Os Mendozas, 16 anos depois
354 Capítulo 357 ANIVERSÁRIO DE CAMILA 2
357 ANIVERSÁRIO DE CAMILA 2
Roberto resolveu que sua vida vai mudar e quer que sua mulher mude sua maneira de pensar também...
R- Você deve ajudar seu neto nesse trabalho maravilho que ele faz com os menos afortunados.
DM- Como se moramos em Londres?
R- Bem... e com isso ficamos cada vez mais longe de nossos netos! Estabeleceremos morada em Bogotá!
DM- Mas Roberto... temos a nossa vida lá!
R- Que é entediante! Quero ficar mais na vida de nossos netos para que eles nos ame mais do que aos empregados... se eu fosse você faria algo a respeito também... porque sua neta deixou isso bem claro aquele dia.
DM- Não me fale daquele dia!
R- Margarida eu quero fazer parte da vida deles, eu acho que você deve dispensar esses empregados todos.
DM- Como? E quando estiver aqui?
R- Virá sozinha... quero realmente permanecer em Bogotá e quando viemos viajar contrataremos de agencia ou ficaremos em hotel.
DM- Sabe que não gosto disso.
R- Mas fará isso... ficaremos com o de Bogotá.
DM- Ahhh obrigada, achei que eu mesma teria que limpar a casa lá.
R- Não precisamos disso... sabe bem que somos ricos.
DM- Bem... vou me arrumar que marquei hora com as meninas e não quero deixá-la esperar.
Sai... Roberto sabe que tem um grande caminho pela frente, mas não vai desistir de conviver com seus netos.
Betty entra no quarto da filha que está se arrumando para sair com Saul.
B- Minha bonequinha... pensei que passaríamos um tempo juntas hoje. (fazendobiquinho de triste)
C- Desculpe mamãe... (abraça a mãe) mas ele está perdidinho aqui... não saiu do hotel ainda... quando voltarmos ficaremos só nos duas.
B- Você sabe que isso fica difícil com suas primas aqui!
C- Eu sei... elas querem toda a minha atenção... mamãe posso pedir um presente de aniversário em cima da hora?
B- O que quiser!!
C- Traga as primas para ficar aqui... sobrou tantos quartos.
B- Sim... achei que elas gostariam de ficar no luxo daquele hotel, mas elas gostam mesmo é de ficar perto de nós.
C- Mais luxuoso do que é aqui mamãe... (risos)
Betty resolve tocar no assunto do aniversário.
B- Então... hoje é o grande dia, faz 17 anos...
Camila percebe o olhar apreensivo da mãe.
C- Mamãe... eu realmente queria conversar com a senhora sobre isso.
Camila leva a mãe pela mão para a cama e sentam.
C- Mamãe... eu realmente não estou preparada para me entregar... eu não quero saber nem tão cedo daquilo...
Betty não entende o "daquilo".
B- Daquilo? Qual daquilo?
C- A senhora sabe... (sem graça)
Mas essa pobre mãe não entende mesmo.
B- Não... não sei... pode me dar mais dicas.
C- Aquilo que os homens fazem quando fazem amor... não quero nada daquilo.
Betty pensa... a filha já disse algumas vezes que sente prazer com o noivo, então não tem ideia do que seja.
B- Tem alguma coisa a ver com pênis dele?
C- Mamãe não fale esse nome!! (olhando para a porta)
B- Desculpa (sem graça) Mila, realmente não pode ser mais clara?
C- Penetração mamãe! Não quero mesmo saber disso!
B- Sei... (tonta com a conversa) é... fazer amor implica nas duas coisas pênis e penetração.
C- Não quero saber de nada disso agora.
Betty fica ainda mais confusa...então como essa menina sente prazer e da prazer ao noivo??
B- Sei... meu amor... não se preocupe com essas coisas... o fato de você não conseguir falar sobre o assunto é a prova que ainda não está preparada para se entregar a um homem.
C- A um homem, não mamãe, meu noivo!
