Os senhores de Zaron
31 Assuma a Responsabilidade
Narração da Kenny
Chegando novamente para o recinto das amazonas. Mal vejo a hora de chega no castelo para que meu irmão me case com Eric. Não quero dividi mais com maga traíra, nem com a orc amazonas (Tammy percebeu que a orc não resistiu aos encantos do Eric) e nem mesmo com essa demônia que deu uma de sentimental e agora está no colo do meu Eric. Não exatamente está aos beijos, mas ela entrou em depressão por ver um parto e só meu futuro marido que conseguiu tirar do lugar.
A única que estou disposta a dividi meu Eric é Tammy. É bom senti prazer de uma mulher e um homem ao mesmo tempo. Nem casei e tanto eu como meu marido já temos uma amante em comum. Eu queria está no colo do meu amado nesse exato momento, mas preciso esperar. Afinal foi com ele que finalmente tive liberdade sexual. Foi com ele que me tornei mulher. Foi com ele que eu e Tammy ficamos mais unidas do que nunca. E pensar que quase a gente desentendeu, mas por fim nossa amizade chegou um novo patamar.
Estou entediada, preciso me distrai um pouco. Vejo uma mosca voando fora na carroça. Uma ótima oportunidade de treinar minha mira. Pego uma flecha e atiro com meu arco. Minha mira foi perfeita.
— Irmã, o que está fazendo? – Karen pergunta para mim.
— Praticando um pouco de arco e flecha – respondo – acertei uma mosca agora.
— Você deve ser a melhor arqueira de Zaron, mas uma flecha lançada ao nada pode ser perigosa.
— Mas o que minha flecha pode acerta. Estamos praticamente no meio do nada.
Narração de Casey
— Eu sempre me pergunto, porque você não fala – escuto a fada Damiana sempre com o mesmo questionamento. Ela sabe que não vou responder. Para que ela insiste?
Só olho para ela e sorrio. Não é porque nunca quis aprende, mas gosto de me comunica assim, porque assim fico mais perto do papai e da mamãe. Só gostaria poder de fala para Eric alguns secretos que seu nascimento. Espero que papai não enrole Eric por mais tempo. Ele merece saber a verdade.
— Você é um pé no saco mesmo. Como sendo filha do Deus do Vento, consegue só mesmo fala a palavra Eric? – mesmo conseguisse falar, não diria nada. É divertido ignorar a Damiana – como pode ignorar a filha do demônio?
Eu acho um saco dela fica toda hora lembrando para todo mundo que é perigosa, filha do demônio e tem poderes. Parece só sabe falar isso. Conheci seres de outra dimensão que eram interessantes. Tinha um em especial que era meio medido, mas até ele mesmo não insistia tanto, já que queria alguém no seu lado. Ela não, é chata que só. Eu também tenho poderes, aprendi com mamãe e mesmo assim não fico expondo isso como se fosse a coisa mais especial do mundo.
— Sabe Casey, você tinha me respeita, afinal o inferno é um lugar terrível. Você não sabe o terror existente aonde nasci – se ela soubesse do que já vi, ela ficaria calada, mas vou deixa ela na ignorância – eu tenho controle do reino do meu pai. Se eu quisesse dominaria todo mundo.
Eu ri. Realmente ela não sabe de nada.
— Acha que to mentido. Eu quero uma flecha me acerta se eu tiv... – de repente uma flecha acerta levando para o chão.
Tiro certeiro. Está morta. Pelo menos por enquanto. Finalmente posso te um pouco de paz. Preciso me preocupa com meu irmãozão.
Narração de Cartman
Paramos na província das amazonas. Eu vou te certo trabalho com Vriska. Imaginava que ela não iria reagi bem sabendo dos partos dos seres de Zaron, mas não esperava que ficaria traumatizada sabendo disso. Também não é algo bonito de ver. Lembro-me que minha mãe fez um parto de uma amiga e espiei. Pra que... fiquei três dias sem dormi. Imagine para um ser que não possui parto ver um parto. Levei-a para um quarto e uma hospedagem para ter privacidade em falar com ela. Ainda assim vai ser difícil tira ela dessa situação.
— Parece que descobriu como é um parto da pior forma possível – eu digo me sentando em uma cadeira que está no lado da cama onde está deitada. Cruzo as pernas, enquanto descanso um pouco.
— Isso é horrível – ela diz bem baixo. Até joguei uma magia nos meus ouvidos para entende seus sussurros – como vocês suportam isso?
— Esse tipo de nascimento já ocorre na natureza, entre os animais que consideramos mamíferos. Claro que ver um pacto não é algo bonito de ver. A propósito, só as fêmeas que pari.
