Narração de Tammy

Acordar cedo é um costume bem comum para mim. Vai demorar um pouquinho para Kenny acordar. É muito fofo vê-la dormindo, enquanto aconchega nos meus seios, mas resolvi fazer uma visita para Eric antes dela acordar. Vejo dormindo tranquilo deitado de barriga para cima, só de cueca. É admirável o corpo seminu do mago, mas reparo algumas marcas no seu corpo. Dou uma cheirada no pau e percebo um forte odor de buceta. Chego à conclusão que a maga Jerry deu o rabo pra ele ontem. Que merda.

Percebo que Eric está acordando. Aproximo-me e dou um selinho rápido nos lábios e digo:

– Bom dia, Eric.

– Tammy? — disse depois de abrir os olhos de forma lenta — o que faz aqui?

– Vim dá os bons para ti. Sentiu Saudades?

– Até que sentir — coro um pouco já que não esperava que confirmasse — focando em pesquisar sobre dominação de mente e negociar com Vriska me tomou bastante tempo.

– Como também tirar a virgindade da Kenny — ele arregala os olhos de um jeito bem engraçado — Não se preocupe Eric, seu segredo com a princesa está salvo comigo.

– Não é por isso, mas por causa do lance que aconteceu com a gente – olha para mim. Eu não esperava por essa resposta. Fico muito feliz em saber que eu tenho influencia, mesmo que pouca, na vida de Eric Cartman.

– Eu não sou ciumenta tanto que gostaria um dia um lance a três — vejo ele corar — só não transe mais com sua discípula. Transar com uma amazonas não faz bem para o corpo.

– Como você...

– Sou perita em descobrir as coisas. Cuidado, Kenny não vai com a cara da Jenny.

– Nunca tinha intenção de ficar com ela. Ela teve argumentos que eram... bem persuasivos.

– Parece que foi abençoado pela deusa Liane aonde nenhuma mulher regista a ti.

– Deusa Liane?

– Sim. A deusa do amor.

– Na minha Época não existia essa deusa. O mais estranho que tem o nome da minha mãe: Liane Cartman. Isso é consciência incrível.

– Será que sua mãe deu origem para deusa?

– Duvido muito. Minha mãe era uma mulher... que... gostava de ter muitos namorados. Tanto que eu nunca conheci meu pai.

– Parece que temos uma coisa em comum: eu nunca conheci meu pai.

– Sério?

– Sim. Minha mãe teve um caso com um humano e gerou eu e minha irmã gêmea, diferente do meu irmão que é um newhalf.

– Newhalf?

– São elfos machos que são selecionados para serem mulheres.

– Parece que todos os elfos são newhalfs, porque meu deus como eles podem ser tão gays assim. O rei deles parece uma garota.

– Tenho que concordar – digo rindo.

– Então sua irmã parece com você?

– Não. Ela puxou totalmente a aparência dos elfos eu por minha sorte puxei dos humanos só herdando a imortalidade. Vou voltar para Kenny. Preciso cumprir com minhas obrigações como guardiã, mas antes – avanço no mago e roubo um beijo que se assusta por um momento, mas retribui com mesma intensidade. O Beijo dele melhorou. Trocamos algumas caricias antes deu voltar para o quarto da Kenny.

Narração do Stan

– Wendy. Os elfos estão na cidade – uma humana alerta aquela que está me aprisionando. Estou no escritório junto com essa ‘carrasca’ que me escraviza, enquanto me encontro sentado alguns metros dela.

Wendy está lendo alguns documentos de administração da cidade. Nossa se ela tem trabalho assim, imagine se ela fosse a rainha? Eu ajudo meu rei de tempos em tempos e não tenho nem dez por cento do trabalho que ela tem.

– Quantos são? – perguntou a amazona.

– Dez elfos. A líder deles quer falar contigo.

– A líder? Estão chefiados por uma elfa? – Wendy para de mexer nos papeis.

– Sim, Wendy. É a mãe do rei dos elfos.

– Mande ela entrar, Heidi.

– Sim senhora.

Mileide Broflovski está aqui na cidade? Essa não esperava. Ela entrar no escritório junto com minha mãe. Eita, a porra tá séria.

– Mileide. Mãe – me levanto e dobro meus joelhos.

– Filho – diz a minha mãe.

– Stanley – diz a senhora Broflovski.

– Senhoras. Sentem. Eu sou Wendy Testaburger, líder das amazonas. O que posso ajuda-las? – disse em um tom formal e sem se levantar. Eu até fico surpreso com a imparcialidade dela não ligando da raça do meu povo.

