Os Quatro Bruxos.

7 Preparativos para a Missão.


OBS: A NARRATIVA PASSA A SER DE SAM!
Algumas semanas se passaram desde que Leonardo Borman e sua turma chegaram aqui.
Eles estão progredindo rápido, na medida em que meu namorado Vini e eu também estamos já estão nos chamando de Captores ou de “Os Fodões Brancos”.
Vini e eu estávamos atrás de uma missão da qual pudéssemos leva-los, para verem como usar seus poderes na vida real e não apenas numa sala de aula, mesmo eles sendo alunos do primeiro ano e não do terceiro nos podemos leva-los desde que a missão tenha um nível baixo como B/C, C, C/D e D. Porque embora eles sejam bons é contra as regras expô-los em algo tão grande quando uma missão A e B seria muito arriscado por suas vidas em risco.
Nós já estávamos nos aproximando da ultima semana de aula antes das férias de Halloween.
Eu estava em minha ultima aula da semana, a professora Dora que ensina Magia das Trevas estava nos mostrando a ultima maldição penal que existe, quando um garoto chamado Leonardo veio nos chamar.
Saímos da sala e fomos ate a sala de comando de missões usada pelo chefe dos Captores de Daneva.
— Vocês, estão pedindo uma missão abaixo de B? – perguntou ele. – o que houve, querem umas férias?
— Não, não Srº, nós queremos levar alguns alunos para suas primeiras missões. – disse Vini.
— Isso vai dar muito trabalho para vocês. Cuidar de alunos do primeiro ano, não é fácil. – diz ele.
— Eu sei disso, mas admito que sinto estar preparada para tomar conta deles. – digo confiante.
Ele me olhou nos olhos procurando duvidas neles.
— Eu tenho uma, acho que vai servir bem para vocês essa missão que eu tenho aqui. – disse ele assim que ficou clara a minha confiança. – eles são bons?
— São sim. São seis Bruxos alquimistas muito talentosos e realmente poderosos. Vão superar a gente em pouco tempo se não tomarmos cuidado quanto a isso. – disse Vini sorrindo.
— OK! OK! Aqui esta a missão. – disse ele nos entregando um papel. – tomem cuidado e uma missão simples, mas pode se complicar.
Saímos da sala, felizes da vida e decidimos contar essa novidade para eles.
Corremos até a sala onde eles estavam, era o começo da aula de voou deles deviam estra na sala ainda.
Como disse, estão na sala, mas Safa já estava terminando a parte teórica.
Bati na porta e a abri.
— Com licença, preciso falar com Srº e Srª Borman, Srº e Srª Castell, Srº Muller e Srº Graciano. – disse Vini.
— Podem ir. – disse a Professora Safa com sua voz cantada e serena.
Leo, Stela, Kate, Kevin, Thiago e Matheus saíram da sala.
— Nós, temos uma missão para vocês irem conosco. – digo.
Kate tem uma reação exagerada e quase caio depois dela pular no meu colo.
— Qual o Ranking da Missão? – pergunta Thiago.
— B/C. é bem simples só temos que guardar um construtor de pontes de chefes de companhias navais. – digo lendo o papel em minha mão. – Ele chaga aqui na 3ª feira de manhã.
— Nós não temos roupas para ir em missões. Já que não se pode ir de uniforme. – Diz Stela.
Incrível como ela esta sempre preocupada com roupas.
— Tudo bem vamos hoje a noite compra-las e que na verdade são especies de armaduras. – digo sorrindo.
Nos despedimos e eles voltam para a aula de voou. Como nossas aulas já haviam acabado, fomos para nosso cantinho no alto da torre de Astronomia.
Gostamos de lá, porque é lá que o sol se põe, bem em cima do lago e isso deixa uma paisagem perfeita para nós.
— É uma boa ideia não é? – começo dizendo. – leva-los nessa missão?
