Os Mendozas, 16 anos depois
355 Capítulo 358 ANIVERSÁRIO DE CAMILA 3
358 ANIVERSÁRIO DE CAMILA 3
Mario e sua gorda vão até o jardim receber os pais dela... Nora, uma elegante senhora alta e bem morena, quase uma índia Colombiana e Vinicios, um senhor também muito elegante, porém bem branquinho e de cabelos ralos e lisos.
Diana é só sorriso para receber os pais, ela está muito feliz em poder apresentar a filha e o marido para eles.
Mario sorri amarelo para o casal.
D- Pai, mãe... esse é o meu marido. Mario Calderon!
M- Prazer senhor... senhora... (ele tenta lembrar o sobrenome, mas esquece e fica ainda mais nervoso)
V- Somos os Martinez! (sorrindo)
M- Sim... perdão... ela não tem esse sobrenome... (acha que falou besteira) perdão....
Nora sorri ao ver o genro tão nervoso.
D- Vamos entrar que sua neta os espera. (sorrindo)
Diana conduz os dois até a sala de visita...
D- Fique calmo Mario. (ao ouvido dele)
N- Que casa linda querida.
D- Que bom que gostou.... eu mesma que decorei.
Eles sentam.
N- Nós queríamos vir no casamento de vocês, mas pudemos.
M- Eu sei Diana me contou, há pouco tempo... na verdade eu não sabia de nada... até poucos dias quando dona Cecilia nasceu.
V- Deve ter sido um choque para você... saber que sua esposa era adotada.
M- Na verdade... não... isso não me preocupou.
D- É que ele achou que eu casei com ele pelo dinheiro dele papai. (sorrindo)
V- Eu sei dessa estória. (sorrindo)
M- O senhor pode entender... em um único dia minha filha nasce, descubro que a minha mulher na verdade tem mais dinheiro do que eu e ainda mais tem pais vivos!! Quase enlouqueci!!
D- Mario!!!
Mario percebe que mais uma vez falou besteira.
M- Me perdoe... mas nunca falei com pais... não sou esse tipo.
D- Não era!
M- Sim... não era do tipo de casar.
N- Mas já foi casado?
M- Sim... mas não considerava como casamento... (mais uma vez) perdão... o nosso casamento eu considero não é?
Diana revira os olhos...
D- Sim, Mario eles sabem disso!
M- Sabem... eu não gosto que a minha vida fique nas bocas de pessoas que não conheço.
D- Eles não são pessoas Mario, são os meus pais. (já querendo mata-lo)
M- Perdão! (outro sorriso amarelo) Eu... não sei que falar minha gorda! (de novo) Perdão... não que eu ache sua filha gorda! Na verdade eu sempre achei gost... (para na hora e fica calado)
D- Eles sabem que me chama de gorda Mario, mas também sabe que você é um ótimo marido e um excelente pai não apenas para dona Cecilia, mas para Ricardinho... fique tranquilo.
V- Bem... se te deixa nervoso o fato de sabermos tanto sobre você, então falaremos mais de nós para que igualamos as coisas.
M- Não precisa. (sem graça)
N- Queremos falar, você deve pensar porque duas pessoas com dinheiro entregam a filha para adoção... mas não demos... fomos obrigados.
M- Obrigados?
N- Sim... por nossos pais, na verdade mais pelos meus... nos éramos muito jovens e eu não pensava direito e na verdade vou falar uma coisa aqui que o Vinício não sabe.
Todos olham intrigados para a bela senhora.
N- Minha tia obrigou minha prima abortar o filho que esperava com cinco meses... então eu fiquei com medo que fizesse isso comigo também e obedeci na hora quando me disseram que ela iria para adoção.
V- Eu não sabia disso, mas confesso que estranhei você ceder tão rápido.
N- Foi medo, mas depois Diana foi para adoção e eles nos separamos... mas o destino nos uniu na faculdade.
V- Sim... nos encontramos, casamos secretamente e começamos a te procurar.
N- Mas só encontramos mais de 30 anos... porque subornamos muitas pessoas e colocamos muitos detetives para te encontrar.
