Narração do Cartman

— Eric — a voz de Vriska me chama de forma provocativa.

Quando eu me viro arregalo os olhos vendo que vriska estava usando só sua camisa negra e uma calcinha azul. Já perco o fôlego ao ver a deusa dos góticos já… bem a vontade.

— Gostou do que ver? — disse Vriska batendo o cabelo.

— Muito — disse tirando meu manto.

— Ué? Não vai ficar todo tímido e me pergunta que tipo de atitude minha é essa?

— Imagino que você já sabe que já me envolvi sexualmente com diversas mulheres e como mesmo você falou: sou seu matesprit e isso deve algo como assumir a responsabilidade.

— Não estava esperando você ceder tanto assim. Quer saber: foda-se — ela pula em cima de mim, me derrubando na cama e até bato de leve a cabeça no balde. Com ela segura minha camisa e rasga.

— Porra Vriska, precisava disso tudo?

— São 100 anos que não me envolvo com ninguém.

— Eu fiquei 1000 anos preso e não fiquei desesperado assim.

— Você reclama demais — ela me beija com toda vontade. Os dentes caninos dela não chega incomoda, o que é bom que eles são finos demais. Se bem que beijei a Shelly que tem dentes muito mais agressivos.

Fico imaginando a dor de Vriska de está em uma outra dimensão, longe de todos que ela conhece inclusive de sua própria espécie. Ela me contou um pouco de como era sua vida em sua dimensão natal e tem muita magia muito além ao alcance da mente de Zaron. Magia que pode ser praticada por qualquer idiota que esteja disposto aprender. Aposto que os elfos abobinariam isso, já que pra eles é só matinho e plantinha. Essa magia se chama tecnologia.

Agora focando minha atenção em agarrando a vadia, ou como ela gosta de referir como ‘Spider Bicth’, vejo a diferença que ao chupar o pescoço dela. Em vez de deixar um vermelhão, deixo um azulado. Esse lance da raça dela ter uma cor diferente de sangue é muito bizarro. Fora esse detalhe o corpo dela é bem de mulher. Seios têm a mesma maciez de uma ser viva em zaron, a bunda… oh meu deuses durinha e macia ao mesmo tempo, só a diferença que algo transparente molha bem aonde está os mamilos (curioso pra vê-los diretamente). A maior bunda que já pude apalpar na vida. Parece que sou um negão pra ficar viciado em bundas. É mais provável que seja a natureza de minha mãe manifestando em mim já que sinto que to me ficando viciado em sexo.

Tiro a camisa dela revelando que já está sem sutiã. Os seios além da secreção, só tem os mamilos da cor do sangue dela. Fora disso não tem nada demais. Começo saborear os seios dela e puta que pariu essa secreção é muito gostoso. O que está me fazendo devorar literalmente. Os gemidos de Vriska não tem nenhum pudor ou receio. Firme e decidida a fazer sexo comigo e preciso compensar não decepcionando. Minha magia de voltar ereção não vai me deixar na mão.

Narração de Vriska

Eric Cartman. Meu matesprit (é a primeira vez que tenho esse quadrante com alguém) e meu humano. Ele é um pedaço de mal caminho ao ponto de desejá-lo muito, mas a anatomia humana é muito estranha. Parece que elfos, orcs e qualquer dia8o de criatura que consegue andar de suas pernas tem anatomia semelhante. Pra começar que o mamilo tem uma cor estranha. Parece uma mistura com o tom de vermelho com o tom de pele. É como se um troll tivesse o mamilo de cor preta (aposto que o Karkat pinta de preto só pra esconder sua verdadeira cor de sangue). E não sai nada. Parece que os peitos masculinos não foram feitos pra chupar, mas não encaro o pro8lema, já que é melhor chupar um peito feminino, o masculino é estranho mesmo para um troll masculino. Mas fora isso nenhuma diferença de um homem mesmo. A musculatura até é 8em desenvolvido, a pele é um pouco mais macia e tem alguns fios no corpo acastanhados.

