Os senhores de Zaron

30 A jornada do Rei Elfo


Narração de Rebecca

Quando voltei para os elfos pensava que meu auge foi trabalhar como guardiã para antiga rainha, que é a elfa lendária que derrotou o mago sangrento. Nunca pensei que o próprio rei me escolheria, o grande Kyle Broflovski que acabou com a guerra com os humanos, para ajudá-lo. Ainda enfrentou a própria mãe para solicitar minha presença. Estou montada no alce atrás da garupa do rei.

— Vamos descansar um pouco, já está anoitecendo – disse o rei fazendo o alce parar e se abaixar. O rei desce rapidamente. Eu já estava me preparando para descer, mas o rei oferece a mão para mim e diz — deixa eu ajudar descer senhorita.

— Meu rei. Eu não sou digna de tal gentileza – apesar de ser tentador aceitar a gentileza eu não posso me permiti ser tratada como uma elfa de alta classe. Sou uma assassina, uma meia-elfa e não tenho meu cinto de castidade.

— Por favor me chame de Kyle. Eu insisto minha lady – ele fala de forma gentil e não autoritária.

Eu pego nas mãos suaves do rei e desço do alce. Incrível como as mãos são tão suaves parecendo um conjuntos de pétalas reunidas uma área, junto com a firmeza que só um nobre pode ter.

— Obrigada... Kyle – me segurei para não responder meu rei.

— Eu trouxe pão para a gente – disse o rei pegando dois tabletes pequenos de pão élfico.

— Obrigada – eu pego. Nunca ninguém foi gentil assim comigo, não na sociedade dos elfos – meu senhor, eu ando questionado o motivo de minha presença pra sua comitiva pessoal, afinal existem muitos elfos mais habilidosos do que minha humilde presença.

— A questão de trazer aqui que suas habilidades de assassina são mais altas do reino dos elfos. O Mago Sangrento tem a assassina dos humanos ao lado dele, cabe a questão como vai usa-la. Preciso me precaver – ele acaricia o alce que come a grama.

— Está falando de Tammy? – eu me sento no chão na grama.

— Tammy? – ele senta ao meu lado.

— Aquela que é guardiã da princesa dos humanos.

— Ah sim. Não sabia que o nome era Tammy, mas o que tem ela?

— Ela é minha irmã.

— Sua irmã? Então ela é meia elfa?

— Exatamente.

— Fico surpreso que os humanos aceitem meios-elfos entre eles.

— Tammy puxou mais o lado da minha mãe, uma humana que infelizmente já faleceu. Eu já puxei junto com meu irmão gêmeo o lado do meu pai, um elfo renegado.

— Por que ele se tornou elfo renegado?

— Ele não queria ser uma Newhalf.

— Quantos anos que você tem Rebecca?

— 22.

— 22? Em esse espaço de tempo conseguiu ser a melhor assassina dos elfos?

— Sendo um elfo renegado, meu pai passava por difíceis situações financeiras, então tive que me adaptar no ritmo dos humanos, até quando conseguir trabalhar como protetora de sua mãe.

— Fico impressionado como os humanos em tão curto períodos eles conseguem virar adultos. Oh seres apressados.

— Os humanos são mortais. Eles envelhecem antes dos 100 anos. Tendo uma vida tão curta é logico que são apresados.

— Nunca parei pra pensar nisso.

— Claro que isso não justificam suas ações. Por exemplo, se eles estivessem aqui eles fariam uma fogueira não só pra enxergar como para se aquecem – digo a verdade. Se minha irmã tivesse aqui faria uma fogueira. Ainda bem herdei a característica de enxergar bem de noite, algo exclusivo dos elfos.

— E como é trabalhar para minha mãe? – Kyle se deita para olhar para os céus.

— É uma vida muito tranquila – eu digo pensando na vida que tinha antes. Meu apetite sexual era de igual de uma humana. Me deixei com diversos machos e até algumas fêmeas mais que uma meretriz humana. A maior conquista para um elfo é conseguir alguém para se passar a eternidade, mas isso já não posso ter. Parece que preciso me contentar fazer boquete em diversos machos, inclusive de centauros.

— Eu conheço minha mãe. Sei como ela pode ser muito autoritária.

— Não tenho muito que reclamar, afinal meus serviços eram mais domésticos. Acho que a única vez me preparei para defende-la, foi quando estava na comitiva para trazer seu guerreiro pessoal.

— E minha mãe foi incompetente em libertar Stan de volta.

— A minha senhora entrou conflito com a líder daquela província humana, mas a mãe do guerreiro propôs uma trégua que acabou com conflito.

— Não é muito inteligente irritar a elfa lendária.

— Eu me pergunto se os centauros vão ajudar os elfos.

— Eles são competitivos, meu rei. Se você mostrar é um bom competidor eles vão se unir.

Kyle sorrir pra mim. Como é bonito esse sorriso dele.

Narração de Tweek

Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos. Ainda não chegamos.

É muita pressão conduzir a carruagem real. Principalmente quando tem uma das líderes das amazonas e os líderes dos góticos mais seu demônio também para proteger. Se alguma coisa acontecer algo com eles isso pode acontecer uma guerra civil. Que pressão. Me lembro na época que estava estudando para ser bárbaro um cara de armadura vermelha e outro de escudo redondo no colégio, mas isso é uma longa história.

