Notas iniciais
Este capitulo seria como algo para aumentar um pouco a história, pois quero que ela dure um pouco mais, se não ela vai acabar rapido de mais e nao vai ter graça nem para mim e nem para vocês que a curtem. então espero que gostem da minha enrolação kk'.

OBS: NARRATIVA DE LEO!

O final de semana passou realmente rápido, não sei se foi porque passamos grande parte dele praticando na arena, ou se é porque o tempo esta mais rápido mesmo, tenho tido muito esta sensação.

Na segunda feira quando estávamos em nossa aula de T.D (transformação e defesa), realizamos feitiços combinados muito bem, tudo graças ao Vini e a Sam, que nos ensinaram como fazer muito bem.

Ate ajudamos os alunos da torre 7 com os feitiços deles, porque esses feitiços combinados não são tão diferentes entre as torres, mas como não gosto dos alunos da torre 5, não faço questão de querer ajudar eles.

Embora unir sombra a um feitiço de levitação não seja muito eficiente, para nenhum deles, mas foi o inicio para que eles entendessem a logica da junção.

Agora os feitiços de locomoção de objetos os tornam bem mais legais do que a gente, pois na maioria das vezes ou eles ficam rodeados de sombras, ou se teletransportam por viagem nas sombras.

Os garotos da torre azul são bem arrogantes, idiotas e imaturos, usam para tudo raios, porque é o poder mais chamativo deles, e como gostam de chamar atenção .

Eles tem tantos outro poderes, mas ficam sempre nessa mesmice irritante, e a quem diga ainda que nossos maiores rivais sempre foram os da torre 7, acho que no meu caso são os da torre 5, babacas.

— Como eu odeio esses dois da torre 5! – digo para Stela.

— Eu também não gosto deles. – diz ela.

Eles olham para nós.

— Estão falando de nós? – pergunta um dos garotos em som insolente e astuto, querendo enfrentar.

— Sim. Estávamos dizendo o quanto odiamos vocês dois. – digo sorrindo.

— Que bom que concordamos com isso, porque também odiamos vocês. Na verdade odiamos vocês seis. – diz o mais alto dos dois.

— Ótimo, vamos resolver isto então, eu e você na arena hoje! – digo me levantando da mesa.

— Feito! – diz ele me olhando nos olhos. – e é bom levar mais um, meu amigo vai lutar também.

— Não precisava avisar, e claro que eu vou para te dar uma surra infeliz. – diz Stela.

— O que esta havendo aqui? – pergunta Arsa em um tom furioso.

— Nada. – digo e me sento.

— Não quero brigas em minhas aulas, não tolero brigas em minhas aulas, vocês estão sendo insubordinados se vocês querem uma briga vamos todos para a arena! – ele bateu as mãos e estávamos todos na arena, eu ficava impressionado como quanto eles são fortes teleportar um monte de alunos assim de uma vez é preciso de muita força. – ATENÇÃO QUERO TODOS OS ALUNOS DA TORRE BRANCA E AZUL AQUI NA ARENA EM CINCO MINUTOS! – falou Arsa com uma voz realmente estrondosa, usando o feitiço SONERUS para aumentar o volume.

Dentro de alguns instantes, a arena estava lotada de alunos de azul e branco e isso me deixou muito intrigado.

— Vocês quatro podem se sentar na arquibancada. – disse Arsa a Thiago, Matheus, Kevin e Kate.

Eles foram, um pouco emburrados, mas foram. No chão da arena ficaram, Arsa, Mafalda, Stela, Eu, e os dois idiotas da azul.

— Muito bem. Esses quatro alunos aqui, estavam brigando em minha sala de aula, isso acarreta em uma luta na arena diante das torres envolvidas. São as regras da escola. Nessa luta só a duas regras. – explicou Arsa.

— Não matar e não aleijar! – gritou alguém da arquibancada.

Nós estávamos com nossas armas, varinhas e tudo que precisávamos.

Nós íamos ganhar. Somos os melhores alunos do primeiro ano.

Pisquei para Stela.

Tirei uma flecha da minha aljava e a transformei em uma espada de vento.

— Estamos prontos. – digo.

— Nós, também. – disse o garoto irritante.

— A luta só acaba quando os dois de um dos lados estiverem no chão. – disse Arsa. – Comecem.

— EXPLUDOS! – gritou o garoto da azul.

Com um sorriso Stela deu um passo a frente.

— PROTECTUS! – uma simples barreira surgiu a nossa frente parando o feitiço. – BOLHUS ALQUIMIST! – imensas bolas de água saíram de sua varinha em direção a eles.