— Claro que é amor. Eles são bons, realmente bons, são melhores que a gente quando estávamos no primeiro ano. Eles possuem um ótimo potencial Leo consegue unir sua alquimia com a dos outros já. Você o viu com o Kevin, a elevação gigantesca das chamas negras dele, graças ao ar de Leo. Leo e Stela criando um tornado. Stela e Matheus e Kate criando arvores. Stela e Thiago criando um Tsunami elétrico. É claro que se não fosse o Leo os ajudando teria demorado muito a sair algo dali. Ele é um bom líder, e eles são bons ouvintes. – o discurso de Vini foi bom, mas ainda não era o bastante para me fazer acreditar que tudo ia dar certo. – nós podemos ajuda-los a crescer ainda mais e eles podem nos ajudar também, temos muito a ver um com o outro e a forma de conhecimentos são distintos.
Não respondo, mas estou com receio por eles.
Mesmo sendo uma missão fácil, algo vai dar errado em alguma hora da missão como sempre acontece.
— Essa vai ser diferente Sam, sei que vai. Tudo vai ser diferente. – diz ele para mim.
Aceito o fato de que essa missão e realmente fácil e até patética se comparada a todas que eu já enfrentei.
— Já são 19:00 horas, temos que ir Sam. – comenta Vini. – temos uma ronda a fazer.
Saímos da torre de astronomia.
— Bombarious! – grita alguém, e um lampejo amarelo vem em nossa direção.
— Proteges Alquimist! – Branda Vini, saltando para minha frente, nos defendendo de seja lá quem for. A barreira de fogo branco nos protegeu com muito êxito, o que não podia ser diferente vindo de um bruxo como o Vini.
Não veio mais nenhum ataque, então corremos para o corredor e só o que conseguimos ver foi um chumaço de cabelo ruivo fazendo a curva no final do mesmo.
— Foi uma ruiva da amarela! – diz Vini. – isso nos reduz a 10 meninas e 3 meninos.
Assinto com a cabeça.
— Mas porque nos atacar, isso não faz nenhum sentido. Nunca fizemos nada a nenhum aluno de lá. Se fosse da preta ou da laranja, mas da amarela? – pergunto ficando extremamente confusa.
— O que faremos? – pergunta Vini a mim.
— Temos que dar queixa. Isso não pode ficar assim. E também não podemos fazer nada sem sermos punidos, devemos falar com os diretores. – respondo e Vini concorda.
Obviamente os diretores já estavam em sua mesa de jantar. Fomos por trás e e pedimos para que nos acompanhassem.
Chegamos a sala ao lado.
— Fomos atacados por alguém da Amarela. – começo a contar.
— Alguém ruivo da amarela, isso se reduz a 13 alunos da torre. – comentou Vini.
Os diretores não disseram nada ate que Nedeia abriu a boca.
— Vamos chama-los depois do jantar. – diz ela seria, mas suavemente.
Nós concordamos e vamos de volta ao refeitório onde nossa mesa nos aguarda.
— Olá Sam, Vini. – cumprimentou nosso velho amigo Roger.
— Olá Roger, como vai? – pergunto.
— Estou ótimo e você? – pergunta ele.
— Tivemos um probleminha agora, mas estamos bem. – começa Vini.
O assunto morreu, então seguimos em frente e nos sentamos junto com Kate e os outros.
— Estão prontos para a missão? – perguntei, parecendo animada.
— Claro! – disse Kate bem empolgada. – Eu tenho uma novidade para vocês. Eu dominei uma habilidade nova referente a minha alquimia.
— Qual? – perguntamos todos juntos.
— É surpresa. E vocês verão se eu precisar usa-la. – foi á resposta dela.
Jantamos e quando não aguentávamos mais comer, foi exatamente quando o jantar foi encerrado.
— Atenção todos vocês! – começou o diretor ficando de pé. – Eu quero todos, eu disse TODOS os alunos ruivos da torre amarela aqui na frente agora! E o restante pode ir pro seu dormitório.
Os 13 ruivos foram para frente, e o resto saiu do salão refeitório.
— Quero também, os oito alunos da torre 1 que saíram em missão na próxima terça feira. E os restantes das torres podem ir para suas torres. – mandou ele.
Nós nos levantamos e seguimos até a frente do salão.
Quando todos saíram do salão a porta se fechou.
— Primeiro os oitos da missão. Vocês do 1º ano estão dispostos a ir? Vocês tem certeza de que são bons o bastante para irem nessa missão? – perguntou o diretor.
