Narração de Cartman

Se meus antigos generais estivessem vivos queriam ver a cara deles ao saberem que as mulheres ocuparam cargos políticos importantíssimos. Na capital já via algumas nobres importante na política, algumas mulheres que tem classes diversas (como magas, ranges, guerreiras e entre outras) e até a princesa Kenny que tem um poder político tão grande como o próprio rei, mas aqui na províncias das amazonas as mulheres dominaram o poder ao ponto do homem nem poder pisar os pés na prefeitura. Exceto eu que fiquei considerado o neko de minha discípula. Por que será que tenho a impressão que isso me faz a putinha de Jenny?

Analiso o grande salão onde estão as mais influentes mulheres da cidade sentada em mesas parecendo juízas em tribunais. Quase no fundo um palanque de três lugares se destaca. Uma está sentada a Jenny. A segunda garota é uma loira da idade aparente de Tanny com cabelos meio crespos e seios avantajados e uma outra garota na idade de Kenny é morena de cabelos lisos e está usando um estranho chapéu lilás. Parece que essa mulher é a líder.

Estou sentada no canto enquanto Kenny (está sem o véu) e Tammy estão de pé.

– Está aberto a seção do conselho da luz pedido pela Jenny. Todas concordam? – diz a morena de chapéu esquisito.

– Sim – respondeu todas as garotas do conselho em coro.

– Estamos com presença da princesa Kenny em pessoa hoje. É aberto a palavra dela. Brilho – quando fala a ultima palavra todas a repetem. Parece que é um tipo de tradição desse conselho – eu sou Wendy Testaburger, líder das amazonas, a segunda em comando é Bebe Stevens e a terceira em comando vocês já conhecem, Jenny Simon.

É uma surpresa saber que minha discípula tem um poder político invejável.

– É uma honra de está aqui nesse conselho – diz a princesa fazendo referencia – como todas sabem nosso reino tem rixas com os elfos há milênios. Por sorte as disputas estão sendo esportivas em torneios de lutas disputados na fronteira dos dois reinos. Estamos com dificuldades em ganhar dos melhores guerreiros dos elfos e gostaria de poder ceder suas melhores guerreiras para a próxima competição.

Depois da declaração da princesa a reação é imediata. Muitas mulheres discutem sobre essa proposta. Vejo algumas opiniões diversas, algumas de rejeição e outras de aprovação. Tudo é silenciado quando Wendy bate na mesa diversas vezes com um martelo de madeira.

– Ordem. Princesa Kenny, compreendo a situação, mas nossa província não tem muito interessante de envolver com a disputa entre elfos e humanos, as elfas são bem vindas no nossa província e temos um grande numero de elfas, orcs e meia-elfas que buscam proteção aqui. Essas três raças cresceram muito economicamente, politicamente e socialmente. Nós envolver nessa disputa pode ser algo que desagrade as essas três raças.

– Por isso que precisa aparecer com uma causa nobre que elas apóiam – eu digo me aproximando da princesa.

– Quem é você? – pergunta Wendy.

– Eu sou Eric Theodore Cartman – eu digo.

– Neko interessante Jenny. Eu adoraria igual – a jovem loira fala me deixando com vergonha. Parece que Kenny e Jenny não gostaram do elogio.

– Então o que um simples mago tem a dizer sobre a causa nobre – disse Wendy me encarando. Parece que a morena não foi com minha cara.

– Ele não é um simples mago – disse Kenny – é o mago lendário que resgatamos dos elfos.

Parece que ouve outro tumulto desta vez. Dar pra ver que o assunto sou eu. Muitos comentários que eu mais parece um guerreiro do que um mago. Acho que estou me acostumando com essas palavras.

– Você é o antigo mago que foi rei? – pergunta Wendy.

– Sim, fui.

– Meio difícil de acreditar como que um humano vive tanto tempo sem ter um sangue elfo nas veias?

– Muita gente despreza a classe mago mesmo na minha época, afinal é uma classe muito fraca se comparar com todas as classes no iniciante, mas é a classe que fica mais forte no seu level máximo. Eu conseguir dominar todo potencial de um mago ao ponto de minha magia e eu ser um só. Por isso que meu corpo é imune ao envelhecimento já que magia passou me sustentar. Creio que não vi falar de mim, mas como as amazonas podem se envolverem nessa luta e não desagradar as elfas – termino de falar e fico em silencio.

– Continue – diz a Wendy.

