Notas iniciais
Olá, pessoal. É o seguinte, eu iria postar esse capítulo ontem, mas perdi tudo :( E eu devo desculpas por te ficado tanto tempo sem postar. Minhas aulas voltaram, e pra piorar, vou me mudar e, provavelmente, ficarei sem internet por uma semana. E comecei a trabalhar na área da eletrodinâmica e cromodinâmica quântica na minha tese de mecânica/unificação quântica-relativística. E pelo visto, também entrei na área da teoria quântica dos campos e, obviamente, modelo padrão. E ainda tenho que adequar as equações de Maxwell a ela. (Não sei se vocês vão acreditar, pois alguns sabem que eu só tenho 15 anos, mas eu não tenho motivos para mentir, então, não mentiria). E eu também fiquei pensando em um jeito de mudar o curso que a historia parece estar tomado, mas não esta. Não sei se ficou claro o que eu acabei de dizer, pois eu já tenho a historia completa na minha mente. Mas acho que a historia esta mostrando um caminho diferente do que ela realmente vai ter. Não sei se vocês gostam disso ou não, mas achei importante avisar. Bom, espero que gostem do capítulo> ^^

Piper abria os olhos. A primeira atitude que tomou foi de descobrir as horas. Ela pega a sua mochila, que estava próxima a sua cama, e pega um relógio de pulso. Ela acordou tarde, as dez horas da manhã. Mas para ela foi cedo, pois ela tinha dormido apenas uma hora e meia.

Ela abre aa mochila para guardar o relógio e vê uma fita cassete, escrita memories. Estava desgastada, mas não estava tão velha.

Ela pega um toca-fitas portátil e coloca a fita que estava segurando. A música Stairway to Heaven (da banda Led Zeppelin) começa a tocar. Algumas lagrimas escorrem em seu rosto quando a as lembranças que aquela música trazia apareceram.

Ela foi ate o banheiro do quarto(pois o apartamento era grande) e lavou o rosto. E começou a olhar para seu reflexo no espelho. Seu cabelo escarlate era lindo, porem estava bagunçado. Ela passa a mão para arruma-los(ou apenas aliviar um pouco a bagunça).

Ela colocou uma camisa preta com uma estampa de um desenho fofo gatinho branco e bochechas rosadas. Era uma camisa que tinha desde seus quinze anos.

Ela sai do quarto e caminha ate a cozinha. Rony comprou alguns Donuts para ela, e um recado. Ela pegou a folha e leu...

"Hoje acontece o baile. Vou comprar algumas coisas para um feitiço. Volto as dez horas, espero que esteja arrumada e USE O VESTIDO...

Ass:Rony"

Ela amassa o bilhete e joga no chão. Então, pega a caixa de donuts e caminha ate a geladeira. Piper vê as bebidas que Rony tinha comprando, todas eram caras.

"Aquele desgraçado tem tanto dinheiro mas não esquece quando eu devo a ele..." pensou ela, pegando um garrafa. Então, vai ate a sala, e se deita no sofá,e começa a apreciar o sabor dos donuts e de sua bebida alcoólica.

(...)

Eram meio dia, Piper passou as duas horas sentada no sofá, bebendo e assistindo filmes de terror. Ela assistia Invocação do mal e ria em algumas cenas.

Ela sentiu fome, e decidiu sair do hotel e caminhar por Londres. Ela calçou seu par de all stars e foi caminhar, em busca de algum hambúrguer de bacon.

"Estranho, a maioria dos caçadores que conheço só comem porcarias, como batata frita, hambúrguer, pizza e etc... Sera que fazem isso pois já praticam exercícios quando enfrentam o sobrenatural ou fazem isso para aproveitar a vida, já que nunca sabemos quando vamos morrer?" pensava ela, quando começou a se dar conta de que ela, assim como vários caçadores, só comiam coisas que não fazem bem.

Ela chega perto de um parque de diversões. Fazia tempo que Piper não ia em um, e como ela só iria participar de um caso mais tarde, ela decidiu entrar. Usando o dinheiro e Rony, ela decidiu se divertir um pouco.