Eles desviram para o lado impedindo as bolas d’água os agarrassem.

Stela virou para mim, e sacou suas adagas. Eu preparei minha espada de vento e corremos em direção a eles. Desviando dos feitiços que lançavam na gente. Quando pararam algo estranho aconteceu o mais alto dos garotos estalou os dedos.

— Eu já o vi fazendo isso. – quando lembrei ainda tinha um tempo. – PROTEGES ALQUIMIST! – grito apontando para cima, quando vejo um raio descendo em nossa direção. Meu escudo de vento o detém.

— Stela tornado! – digo a ela. Ela assente.

— TORNADOS ALQUIMIST! – Gritamos juntos, e batemos um na mão do outro. Meus furacões se uniram aos redemoinhos dela e se transformaram em um tornado.

Controlando ele ate os dois fazendo-os correr.

— Consegue mante-lo sozinha? – pergunto a ela.

— Sim! – Ela me responde. Libero minhas mãos, pego meu arco e me preparo para atirar.

Quando lanço a primeira flecha em direção ao mais alto deles, ele comete o erro de lançar uma flecha de raio para colidir com a minha, porem minha flecha esta rodeada de vento que é imune ao raio, a não ser pelo fato do raio o deixar quente e aumentar sua pressão atmosférica, podendo assim causar uma explosão. E de fato foi o que aconteceu. Quando a flecha o atingiu no braço ela explodiu.

Stela largou o tornado e estava lutando um mano a mano com o outro.

Ele possui uma espada da qual não tinha muita habilidade, mas ela tinha duas adagas de 70 cm cada uma e sabia muito bem usar.

Mas então algo aconteceu, um raio a atingiu na cabeça dela, ou pelo menos eu achei que era, mas na realidade não era ela e sim um boneco de água.

A arena gritava de esplendor, todos iam a loucura, todos estavam completamente insanos.

E então de repente ela surge atrás dele e lhe da coronhada com o cabo da adaga na têmpora dele o que o faz desmaiar.

Arsa surge no meio da arena.

— Leonardo Borman e Stela Castell ganharam a luta. Espero realmente que todos os alunos da torre azul deixem os alunos da branca em paz, não quero ninguém com vinganças. – diz Mafalda.

— Os perdedores, serão levados para a enfermaria, para serem tratados de seus ferimentos. – diz Arsa e dois Elfos de Asas surgem e os carregam. – parabéns aos dois. Todos de volta para as aulas que lhes restam.

Todos nós fomos, passamos pelo corredor e todos nos olhavam de forma diferente. Ainda bem que amanha íamos embora daqui.

— Parabéns, vocês lutaram muito bem. – disse Vini. – foi incrível, tudo do começo ao fim.

Andar nos corredores depois da briga fora realmente irritante, com todos os garotos da torre 5 nos encarando, mas nenhum deles realmente mexeu conosco, eles apenas encaravam.

No mesmo dia já éramos chamados de a melhor próxima geração, os prodígios e coisas do tipo, o ruim foi que os garotos mais velhos ficaram furiosos, por de certa forma, não intencional deixando bem claro, obtivemos a fama que muitos não tem.

Posso dizer em ordem dos mais aos menos famosos aqui:

1º Vinicius Barcelos e Samantha Carmona, da torre Branca.

2º Everton Santos e Lucas Lisboa da torre Preta.

3º Berto Baptista e Caio Michel da torre Azul.

4º Jeffy Stwat e Mary Limy da torre Verde.

5º Isabela Clarck e Romulo Peris da torre Laranja.

6º Tamoio Chang 3 Thomas Rodrigues da Amarela.

7º Larissa Tornich e Davi Rodrigues da Vermelha.

Todos esses são os mais poderosos de suas torres e claro são os monitores de suas.

E nós, Stela e eu seriamos o que se pode chamar de sucessores do Vini e da Sam.

Mas eu não quero isso, eu só quero dar orgulho aos meus pais, é chato ficar repetindo isso, mas é a realidade.

A segunda passou mais de vagar que uma lesma-tartarus (uma criatura mística usada no preparo de poções).

As aulas foram longas e muito demoradas, mas eu gosto das aulas, aula quer dizer aprender magia e isso é formidável.

Teve também a luta contra os idiotas, que foi a única coisa realmente rápida do dia. Eu esperava mais resistência da parte deles.

Rá! Oh eu me achando.

Estava andando pelos corredores procurando por não sei o que. Terminei na biblioteca.