— Isso é assustador e nojento.
— Esse é o motivo que somos tão apegados aos filhotes e temos costumes de cria-los.
— Faz sentido – Vriska suspira – acho que se um filhote saísse dentro de mim, eu iria cria-lo.
— Conseguiu entender os humanos – eu sorrio fazendo Vriska também sorri de forma cansada.
Ficamos em silêncio, sem falar. Até cancelo minha magia de escuta melhor, só ficando com minha audição natural. Faço um cafuné nela para tenta anima. Eu imagino que amanhã vai está totalmente recuperada.
— Eu detesto demostra fraqueza – ela fala baixo, mas suficiente para escuta com minha audição normal.
— Entendo como é – falo suspirando – está em uma situação que impede de uma reação nossa. É algo frustrante.
— Sou descendente de Marquise Spinneret Mindfang, uma lendária pirata de minha espécie. Acho frustrante não consegui nem chega perto da fodisse dela.
— Você montou uma tripulação aqui em Zaron de raças diferentes e conquistou os mares. Isso é algo foda.
— Sim, mas nunca consegui vencer aquele elfo moleque, isso porque tinha um barco mágico. Que tipo de pirata que sou.
— Ainda acho das melhores.
— Fácil fala isso, já que você é fodão entre os humanos ao ponto de se considerado lendário.
— No meu tempo ativo nunca fui considerado mago lendário. Apenas era um mago que conseguia usa magia em uma luta – fecho os olhos suspirando – nunca consegui fazer nada sozinho. O que fazia de melhor era manipular os outros para sujarem as mãos no meu lugar. Não tem nada de nobre isso.
— Engraçado que os outros te veem como um herói que vai salva todos – Vriska fica sentada, abraçando as próprias pernas.
— Vão ficar decepcionado quando me conhecerem melhor – abro meus olhos.
— Parece que fez muita coisa de ruim na vida.
— Tipo, quando era criança fiz um casal morre para fazer chili só para traumatiza um menino mais velho que pegava no meu pé.
— Isso foi cruel. Isso foi sanguinário. Eu adorei.
— Parece que sua espécie não liga muito em mata.
— Isso é terça-feira. Se bem que já fiz coisa pior – desta vez ela que fecha os olhos – eu manipulei a mente de alguém para matar seu próprio matesprit. Eu ceguei minha kismesis, só porque ela contou que estava manipulando alguém. E por fim matei com minhas próprias mãos alguém que queria ter matesprit.
— Isso que se é uma terça-feira bem agitada – brinco um pouco.
— Mas me culpo por isso. Se tivesse outro meio não faria nada disso, mas senão não seria respeitada e temida.
— É tão importante assim ser respeitada e temida.
— Sim, senão não serei uma descendente digna de Mindfang.
A gente fica em silencio mais uma vez. Incrível como encontro facilidade de me abri com Vriska. Mesmo sendo de espécie diferente parece que somos muito... iguais.
— Eu nunca tive alguém para me inspirar. Minha mãe era uma simples taberneira que... ficava com outras pessoas com facilidade. Não tive nenhuma aceitação das escolas de classes. Consegui entrar na classe de ranger, mas logo fui transferido para a escola de magos. Além de me esforça na magia tive que manipula muita gente até alcança um lugar no conselho. O mais irônico que nesse conselho que fiz pela primeira vez amigos. Algo que nunca tive. Talvez se tivesse uma inspiração teria sido mais tranquilo.
— Nãos seria – Vriska se senta e olha para mim – até nas minhas reações tentei imita Mindfang. Eu terminei com meu primeiro kismesis de qualquer jeito, porque Mindfang fez a mesma coisa com o dela. Forcei um matesprit com um descendente de um herói no passado, que me fez tanto desgasta como o troll que tentei. E até mesmo na minha kismesis tentei trata como inimiga, já que ela é descendente de uma rival da minha. Eu sou uma escoria.
— Não é Vriska. Você lutou pelo que acredita. Talvez não seja da melhor maneira, mas não ficou de braços cruzados.
— Só queria ter podido fazer as coisas de forma não cuzona.
— Eu sei como é. Muitas vezes queria agi mais bonzinho, mas as pessoas sempre me tratavam com ódio. Só revidava o ódio com mais ódio.
— Se você fosse um troll faria sucesso com kismesis – Vriska ri, isso é bom. Tirei ela da tristeza – por que era tão odiado?
— Eu não gosto de admiti, mas porque era... gordo – essas palavras quase rasgam minha garganta.
— Ué? Isso tem algum problema? Eu também era... gorda – Vriska tem uma reação parecida comigo.
— Para os humanos, pessoas gordas, são motivos de piada. Tive que ser agressivo para não recebe agressividade à toa.