Só sei quando terminar aqui vou fazer questão das vadias dele sou8erem pra sa8er quem Eric realmente pertence. Me ocorreu até uma ideia mais…. divertida… mas tudo ao seu tempo. Eu quero encher um 8alde com meu matesprit.

Tenho que admitir que Eric chupa muito 8em seios. Ele consegue muito 8em variar entre chupões, mordidas e até lam8idas. A vadia da Terezi gosta mais de lam8er, parece que a porra da 8oca dela só se resume a língua. Agora tenho que admitir que meu primeiro kismesis, Eridan, ele até não era ruim de cama e sa8ia chupar meus seios como ninguém. Só transamos duas vezes antes de eu terminar com ele. Não que seja muito ruim, mas eu queria que fosse o ancestral dele e não ele próprio. A diferença do meu ex-kismesis e para meu atual que o primeiro parecia um tu8arão a8ocanhando meus seios (claro sem arrancar pedaços), enquanto Eric é mais um guloso.

Eu retri8uo lam8endo seu tronco malhado. Tam8ém é muito gostoso, mas queria que Eric tivesse algumas gordurinhas no corpo. Sa8er que ele tam8ém já foi gordo atiça minha curiosidade.

Tiro a calça dele revelando suas ótimas pernas. Algo que gosto de ver em alguém: 8oas pernas tanto em machos como em fêmeas. Todos os meus quadrantes tinham ótimas pernas. Talvez isso, porque não me encantei tanto com Tavros, já que as pernas dele era 8em fraquinhas (tam8ém alejei ele). Já vejo a ereção por 8aixo da cueca dele, fico de cara como os humanos são tão secos. Nem na ereção de umidade, parece que só as mulheres que ficam molhadinha.

Começo a chupar suas coxas, enquanto massageio o pênis dele por cima da roupa. Agora é minha vez de escuta Mago Supremo a gemer, ou melhor, meu Mago Supremo. As pernas dele é do jeito que eu gosto: durinhas e firmes. Se ele tivesse quatro pares seria matesprit a primeira vista.

— Suas coxas são deliciosas — eu digo.

— Tarada por pernas?

— Você não faz ideia — dou uma mordida.

— Ai, devagar Vriska.

— Seja homem e não reclame.

— Quero ver se eu puxar forte seu ca8elo.

— Puxa até pode, mas se arrancar um fio eu arregaço seu cu.

— Carinhosa como sempre. Pelo menos eu to aliviado de uma coisa.

— O que é?

— Que sua raça não tem pênis nas fêmeas.

— Você não é a primeiro ser inteligente que fala isso. Tem outras raças que dizem que os trolls de am8os os sexos tem um tentáculo como genitalia.

— Nossa, que 8izarro.

Agora estou curioso pra sa8er como é um pênis de um humano — já segurando o tecido da cueca dele.

— Espere Vris… — não dou tempo de falar já que rasgo sua cueca — porra.

Finalmente o pênis de um humano ao vivo. Estranho e interessante, duas palavras para descrever essa parte do corpo do Eric. Primeiro que ele é menor em relação de um troll macho (8em me lem8ro que o pênis do Eridan era maior). O pênis do troll é da cor do sangue de cada um, do humano é da cor de sua pele (ou pelo menos 8oa parte dele), já que tem uma ca8eça meio avermelhado (algo dos trolls como se fosse uma peça única parecendo um tentáculo mesmo). A ca8eça parece que é meio dividida parecendo a parte de cima de um cogumelo e o saco é 8em maior do que de um troll (que é apenas uma parte esponjosa achatada), algo mais cheio. Parece um saco que tem duas 8olas dentro (será quando ele fala ‘8eije as minhas 8olas’ é referente a isso?).

Narração de Cartman

— Que posso dizer? O pênis de um humano é bem diferente — disse Vriska.

— Será que a buceta de uma troll é diferente também? — uso meu poder para força-la a deitar.

— Ei, isso é trapaça — disse Vriska fingindo que está brava.

— Mais trapaça do que roubar a sorte dos outros? — a encaro.