V- Mas ela não quis contato enquanto os pais adotivos tivessem vivos, respeitamos isso, mas sempre a vigiamos de longe e passamos todos os nossos bens para ela.
N- E agora, resolvemos adota-la.
V- Para você saber como nos chamar Mario. (sorrindo)
M- Não sabia que iam adota-la.
D- Nem eu. (emocionada)
N- Não quero mais que seja a Diana Neves, eu sei que sua mãe foi maravilhosa, mas você é Diana Martinez.
V- Se você quiser é claro.
D- Claro que quero!
Eles se abraçam.
D- Serei Diana Neves Martinez!
M- Não... (sorrindo) ela é Calderon... mas vamos ver essa mocinha!
N- Não vejo a hora!
D- Vamos até o quarto de dona Cecilia.
Eles vão até o quarto da joia preciosa de Mario.
Dona Margarida e Roberto estão com uma turma boa no museu Louvre, que é simplesmente imenso e maravilhoso, quem não conheciam ficavam encantados com a beleza do velho museu, a velha senhora como é chamada pelos parisianeces, o museu não tem uma data especifica, sabe que a coleção começou em 1190, mas mudou de vários lugares atráves dos principes loucos e arrogantes que teve aquele país.
Apesar de toda beleza, cultura e magestade... o museo é enorme e jamais poderá ser visto em apenas um dia e principalmente para os adolescentes que não se importam de uma estatua tem cem ou mil anos... não querem mesmo ficar olhando cada detalhe, eles querem é ir em frente... e como passaram toda a manhã ali estão sem paciencia e é claro loucos de fome.
K- Primo... que saco! Quero ir logo para o apartamento. (falando ao ouvido dele)
L- Eu também... nunca vi tanta coisa velha na vida.
K- Fala com ela...
L- Vó Margarida... estamos cansados.
R- É claro que sim, vamos.
DM- Mas existe muitas coisas para ver...
LU- Veremos um outro dia, a senhora mesmo nos disse que não conseguiriamos ver em um dia apenas.
DM- Isso é verdade.
R- Vamos porque Betty nos espera para encher as bolas do aniversário.
DM- Não entendo porque ela não contrata uma empresa para isso?
R- Simplesmente porque ela acha divertido e eu também! Vamos logo!
No bar os dois já beberam bastante vinho e Armando observa Edgar exagerar só um pouquinho.
E- Armando, esse vinho é muito bom.
A- Sim, mas pega rápido, como todos os vinhos franceses. (sorrindo)
E- Ruth vai adorar esse lugar... ela adora vinho.
A- Betty ainda não me ligou...
E- Ruth parou de me mandar fotos do que ela estava comprando... devem estar no apartamento.
A- Se estivessem lá ela teria me ligado... (angustiado)
E- Por que homem?
A- Porque deixei um bilhete para ela.
E- Como ela não ligou, então não chegou em casa?
A- Ou não leu.
E- Está louco para ver a reação dela, não é?
A- Sim... (sorrindo)
E- Betty é uma mulher transparente, logo todos saberemos se ela leu ou não.
A- E essas compras que não acabam!!
Betty e Ruth chegam ao palacete e já encontram o zunzum do seu povo.
B- Suas sobrinhas chegaram! (risos)
R- Com certeza! Aiii Betty é estranho, fiz um monte de compras e não trouxe nada para casa.
B- Eles entregam querida, não demora nada.
R- Não sei se gostei desse lado de ser rica! O bom é trazer as bolsas cheias para casa e enfartar o Edgar. (risos)
B- Pois ainda pode fazer isso, é apenas deixa em cima da cama! (risos)
Elas entram para o enorme salão e todos conversam e enchem as bolas.
B- Começaram sem mim?
L- Perdão minha sogra, mas vocês demoraram e assim Mila não ia ver a casa enfeitada!
B- Pois fez certo! Compramos demais! (risos)
R- Sim, vamos encher bolas!