Ate que ela viu uma "casa mal assombrada", um brinquedo do parque. E decidiu. O estranho foi que, todas as pessoas saiam sem animo, com a pele pálida, tristes.

Ela decidiu entrar. Como só podiam entrar quatro pessoas por vez, ela e mais três jovens entraram.

–Então, linda. Se sentir medo, eu te protejo. — disse um dos jovens, que estava sentado do lado de Piper, nos carrinho que levava eles para dentro da casa. Tudo estava ficando mais escuro. Eles recebera lanternas antes de entrar no brinquedo.

O carrinho parou, e eles ligaram as lanternas. Parecia uma especie de labirinto, Piper entrou em um dos três caminhos que tinha,e o jovem que falou com ela a seguiu.

–Então, linda, qual é seu nome?- perguntou o jovem. Piper não respondeu. — O meu é Darwin.

–Legal, que fascinante. — diz ela, com o maior tom de sarcasmo possível.

O jovem se aproximou de Piper e segurou no braço dela.

–Olha aqui. Sei que você não quer nada comigo, então, parece que vou ter que fazer o que desejo a força. — diz ele.-Ainda bem que estamos no escuro...

Piper sorri, e em um movimento rápido, tira um canivete de prata que ela sempre levava para todos os lugares, e aponta a arma para a garganta do jovem, encostando e pressionando o canivete no pescoço dele.

–Se você quiser ter algo, pode tentar a sorte. Mas saiba que só vai ser degolado...- diz ela. Logo, ambos escutam gritos, que eram dos dois jovens que seguiram um caminho diferente.

–O que foi isso? — sussurrou Piper. Ela acerta um chute frontal na genitália do jovem, que cai no chão, e então decide seguir os gritos.

Quando encontra os jovens, ela vê que eles estão desanimados, pálidos, assim como todos que saíram do local.

–Ótimo. Enfrentar o sobrenatural mesmo quando não quero...- diz ela. — O que aconteceu? — perguntou Piper para os jovens, que não responderam, apenas ficaram sentados, olhando para a parede, como se fossem animais que não sabem aonde estão.

Piper, segurando seu canivete, decide seguir os barulhos de passo que escutou. Logo, ela vê uma velha senhora, usando roupas pretas.

–Shtriga...- sussurrou ela. A mulher atacou a caçadora, que enfiou uma faca de prata em sua garganta, mas nada aconteceu. A shtriga somente fugiu. — Droga, ela vai ir atrás do Darwin. — sussurrou ela. Apesar de não se importar com pessoas como o Darwin, e se fosse por ela, deixaria a shtriga se alimentar dele, Piper sabia que a única chance que tinha de matar a criatura, era em um momento que ela estivesse se alimentando. Ela viu que os jovens que a shtriga já tinha atacado já tinham saído caminhando como zumbis.

Ela correu ate o local aonde Darwin estava, e viu o jovem se levantado. A criatura ainda não o atacou.

–Sua vadia. — gritou ele.

–Cala a boca. Temos que procurar ela...- diz Piper.

–Ela quem? — pergunta ele.

–A shtriga.

–Shtriga?

–Uma bruxa que se alimenta da essência vital das pessoas. Eu, meu irmão e meu pai matamos uma quando eu tinha onze anos. — Darwin começou a rir.

–Não acredito em lendas, sua doida. — diz ele.

–Cala a boca e me siga. — diz ela. O jovem, com medo da garota, a seguiu. Os dois estavam correndo, ate que Darwin escorrega e cai no chão, Piper continua correndo, procurando a criatura.

–Droga. — diz ele. Logo, ele vê uma velha se aproximando. Piper escuta o grito de Darwin, e olha para trás. Ela suspira, um suspiro que demonstra a sua falta de paciência. A shtriga estava se aproximando dele, mas quando viu Piper, a criatura a atacou e começou a enforcar a jovem. Piper soltou o canivete apos ser atacada.

A shtriga abriu a boca, e a energia vital de Piper começou a sair dela. O jovem ficou desesperado e morrendo de medo, o que ela disse realmente era verdade. Darwin pega o canivete de prata e se prepara para atacar a criatura, mas a bruxa percebe, e então, para de sugar a energia vital da caçadora. A shtriga desaparece. Piper não estava mal, pois perdeu apenas pouca quantidade, que só deixou ela cansada, como se estivesse com um pouco de sono.