— Toucher — ela sorri.

Não digo nada, só rasgo sua calcinha.

— Porra Cartman. Era minha calcinha favorita — disse Vriska

— Tomou do próprio remédio.

— Vai se foder.

— Prefiro te foder.

Olho para a buceta de Vriska e posso dizer que é bem semelhante do nosso mundo, mas com os lábios vaginais mais grossos e com a cor do sangue dela. Vejo que as trolls produzem muito mais secreção pra ficar ‘molhadinha’ que uma humana comum. Olha se tivesse um pouquinho mais desconfiaria que Vriska estaria mijada.

— Diferente das bucetas das outras vadias? — pergunta Vriska.

— Muito. É a primeira que vejo azul.

— Como se fosse especialista de buceta.

— Olha pelo número que já peguei posso dizer que sim.

— Isso é ótimo. Então chupe com vontade, mas primeiro passa seu pau pra cá.

Fico em posição 69 com ela e começo fazer sexo oral, enquanto sou retribuído.Descubro que a anatomia da Vriska é muito mais diferente de qualquer uma mulher que já fiquei. O sabor já é diferente, algo que não consigo descrever, mas ainda sim, muito bom e viciante. Os lábios vaginais tem uma consistência gelatinoso e parece que tem uma vida própria. Essa gelatina parece que vai em direção da minha boca. A sensação é como se tivesse praticando sexo oral e beijando de língua. Ela me contou que para um troll tanto faz ficar com um macho e fêmea que tudo é a mesma coisa. Se toda uma raça pensa assim é possível que o corpo de um troll é projetado totalmente para qualquer tipo de relação. Com bocetas assim acho que muito mais fácil tem algo lésbico.

Agora sobre Vriska chupando, posso dizer que ela está fazendo muito bem, para aquela que desconhece a anatomia humana, está acertando muito. Até está chupando meu saco e massageando. Dá pra ver que ela está ‘faminta’ pela intensidade. Não posso deixar de lembrar da Tammy que das mulheres que tem o melhor boquete e agora posso dizer uma coisa: suas ‘habilidades’ ultrapassa até seres de outra dimensão.

De repente Vriska goza na minha boca. Seu orgasmo é semelhante de uma mulher, mas um liquido azul transparente (que imagino varia de cor dependendo da cor do sangue), também gozo na sua boca. Agora que mais me assusta é a quantidade ao ponto de eu sugar um pouco e engolir, só que ‘vaza’ tanto que engasgo fazendo eu sair de cima da Vriska.

Ela vira para o lado pega o balde e despeza seu gozo no balde enchendo 50 ml. CARAMBA. Depois cospe no balde a minha porra que ficou na boca dela.

Então é isso pra que os trolls usa os baldes: pra jogar suas porras dentro. Pela quantidade é compreensível.

— Você goza iogurte? Sua porra é bem cremoso — disse Vriska.

— Você vaza que só, por um momento pensei que estava mijando.

— Se tivesse teria sido muito mais quente.

— Cruzes.

— Pronto para o próximo round?

— Com certeza — já fico com ereção novamente.

— Bom com os humanos se recuperam rápido.

— Na verdade não é comum de recuperar rápido, pelo menos os homens. Eu uso trapaça usando magia.

— Só podia ser o mago supremo — Vriska se deixa e abre as pernas — me apresenta seu cajado.

— Com certeza, sua vadia — a penetro sem dor.

— Isso aí. Mete mais forte. Não se segure, seu puto.

Narração de Tammy

— Mal posso esperar encontrar o Eric — disse Kenny.

Estou andando junto com a princesa nos corredores do castelo para encontrar o Eric. Motivo é muito simples: rola algo a dois.

— Você virou uma verdadeira pervertida — eu digo rindo.

— Você e Eric me tornaram viciada em sexo.

— Que bom Kenny — pego na bunda dela e a princesa cora — só espero que Jenny ou Shelly não tenha chegado primeiro.

— Se chegaram vão levar flechada.

— Eu aj… que negocio é esse? — vejo um monstro dentro do castelo.

