Os senhores de Zaron
20 Corpo Vs Mente
Notas iniciais
Narração de Jenny
Meu mestre, espero que me perdoe, mas é necessário tudo que estou fazendo. Como maga do reino tenho dever de obedecer à princesa, mas isso não me obriga abrir mão de você. Eu posso não ser rica ou não posso ter seios tão grandes como a vadia da Kenny, mas compartilho mais gosto contigo que ela nunca vai compartilhar. E ainda você é meu neko, precisa entender. Por isso que te coloquei deitado no meu quarto só de cueca, com as mãos amarrados atrás das costas e vendas nos olhos. Já preparei todo o quarto para você não manifeste nenhuma magia, afinal quero que senhor se comporte bem.
Estou usando uma roupa mais confortável, um vestido branco curto. Não demora muito para Eric acordar e começar se mover.
– O que aconteceu? Aonde estou? E cadê a minha magia? – posso ver que Eric está até com medo. Está na hora do show.
Aproximo-me e sussurro no seu ouvido:
– Não se preocupe, Eric está em mãos seguras.
– Jenny, o que... – coloco meu dedo nos lábios dele para silenciá-los.
– Sabe Eric, você é meu mestre no mundo da magia, mas ao mesmo tempo me pertence. Você é meu neko – começo alisar o peitoral dele. Meus toques são suaves para justamente acalmá-lo. Sinto que diminuir a tensão dele, mas ainda sim está querendo se libertar – e ultimamente você anda sendo um menino mal.
– Mas como... – interrompo beliscando os mamilos dele com força. Suficiente para ele sentir dor.
– Você só vai ter permissão de falar quando eu quiser, entendido?
– Mas... ai – uso até minhas unhas para beliscar.
– Entendido?
– Sim.
– Eu não mandei falar – arranho com força. Desta vez ele concorda com a cabeça – ótimo, assim mesmo – beijo os lugares que eu machuquei para suavizar o arder de minhas agressões – bom menino – dou um beijo rápido nos lábios deles. Percebo que ele até queria mais. Só vai ter mais quando eu quiser.
Eu subo na cama ficando em pé e empurro ele com o pé. Ele pode ser o lendário rei humano, assim como o mestre dos magos, mas aqui só eu que vou ser a dominadora. Ele é meu submisso. Meu escravo. Meu neko.
– Sabe Eric quando a gente chegou na província das amazonas eu fiquei muito feliz quando você nem questionou em ser meu neko, mas você se enroscou com a princesa e a guardiã dela – eu queria xingar as duas, mas me contive – eu não culpo você, afinal passou séculos sem ninguém. Eu me culpo por não ter agido como uma verdadeira amazona. Agora chupe.
Como ele não vendo posso surpreendê-lo de múltiplas formas possíveis. E estou com meu pé direito perto da boca dele. Sim, eu quero que ele chupe meu pé. Eric passa a língua hesitante, afinal não sabe o que está lambendo.
– Coloque mais vontade nisso, Eric. Eu não estou vendo empenho. Será que terei que castigá-lo – bom usar o bom e velho medo ou como meu mestre já falou “o terrorismo”. Desta vez ele lambe com mais vontade – bom, muito bom, até empurro meu dedão para ele chupar.
Posso ver que ele não é um dos homens que tem tara por pés. Que pena.
Tiro meu pé perto da sua boca e deslizo no seu tronco lentamente até chegar perto da cueca. Pressiono meu pé e começo a esfregar na região. Que bonitinho, meu neko quer da uma de difícil, está segurando os gemidos para não se entregar, mas o corpo o denuncia. Uso meu pé para expor o pau dele para fora. Posso dizer que o tamanho é bem... satisfatório. Eu me pergunto se isso é tamanho natural ou foi por magia? Parece que é natural, porque normalmente aumentar com magia é temporário.
Meu neko não quer se render ao prazer de jeito nenhum mesmo começando masturbá-lo com meu pé ainda se retém a entregar no comento. Posso continuar até fazê-lo ter um orgasmo, mas não é isso que quero. Eu quero que gema alto e de preferência que grite. Implore por mais. Para conhecer que não precisa ter um corpo com curvas agressivas para sentir o verdadeiro prazer que uma mulher possa dar. Depois quando terminar ele não vai procurar a princesa Kenny, nem Tammy e nem Butters.