–Todos sabem que nós humanos estamos sempre em evolução no meu tempo existia algo chamado cinto de castidade – uso a minha magia para criar uma ilusão do material, enquanto falo – imagino que nesses tempos atuais não sejam mais utilizados, correto?

– Sim, foi uma das conquistas dos direito da mulher.

– Porem nossos inimigos, os elfos são mais machistas do que nossa sociedade humana, enquanto nessa província a mulher tem poderes políticos e militares igualmente como o homem, eu não vi nenhuma elfa com o mesmo privilegio. Aposto ainda que eles usam um cinto de castidade.

– Eu conheço sobre moda élfica, nunca vi as elfas usando um cinto de castidade – disse Bebe.

– Os cintos de castidade é algo mais místico. Aparentemente parece que não estão usando nada, mas é um selo mágico que esconde magicamente o órgão genital feminino. Se olhar para uma elfa nua parece que não tem vagina parecendo uma boneca Barbie. Esse cinto é colocado assim quando uma elfa nasce, só os pais da elfa que sabem como tirar, só quando suas filhas se casam. Mesmo que em minha época a guerra entre os elfos e humanos eram violenta eu sempre me compadecia e eu quebrava os lacres assim dando liberdade para as elfas. Então lute de trazer liberdade para as elfas, assim vocês defenderam os direitos de todas as fêmeas e terá apoio moral das elfas, orcs e meia elfas – faço um discurso para convencer as feministas.

É verdade que eu tirava os lacres das elfas, mas só fazia isso só para sacanear mesmo. Parece que nenhuma elfa que teve o lacre rompido reclamou. Pelo contrario procuraram exercer sua sexualidade. Foi à época que nasceu mais meio elfo.

– Você consegue tirar o cinto de castidade élfico hoje? – pergunta Bebe.

– Sim, eu consigo.

– Se conseguir tirar um lacre vamos fornecer as melhores guerreiras para a disputa.

– Aceito o desafio.

– Bebe. Tem certeza disso. Não temos ninguém que tenha esse lacre – disse Wendy.

– Temos sim. Nossa campeã do coliseu é filha de elfo e tem o lacre. Isso pode ajudar muito.

– Se assim diz.

Narração de Tweek

Por que me deixei se convencido pelo Token a deixar a carruagem em um estábulo e vim para o coliseu para assistir uma luta? E se os elfos invadirem a cidade e precisar da carruagem para fugir rápido? E se vasculharem a carruagem e encontrarem algum material comprometedor da princesa que está levando secretamente? E se os outros que foram no tal conselho foram presos? Ah! É muita pressão.

Essa cidade não tem café. Como não tem café? O nectar dos deuses. O ouro preto. Minha bebida favorita. Por isso que eu penso que mulher no comando é problema. Mulher para mim tem que ficar em casa, afinal quem vai cozinhar depois que eu trazer as caças para casa?

Droga. Droga. Droga. Droga. Droga. Eu não sei o que fazer. Não sei como agir caso a princesa queria sair agora. Será que essa cidade não está secretamente controlado pelos elfos? Será que o nosso reino não é controlado pelos elfos? A vida é uma rede de conspirações, humanos cada vez mais apaixonados para poesia e musica, parecendo a cada dia mais como elfos. Sem contar que ninguém comenta o sumiço de cuecas pelos gnomos. Ah é muita pressão.

Narração de Butters

“Lu,lu,Lu
I got some apples
Lu,lu,lu
You you've got some too
Lu,lu,lu
Let's stay togheter
Lu,lu,lu
And
Lu,lu,lu”

– Butters – Token me chama assim me faz parar de cantar.

– Que foi? – eu pergunto para o clérigo.

– Tweek está com problemas de nervos novamente. Da para usar o toque da cura? Assim posso usar uma magia que estabiliza os nervos dele por um tempo.

– Tudo bem – aproximo do loiro – você vai ficar bem – dou uns tapinhas nas costas do bárbaro fazendo brilhar. Posso ver que ele se acalma um pouco. A vantagem de ser paladino que tenho o toque da cura e posso usar sem depender de limite.

Minha atenção é chamada quando entra quatro mulheres guerreiras na arena. Todas elas estão com um traze provocante e armado com lanças, espada e escudo. Essas guerreiras são bem interessantes. Uma grande porta se abre e cai um ser grande saindo de dentro.