B- Sim... (sorrindo) seu noivo... meu amor, fazer amor com o homem que amamos é natural, simplesmente acontece... não pode ser com dia marcado.
C- Eu sei... mas não se anime muito... porque não vou levar 26 anos virgem!
Betty ri.
B- Tudo bem... anotado a petição... agora termine de se arrumar e coloque um bom casaco... muito frio nessa cidade.
C- Sim... mamãe o papai pagou tudo mesmo?
B- Não... eu não deixei, apenas para suas primas... seus sogros vieram conosco e estão aqui então não deram despesas e os seus avós maternos que não duros. (risos) como dizem as meninas....
C- É verdade... ele sempre diz que vive da aposentadoria de contador com muito orgulho.
B- Sim... ele não aceitou a aposentadoria que a Ecomoda deu a ele, disse que já tinha a dele.
C- Meu avô é um homem muito correto, não vive deslumbrado com o que vocês tem... é engraçado ele dizer que estaria melhor se a vovó não fosse tão gastadeira. (risos)
B- Tadinha da minha mãe... só gasta com os netos.
C- Então está explicado a senhora deu seis netos a ela.
B- Eu sempre achei que quanto mais dinheiro eu daria uma vida melhor para eles... mas não querem nada que ofereço... não aproveita o que temos...
C- Mamãe... agora fiquei com vergonha da senhora.
B- De mim? (pasma) O que eu fiz?
C- Meu avô é muito feliz com a vidinha dele, ele não precisa do seu dinheiro... ele é muito feliz assim e minha avó adora a casinha dela, cuidar das coisinhas dela... não precisam do seu dinheiro.
Betty fica mortificada...
B- Aiii meu Deus... sabe de uma coisa, eu agora tenho certeza de que não devemos falar de ninguém... sempre recriminei a minha sogra por colocar o dinheiro na frente e acabo de fazer isso com os meus pais... é claro que eles não se aproveitam do meu dinheiro porque são honestos e vivem do que tem e são felizes assim... a vida deles não poderia ser melhor.
C- Mamãe eu vou te contar uma coisa que não poderia fazer, mas devido a essa sua insegurança de que o meu avô não tem grana eu falarei... ele todos os meses nos da mesada... eu e os meninos.
B- Como??
C- Vê porque não dissemos? Não é grande coisa, mas ele acha que a mesada que a senhora nos da é uma miséria... o que é verdade, mas ele sempre dá.
B- Sei...
C- Os meninos detonam logo... eu não, eu guardo para comprar alguma coisa... como hoje... pagarei o café com o Saul com esse dinheiro... troquei por euros e vou gastar. (sorri)
Betty se emociona com a filha... e sente no seu peito que soube criar sua filha.
B- Obrigada minha filha.
C- Por que?
B- Por ser quem você é... e não ser essas patricinhas alienadas... e principalmente pelo pito! (sorri)
C- Se sou assim é porque tive um espelho para me mirar.
Na sala Armando e Edgar reclamam de suas mulheres não ficarem com eles.
E- Vou te contar pensei que íamos passear e essa mulher quer gastar.
A- A única mulher que não gasta é a minha Betty... a mulher mais perfeita desse mundo.
E- Mas se foi a sua quem chamou a minha.
A- Para não deixa-la sem graça!
E- E nós dois?
A- O que tem "nós dois"?
E- Vamos ficar aqui nesse apartamento?
A- Sim... tenho filhos para cuidar e você também!
E- Armando!! Você me arrasta para outro país e quer que fique trancado aqui?
A- Primeiro que você veio por vontade própria e porque não sai sozinho?
E- Sozinho? Não tem graça andar em Paris sem ninguém... você conhece a cidade.
A- E agora virei guia turístico?
E- É o menor dos favores que me deve!
A- Sei... mas primeiro me ajude com algo.
Eles sobem até o segundo andar e batem na porta de dona Adriana e ela está lá conversando com Ruth que cuida da filha. Os filhos de Armando que estão no tapete quando vê o pai engatinham até ele que logo sorri.
A- Meus filhos! (pega os dois e beija muito) Eles passaram bem a noite dona Adriana? Deram trabalho?