– Senhorita Wendy, eu sou Sheila Broflovski, antiga rainha dos elfos. Eu vi junto aqui junto com Sharon Marsh para pedir o resgate de Stanley Marsh – diz minha mileide. Nossa não sabia que era importante para essa tal dádiva de ter a lendária rainha me resgatar.

– Compreendo senhora Broflovski. Como pode ver ele não está preso, está prestando serviços comunitários. Ele se encontra a toda vontade para ir embora – que vadia, ela sempre joga isso na cara, mas sabe se eu sair não vou ter essa merda de cinto de castidade tirada. Isso é uma droga.

– Senhorita Testaburger, colocar um cinto de castidade em um elfo não um sinal de liberdade.

– Posso não ser especialista em cultura élfica, mas se não me engano vocês encaram esse cinto de castidade como uma honra.

– Isso é só para as elfas. Isso é dado para toda elfa de família. Os elfos são submetido a uma avaliação só com alfas para saberem se tornaram elfos ou newhalf. Stanley passou no teste, ele merece sua liberdade.

– Senhora Broflovski, até aonde me entendendo ele é um meio-elfo que já o coloca como imunidade desse teste.

– Tente entender que ele é o braço direito do rei.

– Ele é um guerreiro que só luta nas competições dos reino dos elfos com Kupa Keep. Fora isso não vejo nenhuma utilidade dele está perto do rei.

– E como pode falar do Stanley assim? – tenho concordar. Como ela pode falar assim comigo?

– Porque do tempo que Stan está aqui mostrou que é péssimo na administração e na política.

Eu engulo seco. Nunca pensei que a política dos humanos fosse tão complicado. Ainda mais nessa província ainda tem algumas outras raças como algumas elfas, meia-elfas, orcs e até anãs. Parece que aqui é um santuário para as fêmeas de todas as classes. Ajudando o Kyle não tenho muito problema porque o povo élfico é mais tranquilo e quase não procuram o rei. Claro que acontece alguns pequenos crimes na sociedade dos élfica, mas isso não é um problema para o rei, por exemplo, nunca se pega um ladrão e vai levar para o rei, mesmo se esse ladrão for humano.

– Senhorita Testaburger, vejo que não está sendo compreensiva.

– Senhora Broflovski, se uma das minhas companheiras tivesse atacado uma residência de um elfo mesmo para proteger um familiar qual seria sua posição? Ainda mais estou sendo compreensiva, porque estou ignorando que tem uma assassina sua no meu escritório – assassina?

No meio das sombras sai uma assassina élfica usando uma máscara que cobre a boca e nariz. Estranho que parece a guardiã da princesa de nome masculino, mas em vez de ter aquele físico agressivo seio de curvas essa assassina tem um corpo tão sensível como uma elfa. Pelos cabelos cheios e encaracolados da impressão que a conheço de algum lugar.

– Não é a só a família real de Kupa Keep que tem uma lamina vermelha. Pelos rumores existem duas assassinas irmãs que não existia ninguém melhor do que elas até os McCormick contratar uma para ser a guardiã pessoal de sua primogênita.

– Parece que os humanos não se incomodam de terem meios-elfos trabalhando por eles.

– Nós humanos somos mais aberto a dar uma oportunidade para alguém de outra raça. A guardiã da princesa provou que estima muito lado dos humanos e vive como um de nós, apesar de rumores de suas atitudes desagradar as causas das amazonas.

– Nós elfos não somos diferentes, somos abertos também a outra raças, tanto que a considero uma elfa totalmente – a mãe de Kyle olha para assassina – ela está fazendo minha guarda pessoal, espero que isso não gere contenta entre nossas raças.

– Claro que não.

– Peço que tire o cinto de castidade de Stanley em retribuição por ter tirado o cinto de castidade de uma filha de família e por ter dado hospedaria ao pior inimigo de meu povo.

– Com todo respeito, Stan está pagando por aquilo que ele cometeu e estamos até sendo generoso já que atacou a mim e minhas amigas. E pelo que sei seu pior inimigo é um estimado aliado do rei dos humanos e lenda para meu povo, apesar de não ter gostado de sua presença ele cumpri suas promessas.

– Senhorita Testaburger. É verdade que minha filha Shelly Marsh quis ter o cinto de castidade tirado? – as palavras de minha mãe chama atenção de todos.