Paro de usar meu pé, me sento ao seu lado e masturbo, enquanto beijo ele profundamente. Agora sim ele geme, mas está abafado pelo minha boca. Não demora muito para gozar sujando minha mão e boa parte do tronco dele. Eu pego uma toalha branca e úmida para limpar minha mão e o tronco do meu neko. Sei que algumas mulheres gostam de lamber isso, mas eu não sou fã disso chegando achar esse ato... nojento.
Vejo que Eric está rindo. Por que será?
Narração de Cartman
– Por que está rindo? – Jenny pergunta intrigada.
– Porque se quiser continuar com seus planos eu já não terei condição de ficar ereto, afinal preciso da minha magia para voltar ativa – falo a verdade. Acho que a maior magia que aprendi na classe mago é dessa retornar ereção, nunca mais tive de ter essa preocupação de nivelar o orgasmo.
– Eu conheço essa magia. É algo que só os magos homens aprendem, mas eu estudei nos livros e aprendi como aprimorá-la e como desenvolvera – ela disse passando a mão no meu pau que fica duro novamente – desta vez deixo passar que você falou sem a minha permissão, mas na próxima vez terá um castigo duro.
Eu to de cara com essa magia. Eu sempre estava desconfiando que o sentido de neko é “minha putinha particular”, agora vendo o que Jenny está fazendo comigo eu confirmei o significado. Já enfrentei todos desafios na minha vida e enfrentei oponentes lendários como dois dias atrás Vriska, mas até hoje duas fêmeas conseguiram me neutralizar com completo: a elfa Sheila e a humana Jenny. A primeira me condenou 1000 anos de prisão já a segunda... bem está me humilhando... de forma... prazerosa. Espero que ela não enfie nada no meu cu, eu não sou chegado nesses tipos de coisas. Eu não sou elfo.
– Você tem sido um bom menino, acho que está na hora de ter o privilegio de ver – ela tira minha venda.
Agora reparando estou no quarto dela, deitado na cama e ela está usando uma vestido curto. Por um momento pensava que estava usando roupas de coros e cicote que minha mãe usava para os namorados dela. Depois ela me puxa para eu ficar sentado. Eu pensava que seria desamarrado. Que grande engano.
Ela está de pé com uma posição totalmente ereta. Nem lembra a minha discípula toda tímida e meiga. Agora está parecendo como uma verdadeira amazona, uma mulher que não aceita ser inferiorizada por nenhum homem.
Ela levanta o vestido revelando seus seios pequenos em comparação com Tammy e Kenny, mas ainda sim um tamanho agradável. Também percebo que o abdome não é tão trabalhado como Tammy, afinal a classe maga raramente trabalha com atividade física. Curiosamente a princesa Kenny também tem um abdome trabalhado que me leva a crer que a loira é bem guerreira.
Como me sinto sujo em comparar Jenny com duas mulheres que já transei. Parece que finalmente me revelei como filho de Liane. Minha mente me acusa de fazer comparação tão injusta. Mesmo assim Jenny tem suas qualidades. Seus cabelos são tão negros como a noite e liso como seda. Mesmo não sendo tão providos de curvas ainda sim tem um corpo belo dando um ar de inocência e fragilidade misturando com um ar de uma senxual mulher. Posso afirmar com todas as palavras que Jenny está na fronteira da inocência de do amadurecimento.
Ela não tira o vestido de uma forma me despertar desejo, mas sim de forma de mostrar seu corpo como troféu. E antes mesmo de tirar a calcinha, que faz logo em seguida, meu pau está pulsando de desejo só de vera seminua.
Ela se aproxima em passos firmes com toda confiança de sua autoridade. Eu tenho costume de falar “respeite a minha autoridade”, mas pela primeira vez preciso respeitar a autoridade de um terceiro. Chega perto de mim e me empurra fazendo ficar deitado novamente. Tenho que dizer que não é uma posição confortável já que deito com minhas costas nos meus braços. Desta vez Jenny uma magia que me levita um pouco, desamarra meus braços, os forças para as extremidade da cama e os amarra. Parece ta mais confortável, mas ainda estou refém de minha discípula.