–O que era aquilo? — gritou o jovem, desesperado.

–Eu já te disse. — diz ela, pegando o canivete, e se sentindo meio sonolenta e tonta.

–Precisamos sair.

–Não antes de matar ela.

–Como vamos matar ela? — gritou ele.

–Para de gritar, porra! — diz Piper. — Preciso que você fique de isca. Shtrigas só podem ser mortes no momento em que estão se alimentando.

–Nem pensar! Por que você a isca?

–Ela estava sugando a minha vida e você não foi rápido os suficiente para mata-la. — diz ela. — Ou você serve de isca, ou vai ter que passar por cima de mim para sair daqui. Acha que consegue? — diz ela, olhando com uma expressão de irritada para o jovem.

Ele acenou a cabeça, concordando com o plano dela, e os dois caminharam pelo local.

–Você entrou aqui só para matar essa criatura?

–Não. Eu esperava me divertir um pouco.- diz ela. — Mas acabo em uma situação como essa, com uma velha que quer me matar, e um idiota que quer ter relações sexuais comigo.

–Ei...- diz ele. Piper olha para o jovem, e ele decide não que não iria insultar ela.

–E é isso que você faz? Mata essas criaturas?

–Cala a boca! Não quero escutar sua voz. — diz ela, como se estivesse sem paciência. Eles saíram do labirinto e entraram em uma sala escura, que ainda era parte da casa assombrada. O local tinha várias portas.

–Eu vou procurar ela, fique aqui. — diz Piper. O jovem Darwin se sentou no sofá que estava no local enquanto Piper foi procurar a criatura. Ela entrou em um quarto e viu algo que parecia o laboratório de Frankenstein. E então, um homem fantasiado de Frankenstein se levantou.

–Eu vou te matar...- diz o homem.

–Cala a boca. — diz ela.O homem logo vê que Piper tinha um canivete.

–Calma, moça. O que você quer aqui?

–Você não entenderia...- diz ela. Logo, os dois escutam os gritos de Darwin.

–Você quer matar a shtriga? — perguntou ele. Piper ficou surpresa. — Eu não posso permitir isso. Essa shtriga é minha esposa, ela me mantem vivo desde o século dezoito. Seguimos uma vida normal aqui e a única coisa que fazemos e nos alimentarmos da vida dos outros. Ela nunca mata ninguém! — diz ele.

–Desgraçado. — diz Piper. Ela logo sai vai ate a sala, e a shtriga esta se alimentando da alma de Darwin.

–Não!- gritou o homem fantasiado de Frankenstein, dando um soco no rosto de Piper. Ele pega o canivete que ela deixou cair e enfia na perna da caçadora.

–Seu desgraçado! — gritou ela, dando um chute nele com a outra perna. Ela tira o canivete e corre ate a shtriga, enfiando a faca na cabeça dela enquanto ela se alimenta. A criatura grita de dor, enquanto o homem corre para atacar Piper. Em um golpe rápido, ela corta a garganta do homem fantasiado de Frankestein.

Darwin vê tudo.

–Ele era um Frankestein de verdade?

–Não, apenas um homem com péssimos gostos em questão de mulheres. — diz ela.

Piper e Darwin saem do local.

–Espero nunca mais te ver. — diz Darwin, apos sair do local. Piper vê quantas horas e vê que o relógio do parque marcavam três horas. E percebe que todos olharam para ela, pois demorou tanto para sair.

Ela sai do parque e vai para o hotel. Chegando no local, ela joga um pouco de bebida alcoólica no local aonde estava ferida, e depois costuma. E então, pega uma pizza de dia anterior e se senta no sofá.

"Nada melhor do que comer uma pizza depois de tudo que aconteceu" pensou ela, comendo a pizza e bebendo a bebida, enquanto assistia televisão.

Notas finais
Espero que me perdoem a demora. :( Sei que o capítulo não teve muito sobre vampiros, mas espero que tenham gostado.