Leo da um passo a frente e diz.
— Sim, e acho que falo por todos quando digo isso. – responde ele. E todos concordam com a cabeça.
— Ótimo. Vocês estão liberados para ir, e para comprar hoje o que precisam comprar. – diz o diretor. – Podem ir.
Vini se vira para eles.
— Esperem ai fora. – sussurra ele.
Quando todos saíram a face do diretor se transformou em uma carrancuda cara brava.
— Qual de vocês atacou o Srº Barcelos e a Srª Carmona? – brandou o diretor severamente.
Ninguém falou nada.
— Se não me responderem, todos irão receber castigo. – continuou ele.
Estava me dando medo ele nem piscava os olhos.
Os garotos ruivos se entreolharam, mas ainda assim não responderam.

Os diretores não precisavam perguntar, eles podiam pedir as varinhas e executar um feitiço que diria quem executou o feitiço em cima de nós.
— Eu vou ser mais claro com vocês, se nenhum de vocês me responderem, todos os 13 sofreram 1 ano de detenção. – ameaçou ele.
Dava para ver que alguns deles estavam ficando realmente irritados, pois não tinham culpa nenhuma, e não precisavam estar ouvindo aquilo tudo, mas o que eu podia fazer, um deles me atacou.
— ANDEM. – ia gritando ele, Nedeia colocou a mão em seu ombro. – eu não tenho todo o tempo do mundo. – ele já estava muito bravo. Ele sacou a varinha deu um passo a frente a medida em que os ruivos deram uma passo para trás. – ACAR...- ele foi interrompido por uma garota.
— FUI EU! EU OS ATAQUEI! – disse uma garota.
Era Isabela Clarck.
Tomei à dianteira.
— Por quê? Por que você nos atacou? O que fizemos para você? – começo dizendo. – se aquele feitiço nos acertasse estaríamos no mínimo na enfermaria agora com um buraco enorme em alguma parte do corpo, isso se não estivéssemos mortos. – termino ficando ainda mais indignada.
— Cala a boca, menina brilhante! Eu assumo total responsabilidade pelo o que eu fiz. – Diz ela insolentemente.
— Ótimo. – diz a diretora. – Você cumprira sua detenção com os Elfos de Asas colhendo frutas na floresta. Pelo ano todo. – delegou Nedeia.
— Vocês dois, podem ir para o vilarejo lembrando que os portões fecham a 00:00 e ninguém mais entra ou sai. Quanto aos 13, podem ir para sua torre e vão direto para lá. Boa noite a todos com exceção de você. – disse o diretor apontando para Isabela. E desapareceram em fumaças junto com ela.
Sai do salão, pensando muito.
Porque a Isabela? Porque ela? Nunca fiz mal algum a ela.
Chegamos aos jardins, todos os outros estavam lá nos esperando.
— O que houve? – perguntou Kate ao ver minha cara para baixo.
— Isabela Clarck nos atacou antes do jantar com o feitiço explosivo. – respondo.
— Por quê? – perguntaram juntos.
— Por que só ela saberá! – digo. – Chega, vamos parar com esse papo e vamos ás compras.
Começamos a andar para o vilarejo.
— O que nós precisamos levar na missão? – perguntou Kevin.
— O básico de toda missão:
* Varinha.
* Arma.
* E uma roupa que te proteja de muitos ataques. – respondeu Vini. – Vocês se lembram, da loja de roupas onde compramos seus uniformes? Então havia umas prateleiras coloridas, cheias de roupas diversas e coloridas, aquelas são roupas de missões. – informou Vini.
Nós chegamos lá bem rápidos, pois Kate teve a ideia de apostarmos uma corrida.
Claro que ela ganhou, pois fez com que as gramas do chão agarrassem em nossos pés dificultando a corrida.
— Pois não queridos? – perguntou um mulher que não estava lá da primeira vez.
— Vamos quer roupas para missões. – digo.
— Todos? – pergunta ela.
— Não, somente esses seis aqui. – disse Vini.