– Sim, senhora. Shelly é uma barbara que treina muitas das minhas companheiras. Ela nunca entrou na causa das amazonas, mas ficava inconformado pelo cinto de castidade dos elfos.

– Eu queria que ela fosse uma princesa entre as elfas e tivesse essa mesma honra que tive séculos atrás, mas parece que minha filha puxou o lado orc do meu marido se foi escolha dela ter o lacre tirado não posso fazer nada.

– Que bom que compreendeu a situação de sua filha senhora Marsh.

– Por favor, me chame de Sharon.

– Tudo bem Sharon.

– Também tenho que concordar que meu filho agiu imprudentemente em querer defender minha filha – o que? Minha mãe ta no lado dela?

– Fico feliz por ter entendido a minha posição.

– Tenho que concordar que meu filho mereça uma punição, mas não pega bem da mão direita do rei ter um cinto de castidade, isso dá impressão que meu filho é um newhalf – o que? Um newhalf? Eu sou macho – imagino que exista uma forma de punição tão severa.

– E que forma a senhora sugere, Sharon.

– Já pensou em fazer meu filho ser um neko?

Neko? O que é isso?

– Senhora Sharon, um neko é um compromisso maior que a pena que estou dando. A senhora quer mesmo que seu filho passe por isso?

– Sim.

– E você Stan quer ter ser um neko em vez de ficar com o cinto de castidade?

– Sim – respondo sem saber o que é neko. Prefiro descobrir mais tarde, afinal quero recuperar minha masculinidade de volta.

– Sharon, que negócio é esse de neko? – pergunta a mãe do Kyle.

– Depois eu explico – disse para ela – essa punição é mais adequada? – retorna a palavra para Wendy.

– Só cabe a questão qual amazona seu filho vai ser neko.

– Pode ser a própria senhora.

Wendy começa a rir.

– Tem certeza?

– Sim. Assim meu filho aprende sobre política.

– Feito. Tirarei o cinto de castidade dele de noite.

– Eu fico agradecida.

– Ótimo, senhora Broflovski, eu tenho uma dúvida.

– E qual seria? – diz a mãe do Kyle.

– Se o mago é inimigo do seu povo porque não combateu ele de frente como fez 1000 anos atrás?

– Eu poderia fazer isso, mas ele está na proteção da família real humana. Não posso confronta-lo diretamente sem causa uma guerra novamente.

– Isso é verdade. Espero que tenha sorte em derrota-lo na disputa.

Estranho que a mãe do Kyle não diz nada e sai sem despedir seguido pela assassina élfica. Pela primeira vez Wendy faz uma coisa boa: me libera dos serviços para conversar com minha mãe.

Narração de Vriska

Não sei porque nunca tive interesse de ir na capital de Kupa Keep para dominar tudo. Parece que gastei tempo demais com pirataria. Meus convidados se alimentaram já estão se preparando para retornar para capital comigo e mais alguns su8ordinados. Vejo a guardiã da princesa passando que me faz ter algumas ideias...

– Ei você – a chamo.

– Sim, senhorita Serket – ela para de andar e vira para mim.

Eu não digo nada e ando na direção dela me aproximando. Faço questão de usar meu melhor re8olado, enquanto olho para ela. Mesmo disfarçando sei que está interessada com meu andar sex. Aprecio que a assassina não se limite a gostar só de homens ou mulheres, não estando presa essa frescura de preferência sexual.

– Por favor. Me chame de Vriska – falo 8em suave.

– Sim Vriska – ela cora um pouco.

– Então, a quanto tempo serve a princesa? – 8ato meu ca8elo para não perder o costume.

– Imagino que foi quando Kenny começou a sangrar – sangrar? Que porra é essa?

– Certo. Quanto tempo foi uma assassina?

– Comecei com meus sete anos meu treinamento e com meus 12 completei meu treinamento.

– Interessante – aproximo no ouvido dela – e quanto tempo compartilha a cama da princesa?

– Desculpe não entendi – diz ela fazendo cara de desentendida.

– Eu não seria uma manipuladora de mente se não sou8esse que meus alvos pensam.

– Então você ler mentes?

– Não, mas tenho uma ótima dedução. Sei que ontem você fez sexo com sua princesa aonde você desejava muito, estou correta?

– É... – ela não consegue falar. Já caiu na minha teia.

