Os Mendozas, 16 anos depois
351 Capítulo 353 PARIS, REALIZANDO SONHOS
353 PARIS, REALIZANDO SONHOS
Os Aguilar e os Mendozas estão indo para Paris passar o aniversario da primogênita de Armando e esse está muito feliz e sentado ao lado da esposa no jatinho particular pede mais vez a mão da esposa.
B- Meu amor... (sorrindo emocionada)
A- Pense bem Betty... eu sou um homem furioso, mal humorado, ciumento, tarado.... sem limites quando a amo... você tem que praticamente me expulsar dentro de você.... já me conhece o suficiente para saber que não sirvo para você... que merece alguém muito melhor do que eu, por isso pense bem na resposta.
Betty olha para aquele homem lindo e apaixonado e pensa... o que eu posso fazer para devolver todo esse amor tão intenso e tão profundo.
B- Por te conhecer tão bem... e principalmente por expulsar você dentro de mim que eu digo que sim... mim vezes sim.
Armando sorri e a beija delicadamente.
A- Te amo Betty!
B- Vamos nos casar de novo? (sorrindo)
A- Sim... é minha noiva mais uma vez, mas desta vez com benefício... nada de ficar dias sem fazer amor. (atento)
B- Depende....
A- Como assim, depende? (mais ainda)
B- Se me enrolar muito para se casar comigo. (risos)
A- Prometa que não vai me negar amor...
B- Prometo meu amor... sou sua noiva com benefícios. (risos)
A- Tem certeza Betty? Sou o pior dos homens. Sempre te faço vergonha com os meus ciúmes.
B- Sim... foi.... mais hoje é o melhor dos homens! (o beija) O amor que sinto por você nunca vai acabar... não existe crises de ciúmes que cure.
Armando a beija delicadamente.
B- E além do mais será uma experiência nova para mim!
A- Como assim? Esse será nosso terceiro casamento!
B- Sim... mas será o primeira vez que me caso contigo que não estou grávida! (risos)
A- Podemos providenciar isso! (sorrindo)
B- Não! (risos) Prefiro sem neném na minha barriga!
A- Sabe que nunca mais vou te largar, não sabe?
B- Conto com isso meu amor.
Se beijam mais uma vez.
As primas estão na limusine encantada com tudo que vem em Paris, apontando o tempo todo... Roberto e Margarida se olham e sorriem ao ver os sorrisos e os olhinhos sonhadores das meninas...
K- Nossa... é incrível essa cidade mesmo.
Ana- Tudo tão velho e novo ao mesmo tempo.
R- Paris é milenar... mas já foi reconstruída muitas vezes.
LU- A torre parece uma lua.
DM- Lua? (sorrindo)
LU- Sim... ela nos acompanha.
DM- Paris, é uma cidade que os prédios não podem ser muito altos... ou seja, não podem ter muitos andares para poder ver a torre de qualquer ângulo.
K- Ela é muito alta!
R- A torre possui 324 metros de altura. Foi a estrutura mais alta do mundo desde a sua conclusão até 1930, quando perdeu o posto para o Chrysler Building, em Nova York.
K- E quando foi essa construção?
R- Foi construída entre 1887 e 1889 para representar o desenvolvimento tecnológico durante Exposição Mundial. Também foi construída para comemorar os cem anos da Revolução Francesa e a inauguração ocorreu em 31 de março de 1889.
Ana- Sabem tudo sobre ela.
DM- Moramos boa parte do ano aqui.... mas não se preocupe que da varanda do quarto de vocês ela estará lá para ve-la... vão adorar o hotel é muito bom.
LU- Jura? Nossa... ela é linda.
K- Se mamãe souber disso enlouquece.
R- Por que?
K- Ela acha que o seu filho está pagando essa viagem toda porque somos duras.
R- Não querida, quando fazemos um aniversário ou casamento em outro país ou em outro estado é comum quem recepciona a festa pague tudo.
Ana- É normal?
DM- Sim... ela escolheu Paris, então ele tem que pagar! Não é por vocês serem “duras”, não é assim que falam?
