Notas iniciais
Primeiramente, eu desejo uma excelente noite a todos e agradeço por tirar um pouco de seu tempo para cair de cabeça nesse mundinho que eu criei com muito carinho. Não deixem de comentar para me dar sua opinião, elogio, críticas construtivas, elas são sempre bem vindas, mas, por favor, evite palavras de baixo calão. É uma história completamente Beward. Desde já peço desculpas pelos inevitáveis erros.

Prólogo

Os louros de uma vitória não valem apena sobre custo de sangue inocente. É uma antiga lição, mas que poucos levam em conta, não que importasse, em uma guerra, não há escolhas.

Você sempre perde algo.

Na infância, eu adorava aprender novas estórias, mas de longe a minha preferida sempre fora sobre o começo do mundo que conhecemos hoje, de certa maneira, sobre a nossa primeira guerra.

Era difícil imaginar pessoas tão parecidas conosco, e ao mesmo tempo tão distintas como os humanos eram.

E aproposito, eles não foram os primeiros.

Quando eles chegaram, os nossos já jaziam e ensinaram a eles o mais básico dos ensinamentos, a ter esperança, mas houve um dia que eles deixaram para trás as coisas boas e tiveram seus corações corrompidos, eles aprenderam sentimentos cruéis, como o ódio e a inveja, aprenderam a matar seus irmãos sem hesitar.

Os poucos de nós que existiam escolheram se esconder, viver nas sombras, as coisas não foram fáceis ou simples, mas o grande criador em algum momento teve piedade, ele nos mandou quatro dos seus filhos e eles guiaram aqueles que sobraram a uma nova terra, aquela da qual os humanos haviam sido expulsos, éden.

Antigamente, escolhemos deixar os humanos porque eles eram fracos e nós, éramos poucos, e a morte nunca é a solução, os antigos eram mais sábios, os jovens, nós, somos tolos.

Agora nossa guerra não é contra humanos, seres fracos e frágeis, nossa guerra é contra nós mesmos, é contra os sentimentos mesquinhos que tomou conta de nós e que é alimentado, atiçado a cada momento.

Um de nós se ergueu, e ele trás ira nos olhos e sangue nas mãos.

Não há escolha, não há fuga, temos de lutar pelo único mundo que nos pertence, temos que lutar pelas coisas de não acreditamos e pelas que temos pouca fé.

Temos de lutar pela vida que conhecemos. Ou morrer tentando.

— Esqueçam os bons tempos, eles acabaram e tempos ruins estão à espreita, as semanas que se passaram não foram nada, ontem não foi nada, nós iremos vê muito sangue inocente derramado, vamos chorar pelos que se foram e as vezes perder a fé, mas quando isso acontecer, lembrem-se, eles podem tirar tudo de você, anda assim não podem tirar quem você é. Enquanto um vive, todos nós vivemos.

— Aqui quem fala é Butterfly e está é a resistência.

Notas finais
Há alguns anos eu tenho essa ideia louca de juntar as criaturas sobrenaturais, e para ser sincera eu já fiz algumas tentativas, minha primeira conta foi Marie- volture e eu esqueci a senha em um período que eu estava reeditando a história, então ela está com grandes buracos negros entra os capítulos, e sinceramente eu me envergonho da minha gramática, se hoje é terrível, cinco anos atrás era ...algo sem palavras. Depois criei uma nova conta , mas nunca eu fiquei satisfeita com o rumo da história, era muito crua e ruim, então deletei a conta. E agora estou aqui fazendo uma nova tentativa e conto com vocês para embarcarem comigo nessa ideia louca. beijões e grandes abraços.