Esse ser é uma orc medindo dois metros e dez centímetros, cabelos castanhos longos, pele verde, orelhas pontudas, dois dentes pontudos saindo pela boca (algo comum entre os orcs) como um javali, uma idade aparente de 30 anos. Está usando uma tanga de texugo, um sutiã de pele de animal provocante e botas de couro. O corpo tem curvas interessantes (não tanto como Tammy e a princesa), mas graças à ponte físico de atleta (quase musculosa) e a grande altura da impressão que tem mais.

É uma orc, uma raça bastante curiosa. Diz às lendas que orcs eram uma tribo de elfos que comiam carne. Porem essa atitude é desaprovada pela maioria dos elfos, então um antigo rei elfo amaldiçoou a tribo para assemelhar a aparência de feras. Independentes das lendas os orcs é uma raça de força e não tão agradável de ver a primeira vista já com caras intimidadoras como a orc que está no campo, mas dessa raça saem os mais fortes e poderosos guerreiros, bárbaros e ranges.

É raro ver um orc em outra classe como mago, bardo, ladino ou qualquer outra raça, mas encontra. Como é uma raça que não tem conflito entre humanos e elfos não é comum encontrar orcs mesmo com classe mais usados pelos elfos assim como usado pelos humanos.

Vendo que existe uma torcida para a orc aonde muitos gritam o nome “Shelly”, talvez seja o nome da orc. Não sei porque, mas ela é um pouco familiar. Parece que ela tem um ar élfica, mas não tenho certeza.

Duas guerreiras tentam atacar a orc que está desarmada, mas a ela pega as duas lanças, ergue as duas agressoras que soltam suas armas. A maior joga as duas lanças para as outras duas que uma desvia e outra é acertada de raspão. Vem uma equipe de mulheres e tira a mulher que foi ferida, parece que a luta não é letal.

A orc ataca as duas que estão de perto com rápido movimentos com os braços antes delas sacarem suas espadas. O golpe foi tão forte que as levou inconsciente. A quarta lutadora já faz um sinal que se rendeu, dando a vitoria para a orc.

Incrível como ela venceu a luta sem usar armas. Deve ser que ela está em um grau elevado de um bárbaro assim conseguindo a vitória. A platéia grita o seu nome em um fervor grande. Espero que eu nunca tenha o azar de enfrentar aquela orc.

Narração de Shelly

Foi uma vitoria fácil. Não sei porque mandaram tão poucas guerreiras para me enfrentar. Sempre mandam uns 20, mas desta vez mandaram só quatro. Ouvir disse que estão em um conselho da luz quando isso acontece as amazonas reforçam a segurança.

Para mim tanto faz. Sinto mais confortável viver entre os humanos do que com os elfos. Eu amo a minha família, mas é um pé no caso o costume de elfos. Não sei como meu pai, sendo um orc, consegue viver entre eles. Claro que aquele velho babaca adora as ervas de fumar dos elfos e por isso que vive com eles numa boa.

Nada contra os elfos, mas como são uma raça fresca. Principalmente os machos que praticamente são tão sensíveis como as fêmeas, principalmente o viadinho do meu irmão. Não sei como aquele covarde ficou tão forte como guerreiro, mas ele é um fracote perto de mim (os bárbaros são um classe que tem uma força física superior aos guerreiros).

Chego em minha casa e comeria alguma coisa até quando alguém bate na minha casa. Quando vejo é a Wendy acompanhada por três individuo que nunca vi na vida. Parece que é uma ninja, uma nobre que está usando um véu laranja e um homem. Pera aí. Wendy andando com um homem? Isso não é coisa de ver todo dia. Vendo o cara parece que é um guerreiro, mas está se vestindo como mago. Algo não faz sentido. Pelo menos esse cara não tem cara afeminado. Detesto homens com cara afeminado.

– Wendy. O que devo a honra de sua visita? – eu digo, convidando o grupo entrar na minha casa.

– Parece que arrumando um jeito para tirar seu cinto de castidade élfico.

– É mesmo? – mostro um pouco de desinteresse, mas por dentro estou curiosa, afinal os elfos tem uma porra de costume de colocar cinto de castidade nas elfas.

Por que os meus pais inventaram de colocar em mim que sou uma orc? Ta certo que tenho sangue de elfo, mas eu não gosto da cultura elfo, por isso que virei bárbara para ter liberdade. Anos atrás tinha um romance inocente com um elfo, mas ele foi morto por um ser misterioso vestido de vermelho e azul.

– E como pensa tirar. Esse lacre só meus pais consegue realizar isso – eu continuo falar.

– Nós conseguimos um mago que pode quebrar esse lacre – disse Wendy.

