não traga ainda nenhuma vantagem política, mas trará uma moral para meu reinado. Só fico meio impaciente que o mago ainda não pediu minha irmã casamento, mas preciso ser paciente.


Contudo percebo que Eric está preocupado com alguma coisa, mas ele não sabe o que é. Só deu algumas instruções que rezo aos deuses que não tenha oportunidade de realizá-lo.

CONTINUA