K- Sim.... (sorrindo)
O carro chega ao hotel e as meninas ficam ainda mais encantadas... saem do carro olhando para tudo e sorrindo.
DM- Meninas, ainda querem as aulas de etiquetas?
K- Claro... mais que tudo.
DM- Então... não haja com todo esse deslumbramento... depois desça e olhe cada detalhe, mas com leveza... não seja indiferente ao novo apenas aprecie melhor.
Ana- Sim... dona Margarida.
R- Bem... eu vou subir, vai levá-la aos quartos delas?
DM- Sim....
R- Nos vemos! (sai)
DM- Vamos...
Dona Margarida levam as meninas a suíte interligadas... ou seja, três quartos ligados por uma sala... elas ficam paradas olhando todo aquele luxo.
DM- Aqui vocês podem se soltar... ninguém vê!
Elas correm de um lado para o outro pulando na cama e olhando em toda a sacada e lá estava ela... Torre Eiffel...
DM- Meninas... como eu disse podem descer, mas não saiam do hotel, sou responsável por vocês.
K- Quando veremos a Mila?
DM- Ela ainda está voando... acho que houve um atraso lá em Bogotá.
Otavio está lendo jornal na sala quando Lizze passa com Kaleb no colo.
LZ- Isso que é vidão... primeiro dia de trabalho fica em casa.
O- Bem... se posso falar em minha defesa... eu liguei para lá para saber se minha sala já estava com o sistema no pc, pois queria me atualizar, para que o Edgar não perca muito tempo comigo, mas o segurança me disse que os funcionários foram dispensados e apenas os donos estavam na empresa. (sorrindo)
LZ- Mas eles não iam viajar?
O- Creio que sim!
LZ- Não entendi... o que foram fazer na empresa?
O- Ah Lizze... eu sei de varias estória sobre aquele casal, mas não acredito nem em metade delas.
LZ- Que estórias? (senta ao lado dele)
O- Não seja curiosa! (sorrindo)
LZ- Otavio, não estou mais no mercado, não sei das fofocas dos empresários... me conta.
O- O que dizem é que eles namoram na empresa... tem um horário especifico...
LZ- Namorar com hora marcada? Um pouco chato isso.
O- Ouvi dizer que as 16 horas ninguém fala com eles.... e que tem salas interligadas para encontros amorosos.
LZ- E você descobriu isso como? Edgar?
O- Edgar fala de alguém? Não... soube em almoço de negócios... encontrei com eles varias vezes em reuniões e bancos... estão sempre de mãos dadas... com beijinhos.
LZ- Isso eu sei... também sei das vezes que ele bateu nas pessoas por ciúmes daquela mulher.
O- Sim... Armando é um misto de Ogro e príncipe! (risos)
LZ- Por que diz isso?
O- Não é minha discrição e sim da Ruth!
LZ- Duvido que ela tenha falado príncipe!
O- Eu... eu fiquei um pouquinho de ciúmes.
LZ- Meu Deus do que?
O- Ele e o Edgar estão muito juntos agora com esse namoro... parecem... estão como...
LZ- Irmãos? Como vocês eram?
O- Sim... acho que o ogro ganhou meu amigo.
LZ- Otavio, Edgar é amigo para sempre... é normal que agora esteja mais com eles, afinal o filho um dia casará com a Mila Mendoza. (sorri) Mas se precisar... ele estará aqui em minutos.
O- Eu sei... e além do mais... estou feliz por Armando ter um amigo como o Edgar.
LZ- Pelo que ouvi do Armando eu não sei como ele agüenta os gritos!
O- Coloque um "s" a mais ai, porque a Ruth grita com ele muito mais! (rindo)
LZ- Aiii eu não consigo entender a implicância que ela tem com ele.
O- Quando você encontrar os dois juntos, saberá! (risos)
LZ- Bem... de uma coisa eu tenho certeza, nossa amiga brasileira não leva desaforo para casa.
Otavio beija a esposa sorrindo.