A aparência desse monstro é totalmente preta e tem uma aparência humanoide com característica de inseto. os braços parece uma mistura de patas de inseto com membros humanos, tendo ferrão pra dentro em cada antebraço. O tronco parece um abdômen de inserto espinhoso, as ombreiras parece uma armadura com 12 chifres. A cabeça parece um capacete 7 espinho e um tipo de boca com presas. Um detalhe diferente que no braço esquerdo tem o símbolo de espadas de cartas branca e símbolo de copas vermelho no braço dinheiro.

Como essa coisa entrou no castelo?

E parece que esse ser está indo para o quarto do Eric.

Será que esse monstro foi mandado pelos elfos?

Jenny e Shelly aproxima da gente correndo. Se elas estão vindo é com certeza elas sente a mesma coisa: que Eric Cartman está sendo ameaçado.

Narração de Cartman

— Vai. Isso. Me fode — disse Vriska que está de quatro, enquanto estou comendo a bunda dela.

— Que delicia de rabo. Estou ficando viciado nele — digo dando um tapa.

— Bate mais forte. Aqui não é cabaço.

Dou um tapa mais forte e logo ela diz:

— Ai que delicia.

Seguro nos seus quadris para aumentar a velocidade das estocadas, sentindo aquele grande traseiro bater no meu corpo.

Quantas vezes já gozei? Três vezes. Quantas vezes Vriska já gozou? Três vezes também.

Incrível como ela é sensível no seu anus. Só de enfiar meus dedos ela gozou rápido. Cada mulher tem seu ponto fraco. Da Vriska é um ponto fraco bem… profundo. Interessante também que os trolls tem um ânus diferente que o nosso. Ele tem uma lubrificação natural que facilita o sexo naquela região. Imagino que os trolls masculinos tem isso, já que se envolver macho com macho seja comum também. Ou seja, a raça troll foi feito para tomar no cu. Rio com esse pensamento.

Não demora muito para nós dois temos o quarto orgasmo. Já pego o balde para Vriska para derramar seu ‘suco’ no balde. Será que dá pra engarrafa isso e vender? Acho que faria sucesso esse ‘suco’. Até pensei em colocar meu próprio ‘iogurte’ em garrafas para vender para os elfos. Aposto que eles iriam amar.

De repente um tipo de monstro arromba a porta do quarto. Que porcaria de monstro é esse?

Já fico de pé e puxo meu cajado com minha magia pronto para combate.

— Espere — disse Vriska pálida de medo. Ela pega o balde com seu ‘suco’ com minha porra misturada e entrega para o monstro — aqui.

O mais estranho que o monstro pega o balde e começa sair do quarto tranquilamente. Eu já digo:

— Que porra foi essa?

— Tem um motivo para minha especie usar balde durante uma transa. È por causa desse monstro. Ele se chama Imperial Drones é um monstro responsável de pegar nosso material genético. Caso a gente não entregar ele nos matar e vai por mim, esse monstro é muito poderoso.

— E pra que ele faz isso? — guardo meu cajado no canto.

— Ele vai entregar para outro monstro chamado Mother Grub que pega o conteúdo do balde para criar um ovo.

Eu tinha uma preocupação de engravidar alguma mulher que estou relacionando, mas essa da reprodução dos trolls é bem bizarro. Só que até explica o motivo dos trolls não serem apegados aos seus filhos: se um monstro que vai formar o ovo, significa quando chocam eles não sabem paradeiro nenhum desses filhotes. Por algum motivo algum terceiro monstro cria esse filhote como uma aranha gigante no caso da Vriska. Que raça complicada.

— Vocês dois. Vistam-se para a gente conversar — disse uma voz que entra no quarto que me faz gerar. Era a Kenny. Pior que ela não está sozinha, está com Tammy, Shelly e Jenny. Tirando a Tammy tá com um olhar de cobiça e Vriska que bateu o cabelo, todas as outras está com braços cruzados e cara de poucos amigos. Moral da história: eu tô fudido.

CONTINUA