– E pensar que deixei duas piranhas tocarem nesse corpo nu seu – Jenny disse agora não segurando o ressentimento que tem pela princesa e sua guardiã. Eu não gostei disso, afinal acho as duas mulheres fantásticas – a culpa é minha, fiquei obcecada por ser mais forte quando aquela tal de Vriska manipulou a minha mente e perdi o foco do mais importante – ela da uma pausa – ter meu neko sobre controle – ta legal, essas palavras fiquei decepcionado – agora eu pergunto: quem é seu tachi?
– O que? – nunca ouvi essa palavra.
– Quem é sua dona?
– Eu não sou de ninguém.
– Resposta errada – ela da um tapa na minha face. Não foi tão forte, mas ainda sim doeu – quem sua dona?
– Teoricamente eu sou seu dono já que posso assumir o trono a qualquer momento então vou que me pertence – eu sei que isso vai me fazer levar outro tapa, mas eu também não vou ser um brinquedinho sexual que é controlado facilmente.
– Então chupe sua rainha – ela praticamente taca sua buceta na minha cara.
Eu fico mais indignado comigo mesmo por está sendo um objeto sexual e ainda meu corpo denuncia que está gostando. É a primeira vez que minha mente não concorda com meu corpo.
Começo a chupar a buceta de Jenny enfiando a língua no interior fazendo a mesma gemer. Como gostaria de usar as mãos para possuía da forma como eu gosto (falando assim até parece que sou experiente), nas tenho que me contentar que ela está no controle. O que posso fazer ainda umedecer a região mais ainda com minha saliva.
– Muito bem, está na hora de experimentar coisas exóticas – por todos os deuses, não faça ela querer comer meu cu – me chupe por completo – ela se levantou e ofereceu... o ânus.
Ta legal. Agora as coisas estão saindo fora de controle. Ela quer que eu chupe... um canal... não tão limpo. Isso vai da merda.
– Por que está demorando? – disse com uma voz mandona – será que preciso te castigar?
É melhor fazer o que ela quer. Eu não quero apanhar na cara novamente. Dou uma cheirada para verificar.... a situação da... fragrância. Verificando não está fedendo e tá até perfumado, por incrível que pareça. Minha língua percorre em torno da região. O sabor não é tanto agradável (algo que me recuso a descrever), pelo menos não tem nenhum... ‘resido’. Indo mais... profundo o sabor não se altera muito e nenhum resíduo. Tenho que admitir que foi ótimo da Jenny ter limpado... o canal com antecedência.
Não demora para minha discípula entrar em um orgasmo gemendo alto. Do jeito que ela gritou parece que toda província dos góticos escutou. Não quero nem imaginar se a princesa Kenny e Tammy aparecem aqui.
– Foi magnífico, meu mestre. Agora estou pronto para cavalgar — sai de cima de mim, pega meu pau e guia para dentro dela – finalmente estou sentindo o cajado do meu neko – disse ela começando ‘subir e descer’. Ta legal esse negocio de falar do meu ‘cajado’ está ficando sem graça.
Estando amarrado e Jenny estando ‘pulando’ em cima de mim é a primeira vez que me sinto só um pênis. Acho que estou entendendo como é a mentalidade das amazonas. Elas gostam de ter o controle de um homem. Lembro-me das mulheres que lutavam para ter seus direitos, mas nunca conseguiam e 1000 anos depois esse pensamento formou as amazonas.
Quando ela falou em cavalgar não estava brincando em serviço. Barulho da colisão nos nossos corpos é unido assim como a movimentação. Pior que está muito gostoso, pensava que já conhecia o prazer depois de feito sexo duas vezes, mas ainda sou um discípulo.
Não demora muito Jenny e eu entramos um orgasmo. Preencho com minha porra todo útero dela. As mulheres de zaron não tem nenhum pudor atualmente do homem gozar dentro da mesma. Dos meus tempos como mago meus antigos colegas nunca falaram que gozaram dentro de uma mulher. Espero que isso não resulta filhos, porque nesse ritmo to repovoando toda zaron. Ela sai de dentro de mim e ainda estou duro. É muito raro manter a ereção depois de ter um orgasmo para não dizer impossivel. Jenny usou seu poder em mim novamente. Incrível.