Elas começam a encher as bolas... Fernandinho quando vê a mãe engatinha até ela... e Betty sorri e o pega no colo e o beija.
B- Oi meu príncipe, mamãe estava com saudades... Então, gostaram de conhecer Paris?
K- Só vimos o museu... (enchendo a bola) engraçado que o povo fala que o Rio é a cidade mais linda do mundo, mas Paris... é fabulosa.
DM- Na verdade não tem a beleza natural que o Rio tem, é tudo concreto.
LU- E concreto velho! (risos)
RT- Muito velho mesmo! (sorrindo)
Ruth e Betty se olham intrigadas ao ver as primas conversando com dona Margarida e o Roberto.
B- Eu estou louca, ou elas estão se entendendo com a minha sogra?
R- Acho que sua sogra conquistou minhas sobrinhas.
B- O problema dela era apenas comigo, então! (risos)
R- Sogra, não é querida?
B- Verdade... vou ligar para Mila... não é melhor para Saul. (liga)
Camila e Saul estão passeando pela cidade, ela já falou de tudo que ele poderia saber sobre a linda cidade e seus cidadãos... Saul virou um vasto conhecedor da cidade, já que Camila, como qualquer adolescente não parou de falar em nenhum momento.... nisso o telefone dele toca para salvá-lo da linda menina faladeira.
S- Dona Betty, como vai?
B- Oi Saul, está gostando do Tour?
S- Muito... (sorrindo olhando para Camila) precisa de algo?
B- Que venha para casa, as primas estão aqui e preciso de ajuda para enfeitar a casa.
S- Que bom, já iremos. (desliga)
C- Mas já vamos? Tenho tantas coisas para te falar!
S- Que pena! Taxiiiii! (gritando) Mas temos que ir embora... sua mãe tem que enfeitar a casa para o seu aniversário.
C- Como?? Taxi!!
O caro, para e eles entram.
S- Também é taxi em francês?
C- Sim... na maioria dos países é taxi, mas Saul a mamãe não está enchendo a casa de balões não é?
S- Claro que está!
C- Gente!!! Eu já sou uma mulher! Não vim para Paris para enfeitar a casa de balões.
S- Pois não seria sua mãe se não fizesse Mila, você sabe como ela é!
Nisso o carro para na frente do prédio e eles descem... quando iam subir Daniel aparece.
D- Oi Camila... senhor.
Saul logo fica antenado, sabe que Armando não gosta desse cara.
C- Oi tio! (abraça)
D- Oi Camila... vim trazer seu presente.
C- Vamos subir.
D- Acho melhor não... quero te dar agora... pode nos dar licença? (olhando para Saul)
C- Sem problemas Saul.
Saul se afasta um pouco, mas sem tirar os olhos dela.
C- Por que não espera até a noite?
D- Porque não quero que seu pai fique me enchendo, sabe como ele é!
C- Verdade! (risos)
D- Tome... feliz aniversário.
Camila abre o pacote ansiosa e demora a entender o que é.
C- É um desenho da madame Chanel?
D- Sim... legitimo... um dos mais bonitos.
C- Nosssaaa... (nervosa) não posso aceitar, isso é muito caro tio!
D- Camila... já tem 17 anos, acho que não precisa me chamar de tio, sou tão velho assim?
C- Não! (risos) Mas eu não posso aceitar.
D- Pode e vai! Não posso devolver, apenas quero que não deixe seu pai ver por enquanto... ele vai se meter.
C- Tudo bem... mas ele vai descobrir porque vou pendurar no meu quarto.
D- Depois tudo bem, apenas não hoje... então gostou?
C- Claro!
Camila sorri e abraça Daniel mais uma vez, só que desta vez ele demora no abraço e Saul chega perto a tirando dos braços dele.
S- Está na hora dela almoçar!
D- Claro! Até a noite Camila! (sai)
C- Foi indelicado agora, Saul... não entendi.
S- Porque é muito nova... seu pai não gosta desse homem.
C- Mas eu não estou nessa briga Saul.
S- Acaba de entrar e não sabe... vamos... qual é o andar.