— Eu precisava ser agressiva porque tinha que alimenta minha lusus que tinha uma dieta de trolls. Se não alimentasse eu seria a próxima refeição.
— Se minha mãe comece elfos, com certeza levaria pra ela.
— Eu também não teria nenhum problema em leva outras espécies.
A gente ri. Incrível como me sinto tão à vontade com ela. Claro que tenho a princesa Kenny, Tammy, Jenny e Shelly, mas essas tenho uma relação mais desenvolvida com elas. Vriska para mim parece aquela cumprisse que sempre procurava para meus planos. Não uma serva que faça, mas alguém que não fique com um falso moralismo. Incrível como olhando para seus oito olhos (pra mim são oito mesmo) parece que estou hipnotizado, mesmo consciente tudo em minha volta. Ela também está na mesma situação. Sinto meu coração acelera e minha fase corar. O que está acontecendo comigo?
— Matesprit – escuto ela falando como se tivesse em transe.
— Heim? – não entendi.
Vejo ela se espantando como se me visse algo assustador. O que será que eu fiz? Depois sorri de orelha a orelha.
— Ora, ora. Quem diria que você Eric seria meu matesprit.
Eu arregalo os olhos com a notícia.
— E-eu... s-sou... seu m-matesprit...? – Kenny, Shelly, Jenny, Tammy e agora Vriska. Que porra que está acontecendo com as fêmeas de hoje em dia? Eu nunca consegui ninguém sequer e depois de 1000 anos, bucetas tão chovendo em minha direção. Pelo menos até aonde sei da Vriska, não conheço a anatomia dos trolls.
— Sim. Realmente só alguém lendário para me chama atenção. Depois de mais 100 anos nunca me interessei por ninguém nessa terra de Zaron – ela se levanta e começa anda em círculo.
— Vriska. Acho que você ta enganada – me lembrando.
— Enganada? – ela para e olha para mim – você agora é matesprit. Assuma a responsabilidade – ela se aproxima de mim.
— E o que você quer que eu faça?
— O mesmo que você faz com suas vadias. Eu fiquei mais de 100 anos sem pega ninguém. Quero tirar me atraso – ela abraça meu pescoço – é uma pena que não tem nenhum balde aqui – balde? – mas posso me contenta com um beijo por enquanto.
Eu sou um filho da puta mesmo. Eu podia contra argumentar mais com ela. Que eu não sou seu matesprit. Mas no fundo mesmo eu quero ser matesprit dela. Kenny, Tammy, Jenny e Shelly. Vocês me perdoem, mas os lábios de Vriska estão me tentando tanto como os seus me tentaram. Parece que o lance de quadrante entre os trolls é algo mágico entre eles ou então só eu que sou um filho da puta que quer ser galinha. Claro que não é toda mulher que vi que quis pega. Senão não saía desse recinto feminino.
Abraço a cintura dela e tomo seus lábios como meu em um beijo sedento que posso descreve como sendo... de outro mundo. Parece que nossas bocas só foram projetadas para esse momento agora. Percebo que Vriska tem muita força, quase chegando arranca minha cabeça com tamanha ansiedade para prolonga o beijo (como se tivesse me queixando). Parece que fiquei todos os beijos que tive, só foi me preparar para esse momento. Vriska minha matesprit. Minha cumprisse. Minha vadia malvada que vai me ajuda a realiza meus objetivos.
Cada mulher que já tive teve um efeito diferente em mim. Kenny é a mulher que me despertou o sentimento de protege alguém. Tammy é aquela que me ensina nesse mundo que desconheço. Jenny é minha aprendiz fiel que compartilha a paixão para o caminho da magia. Shelly é a mulher exótica que me desperta um desejo primitivo para natureza agressiva dos orcs e um desejo quase homossexual de ter mais músculos do que eu. E agora Vriska a única mulher que não me preocupo em ser bom, minha companheira para minha ambição.
— Alias. Fique uma coisa bem claro. Eu não me importo que você fique com as outras vadias, afinal me acostumei com a ideia de os humanos terem diversos matesprit, porque sei que você é meu – depois volta me beija pela segunda vez.
Essas palavras até tiram um peso de minhas costas. Sei que as outras não vão aceita isso numa boa, mas pelo menos com Vriska é a única que tenho certeza que não serei abandonado.
Foram oito beijos. Cada um em oito minutos. Oito vezes que minhas mãos exploraram seu corpo e as dela o meu. Oito vezes que rimos um para outro. Oito vezes que olhei em seus olhos.
Meus parabéns Eric Cartman: acaba de te a mesma loucura de Vriska para o número oito.
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