– Interessante – olho para o mago – e você acha que consegue – falo em um tom ameaçador para testar a reação desse mago.

– Para mim isso não é nada – responde o mago seguro. Incrível que ele não demonstrou nenhum medo.

– Interessante. Então você é um mago forte?

– Muita gente me considera como Mago Lendário, os elfos me considera como Mago Sangrento.

Já ouvir falar nessas historias. Como fui criado por elfos o Mago Sangrento era uma das principais historinhas para assustar criança. Eu ainda não estou convencida.

– Se é tão lendário, eu imagino que não se incomoda de lutar contra Wendy.

Narração de Wendy

Mas o que? O que Shelly quer com isso?

– Para mim não é muito problema – disse o mago me irritando. Eu não sei o porque, mas esse mago é muito irritante. Ele tem uma personalidade que me traz os sentimentos desagradáveis.

– Eu só preciso de uma espada – eu digo.

– A luta vai ser sem armas, só luta corpo a corpo – disse Shelly. Quero ver que esse mago vai fazer, afinal em uma luta física eu ganho. Eu sei que Jenny não vai gostar, mas como ela não está aqui (está com Bebe indo até aonde a carruagem real está para preparará para partir).

– Corpo a corpo. Que interessante – disse o mago colocando seu cajado em pé (parece que está firmado através de mágica. Tira o manto de mago e a camisa ficando só de calça preta e bota.

Eu já tiro minha blusa roxa ficando só de camisa branca. Também amarro meus cabelos para trás para não ter problemas.

– Quero ver até aonde você é capaz – disse o mago estalando as mãos.

Partindo rápido me aproximo e dou um soco bem dado no rosto dele. O soco tem efetivo chegando até derrubá-lo. Na minha visão periférica vejo que a princesa fica apreensiva. O mago se levanta lentamente com a mão no queixo. Ele não está mais com a expressão confiante.

Parto para mais um ataque, mas desta vez o mago quase me acerta um soco, sorte que defendi. Uma coisa estranha é ter dado um passo para trás por causa da força do soco. O mago vem na minha direção e desfere umas seqüências de soco que me força ir para defensiva. Eu não esperava que ele investisse muito na agressiva. O máximo que estou podendo é me defender e andar para trás até eu me encostar até uma parede. Se continuar com esses ataques vai ser meu fim.

Esperando uma brecha consigo pega a cabeça dele, em um movimento rápido, e taco a cabeça dele na cabeça. Ele está desnorteado ótimo. Desta vez parto para o ataque desferindo diversos golpes, ele tenta se defender, mas meus ataques são mais persistentes e rápidos. Logo ele cai. Posso ver que está com a cara toda arrebentada e diversos ferimentos do corpo. Ainda não me deu por satisfeita e começo a chutá-lo.

– Wendy pare – disse Shelly gritando. Não é típico dela gritar para eu parar, afinal ela é uma lutadora que não demonstra muito misericórdia.

Eu paro de bater no mago e quando olho em volta percebo que a princesa está apontando uma flecha para minha direção. Pelo olhar dela se eu desse mais golpes no mago a mesma não pensaria duas vezes em atirar.

– Está tudo bem, Kenny. Ela parou – sua guardiã convence dela abaixar o arco.

– Parece que o seu mago não é tão lendário assim. Acho que sobre a idéia de ceder algumas guerreiras está...

– Boo Wendy. Boo – uma voz me interrompe meu discurso. Eu reconheço a voz que é do mago. Ainda tem força para falar. O mais estranho que a voz está atrás de mim, algo muito estranho, já que ele está quase no meu lado e abaixo de mim.

Olho para trás e vejo o mago sentado no chão em posição de meditação, vestido normalmente e perto do cajado. Olho para meu lado aonde o mago era para está no chão e ferido e vejo um corpo se dissolvendo como feixe de luz.

– Seu trapaceiro. Você usou magia – eu grito para ele.

– A regra era para não usar armas, mas ninguém falou sobre magia – falou calmamente. A Shelly ri com essas palavras – também você não pode falar nada, afinal você usou sua áurea de guerreira ao seu favor.

– Que áurea?

– Guerreiros mais experientes desenvolvem golpes que se assemelham a magia fazendo que sejam fortes combatentes no campo de batalha. Outra coisa que desenvolve é uma áurea que aumenta os atributos físicos, enquanto estão em um combate. Sua força está superior a um humano bem treinado por causa dessa áurea e vejo quando ela se ativou instintivamente quando estava recebendo ataques do meu golem clone. Eu não trapaceei, apenas usei uma apólice contra trapaça.