— Olá posso te ajudar? Você procura algum livro em especial? – pergunta o bruxo responsável pela biblioteca.

— Quero dois livros, um dos bruxos famosos dos últimos 50 anos e bruxaria alquimista da autora Minerva Azuos. – digo.

Preciso ler, aprender assumindo que eu estou com medo da missão.

Por mais que ela seja fácil como Vini e Sam dizem. Afinal para eles o que seria difícil se eles são os melhores daqui.

— Srº o seus livros. – disse o homem.

— A sim, obrigado. – digo seguindo para a mesa mais distante possível em direção a janela.

Pego o livro Bruxos famosos dos últimos 50 anos, e começo a leitura por ele.

Finalmente achei os bruxos da pintura, os quatro bruxos que ganharam os premio por serviços prestados a escola.

Eles eram os meus pais e os pais da Stela.

Procurei nos arquivos da escola para ver se encontrava alguma coisa sobre os pais do Thiago e do Matheus, se eles eram amigos dos meus pais.

Achei sobre eles, eles também ganharam prêmios por serviços prestados a escola.

Meus pais junto com os da Stela salvaram Daneva de um ataque bruxo e criaturas das trevas sozinhos, eles nunca contaram isso nem mesmo depois de virmos para cá, nem mesmo quando vieram almoçar conosco.

Eles foram heróis de Daneva.

Os pais do Matheus foram bruxos poderosos de Daneva também que eliminaram centenas de monstros que atacariam a escola.

Lendo melhor em ambas as histórias nos ataques são descritos Guerreiros também.

— Guerreiros? – pergunto em um sussurro.

— Sim. – respondeu alguém atrás de mim, me viro e vejo Thiago.

— A, olá. – digo. – o que são esses guerreiros afinal?

— São guerreiros humanos, que acreditam em Deuses Gregos e Romanos. Eu li sobre eles em o Mundo Escondido de Safira Dogosmi. Eles são nossos aliados, mas assim como todas as espécies de seres humanos há pessoas boas e ruins. – diz ele

— Deuses, você está dizendo como Zeus, Poseidon, Hades e todas os outros? — pergunto abismado.

— Exato. – responde ele. – existem dois lares desses guerreiros o CHB e o SPQR. Uma luta de espada contra eles significa sua derrota muitas vezes. Há diversos nomes famosos, posso citar alguns deles: Leonardo Grace Mclean , Luke Jackson Chase, Hazel Valdez. Não lembro de muitos.

— Você os conhece pessoalmente? – pergunto.

— Não! – diz ele com rapidez. – somente pelo livro mesmo, acho que eles estão no capitulo 25 desse livro que você esta lendo.

E ele estava certo, capitulo 25 Deuses e Semideuses.

— Ei como sabia que eu estava aqui? – pergunto me dando conta do fato.

— Não sabia. – respondeu ele. – eu vim ler, eu preciso aliviar a cabeça. E ai vi você falando sozinho e achei que poderíamos conversar. Mas é claro se quiser ficar sozinho, eu vou entender. – disse ele e começou a se levantar.

— Fica! Vai ser bom conversar um pouco. – digo, e ele volta a se sentar – Você esta pronto para a missão? — pergunto

— Sim, é uma missão de ranking bem baixo, nós podemos dar conta sem problemas, tenho certeza disso. É só cuidar do cara por uma semana. Não tem muito para acontecer em uma semana. – diz ele tentando me encorajar.

— Na verdade em uma semana muita coisa pode mudar, pode alterar um relacionamento por que não poderia alterar uma missão?! – questiono – além do mais, uma semana possui sete dias dos quais nem seus próprios nomes são iguais, eles não são iguais tudo muda de um dia para outro, de uma semana para outra. – digo.

— Você esta certo, mas de qualquer forma estaremos com Vini e Sam. Não estaremos sozinhos. – diz Thiago.

— É, isso é outra coisa que me preocupa, espero não chegarmos a esse ponto, mas não suportaria a ideia de alguém dar a vida pela minha, se jogando na minha frente para impedir uma garra de me acertar no peito. – digo. – e sei que ambos estão dispostos a fazer isso. Sei disso porque eles se parecem mais comigo do que minha própria irmã.

— Isso é verdade, vocês são bem parecidos e se me permite dizer, acho que a Samantha tem algum interesse maior em você. – comenta ele.

Fico vermelho na hora.

— O... O que? – pergunto indignado – Ela ama o Vini e é assim que tem que ser.

— Eu sei, mas... – começa ele.