– O que você faz quando consegue? Já procura o mago trocando de parceiro no início pela manhã. Uma atitude interessante, nunca vi seres que trocavam tão rápido de parceiros – ela começa fraquejar. Por máximo que ela tente se manter fria estou sentindo o cheiro do medo – imagino que esteja pensando que tem um amor verdadeiro para o mago e sua princesa, mas ainda tem desejos de luxuria por mim – aproximo mais no ouvido dela e sussurro 8em suave – você quer a minha 8unda, quer sa8er como é ter um troll na cama mesmo com todo amor que sente pelos dois. Tem coragem de negar?

– Eu... – ela nem vira para olhar para meus olhos e nem se arrepia mais com minha aproximação.

– Quantos já foram na sua cama? Humanos, elfos, anões, orcs, ho88its e mais outras raças pequena e para que? Só sentir prazer? Não é isso né? Tem algo mais oculto – já vejo as primeiras lagrimas escorrendo no seu rosto – porque você sa8e que nunca vai ser amada. Sa8e que sempre vai ficar em segundo plano na vida de alguém – dou uma respirada antes de finalizar – espero que tenhamos uma 8oa viagem – me afasto dela sorrindo, enquanto escuto ela correndo para longe.

Quanto tempo eu não fazia alguém chorar? Já tava me esquecendo da sensação de ver o sofrimento do outro.

– Vossa Divindade – uma voz me chama. Olho é a gótica anã que é lusus de George. Qual é o nome dela mesmo? Ah sim, Henrietta.

– Sim?

– Estamos tendo pro8lemas para manter o prisioneiro vivo.

– E qual é a dificuldade em manter um elfo pirata preso em uma cela?

– Quando meu filho tem um forte desejo de mata-lo.

– Que tipo de mãe é você? Não consegue segurar seu próprio filho?

– É um pouco difícil de fazer isso quando puxa a mãe 8iológica.

– Se está reclamando tanto assim por que não o mata? Você tem a minha permissão.

– Ele pode me dá tra8alho não me respeitar, mas ainda assim é o meu filho. Ele me lem8ra muito quando era pequena. Prefiro a re8eldia dele do que o conformismo do mundo de fora.

– Parece que não está satisfeita em viajar na capital.

– Com todo respeito minha senhora, se dependesse de mim eu ficaria aqui, mas eu te o8edeço.

– Ótimo. Eu vou dá um jeito na minha prole.

Narração de Kenny

Aonde está Tammy? Já devia ter voltado. Pedi para ela para avisar Token, Tweek e Butters para prepararem a carroça e ainda não voltou. Agora que finalmente somos muito mais intimas e to me preocupando mais com ela. Parece que virei dependente do corpo dela assim como virei dependente do corpo do Eric.

Ando na cidade e encontro Tammy chorando sentado em um banco de praça.

– Tammy – corro em direção dela – o que aconteceu?

– Nada Kenny – diz com a mão no rosto para esconder as lagrimas escorrendo.

– Tammy –me abaixo, tiro suas mãos no rosto dela e abaixo a minha máscara para minha voz seja mais nítida – somos amigas o que aconteceu?

– Kenny – ela não consegue encarar os meus olhos – eu sei que não sou digna de sua preocupação, eu... –interrompi beijando nos lábios. Tammy precisa de todo carinho meu nesse exato momento. Nunca a vi tanto carente e que se foda se algum dos meus súditos me ver beijando outra mulher.

– Tammy, eu te amo. Me doí te ver assim – digo com minhas mãos na face dela, enquanto olho nos olhos dela.

– Kenny. Eu não sou digno desse seu amor. Eu sou uma vadia que já deu para meio mundo.

– Não fale assim. Eu sempre quis ter uma vida.

– Você não sabe que pede. Amar alguém e não poder ficar com a pessoa é muito triste. Doí muito ficar em segundo plano.

– Tammy, você é a primeira mulher na minha vida. Talvez para o Eric seja a segunda, porque a primeira sou eu – faço biquinho e ela sorri de leve. Seco o rosto dela.

– Eu sempre soube meu lugar, pensava que não seria afetado se alguém jogasse isso na minha cara, mas parece que Vriska provou que estava errada.

– Vriska?

– Oh Kenny. Acho que não devia falar isso. Me perdoe.

– Tudo bem – abraço dela. Volte para o quarto e jogue uma agua no rosto já que vamos partir daqui a pouco.

– Sim, minha princesa – ela da um sorriso mais leve, se levanta e vai.

Só sei de uma coisa: eu vou arrancar os olhos dessa vadia da Vriska hoje.