O povo chega a Paris... uma limusine esperam todos... eles partem para o apartamento... o encantamento das meninas não se compara ao de Ruth que se emociona com tudo que vê e Edgar sorri para a esposa abraçando-a.
B- Deixa eu sentar ao lado dela.
A- Meu amor...
Betty sai de perto do marido e senta ao lado de Ruth e abraça... Edgar é claro senta ao lado do amigo.
B- Querida... o que houve? (emocionada também)
R- É um lugar especial para mim Betty.
B- Paris? Achei que seria sua primeira vez?
R- Em corpo sim, mas em espírito... milhões de vezes. (limpando as lagrimas)
A- Eles queriam passar a lua de mel aqui meu amor.
B- Jura? Aiii que romântico...
C- E eu atrapalhei, não foi?
E- Claro que não querida.
C- Foi sim... vocês não deveriam vir aqui a primeira vez no meu aniversário... (quase chorando) deveria ser na lua de mel... acho que estraguei tudo meu amor. (olhando para o noivo já chorando)
R- Claro que não Camila.
Leandro abraça a noiva quase chorando também, ele não sabe muito bem porque, mas sofre se a noiva sofre...
E- Meu Deus... as lagrimas de Ruth são de felicidades, não são?
R- Muita felicidade... gente... eu não posso imaginar melhor ocasião para eu conhecer Paris do que cercada de gente que amo... vocês... minha sobrinhas... estou muito feliz.
B- Pois quero te mostrar muitas coisas daqui.
o coração de Ruth acelera quando vê a torre.
R- Sabe Betty... o que dizem da Eiffel?
B- Não, o que?
R- Que ela de perto são apenas ferros, mas de longe é um sonho realizado. (sorrindo)
B- Sim querida! (sorrindo para a amiga)
C- Promete que vocês voltaram aqui?
E- Prometo!
R- Querida não se preocupe com isso... veja, eu sou uma mulher realizada... me casei com o homem mais maravilhoso do mundo que meu deu o filho mais perfeito desse mundo e que ainda me deu a oportunidade de ser mãe de novo... sou feliz no casamento, na minha vida profissional, estou aqui nessa terra linda com todos vocês... e além de tudo poder participar da vida de vocês... e principalmente ter você em minha vida Camila... só tenho agradecer... vem.
Camila vai sentar ao lado da sogra que abraça e beija.
R- Nunca que eu imaginei na vida que meu filho poderia escolher uma menina tão especial como você Camila.
C- Não foi ele que me escolheu... eu o obriguei a namorar comigo.
R- Eu sei... (sorrindo) mas ninguém precisa saber.
JO- Todos que estão nesse carro sabem!
A- Eu não me lembro dessa forma não!
E- Claro que não! Meu filho invadiu a sua casa, não foi?
A- Mas foi isso sim!
B- Nada de brigas... chegamos...
Todos saem do carro e Ruth olha para o prédio.
R- Betty... seu apartamento é nesse prédio?
Espantada com o luxo.
B- Hummm você não viu nada... vamos entrar que vou te mostrar o mimo que minha sogra vive. (risos)
Eles pegam o elevador privativo da cobertura duplex... lá tudo é banhado em ouro e de muito bom gosto.
O elevador abre a porta e os Aguilar se encantam com tudo.
E- Armando... eu sabia que você era rico, mas não sabia que era tanto.
A- Nem eu sabia até mamãe comprar essa casa.
R- Mas isso não é um apartamento... isso é...
B- Um palacete? Sim... esse é um palacete... minha sogra misturou a decoração de Luiz Xv com a era Vitoriana.... ou seja... ela exagerou. (risos)
Ruth olha para o teto sem acreditar.
R- Não tem como vocês manterem isso tudo, tem?
B- Nós não... a Ecomoda pode... vamos... quero te levar ao quarto.
Nisso os empregados se presentão... um mordomo, duas copeiras e duas arrumadeiras.
B- Boa tarde... esses são nossos amigos... os Aguilar. (em francês)
Todos cumprimentam os convidados.
B- Meu amor, peça para eles levarem os outros aos quartos quero falar com Ruth.