— Muito bem, para não haver confusões vamos começar com os mais novos. A garotinha baixinha ai pode ser a primeira. – disse a mulher com o maior desanimo do mundo.
— Traga-me tudo que for do meu tamanho. – pediu Kate. – Por Favor.
A mulher foi até a prateleira colorida e voltou com algumas peças de roupas.
Kate procurou, procurou, e por fim encontrou.
— De fato isso é a sua cara, ninguém mais usaria uma roupa dessa a não ser você. – digo.
Era um conjunto de calça e camiseta de manga longa verde escura, com detalhes de folhas em um tom mais claro de verde, linda para uma pessoa exatamente como a Kate, possuía uma botinha preta cano baixo preta.

A roupa era firme, forte e parecia poderosa igual a Kate, enquanto ainda era fofa e meiga.

— Precisamos de uma capa branca de viagem também junto com todas as roupas de missões. — disse Sam.


Kevin se adiantou, pulou o balcão e começou a vasculhar a pilha de roupas.
— Tudo preto, tudo preto. – era o que ele dizia a si mesmo. Eu não intendia como essa peste não foi para a torre 7. Já que ama tanto a cor preta.
Ele pulou de volta o balcão.
Ele pegou um conjunto de onde a camiseta e uma especie de jaqueta de couro ambas pretas, uma calça bem resistente também preta, e uma bota cano médio de couro preto. Junto com uma capa de viagem branca.
— O da garotinha é 150 Manecoras. E o seu é 300 Manecoras. – disse a mulher.
Eles a pagaram.
— Próximo, a garotinha ai! – chamou a mulher!
— Eu sou um garoto! – disse Matheus.
Ele pegou uma roupa bem diferente.
Uma blusa preta de gola alta marrom, com uma camisa de gola alta aberta preta, com uma calça reta preta e bota preta. Bem diferenciado, combinava com ele também. e por cima vestiria uma capa de viagem branca.

— O garoto esquisito ai. – disse a mulher apontando para Thiago.
Ele pegou uma roupa inteiramente preta, com a camisa de gola alta um pouco aberta no peito. Uma bota preta de cano alto.
Cobrindo tudo com um sobretudo branco sem manga feito de capa de viagem.
— O garoto ai, sua roupa deu 150 Manecoras e o seu deu 200 Manecoras. – avisou a mulher e eles já a pagaram.
Stela apanhou uma especie de vestido azul marinho com detalhes em azul claro e prata, o vestido chegava até o meio das cochas e por baixo uma calça da mesma cor, mais uma roupa que só ficaria legal nela, o vestido tinha mangas longas, vestia também uma bota curta e preta e por cima a capa de viagem branca.
Leo começou a procurar, olhava, olhava e não gostava de noda.
— Posso juntar peças? – pergunta ele.
— Pode mas ira sair mais caro. – disse a mulher.
— Dinheiro não e problema. – diz ele e começa a procurar peças.
Ele junta 4 peças de 4 conjuntos diferentes.
Uma calça preta de um tecido que lembra couro, uma camiseta de manga longa branca com uma espécie de cachecol cinza e é claro uma bandana cinza também. E para os pés uma bota de cano médio preta.
— O da moça é 200 Manecoras e o seu 550. – avisa a mulher.
Ambos passam seus cartões.
— Olhe ainda temos muito tempo. – digo olhando o relógio. – o que vocês querem fazer?
— Vocês podiam nos ensinar feitiços avançados. – diz Kevin.
— Ok! Vamos procurar um lugar para isso. – e seguimos em direção a floresta.
Chegamos a um ponto da floresta onde Vini e eu sempre praticamos.
— Vocês já sabem usar feitiços com alquimia? – pergunto na esperança que sim. Eles me responderam que não. – o que a Derika anda ensinando a vocês?
— Feitiços. – responde Matheus.
— Mostrem- nos o que sabe. – diz Vini.
Leo se adianta sacando a varinha. Ele aponta para a árvore e começa.
— AQUOS! – ordenou ele, e um enorme jato d’agua saiu da varinha dele.
— LEVITES! – apontou ele a uma rocha enorme no chão que se ergueu sem problemas.
— ENORMUS! – ordenou a mesma rocha que ficou imensa.