– Muito bom. Tenho uma recompensa perfeita para você – ela se vira de costa, apruma meu pênis no seu ânus e começa a descer.
Sexo anal? Estou vendo meu pau entrar na bunda dela. Está dentro de uma buceta é bem diferente no cu. A entrada não é tão úmida, bem quente e mais apertada. Digo de passagem mais apertada que a buceta da Kenny que era virgem. E até dolorido sentir meu pau sendo apertado nessa cavidade. E parece que para Jenny também é dolorido vejo grande esforço, mas mesmo assim consegue enfiar tudo dentro dela.
– Ah sim. Estou sentindo estalando dentro de mim. Que sensação ótima – disse gemendo. Parece que Jenny já fez isso antes e é uma mulher que gosta de sexo anal.
Pouco a pouco sobre e desce. Sinto até um arder, apesar de está duro novamente ainda sinto um formigamento do meu orgasmo anterior que deixa meu corpo mais sensível (esse é o preço em usar magia para recuperar a ereção). Posso não ver, mas percebo que minha discípula está se masturbando. A visão de costas da bunda sendo comida por mim é algo magnifico. Ainda ela rebola para mim. Droga estou ficando tão tarado como minha mãe.
O ritmo já aumenta como anterior fazendo nos dois gememos juntos. Não demora muito para a gente ter outro orgasmo. Meu pau está dormente.
– Meu neko – disse ela saindo de cima de mim e se deitando – finalmente você é meu – ela se deita ao meu lado e cai no sono. Sinto meus pulsos se afrouxarem mostrando que estou finalmente livre.
Eu dou um beijo nos labios e me levanto. Aproveito a cubro para ela não passar frio. Eu queria dormir junto com ela, mas volto no meu quarto furtivamente, porque não encontrei minhas roupas e Jenny não as trouxe. Pior que a distância é pouco longe, por sorte não encontro ninguém. O que aconteceria se encontrasse alguém desconhecido no caminho? E se encontrasse a princesa Kenny ou Tammy? Eu não sei o que fazer.
Pior que estou duro de novo. Meus deuses. Estou virando um prostituto. Eu preciso me acalmar. Já teve muitas mulheres que deram cima de mim quando era rei, mas nenhuma eram tão verdadeira como está sendo com Tammy, Kenny e Jenny. O que vou fazer agora?
Narração de Kenny
Finalmente vou aprender mais sobre sexo. Tive uma ótima experiência com Eric, mas devi muita... performasse e gostaria de aproveitado mais. Ainda bem que sempre tenho Tammy ao meu lado para todos os momentos. Minha guardiã. Minha melhor amiga. E dona de uns maravilhosos peitões.
Estou vestindo uma roupa mais confortável. Um vestido rosa longo que no meu normal uso como pijama. Tammy está usando o mesmo de sempre quando vai para dormir. Um tipo de roupão curto que deixa suas pernas amostra. Ela está sentada com pernas cruzadas.
– Então Kenny. O que quer aprender?
– Quero aprender fazer um boquete – digo.
– Sempre querendo os finalmentes – disse ela rindo – então sente aqui perto – ela senta no meio da cama. Eu me sento na frente dela – antes de treinar sua garganta precisamos melhorar sua técnica, quero sentir como você faz – ela me mostrar dois dedos de sua mão – não é grande como o pau do Eric, mas da para o gasto. Chupe-os.
– Tammy. Não seria melhor eu treinar isso com uma fruta ou um objeto? – digo incerta.
– Quando tive sozinha sim, mas como to de ensinando preciso sentir como é sua lingua para saber se esta fazendo certo.
– E para que isso?
– Vou da uma amostra – pela pega minha mão e foca em dois dos meus dedos. De repente ela começa lamber, minha reação é puxar mão, mas me seguro porque quero ver aonde ela quer chegar.