A- Você quer é falar mal da minha mãe...
B- Também! (risos) Vamos... vai conhecer seu quarto.
Elas sobem para o segundo andar e Betty leva para um quarto fabuloso.
R- Betty... é muito luxuoso... gente... (pasma)
B- Bem... eles sempre tiveram um apartamento aqui e um em Londres... mas eram modesto, mas depois que assumi a presidência e começamos a dar dinheiro para eles, trocaram os dois por palacetes como esse... eu não deveria reclamar, porque afinal será dos meus filhos...
R- Então por que sinto uma reclamação chegando?
B- Porque esses empregados não são temporários... eles são permanentes, como os de Londres e o de Bogotá... a Ecomoda que paga isso tudo... não acho certo com os outros sócios.
R- Mas eles sabem disso?
B- Claro que sabem... conforme a minha família foi crescendo os apartamentos de meus sogros também... claro que os sócios ficam aqui quando estão em Paris, não seria legal eles ficarem em outro lugar.... ou seja a empresa paga toda essa fortuna porque minha sogra não pode fazer o próprio café...
Betty fala sobre os hábitos que não gosta em sua sogra, mas esquece que ali tem uma mulher encantada olhando pela janela do lindo quarto.
B- Venha até a varanda querida...
Betty a leva para a varanda e lá se vê a torre de pertinho.
R- Ela é perfeita...
B- Sim... lembro quando Armando me trouxe aqui pela primeira vez, parece que estava sonhando.
R- É o que acontece comigo agora... se for um sonho, não quero acordar.
B- Não é querida.
No corredor Armando leva Edgar para conhecer a parte de cima.
E- Ainda tem o segundo andar? Já estou cansado! (sorrindo)
A- Muito engraçado! Vai me chamar de riquinho agora? Por isso que não sou social com as pessoas!!
E- É claro que não te chamei de riquinho, porque seria ridículo! (risos)
A- Quer conhecer o resto?
E- Por que não... está tão amável, hoje.
A- Então, não me irrite para que continue assim! Vamos subir.
Eles sobem para o segundo andar e lá Camila arrasta o noivo para seu quarto.
C- Meu amor... vou te levar ao meu quarto... assim não se perde no meio da noite! (risos)
Ela entra no quarto com o noivo e os dois se olham...
E- Tem certeza que é uma boa idéia?
A- Você não viu o que ela acabou de falar? Que ele invadirá o quarto! Vamos lá
Eles vão até lá e Camila mostra o quarto para o noivo.
C- Essa é a minha cama, de casal como pode ver! (risos) Meu banheiro ( o leva) com uma enorme banheira... que nunca usei, mas quem sabe dessa vez. (carinha de sapeca)
Leandro olha para o pai já em desespero.
A- O que faz Camila?
C- Mostrando o quarto... papai, posso ficar com ele sozinha?
E/A- Nem pensar!
C- Hummm... vamos para o seu quarto! (risos)
Camila joga a bolsa na cama e sai arrastando o noivo que ainda olha para o pai pedindo socorro.
Mas Camila não sabe qual será o quarto do noivo, pois ele nunca ficou lá.
C- Papai... qual será o quarto do meu amor?
A- E eu lá sei? A casa não é minha! Pergunta sua mãe, sou apenas o caixa!
C- Tudo bem... passearemos por todos os quartos! (risos)
Ela arrasta o noivo e entra no quarto dos meninos.
JO- Não bate na porta comprida!
C- Desculpa... não é esse meu amor. (risos)
L- Acho melhor esperar sua mãe, meu amor...
C- Que nada! Vamos para o outro quarto. (risos)
Os pais ficam no meio do corredor vendo os filhos baterem de porta em porta e demorando para sair.
E- Quanto custa um quarto de hotel nessa parte da cidade? (já de cabeça quente)
A- Caríssimo! Você não tem dinheiro para pagar!
E- Você me empresta?
A- Com maior prazer! Te dou o dinheiro!!
Nisso o casal entra no quarto de Ruth e Edgar.
C- Mamãe... qual é o quarto do meu amor, é ao lado do meu?