— Matheus quero dragões. Estatuas de dragões. – peço.
Ele une as mãos e encosta nas arvores que assumem formas de 2 dragões cada uma delas.
— Valeu! DRACONIFORS! – ele lançou o mesmo feitiço em todos as estatuas e todos se transformaram em pequenos dragões de verdade.
Eu estava impressionada.
Ele executou mais um monte de feitiços. Fiquei tão abismada quando todos executaram a mesma sequencia com êxito.
— Nossa, estou impressionado. Meus parabéns a vocês. – parabenizou-os Vini.
— Obrigado, mas parabenize ainda mais o Leo, se não fosse por ele nós não teríamos conseguido nada. Ele que nos ajudou em todos os feitiços. – disse Matheus.
Todos concordaram sorrindo.
— Bora lá! Feitiços mais Alquimia! – disse Leo ficando vermelho.
— Todos sabem que alquimia é magia, porem uma magia diferente, uma magia natural e química. Mas ela só é magia enquanto esta em processo de transformação. Após o pronto passa a ser a "coisa" e não mais alquimia, e assim também é com a magia, mas na magia tem exceções, porem se você unir magia com alquimia o resultado é eterno e mais poderoso se for um feitiço de longo prazo a alquimia e a magia agem juntos por todo o tempo do feitiço e assim também e com os de curto prazo. – Expliquei.
— E é claro devemos ressaltar, que poucos feitiços são impossíveis de unir a alquimia, mas eles existem. Por exemplo as maldições, eu ainda não encontrei nenhum bruxo no mundo capaz de unir alquimia ou qualquer outro poder a elas. – respondeu Vini.
Eles estavam nos olhando boquiabertos.
— Não é atoa que vocês são os melhores de Daneva! – disse Kevin.
— Obrigado. Mas qualquer um que ler o livro de feitiços sabe disso. – disse Vini.
— Bom vamos nessa. Começar com o feitiço de transformar estatuas de dragões em dragões de verdade. Matheus, estatuas. – disse Sam.
Ele executou a alquimia perfeitamente.
— DRACONIFORS ALQUMIST! – Como já esperava, um dragão coberto de cristais surgiu. Quando ele cuspiu fogo, a rocha onde as chamas queimaram virou cristal.
— Uauuu! – falaram em conjunto.
— Vamos lá. Todos vocês tentando, cada um com um dragão. – disse Vini.
— DROCONIFORS ALQUIMIST! – gritaram todos.
Somente o dragão de Leo e Stela tomaram forma Alquimista.
O de Leo lançava chamas enormes e de um alcance ainda maior por causa do ar de sua alquimia, enquanto o da Stela lançava jatos d’água com a mesma intensidade e força de uma cachoeira.
Com o tempo e a ajuda de Leo, os outros foram conseguindo, o dragão de Kevin lançava chamas negras imensas.
O de Thiago, cuspia eletricidade.
O de Matheus possuía uma espécie de armadura de madeira e cuspia flechas de madeira cobertas de fogo.
O dragão da Kate era o mais diferenciado, ele cuspia pequenas rosas em chamas.
— Os feitiços combinados com alquimia devem ser bem utilizados. Por exemplo, eu não vou usar um feitiço de plantas com alquimia porque não faz o menor sentido, não terá efeito nenhum. Se eu usar no dragão o efeito seria muito promissor. Ele provavelmente cuspiria chamas brancas, ou chamas maiores que o normal com contornos brancos. No inicio nós só podemos uni-los, mas depois de um tempo você consegue molda-lo como quer. – disse Vini.
— Ótimo, vamos de volta para o castelo, antes que tranquem os portões. – Digo.
Eles estavam prontos para a missão, seus preparativos prontos, suas mentes prontas, seu animo ainda maior.
Tudo estava pronto e muito bem preparado.

Notas finais
Por favor galera, comentem o que acham, e recomendem a história se acharem que vale a pena! E mais uma vez me desculpem pela demora, e que a faculdade ta tomando muito do meu tempo, e tive alguns problemas pessoais também, que não ajudaram muito a escrever. Espero que entendam! Obrigado! :))