C- Vamos para o privativo.
Eles sobem e lá estão todos enfeitando a casa e Camila sorri... não tem como brigar com a mãe.
C- Mãe... que mico!
B- Pois farei você passar por esse mico sempre! Seja bem-vindo Saul. Vou subir e colocar esse rapaz no berço... está com sono. (sobe)
Saul fica olhando o palacete sem palavras, mas não pode nem curtir muito porque é abraçado por todos os lados, as primas estão com saudades dele.
Meu Deus... elas apertam. — Pensa o gigante gentil.
Betty sobe as escadas e liga para seu marido.
Armando está caminhando para voltar para casa Edgar e sorri.
A- Ela leu... (atende) Oi meu amor. (sorrindo)
B- Meu amor... vem logo para casa, estamos te esperando para o almoço.
A- Tudo bem, já estamos chegando. (desliga arrasado) Ela ainda não leu.
E- Ela verá! Fique calmo! (sorrindo) Que homem apaixonado!!
Betty chega ao seu quarto e vai até sua sala intima colocar Fernandinho no berço que está com sono... ela tira as sandálias dele... dá um beijinho no filho e fica cantarolando até que ele durma... ela vai até o seu banheiro...troca de roupa para ficar mais à vontade e dá uma retocada na maquiagem e volta para sua quarto e em cima da cama vê um bilhete... ela sorri logo ao ver... imagina que é coisa de seu marido.
B- Meu amor com bilhetinhos... que lindo.
Betty senta e começa a ler o bilhete, achando que seria um dos safadinhos que ele escreve depois de uma noite de amor, mas logo as lagrimas lhe vem aos olhos ao ler aquela tão delicada expressão do amor... de todo sentimento que aquele homem tem por aquela mulher... Betty não consegue expressar como pode amar ainda mais aquele homem e chora mais ainda...
Como tem tanto tempo que escrevi o outro capítulo, vou postar o bilhete mais uma vez**
Hoje faz 17 anos que me senti plenamente feliz... eu sei você sempre dizia que eu poderia ser feliz, que merecia, mas eu sempre achava que tudo aquilo ia acabar a qualquer momento e você ia me deixar mais uma vez e não voltaria a me perdoar... sempre tinha sonhos que você fugia para Cartagena e eu jamais te encontrava.
Você se aborrecia comigo quando dizia que não sabia como era ser feliz, porque até o momento que você entrou na vida tudo mudou, tudo que eu achei que era certo passou a ser errado... tudo que era bonito, virou feio e tudo que era feio virou belo... bela...
Mesmo depois que nos casamos eu achei que aquela era a felicidade plena e que ninguém poderia ser mais feliz do que eu e eu jamais poderia amar alguém na vida do que amo você... eu sempre te dizia, você nunca vai saber o quanto eu amo você... você nunca vai saber o quanto forte é esse amor que carrego dentro do meu peito... você brigava porque também me amava mais que tudo... eu dizia que o seu amor era puro e que sempre me amou, o meu não foi arrebatador e rasgou meu peito de um lado para o outro e que essa ferida não cicatrizava jamais.
Mas um dia, ela chegou... ela chegou e tudo que conhecia de amor se foi por terra... o que eu achei que jamais poderia amar alguém ainda mais... virou uma mentira no momento que segurei minha filha no colo... naquela maternidade... naquele quarto de hospital eu senti a felicidade plena e pela primeira vez senti que merecia tudo aquilo que sim, eu poderia ser feliz e tudo isso eu devo a você minha Betty. Devo minha vida, meu amor, a cada filho que me deu me fez ainda mais feliz e a cada dia mais eu sou mais feliz.
Escrevo isso chorando de felicidade, a mesma que senti há 17 anos atrás.... ela não é só a minha joia preciosa... ela é o perdão que dei a mim mesmo por tudo que te fiz.
Te amo,
Sempre seu,
Armando Mendoza.
Armando no elevador privativo ouve a confusão que vem do apartamento.