DA- Há muito tempo que eles dormem a noite inteira meu filho, não se preocupe.
A- Vamos Edgar!
Armando passa um filho para cada uma e fica em frente a um dos berços.
A- Segura desse lado ai!
E- Como? Vamos levar esses berços para aonde?
A- Para o meu quarto!
Edgar procura as rodinhas do berço e percebe que são bem pesados.
E- Armando... eles pesam uma toneladas... para que isso?
A- Foi minha mãe que comprou! Quer sair? Segura ai!
Edgar segura do outro lado e começam a levar.
R- Vê se pode... nos convida para um aniversario de coloca meu marido para trabalhar.
A- Não me lembro de ter te convidado.
R- Ahhh essa eu vou falar com Betty!
Nisso ela chega...
B- Meu amor... chame os empregados para levarem esses berços constrangedor que sua mãe comprou.
A- Eu disse isso, mas Edgar fez questão. (dissimulado)
E- Sim Betty! (arrastando o berço pesado sorrindo)
B- Então vamos Ruth?
R- Sim... (olhando para Armando que a ameaça com o olhar)
Elas saem e os dois levam o outro berço para o quarto do casal... Armando fica parado olhando os berço e seus pensamentos voam daquela imensa suíte... vai bem longo... no hospital que Camila nasceu há 17 anos... Edgar percebe que ele está longe.
E- Te espero lá em baixo. (sai)
Armando sorri sozinho e se emociona... lembrando tudo que passou com sua Betty desde que soube da gravidez e até o momento que sua filha nasceu... seu peito explode de um amor incondicional e precisa falar com alguém ou apenas escrever... ele vai até o closet e pega um pedaço de papel e caneta e escreve para sua Betty...
Hoje faz 17 anos que me senti plenamente feliz... eu sei você sempre dizia que eu poderia ser feliz, que merecia, mas eu sempre achava que tudo aquilo ia acabar a qualquer momento e você ia me deixar mais uma vez e não voltaria a me perdoar... sempre tinha sonhos que você fugia para Cartagena e eu jamais te encontrava.
Você se aborrecia comigo quando dizia que não sabia como era ser feliz, porque até o momento que você entrou na vida tudo mudou, tudo que eu achei que era certo passou a ser errado... tudo que era bonito, virou feio e tudo que era feio virou belo... bela...
Mesmo depois que nos casamos eu achei que aquela era a felicidade plena e que ninguém poderia ser mais feliz do que eu e eu jamais poderia amar alguém na vida do que amo você... eu sempre te dizia, você nunca vai saber o quanto eu amo você... você nunca vai saber o quanto forte é esse amor que carrego dentro do meu peito... você brigava porque também me amava mais que tudo... eu dizia que o seu amor era puro e que sempre me amou, o meu não foi arrebatador e rasgou meu peito de um lado para o outro e que essa ferida não cicatrizava jamais.
Mas um dia, ela chegou... ela chegou e tudo que conhecia de amor se foi por terra... o que eu achei que jamais poderia amar alguém ainda mais... virou uma mentira no momento que segurei minha filha no colo... naquela maternidade... naquele quarto de hospital eu senti a felicidade plena e pela primeira vez senti que merecia tudo aquilo que sim, eu poderia ser feliz e tudo isso eu devo a você minha Betty. Devo minha vida, meu amor, a cada filho que me deu me fez ainda mais feliz e a cada dia mais eu sou mais feliz.
Escrevo isso chorando de felicidade, a mesma que senti há 17 anos atrás.... ela não é só a minha joia preciosa... ela é o perdão que dei a mim mesmo por tudo que te fiz.
Te amo,
Sempre seu,
Armando Mendoza.
Edgar no pé da escada vê um Armando emocionado descer a escada e sorri.
E- Vamos homem apaixonado, vamos sair!
Armando sorri e saem juntos.
Saul está em frente ao hotel esperando Camila que logo chega...
C- Oi!
Saul abraça forte a linda menina.
S- Parabéns Mila!