– Meus parabéns – Shelly começa bater palmas – eu nunca vi um mago encarar alguém fisicamente. Pra mim já é o bastante para confiar. Então você consegue tirar meu cinto de castidade?

– Eu consigo — responde o mago.

Que bom que Shelly vai ter seu cinto de castidade tirado, mas fico decepcionada por não ter conseguido dar uma lição para esse mago. Pelo menos a Jenny está aprendendo tudo com ele e logo vai ser uma maga poderosa. Sem contar que mesmo ainda sendo discípula conseguiu fazer que o mago seja o neko dela.

Também percebo que a princesa está mais aliviada. Será que ela está gostando do mago? Eu nem vou me meter nisso.

Narração de Cartman

Todo o grupo está no quarto da orc. Eu expliquei para tirar o cinto de castidade precisa está deitada. A orc chamada Shelly tira sua parte de baixo de sua roupa revelando sua nudez ou que pelo menos que o lacre permite. Com o lacre parece que ela não tem vagina e boa parte do formato da bunda é ocultado. Até o ânus é tampado magicamente. A impressão que dar que está usando uma roupa com a mesma textura de pele para esconder a cintura para baixo.

– Então é assim o lacre. Como faz para ir ao banheiro? – pergunta Tammy.

– Quando tem necessidades físicas pode ir ao banheiro que saíra como se não tivesse o lacre – explica a orc.

– E como faz para limpar?

– A magia do lacre faz esse trabalho.

– Isso é nojento.

– Tenho que concordar.

– Eu vou começar a magia. Sugiro a todas não me interromper, afinal eu preciso cantar e realizar magia ao mesmo tempo – eu digo.

– Cantar? Para que precisa cantar? – pergunta a orc.

– O cinto de castidade abre quando os pais elfos cantam. Cada família élfica tem um canto em especifico como se fosse uma senha. O que eu faço é usar um canto universal e forçar com a magia para o lacre ser destruído – eu explico – esta pronta?

– Sim.

– Abre as pernas e relaxa – a orc fica vermelha. Logo eu percebo que essas palavras também têm conotação sexual.

A musica que canto para começar é a seguinte:

“Christmas time is once a year.

Every creature holds it dear.

Every animal big or small,

Christmas means the world to us all.

It's once a year, it's Christmas time!

When we hear about how Christmas only comes

Once a year”.

Enquanto eu canto faço um quadrado no ar assim materializando um quadrado de energia. Depois coloco meu dedo indicador no meio do quadrado aonde toda energia concentra na minha unha. Da impressão que minha unha está fina como um ferrão de uma criatura. Logo aplico na região aonde precisa localizar a vagina da orc. Faço tudo isso enquanto canto.

– Ta esquentando – disse Shelly. É uma reação natural do processo tirar o lacre.

Repito a canção novamente desta vez uso o indicador e o dedo médio de cada mão para massagear as regiões aonde vão aparecer o ânus e a vagina. Vejo a orc se estremecer. Me esqueci de falar que essa sensação do lacre ser rompido é a mesma sensação de ter os dois canais estimulado, ou seja, é a mesma sensação que a orc estivesse se masturbando. Pode parecer algo pervertido meu, mas isso é necessário, já que estou forçando o lacre ser quebrado com uma sensação que ela nunca sentiu.

Agora vem a parte que preciso mais de concentração. A parte que meio ‘aspiro’ a magia do lacre. Usando minha mão direita como tudo eu sugo a magia do lacre, enquanto eu canto. Preciso sugar no lado direito e esquerdo (uma de cada vez), duas vezes. O processo termina, quando a orc entra um orgasmo, atitude que quebra o lacre. Nitidamente por alguns segundos vejo toda a nudez dela, antes de algo acertar a minha cara. O que aconteceu que o orgasmo dela espirrou na minha cara. Acho que isso nunca aconteceu quando fiz com uma elfa.

Eu não sei o que aconteceu, mas eu perco os sentidos.

Narração de Stan

Eu chego em uma província humana. Tenho que admitir que essa província é muita estranha, afinal são as mulheres que estão no controle da mesma. Como já vi aqui, vou logo direto para a casa da minha irmã mais velha (50 anos de diferença).

Quando eu chego, desço do Sparky e entro na casa da minha irmã sem cerimônia. Assim quando entro na residência escuto um barulho estranho. Parece que minha irmã está... gemendo? E o barulho ainda vem do quarto. Usando a minha audição (que para os elfos é muito aguçada) escuto batimentos cardíacos de cinco seres do quarto. Uma parece que é minha irmã.