A- Elas já estão aqui? (acabado)
E- Pelo barulho sim! (sorrindo)
Quando o elevador abre... o imenso salão tem centenas de adolescente correndo de um lado para o outro, para o desespero de Roberto, Margarida e Saul... Katinha quando vê os dois chegarem se aproxima e os abraça.
K- Tios, tenho uma novidade maravilhosa! (sorrindo)
A- Qual seria? (temendo o pior)
K- Vamos ficar aqui! Nossas malas já estão aqui, não é maravilhoso?
A- ôoo... (querendo a morte)
E- Que bom Katinha, mas aonde está sua tia?
K- As duas estão nos quartos... tia Ruth disse que estávamos fazendo confusão demais!
Nisso uma bola estoura assuntando os dois.
A- E Betty?
K- Subiu para colocar Fernandinho no berço.
A- Sei... (olhando outra bola estourar)
K- Seus filhos não sabem encher bolas que isso! Meninos! (sai)
Nisso, dona Adriana chega com Armandinho no colo dormindo.
DA- Meu filho, coloque no berço... assim ele acorda com tanta confusão. (passa para ele)
A- Sim... vou levar para cima!
E- Eu também...
DA- Não senhor! Venha me ajudar!! (sai arrastando o pobre)
Armando com seu filho precioso no colo, sobe as escadas e vai até o quarto e encontra sua esposa as lagrimas com o bilhete na mão.
A- Meu amor...
Armando fica nervoso ao ver a mulher daquele jeito, quer abraça-la, mas está com o filho no colo e não sabe o que fazer... Betty conhece o marido e pega o filho no colo e leva para o berço... quando ela volta Armando a pega no colo e a leva para cama e a beija.
A- Meu amor... não era para chorar.
B- Como não chorar com essa declaração de amor... eu te amo muito. (o beija)
A- Eu sei meu amor e eu também... estava angustiado naquele bar com o Edgar... louco para saber se você leu, ou se gostou...
B- Como não gostar, meu amor, foi a coisa mais linda que me escreveu.
A- Como todos foi de coração... (suspira fundo) que vontade de tirar sua roupa e te mostrar como te amo agora.
B- Eu sei meu amor... eu também, mas hoje é aniversário dela e temos muitas coisas para fazer.
A- Mas a noite será minha!
B- Totalmente. (risos)
Nisso, batem à porta.... Armando sai de cima da esposa e vai abri.
C- Já estão ai? (olhando a mãe na cama) Estava chorando?
B- De felicidade querida!
Betty levanta e abraça a filha.
B- De felicidade... agora podemos almoçar?
C- Sim, estamos varados de fome!
A- Está o que? (confuso)
C- Papai tem que entender gírias. (risos)
Nisso Leandro aparece.
L- Não vão descer? Estou cheio de rango.
Ele entra no quarto.
L- Nossa que quarto é esse?
A- O meu, sai fora!!
B- Que isso meu amor, deixe o menino conhecer o quarto... vamos descer.
A- Não vou deixar esse cara no meu quarto sozinho.
C- Eu fico com ele. (risos assanhados)
B- Boa ideia! Vamos!
Betty sai arrastando o marido muito contrariado.
L- Esse quarto tenho que dizer que é lindo... parece uma daquelas salas do Museu.
C- Do jeito que vovó é. (risos)
Ele passeia pelo quarto enquanto Camila olha para o papel na cama e como é super curiosa resolve lê... ela senta na cama e se emociona lendo... Leandro quando vê isso senta ao lado dela.
L- O que foi?
C- Um dos bilhetes do papai... acho que ele escreveu hoje.
Os dois leem juntos sorrindo com as palavras de Armando, mas no final os dois se olham intrigados.
L- “Perdão que dei a mim pelo que te fiz”... não entendi...
Camila olha nos olhos do noivo tão confusa quanto ele.
C- Mas ele não a traiu... tenho certeza disso...
L- Ela também não o traiu.
C- Não foi pela presidência.
Eles se olham.
C- O que meu pai fez de tão grave assim?
Continua...
FOTO DE BETTY COM FERNANDINHO NO COLO

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