C- Obrigada Saul!
Nisso o carro se afasta.
S- Dispensou o carro?
C- Sim... Paris deve se conhecer a pé!
S- Você também falou isso no Rio e andamos horas em um sol escaldante.
C- Eu sei... (revirando os olhos) mas faz frio hoje... bom para andar!
S- Então vamos?
C- Tomou café?
S- Não... você me disse que ia pagar... estou esperando.
C- Então vamos tomar café primeiro e depois vamos conhecer essa cidade.
Camila senta em um dos cafés na beira da rua com Saul no Café Flores, um dos mais antigos e perfeito café/restaurante daquela cidade perfeita.
Paris pela manhã tem um cheiro gostoso de flores que tem a cada esquina... as pessoas são cheirosas e elegantes... as mulheres bonitas e altas e os homens muito bem vestido.
Apesar de ser uma grande cidade não é muito barulhenta, porque as ruas não terríveis para o transito então os parisienses preferiram caminhar ou usar o metrô como meio de transporte principal, inclusive os rico e isso inclui também o primeiro ministro.
Porém, é verdadeira a fofoca que eles não gostam muito de tomar banho, porque enfrentar um metro no verão não é fácil não, porque os metros de lá não tem ar condicionado e o cheiro é de matar.
Mas Camila e Saul estão no lindo café.
C- Esse é o mais conhecido café daqui... pode não ser o mais bonito, mas é o melhor e o mais caro. (risos)
S- E você tem dinheiro para pagar isso? (preocupado)
Camila sorri, pois Saul é uma das poucas pessoas que esquece de sua origem rica.
C- Não se preocupo... qualquer coisa tenho cartão.
S- Mas eu trouxe aquele dinheiro que você trocou para mim, o Frances!
C- Euro Saul! Saul minha vó falou com você ontem?
S- Não...
C- Ficou trancado no quarto o dia todo?
S- Não... seu avô e o Nicolas me chamaram para o bar do hotel ontem e jogamos cartas e conversamos... seu pai me ligou duas vezes ontem para saber se estava bem e há pouco para me ameaçar.
C- Para você cuidar bem de mim? (risos)
S- Sim... mal sabe ele se você me soltar aqui jamais voltarei para o hotel.
C- Não se preocupe... garanto que ficará esperto em Paris! (risos)
S- Vou te dar logo o seu presente... ficou difícil depois que parou de usar presilhas.
Camila sorri.
S- Então comprei essa caixinha de musica com essa bailarina... eu adorava ver você dançar quando era pequena.
Saul entrega uma linda caixinha para Camila que se emociona.
C- Muito obrigada Saul. (beija o rosto dele)
S- Por que você não dança mais? Agora só fica com aquele sujeito!
C- Bale foi coisa de menina, não é mais a minha praia... e eu vou me casar com o meu amor... e quando isso acontecer levarei você para a minha casa.
Saul sorri.
S- Para ser segurança de seus filhos, não era você que dizia que queria ser mais livre?
C- Eu era irresponsável... sei que o meu dinheiro me leva ater segurança para os meus filhos... e vivendo no nosso país ainda é mais perigoso...
S- É verdade, o Paulo me disse que você será costureira?
Camila ri alto.
C- Quase... mas como disse lá eu sou conhecida, mas aqui ninguém sabe do meu dinheiro e...
Nisso duas adolescentes de aproximam.
AD- Você é Mila Mendoza, não é? (em francês)
C- Sim...
AD- Podemos tirar uma foto?
C- Sim... (sorrindo sem graça)
As meninas tiram fotos de Camila que ri para Saul.
Armando leva Edgar em um lindo bar... lá eles sentam no balcão.
A- Vinho por favor. (pedindo ao barman)
E- Não é muito cedo para beber?
Eles são servidos e começam a beber aquele vinho maravilhoso e os pensamentos voam...
A- Não para Paris! (sorri) Olha... eu nunca imaginei que no aniversário da minha jóia preciosa de 17 anos ela estaria noiva daquela criatura. (arrasado)
E- E conte com ela casada no de 18!