— Mas nada Thi, se for continuar com esse assunto cai fora! Serio não quero falar mais nisso, além do mais eu gosto da Stela. – Paro de repente vendo que falei de mais.

Ele me olha e sorri, e depois cai na gargalhada.

— Isso não é novidade para ninguém, esta na sua cara Leo. Todo mundo ou sabe ou suspeita, acho que até ela mesma já deve ter notado. – conta ele ainda rindo.

Não respondo, baixo os olhos para olhar o livro.

CAPITULO 25: DEUSES E SEMIDEUSES

GRECIA E ROMA.

Não falamos mais nada sobre aquele assunto, o que para mim estava ótimo.

— Vocês dois, ou saiam agora ou vão ficar aqui ate amanha de manhã. – diz o bibliotecário.

— Já estamos saindo. – levanto guardo o livro famosos dos últimos 50 anos e levo Bruxaria Alquimista para ler, pois sei que não vou conseguir dormir.

— Boa noite. – diz Thiago ao cara.

Seguimos para a torre 1 subimos as escadas do dormitório.

Kevin ainda estava acordado.

— Onde vocês estavam? – perguntou ele a nós.

— Na biblioteca! – respondemos juntos.

Tomamos banho cada um em um box só para deixar claro e deitamos em nossas camas.

Thiago adormeceu rápido. Eu como já havia previsto não consegui dormir, peguei o livro e comecei a ler.

Capítulos:

1 Aprendendo sobre alquimia.

2 Feitiços com alquimia.

3 Lei da alquimia.

4 Lei da bruxaria.

5 Lei dos feitiços com alquimia.

6 Bruxos famosos.

Paro de ler os capítulos e abro no 3 Lei da alquimia.

A alquimia é uma transmutação de matérias primas primarias para secundarias e terciarias, porem quando se trata de seres humanos ela pode ser bem mais exigente, ela exigira um pagamento.

Trazer de volta alguém que já morreu e impossível a menos que você efetue um pagamento realmente alto por isso, normalmente uma vida por outra vida, mas isso traz um custo ainda maior.

Dois alquimistas famosos dos quais não se pode dizer o nome, tentaram isso uma vez, um deles perdeu o corpo e só conseguiu viver com a alma presa em uma armadura, seu irmão que fez essa transferência da alma perdida para a armadura também perdeu uma perna e um braço tendo assim membros robóticos.

Ou seja, nunca e tente trazer alguém de volta a vida por alquimia PURA!

OBS: a transmutação humana nunca ocorrera de forma correta, você nunca trará a pessoa morta de volta a vida como pensa, ela sempre sera um pouco mais fria.

Para recuperar o corpo do irmão o alquimista teve que dar sua alquimia em troca.

Fecho o livro, que Lei mais brutal, penso.

NUNCA TENTE TRAZER NINGUEM PARA A VIDA NOVAMENTE.

Abri o livro em outro capitulo, lei da bruxaria.

É mais como, coisas que você não pode conjurar usando magia.

* Não se pode conjurar comida do nada. (você pode aumenta-la se tiver alguma e convoca-la se souber onde tem.)

* Não se pode conjurar pessoas.

Cada uma das regras vem com uma lista enorme de motivos do porque não se pode, eu simplesmente pulo essa parte, e paro de ler porque esta me entediando.

A luz que acendi na ponta da varinha e mais que ótima, porem começam a incomodar meus olhos, é sinal que já estou morrendo de sono, fecho o livro e apago a varinha e durmo.

Acordo com Vini me chamando.

— Leo, Leo temos que ir tomar café logo ou você vai começar a missão sem café? Anda logo. – ínsita ele.

Eu estou molenga.

— AQUOS! – diz ele e da ponta de sua varinha um jatinho d’água sai e me molha no rosto. – leve tudo o que vai levar para a missão já para o salão refeitório, vamos assim que terminar seu café.

Me troco colocando minha roupa de missão, apanho minha mochila e meus outros pertences, apanho meu arco e minha aljava que continha 100 flechas apanho mais 200 para o caso de precisar. Mas reduzo seus tamanhos para que caibam em minha mochila.

Prendo a Aljava na mochila, ponho meu arco no ombro, e desço para o café.

Correndo no corredor, chego lá bem rápido impulsionando o vento em meus pés.

Na mesa, alguns alunos nos desejam boa sorte, outros nos olham torto por estarmos saindo em uma missão.

Como meu café bem rápido. E já estamos no portão preparados para sair.

Notas finais
Comentem por favor o que estão achando, vai me ajudar muito.