— Tweek relaxa, já estamos voltando para a capital – disse Token que está no meu lado.

— Mas ainda estamos no meio da estrada. Se algo acontecer?

— É nosso dever dá proteção.

— Mas se a gente falhar?

— Tweek. A gente está cansado de conduzir o rei para as tabernas e nunca teve um misero ataque. Por que atacariam logo a princesa?

— Acho que Tweek está certo de se preocupar – Butters aproxima da gente. Ele estava no lado de trás da carroça fazendo a defesa da retaguarda – apesar de exagerar pelo stress.

— Mas a orc foi sequestrada. Você ainda quer que relaxe? – eu digo

— Eric foi resgata-la.

— Já passou um dia ele ainda não voltou.

— Tem a questão da viagem.

— Vocês ficam quieto, porque tem algo a frente – disse Token fazendo a carroça parar.

Ai meus deuses. Já pego minha espada, pronto para luta. Para meu alivio é só uma carroça civil.

— Minha senhora. Prestamos assistência para o civis? – Butters se comunica com a princesa – entendido – ele pula da carroça e Token vai seguindo.

Espero que não seja nada grave. Isso é muita pressão.

Narração do Butters

Me aproximo da carroça com cautela para saber se é uma emboscada ou são civis que precisam de ajuda. Eu tenho iniciativa, porque como paladino consigo me defender melhor em um ataque esperado. Vejo dois humanos de minha idade: um homem loiro e uma mulher ruiva gravida deitada. Aparentemente são só civis.

— Vocês estão bem? – eu digo para eles.

— Não muito bem, a carroça quebrou e estou com dificuldades de chegar na província das amazonas, minha esposa está gravida, preste dá a luz – disse o loiro.

— Red? – escuto Bebe atrás.

— Bebe – disse a mulher com dificuldade.

— Há quanto tempo. Não sabia que estava voltando para a província.

— Eu estou, quero que minha filha nasça na província. Pior que a bolsa estourou não tenho tempo.

— Oh meu deus – disse Bebe – Tammy, Jenny. Venha me ajudar. Vai ter alguém que vai dá a luz.

— Luz? Por acaso essa humana vai virar lâmpada? – vejo a líder dos góticos se aproximando. A mulher gravida e o senhor ficam assustados.

— Não se preocupem, é uma aliada que veio da província dos góticos. Não se preocupe. Como se chama meu senhor? Eu sou Butters, o paladino.

— Sou Gregory.

— Senhor Gregory, me acompanhe. Deixe as mulheres realizarem o pacto.

Será que deixa ‘Visca’ pode atrapalhar o pacto? Acho que sendo uma fêmea não vejo problemas

Narração de Vriska

Ótimo, os humanos pararam a carruagem para ajudar uma mulher gorda que está com dor de 8arriga. Já vi frescura, muito nesse universo, mas essa situação é a mais fresca que já vi. A mulher está gritando de dor e respirando rápido só por causa de dor. Que exagero.

Vejo a assassina e a maga correndo para ela e fazendo deitar. Vejo a loira pegar água e panos. O que será que elas estão tramando.

— Empurre – diz a maga.

Espera um pouco. Elas vão fazer ela cagar? Que tipo de tratamento é esse? Parece que eles vão puxar a merda dela, já que estão na frente. Que droga é essa? Parece que ela vai soltar um tijolo.

Sei que ainda é divertido vê-la gritando de dor. Se tivesse uma câmera eu filmava. Mandava até pra Kanaya que tem fetiche por humanas para ver a cena. Estão limpando ela direto e incrível que pareça que as toalhas ainda não estão marrons. Vendo com mais detalhe, não estão no cu dela, mas na 8uceta. Nunca vi um tratamento de dor de 8arriga fazer alguém ser estimulado. Ainda não está dando resultado, porque a mulher gorda não para de gritar.

De repente escuto um choro agudo e a 8arriga da mulher diminui quase instantâneo. Que magia é essa que fizeram? O que é aquilo que estão segundo nos 8raços?

Narração do Cartman

Shelly está cavalgando o lobo com muita velocidade, induzindo eu abraça-la por trás para não cair. Desse nível de velocidade chegaremos na província das amazonas em breve. De repente vejo a carruagem parada. Será que aconteceu alguma coisa.

— Eric – disse Butters acenando com as mãos.

— O que aconteceu? – disse logo depois que Shelly para o lobo e desço.

— O problema com ‘Vica’.

— Se fala Vriska. O que tem ela?

— É melhor você ver com seus próprios olhos.

Sigo o Butters alguns metros e vejo uma cena inusitada: Vriska deitada no chão em posição fetal. O que aconteceu com ela

CONTINUA

Notas finais
Realmente tenho que perdi a todos desculpa pelo grande atraso da atualização não só dessa fic como outras fics minhas. É que atualmente meu tempo está muito escasso e quase não tive tempo para escrever. Sem contar com problemas pessoais que me induziram resolver muitas coisas. Eu estou revisando todas minhas fics e sério, encontrei muitos erros de português. Senhores de Zaron revisei o primeiro capitulo, logo vou fazer com todos. Agradeço a todos pela paciência da espera. Até a próxima.