A- O que?? Por que diz isso?? (ainda mais)
E- Armando, você tem que levantar as mãos para o céu de sua filha ter encontrado o meu preciso filho, afinal ele é perfeito.
A- O vinho já te pegou homem?
E- O meu filho é um cavalheiro, um menino que qualquer família gostaria como genro.
A- Por acaso diz, que seu filho é muito para a minha filha? (já irritado)
E- Bem... vamos analisar... meu filho tem palavra, respeita a sua filha acima de tudo...
A- Sei... isso é o que você pensa, ou seja, sua ilusão...
E- Já pelo lado da Mila... ela é teimosa, encrenqueira e ciumenta..
A- Vê se pode!!! Minha filha não é nada disso!! (como ousa esse cara)
E- Ela não é ciumenta?
A- Sim... (sem graça)
E- Não é encrenqueira?
A- Não mesmo!!
E- E todas as brigas que ela arrumou com os amigos dos meu filho, não falo nem das meninas!
A- Hummm (pensa) Mas não é teimosa!!
E- Jura?? Jura que sua filha não é teimosa? Você sabe muito bem o que ela arrumou com os modelos dela no desfile... se não fosse a Betty a Ecomoda perderia uma fortuna.
A- E o seu filho? Não tem defeitos? (querendo da um soco na cara dele)
E- Muitos.. ele é inseguro em tudo que se relaciona a ela... desde que ele a conheceu ele não toma nenhuma decisão na vida sem ela saber ou participar ou mesmo autorizar.
A- Agora ela virou uma dominadora??
E- Não... ela virou uma mulher!
Betty, Patrícia, Marcela e Ruth... passaram a manhã fazendo compras nas lojas mais caras de Paris... depois de muito bater perna, as duas amigas resolvem sentar em café para descansar as pernas enquanto Marcela e Patrícia ainda continuam com as compras.
R- Nunca pensei que fosse dizer isso, mas acho que comprei tudo! (risos)
B- Percebi!
R- Você não é consumista Betty... isso me deixa arrasada!
B- Não é isso queria, é que eu recebo os modelos assim que saem das grifes para que usem... o que nunca posso fazer... tenho que estar sempre com os da Ecomoda. (risos)
R- Que mulher de sorte!
B- Ah isso eu sou mesmo! (risinhos assanhados)
R- Por que eu acho que esse risinho aí tem saliência no meio? (sorrindo)
B- Não é nada querida. (sem graça)
R- Querida, eu sei que não existe homem como o meu, mas seu marido pode ser neurótico e insuportável,mas como diz minha irmã é um espetáculo de homem.
Betty ri.
R- Não deve ser nenhum martilho passar a noite com ele!
B- Não é mesmo... é uma delicia e ontem então. (risos)
R- Conta!
B- Ontem quando ele saiu do banheiro, não era o Armando e sim um medico!(risos)
R- Medico?? Que safadinho! (risos)
Mario está no lavado de sua casa se olhando mais uma vez no espelho, quer ver se está bem vestido para conhecer os pais de Diana que logo chegam... e como isso vai acontecer, ele resolve treinar seu cumprimento.
M- Boa tarde, sou Mario Calderon! (sorri) Ele sabe seu nome idiota!
Se arruma mais uma vez...
M- Boa tarde meu sogro! (sorri) Sogro?? Eu, como sogro e sogra agora!! Sogros são pessoas que não devem ressuscitar no meio de um casamento... não tive tempo de pensar nisso antes.
Se arruma mais uma vez.
M- É um prazer receber vocês dois na minha casa... na nossa casa... (sorri amarelo mais uma vez) Que inferno isso.
Nisso Diana abre a porta.
D- Mario, eles estão aqui.
M- Mas ainda falta meia hora!
D- O quer que eu faça? Que os deixe esperando no jardim por meia hora?
M- Claro que não minha gorda...
Mario pensa em uma coisa grave.
M- Posso te chamar de gorda?
Continua...
FOTO DE CAMILA RINDO DE SAUL

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