Isso é um boquete? Tá parecendo que está fazendo meus dedos ser um tipo de pirulito. De inicio achei pouco de cócegas, mas sinto que ela está explorando todo meu dedo com a língua. Vejo até coloca-los pouco a pouco dentro da boca. No final ela seca meus dedos. Posso dizer que a performesse de Tammy foi muito boa.
– Homens tem muitas terminações nervosas em seus pênis, ele sente cada toque que fizer com mão ou com a língua. Lembre-se que o boquete é uma preliminar e não o sexo realmente dito. As vezes você quer partir logo para os finalmentes, um suave boquete serve para atiça-lo melhor.
– Então não se coloca logo o pau todo na boca.
– Não Kenny. Isso é um corta tensão do caralho. Não tenha pressa. Os homens tem maiores orgasmos se sua estimulação for mais demorada.
– Entendi.
– Agora quer tentar?
Eu imito Tammy chupando os dedos delas da forma que foi me ensinado. Comecei com lambidas pequenas e pouco a pouco fui intensificando até coloca-los por completo.
– Muito bem Kenny. É assim mesmo.
– Chupa dedo é normal para o sexo?
– Algumas vezes sim. Normalmente um homem pode oferecer seu dedo para ser chupado para masturba-la na vagina ou no cu.
– No cu?
– Sim Kenny. Existe algo chamado sexo anal, mas isso eu explico depois. Voltando para o boquete é bom treinar com alguma fruta ou até picolé – picolé um ótimo doce feito por magia de gelo – para treinar profundidade da garganta. Se fuder com Eric e ainda não conseguir enfiar tudo na boca direcione para bochecha. Assim não engasga.
– Obrigada Tammy. O que posso fazer para melhorar mais?
– Cuidado Kenny. Não é só agradar o Eric que sexo serve. Tem que buscar seu prazer também.
– E não é a mesma coisa?
– Não Kenny. Se ficar só concentrado em dar prazer para Eric você vai esquecer do próprio. Os homens tem uma disposição natural para sentir prazer, mas as mulheres não. Se não relaxar e desfrutar a relação pode ficar traumatizante.
– Entendo. É muita coisa.
–Não se aprende tudo no dia para noite.
– Eu queria melhorar meu beijo também.
– Isso é só pratica. Terá que praticar com Eric ou com outro homem.
– Praticar com outro homem nem pensar.
Tammy rir.
– Cadê aquela princesa que queria se deitar com maior numero de homens possíveis? – Tammy pergunta pra mim.
– Eric é especial. Ele pode ser o único homem que beijei e transei, mas foi suficiente para saber que só vou querer ele na vida.
– Fico muito feliz de te ver apaixonada – fico vermelha – mas tenho que admitir que nosso mago é um homem diferente. Vai por mim, Kenny. Eu já dormir com muita gente e Eric foi alguém bem especial. Sem contar que a magia que ele usa para voltar a ereção é um quebra galho do caralho.
– É uma pena que só posso praticar beijando Eric.
– Ah menos... – vejo que Tammy ficou vermelha.
– Ah menos?
– Com acho que não vai querer essa opção.
– E qual é essa opção.
– Você beijar uma mulher – ela fala bem baixo, mas escuto.
– O que? – eu fico bem vermelha – isso.... isso... isso...
– É nojento?
– Sim – digo logo na lata – não. Eu não sei.
– E fêmeas de outra raça?
– Eu nunca pensei nisso. Imagino que beijar uma anã é impossível já que a raça é toda hetera, as orcs acho que é como beijar um homem – me lembro da Shelly que mesmo com curvas consegue ter muitos músculos. Ela tem mais músculos que o próprio Tweek que também é bárbaro – e as elfas me irritam um pouco.
– Eu sou meia elfa.
– Sempre quando você fala fico surpresa, afinal sua aparência não puxa nada com os elfos.
– Sim, só tive a vantagem de nascer com a imortalidade minha irmã gêmea que puxou toda aparência élfica.
– E aonde ela está agora?
– Ta trabalhando com a elfa que prendeu Eric.
– Nossa que decadência.
– Sim, concordo.
A gente fica um tempo em silencio.
– Tammy. Você gosta mais de homens ou de mulheres? – eu pergunto não olhando para ela.
– Eu gosto de sexo. Tanto um como outro tem experiências distintas na cama.