Pego um disco de ferro que sempre carrego e começo a girar para arremessar. Meu alvo vai ser aquele que está perto da minha irmã.

Narração de Wendy

O cinto de castidade é tirado por uma experiência sexual? Muito estranho, mas funcionou. De repente algo destrói a porta de madeira e acerta a nuca do mago fazendo o desmaiar. O lado cômico é que o mago cai de cara entre o meio das pernas da Shelly. Eu não tenho tempo para me preocupar com os dois. Já pego uma espada próxima e fico de guarda.

Quando me dou por mim é um elfo usando uma enorme espada que entra com tudo. É raro ver algum elfo usar uma arma pesada. A princesa Kenny dispara duas flechas contra o elfo (fico admirada da agilidade que a loira disparou as flechas) que defende com a enorme espada. Eu já avanço e ataco. Começo a duelar com o elfo em um combate de espada.

Eu sou a melhor espadachim da província e mesmo assim esse elfo está lutando de igual para igual. A guardiã da princesa ataca laçando a adaga que força o elfo a sair do quarto para esquivar.

– Ei Sparky – disse o elfo fazendo que um enorme cachorro destruísse a parede da casa da Shelly e avançasse na direção da princesa e a guardiã.

Começo a lutar contra o elfo em um combate de espada. Tenho que admitir que mesmo com uma arma pesada está sendo rápido suficiente para defender todos os meus ataques, mas mesmo tendo força suficiente para manobrar aquela enorme espada estou conseguindo defender todos os ataques.

Escuto uma canção muito bonita de alguém cantando opera, mas não tenho tempo para saber quem está cantando já que estou em um combate disputado com o elfo.

– Ei elfo – diz a princesa chamando atenção do espadachim élfico.

Quando nós dois olha para princesa ela está com a parte de cima do vestido despido, enquanto balança os seios em um sinal de sedução. O elfo fica olhando os seios da princesa. Isso me irrita. Tanto que a princesa tem seios maiores do que eu e pelo fato do elfo está quase babando para os seios dela. Elfo ou homem, são todos iguais. Uso uma disciplina chamada fúria (uma técnica que aumenta três vezes a minha força) e acerto o rosto do elfo com toda minha força.

Minha vitima voa pelo impacto e cai inconsciente. Ele seu deu mal. Quem mandou ser pervertido

CONTINUA

Notas finais
Eu mesmo tenho que admitir que a atualização foi mais rápida do que o normal. Praticamente levei um dia para escrever, mas tenho motivo para ser mais rápido desta vez. Sempre tinha planos de escrever meu próprio livro, mas nunca tive a coragem. Depois de ver uma palestra de alguns escritores brasileiros que escrevem livros de fantasia me motivei a escrever. Por isso que os capítulos vão sair com mais palavras a partir de hoje, porque estou me acostumando a escrever no ritmo de um escritor (que precisa ter no mínimo um ritmo de 10000 por dia). Ainda to me aproximando da metade. Para aqueles que estão curiosos para saber como vai ser o livro vai ser uma lapidação de uma fanfic original minha chamada “Projeto Apocalipse” aonde trato os temas de sociedades secretas como os Iluminados. Resolvi atualizar essa fic porque as idéias estão mais fresca, mas logo vou me focar para escrever a minha outra fanfic. Prometo. Sobre as curiosidades nessa fanfic que o ‘conselho da luz’ é o mesma reunião das garotas na serie e no jogo. Que a musica que o Butters canta é a musica que ele canta algumas vezes na serie. E a pratica de quebrar o lacre é uma parodia da parte do abordo do jogo, tanto que a musica que Cartman estava cantando é a mesma musica que parece na cena que precisa praticar um abordo (uma no Randy e outra em uma maquina). Nesse capitulo tem uma importante porque já mostra em uma diferença de classes como guerreiro e mago. Assim como fazendo uma parodia do episodio que Cartman e Wendy brigaram fisicamente. Parece que o terceiro episodio (vendo o trailer dele) vai favorecer muito os fãs de Candy e pode abrir espaço para os fãs de Yuri (segundo as previas de sinopses parece que Wendy tem um comportamento lésbica ao ponto de se vestir de homem e Cartman não gosta nenhum pouco disso). Como todo o episodio de South Park não pode levar o que vai acontecer no episodio a sério, mas talvez seja o episodio que pode ser muito usado para quem escreve fanfics. Até a próxima.