Narração de Cartman

– Os góticos sabem como preparar uma carne — eu digo, enquanto como junto com Shelly um porco recheado.

Não é o almoço, mas é um momento para degustar alguma coisa (se bem com um porco recheado nem vou almoçar). 1000 anos preso estava sentindo falta de comer.

– Muito melhor do que alface dos elfos – Shelly dá uma mordida no pernil.

– Como aguentava comer comida élfica na sua infância?

– Eu demorei para saber o gosto de uma carne, só conheci quando meu tio me levou para caçar. Nunca mais queria ficar longe de comer uma boa carne.

– Gosta bem ou mau passado?

– Gosto no ponto. É a melhor maneira de saborear verdadeiramente uma carne. Acho muito depressivo alguém come a carne bem passado assim como alguém como mau passado

– Tirou as palavras da minha boca.

– Você não é tão fresco como pensava. É muito mais valente que muitos guerreiros e bárbaros que já conheci.

– Eu sou de guerra. Não gosto de ficar informado em uma sala, enquanto o mundo está aberto a oportunidades. Também não selvagem como pensava, já que tinha uma imagem de orcs seres completamente agressivos.

– Muita gente tem essa visão errada de minha raça. São poucos orcs que são agressivos. Só minha raça é mais disposta a entrar em combate do que qualquer humana.

– Sempre queria saber: por que todo filho de orc com elfo se puxa para o lado dos elfos é meio-elfo e se puxa para o lado dos orcs não é meio-orc.

– Elfos e orcs já foram um só povo basicamente orc nascido de elfo não tem nenhuma mudança física, enquanto os elfos filhos de orcs tem a vantagem de serem mais forte que os demais.

– Seu irmão não era tão forte assim.

– Meu irmão é um viadinho como qualquer outro elfo. Aposto que come o cu do rei.

– Ou dá o cu para rei elfo.

Nós dois rimos, enquanto comemos e bebemos. De repente o Butters chega correndo.

– Eric – disse ele todo desesperado e ofegante.

– O que foi, Butters? – pergunto meio desanimado, afinal to comendo.

– A princesa e ‘Visca’ estão brigando.

– Ela estão discutindo ou lutando?

– Estão lutando.

– Caralho – me levanto – é melhor separar as duas antes que uma mate a outra – olho para Shelly e dirijo a palavra – aposto quando voltar aqui você comeu o porco inteiro.

– Com certeza – dá um gole na cerveja.

– Droga – só faltava essa – me guie Butters – espero que eu chegue a tempo antes que comprometa a aliança que fiz com os góticos com tanto esforço.

Chego aonde estão as duas e vejo estão brigando mesmo. Kenny está armado com arco e flecha e Vriska com duas facas (imagino arma que conseguiu usando seus dados mágicos).

Nunca esperava que a princesa lutasse tão bem. Vejo ela se movimentando muito rápida, enquanto atira flechas em direção da Vriska. Julgando pela velocidade e pela força que está excedendo nos atos eu não sei qual classe é a Kenny, se é guerreira, barbara ou paladina, parece uma função das três focando no físico.

Tudo isso sem perder a pose que dá impressão que ela está mais se apresentando para uma plateia do que lutando pra valer. Enquanto isso a troll está se defendendo com as facas e esquivando. Kenny pode ser forte, mas para o nível da Vriska está longe.

– Já chega – vou na frente das duas – bato meu cajado no chão fazendo um campo de ar anular as flechas da Kenny.

– Eric. Essa vadia fez Tammy chorar – nunca vi ela não zangada assim.

Preciso ser rápido para acalmar a Kenny. Chego perto dela, abaixo a máscara dela e dou um beijo nos lábios. Tem efeito, logo ela solta o arco e se rende no beijo.

Narração de Vriska

A princesa estava com areia na vagina só porque falei mal da amiguinha dela, sorte que veio o mago para tirar a areia. Tenho que dizer que ta ‘tirando’ com gosto, afinal está 8eijando com toda vontade. Chega que ta fazendo a futura rainha ficar com perna 8am8a. Até me fez sentir falta da Terezi, dos momentos que a gente se pegava e até sentir falta de Eridan. Como estou na seca: estou sentindo falta do meu primeiro kismesis, mas pelo menos ele sa8ia como 8eijar.

– Deixe que resolvo com Vriska – disse o mago.

– Sim, Eric – disse ela com um sorriso 8o8o no rosto.

– Vai me 8eijar tam8ém? – digo quando a princesa foi em8ora.