– Isso não te faz lésbica?
– Não faz, porque eu não me limito ficar com com as mulheres. Levando em conta que também já transei com elfos, anões, hobbits e humanos eu sou pansexual.
– Pansexual? O que é isso?
– Basicamente é um bissexual que não se limita só com homens ou com mulheres.
– Andei pensando e se... você... me ensinasse... a beijar? – estou totalmente envergonhada.
– Tem certeza disso, Kenny? – elha olha para mim.
– Ai que vergonha – eu tampo meu rosto com minhas mãos.
(atenção: a partir nesse momento vai ter orange, ou seja, sexo lésbico. Quem não goste finja que o capitulo acabou aqui).
Narração de Tammy
Será que estou sonhando? Kenny me pediu para eu beija-la? Não posso acreditar. Vejo minha princesinha toda envergonhada cobrindo seu lindo rosto com suas mãozinhas delicadas. É uma cena muito fofa. Eu me aproximo dela, pego suas mãos, afasto-as para vê-la o azul do seus olhos.
– Kenny – falo suavemente fazendo até estremecer um pouco.
Por um momento penso a ironia do nome dela. Um nome de homem dado a uma anja encarnada moldada pelos deuses. Imagino se fosse um homem seria alguém muito bonito. Por um momento gostaria que Kenny fosse um homem porque gostaria de vê-lo com Eric.
Ela mal me encara tentando esconder seus lindos olhos de mim. Eu acaricio sua face.
– Não se esconda de mim, Kenny. Nada vai te fazer mal. Eu sou sua guardiã.
– Eu sei – disse ela ainda com medo. Nisso que gosto muito da Kenny. Ela é uma beleza exótica. Tem corpo de uma mulheres sensual que vi e ainda consegue ter um jeito que lembra uma menininha.
– Mas você quer me beijar. Eu não sou uma mulher digna a sua realeza. Sou uma vadia que...
– Não. Você não é. Você é importante para mim, Tammy. Se é para eu beijar uma mulher eu prefiro que seja você.
– Você não sabe como fico feliz em escutar isso – aproximo meu rosto no dela, ficando muito perto no dela – posso?
– Sim.
Nunca imaginei que eu chegaria pressionar os lábios da Kenny como estou fazendo agora. Eu faço isso de inicio para sentir a macies dos lábios dela. Como são tão macios e delicados. Começo a movimentar os lábios iniciando um beijo lento para aproveitar todo o momento. Não quero aprofundar ainda já que essa está sendo o primeiro beijo de Kenny em uma garota eu preciso faze-la se acostumar. Deslizo meus dedos na nuca dela para fazer um carinho e quebrar a tensão que ela está sentindo.
Quando finalmente ela relaxa posso aprofundar o beijo como eu quero. Seu sabor é digno da realeza. Já beijei muitos lábios de mulheres, mas nunca igual da Kenny, da princesa Kenny. É incrível que pensar que o melhor lábio que beijei de um homem também já beijaram esses lábios. Como gostaria de sentir os dois agora, mas isso é um desejo pervertido meu.
Por instinto já deito Kenny para ela relaxa-la mais e fico em cima dela. Nossos seios fica alinhados sentindo até os bicos se encontrarem mesmo com as camadas de roupas que estamos usando. Ela se assusta um pouco, mas entralaços suas mãos fazendo relaxar novamente.
Quando dou por mim estou a beijando como se não houvesse amanhã. Como ela é tão bela. Como ela é tão linda.
Narração de Kenny
Beijar uma mulher até que não é tão ruim assim. Tipo, o rosto é mais liso já que não nasce barba, se bem que Eric não tem barba. Aí meus deuses eu não conseguiria diferenciar os lábios de um homem e com os labios de uma mulher. Ainda Tammy beija tão bem. Nunca pensei que pensaria isso, também nunca imaginaria que eu beijaria uma mulher, mesmo sendo uma meia-elfa. Ainda bem que Tammy não se parece com nada com aquelas orelhudas.
De repente ela começa beija meu pescoço. Isso ta parte do ensinamento?
– Tammy – digo mais ela começa chupar meu pescoço – Tammy – ela começa a morder. Eu até tenho que me segurar para não gemer – Tammy – eu grito.