B- Creio que não querida, o meu fica ao seu lado.
C- Não pode ser em frente porque os meninos estão nele.
B- Pergunta aos empregados querida. Vamos para o meu quarto Ruth! Na verdade o da minha sogra! (risos)
Elas saem e passam pelos dois em pé no corredor.
B- o que fazem ai?
A- Querendo a morte!
E- Tentando arrumar dinheiro!
Betty ri e leva a amiga para o quarto.
R- Caraca!! Luiz XV morava aqui?
B- Ele não tinha dinheiro para pagar!
As duas riem
No corredor o casal está cansado de corre de um lado para o outro.
C- Não achei papai ele terá que dormir comigo! (risos)
Edgar olha para Armando.
A- Por que me olha? Acho que vou deixar?
C- Estou brincando meu sogro...
Nisso dona Leia chega com as empregadas atrás dela.
DL- Armando! Essas duas estão falando comigo e não entendo nada... por que elas não falam a minha língua?
A- O que quer saber?
DL- Aonde ficaremos!
A- Por favor, poderiam nos dizer aonde cada um ficará? Meus filhos principalmente. (em Frances)
Elas informam.
C- Mas o meu amor ficará do outro lado. Não sei porque um apartamento tão grande.
A- Por mim, ficaria do outro lado da cidade.
As crianças sobem com dona Adriana e o mordomo e as copeiras. Armando quando ver os filhos nos braços dos outros pega os gêmeos na hora.
DA- Vamos descansar, não é Leia?
DL- Melhor...
Eles saem deixando apenas os quatros no corredor.
C- Então meu amor... vamos conhecer melhor o seu quarto. (risos)
A- Claro!
Armando passa para cada um, os gêmeos para os dois.
A- Tomem conta deles!
C- Agora papai?
A- Algum problema em cuidar dos seus irmãos?
L- Nenhum meu sogro. (sorri aliviado)
O casal sai com as crianças.
E- Não vai dar certo isso Armando, não vê isso!
A- O que quer que faça?
Nisso os meninos saem do quarto.
JO- Papai, pesquisamos na internet e tem muitas profissionais que atendem aqui no prédio.
A- O que??
AL- Sim... mas precisamos de um cartão de credito internacional e mamãe não nos dá... poderia me emprestar seu cartão senhor Aguilar?
E- Como? Quer meu cartão para o que?
C- Vamos meu amor!
Camila sai com o noivo para o quarto dele com os gêmeos.
E- Armando precisamos conversar!
A- Edgar resolva isso! Tenho um assuntos para resolver! (liga ao celular) Oi papai... sim chegamos bem.
E- Que assunto seria esse?
AL- Então... pode me emprestar?
JO- Para que você quer? É muito criança para ter uma profissional!
AL- Temos a mesma idade imbecil!
JO- Só que você é muito mamãezinha!
AL- Vai pagar por isso!!
Os meninos rolam no chão brigando enquanto Edgar olha pasmo vendo Armando falar tranquilamente ao telefone.
A- Sim papai... está tudo bem... gostaram sim...
Nisso Camila chega.
C- O que houve? Parem com isso capetas!
Camila tenta acabar com a briga, mas recebe um puxão de cabelo como resposta e é claro rola no chão com os meninos.
E- Armando me ajuda!! (apavorado)
A- Barulho?? Nada papai.... (calmamente ao telefone) e as meninas?
Nisso Leandro escuta e vem ver...
L- Hii isso nunca da certo!
E- Como assim? (ainda mais)
É claro que Aninha sente o cheiro de briga e passa como uma bala se jogando entre os irmãos.
L- Eu não disse!!
Nisso Leandro entra na briga para tentar não deixar que Aninha se machuque.
E- Armando me ajude!!
A- Estou ocupado!
Armando já pressentindo que a esposa vem, desce as escadas...
A- Viu? Não tem mais barulho... papai preciso de um grande favor seu... uma coisa que só o senhor poderá me ajudar!
Continua...
ELA, VISTA POR TODA PARIS.

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