– Não.

– Se tentasse eu arrancaria suas tripas.

– Normalmente são as fêmeas que procuram serem 8eijadas por mim, mas isso é outra história – convencido – o que você fez para irritar a princesa?

– Eu fiz a amiguinha dela chorar, aquela chamada Tammy. Aposto que você vai me dar um sermão.

– Seria hipócrita se fizesse isso já que fiz isso muito quando era mais novo. Acho que fiz até pior.

– O que por exemplo?

– Teve uma 8a8á muito chata que minha mãe trouxe. Com poucas palavras fiz ela fica viciada em comer sua própria merda.

– Nossa que maldade. Eu adorei – digo rindo.

– Só maneire suas palavras para nossos aliados.

– Por que isso?

– Certas conquistas necessitam de certos sacrifícios. Eu quando virei rei tive que a8rir mão de algumas atitudes para conseguir mo8ilizar todo exército dos humanos contra os elfos.

– Azar seu, eu não mudei nada e ainda fui considerado uma deusa.

– Isso porque você teve sorte de ser invocada em uma cultura favorável sua suposta divindade. Está na capital necessitará de um outro comportamento.

– Eu sei como agir, assim sei como manipular.

– Ótimo.

– Mas tenho que respeitar todos os aliados?

– Os mais influentes pelo menos.

– E aquela guardiã da princesa é influente?

– Ela é a melhor amiga da princesa Kenny, então sim: ela tem 8astante influencia.

– E isso porque joguei na cara dela que dormiu com sua melhor amiga.

– O que?

– Sim, sua princesa e Tammy transaram feito loucas noite passado.

– Oh – o mago fica de cara – legal.

– Legal? Não vai ficar com ciúmes?

– Eu não sou comprometido com nenhuma delas, então não tenho direito de ter isso.

– E tam8ém porque você fodeu com sua discípula.

– São detalhes – cora — Pelo menos eu não fodo com os góticos.

– Eu nunca me envolvi com nenhum dos góticos aqui. Nem anão, humano, meio-elfo, orc e ho88it.

– Mas você não gosta de am8os os sexos?

– Não é pelo fato de não ter frescura sexual não signifique que vou da meu cu para qualquer um por aí.

– Faz sentido.

De repente vejo um gótico qualquer correr na minha direção.

– Vossa divindade, estamos com pro8lema – disse o gótico.

– E qual seria?

– O rei elfo aca8ou de chegar com cinquenta elfos.

– Eu vou logo rece8e-lo – pode se retirar.

– Sim senhora.

Novamente estou a sós com mago.

– Parece que o rei elfo foi afetado com a prisão do irmão mais que eu estava prevendo.

– De qualquer jeito ele veio acho que é 8om dar “as 8oas vindas” ao rei. Só que não quero negociar ainda. Deixe temos ele preso para o mesmo ficar mais desesperado.

– Eu pensei a mesma coisa.

– Parece que pensamos iguais. Aliás os elfos não vão com sua cara, né?

– Sim. Sou chamado de mago sangrento.

– Ótimo – eu seguro no 8raço dele.

– O que ta fazendo? – que fofo esta corando por mim.

– Nada melhor jogar na cara do rei elfo nossa aliança.

– Acho que Kenny, Tammy e Jenny não vou gostar dessa ideia.

– Melhor ainda. Quero que as três se fodam junto com Shelly.

– Shelly? Por que?

– Ela tam8ém está interessada.

– A gente só tem amizade nada demais.

– Sa8e de nada inocente.

– Do jeito que você ta falando parece que ta interessada por mim.

– Cale a 8oca e vamos para frente – eu coro. Que porra é essa de eu corar. Eric Cartman não é nenhum quadrante meu.

CONTINUA

Notas finais
Esse capitulo foi complicado de atualizar, não porque estava sem criatividade, mas porque tive problema com meu computador. Esse capitulo foi a primeira vez que usei o celular para escrever parte dele. Ainda acho bem mais confortável escrever na frente de um computador. Esse capitulo apresentei um pouco mais da personalidade da Vriska. Apesar dela ser parecida com Cartman em personalidade, ela é mais hardcore porque ela não tá nem aí com as coisas. A raça dela é mais agressiva e ela está das mais apronta na seria seguidos por Eridan (o troll de aquário) e Gamzee (o troll de capricórnio). Se colocar em um rack de terceiro, segundo e primeira fica respectivamente Eridan, Vriska e Gamzee. Até a próxima.