– Ops. Desculpe Kenny. Acho que me empolguei demais – ela sai de cima de mim.
– Nossa. Você ache assim em um beijo, imagine na cama.
– Pergunte para nosso mago. Ele sabe como ajo.
– Não me conformo você ter tirado a virgindade dele – faço cara emburrada.
– Foi um efeito do álcool, mas foi necessário já que ele soube muito bem o que fazer com você.
– Alias esse negocio escorrendo nas suas pernas é que tô...
– Como eu disse me empolguei. Isso que dar quando não dorme com calcinha.
– Credo Tammy.
– Eu disse que sou pansexual. Vai me dizer que não gostou do nosso beijo?
Fico corada. Foi bom, mas não tenho coragem de falar isso para ela.
– Pelo jeito você gostou. Sobre seu beijo parece que nesse quesito ta beijando muito bem. Nosso mago foi um ótimo professor pra ti – se levanta e ajusta seu roupão por um momento conseguir vir os peitões dela.
– Tammy, posso pegar nos seus peitões? – digo quase babando. Eu adoro peitos.
– Pegar nos meus peitos? Nossa Kenny eu reclama que estou molhada, mas quer pegar nos meus peitos.
– Mas eles são tão macios.
– Tudo bem, mas quero que tire o pijama.
– Tirar meu pijama? – coro.
– Sim, não é justo só eu ficar nua na sua frente.
– Mas...
– Qual é o problema? Já ficamos nua muitas vezes quando tomando banho juntas.
– Sim, mas...
– Ou não quer eles – ela abre o quimono revelando aqueles peitões.
– Ta bom – tiro meu vestido ficando só de calcinha.
– Você tem um lindo corpo – disse Tammy me olhando dos pés a cabeça.
– Brigada – fico corada.
– Ok Kenny – se deita na cama – pode massagear meus peitos, só seja carinhosa.
Já avanço para os peitões e começo massageá-los. Mais uma vez eu penso: como eles são macios.
– Mais devagar Kenny. Isso assim – disse Tammy.
Apalpa-los diretamente é muito melhor que apalpa-los do que por cima da roupa. Será que o Eric os apalpou assim, imagino que eles os chupou com vontade. Será que Tammy se incomoda se eu chupa-los um pouquinho?
– Kenny – ela disse surpresa e até gemendo com comecei colocar seus seios na boca. Nunca pensei que o sabor era tão bom. Nossa tenho inveja dos homens que pode aproveitar isso muito bem. Imagine o prazer que da pra sentir se eu tivesse um pênis e fodesse esses seios fartos. Eu sujaria o rosto de Tammy todo com porra – se continuar assim eu vou... – de repente Tammy geme alto. Ela gozou? Parece que sim, sinto até perto de mim ficar mais úmido.
– Tammy. Eu sinto muito. Eu não sei... – sou interrompida quando Tammy avança em mim e me beija com toda vontade. Parece que o beijo é mais intenso que o anterior. Ainda me faz deitar de costas. O que eu fiz? Eu to fudida. Fudida pela minha melhor amiga. Tenho sair, mas parece que o beijo está me tirando toda minhas forças.
Ela para de me beijar e sai de cima de mim. Eu respiro fundo para recuperar fôlego. Nossa Tammy tem um jeito tão intenso, acho que nesse ponto ela se parece muito com Eric, os dois quando se empolgam não tem que segurem. De repente sinto minha calcinha se rasgando.
– Tammy, o que você... – gemo no primeiro contato da lingua dela na minha buceta. Tammy ta me chupando. Tammy está me fodendo com a língua. Meus deuses. Pior que tento tirar, levo minhas mãos para sua cabeça, mas meu corpo me trai, porque em vez de tira estava empurrando para mais perto. Como essa situação pode ser tão constrangedora e ao mesmo tempo tão bom? E ainda Tammy chupa melhor que o Eric. Acho que isso que se da só uma mulher conhece muito bem o corpo da outra.
– Tammy – eu grito tendo um orgasmo. Meus deuses, gozei na boca da Tammy. Eu não fiz isso nem com Eric.
– Então é assim que é o gosto real. Muito saboroso – eu coro com as palavras dela.
– Acho que você foi longe demais, Tammy.
– Você que começou, me fez gozar primeiro.
– Eu não tive culpa seus peitos são tão bons.
– Então não reclame – ela levanta minha perna até estranho.
– O que vai fazer?
– Relaxa, vou te mostrar algo bem prazeroso.
Não entendo o que vai fazer. Só sei que ela se encaixa no meio das minhas pernas. Quando dou por mim sinto sua buceta com a minha. Eita, isso é possível? Tammy começa se movimentar esfregando nossas bucetas. Nossa como isso é bom. Então é isso que eles falam que é briga de aranha.
Narração da Tammy
Meu sonho lésbico realizado, finalmente estou fazendo sexo com a mulher mais bonita de toda zaron. Kenny, você não sabe como te desejei como esperei por esse momento. Nessa hora que Eric que se dane, quero a princesa só para mim. Eu queria ser sua mulher para sempre, mas sei que isso não é permitido, afinal sou uma assassina e não posso casar com ninguém e ainda mais não é permitido que a princesa do reino se casar com outra mulher.
Pode ser triste mais ao mesmo tempo estimulante, porque posso da para Kenny e para Eric.Ter o melhor homem e a melhor mulher num só lugar, isso não tem preço.Contraditório falar para o mago se danar e depois querer seu corpo nu mais que ouro? Sim, é. Mas estou curtindo muito a princesa e me lembro quando tava dando para o Cartman pensei para Kenny se danar, porque queria o mago só para mim.
A posição que estou com Kenny se chama “Cowgirls get no blues”, uma posição variante da “tesoura”, ótimo para fazer nela já que é a primeira vez. Nessa posição consigo me movimentar sem precisa da ajuda da princesa.
Faço movimentos circulares e cada vez mais depressa para aumentar o prazer da sensação. Kenny já geme sem pudor. Como ela é bonita gemendo é uma gracinha. Nossa isso tá sendo muito melhor quando eu me masturbava pensando nela. E por fim a gente goza junto gritando nossos nomes. Ela gritou meu nome, que comovente.
Assim nos deitamos lado a lado toda suada e melada com nossos próprios gozos.
– Nunca pensei que era tão bom transar com uma mulher – disse Kenny.
– Que bom ouvir isso, alias o que é melhor: dormir com uma mulher ou com um homem? – eu pergunto curiosa.
– Acho que os dois tem seu charme.
– Seja bem vinda ao pansexualismo.
– Gostei.
A gente se beija de forma suave.
– Seria um problema se você tivesse gostado mais de dormir com mulheres – eu digo fazendo a piada. Ta certo que gostaria que Kenny fosse só minha, mas ela não precisa saber disso.
– É por nada não, Tammy, mas sentir muita falta de uma rola aqui – diz fazendo beicinho. Eu rio. Ela é tão pervertida como eu.
– Tem alguns brinquedinhos que podemos usar caso queira próxima vez.
Kenny cora.
– Alias Kenny, meus parabéns. Você acaba de superar Jenny.
– Superei como?
– Porque agora você pode me usar nas suas transas com o mago.
– Posso?
– Sim. Você não sabe como é bom uma suruba e ainda mais os homens adoram ver duas mulheres se pegando.
– Nossa, eu te amo, Tammy – ela me abraça com força.
– Eu também te amo, Kenny. E parece que to me declarando para um homem.
– Putz, nem me lembre disso – faz biquinho novamente – mas por um momento desejei ter uma rola para te comer.
– Eu garanto que me pegaria de jeito.
Nos duas ficamos em silencio antes de cair no sono. Finalmente posso tenho a princesa mais bonita do mundo ao meu lado. Posso não ser a primeira na vida dela, mas estou feliz da conquista que conseguir. Pior que ainda quero também conquistar Eric Cartman.
Eu sou apaixonada pela Kenny, nisso não tenho duvida, mas o mago também me atrai muito. Ele é um homem tão decidido e firme da suas ações e ao mesmo tempo tão carente e tão frágil. Que ironia do destino, também me apaixonei para Eric.
CONTINUA
Fale com o autor