Oracle - The Beginning

17 Capítulo 10 - Oráculo, o ínicio ( Parte 1 )


Notas iniciais
Boa noite a todos. Sentiram minha falta?
Esse capítulo é muito importante, o título dele já diz isso... Já que é o nome da fic.
O que posso adiantar dele...
- divisão e 2 a 4 partes, estou a decidir.
- luta
- cenas fofa
- ação
- amizade
- outros temperos

Desculpem a demora, =) sou lerdo mesmo. Mas a parte II já está na metade, creio que portarei rápido.

Queria mandar um abraço pra GeBlack, espero que não me abandone. =)

Bjo ♥ Nos vemos nas finais.

obs - a capa foi eu que fiz, uma merda. Eu sei, não tenho programa legal e tava com pressa. Mas o próximo banner é da Evelyn e tá muito bom já que foi Adria que fez.


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Não tenho palavras para descrever o quão boa foi a festa. Aconteceu de tudo e mais um pouco, coisas boas e inesperadas como um quase beijo de Anna. Resumindo tudo, me diverti como nunca antes.

Já estou ciente que nem tudo são flores, principalmente quando se é um caçador. Quando o dever chama tem que estar preparado e disso não posso reclamar, pois sempre estarei pronto para matar alguns vampiros. O problema é que dessa vez há três vidas em jogo e talvez não dê tempo de salvá-las... Não quero nem pensar nisso.
Entrei em casa correndo para mudar de roupa, ainda estava de fantasia. Coloquei uma calça confortável, uma camiseta branca e meu tênis esportivo. Desci as escadas quando minha mãe apareceu na sala.

– Jean, seu pai me contou... – Ela veio falando.

– Eu tenho que ir mãe, não há nada que se possa fazer. – A interrompi. Minha mãe morria de preocupação comigo e com meu irmão. Depois que nós começamos a caçar ela fica cada vez mais preocupada.

– Eu sei meu filho, – Deixou uma lágrima escapar – Promete que vai se cuidar?

– Eu prometo mãe, não fica assim – Abracei-a. – Confia em mim está bem?

– Leve isto. Estou com um pressentimento ruim.– Tirou um colar com um pingente de bolinha e colocou em meu pescoço.

– O que é isso? – Perguntei.

– No pingente tem um pouco de sangue, use se precisar ok?– Ela pediu. Eu não gostava da ideia mas não queria deixar ela mais tensa, então aceitei.

– Bryan vai dormir na casa de Hector, ele está bem. – Menti sobre onde ele dormiria.

Ela assentiu e beijou minha testa.

– Eu te amo mãe. – Eu disse antes de sair pela porta.

Não podia perder mais tempo. Entrei no carro e meu pai acelerou fazendo o carro cantar pneu. Ainda tivemos que passar na casa do Lorran, que foi tão rápido quanto eu. Partimos para a entrada da floresta. Como de se esperar estava tudo deserto, então papai parou o carro no acostamento e nós descemos.

– Usem os cintos, – Ele jogou um cinto para cada. Nossos cintos com dardos de sangue caçador, arma fatal contra vampiros. – E essas estacas – ele deu um par para cada um de nós.

Droga! Minhas armas estão no meu carro que ficou com Bryan, incluindo meu suporte de costas das estacas reais e meu cinto personalizado. Não há nada a se fazer. Coloquei as estacas agregadas ao cinto de forma que não me atrapalhasse a correr.

– Meninos, muito cuidado. Não sabemos se eles estão por aí, quantos são. – Papai explicava. – Nossa prioridade é achar a família desaparecida, então qualquer coisa grite o mais alto que conseguir que saberemos onde ir. – Assentimos. – Vamos no dividir e boa sorte – Disse por fim e logo depois sumiu floresta adentro.

– Lorran? – Chamei antes de ele entrar na floresta.

– Diga.

– Tome cuidado.

– Você também. – E sumiu na escuridão.

Bom, agora sou só eu. Respirei fundo e corri mata adentro. Minha visão noturna ativou assim que entrei tudo azul como de costume. Eu corria muito rápido, as árvores passavam como borrões do meu lado. Segui na trilha atento a qualquer barulho ou cheiro diferente. E pensar que numa hora dessas estão todos na festa se divertindo, como eu queria estar lá... Mas precisam de mim por aqui e não é hora para arrependimentos.

Quando se joga por uma causa maior essa se torna sua prioridade. Terei outros dias para me divertir, mas agora eu sou apenas um caçador. Espero que pelo menos eu dê a sorte de topar com o indetectável e acabar logo com isso.

Meia hora se passou e nem sinal de qualquer coisa anormal. Lorran e papai provavelmente estão na mesma que eu, já que não tentaram se comunicar. Continuei correndo. Estava ficando cada vez mais experiente nessa floresta, já sabia de quase todas as trilhas e até onde davam. Não posso desanimar, disse a mim mesmo. Alguém precisa de mim, preciso ser rápido. Aumentei ainda mais minha velocidade para poder cobrir uma área maior em menor tempo.

Enquanto passava numa parte mais fechada da floresta escutei uma voz distante, me concentrei nela e fui seguido com calma. Fui cauteloso andando devagar, e ao me aproximar consegui notar que era um choro de criança. Voltei a correr na direção do choro que cada vez ficava mais alto. Bingo! Vinha de uma pequena clareira na mata. Percebi que não ficava muito dentro da floresta, coisa de uns cinco ou seis quilômetros da estrada. Devia ter procurado nessa parte antes.

Entrei na clareira devagar e atencioso. Tinha uma barraca pequena e uma fogueira apagada mas ainda exalava calor, deduzi que estava acesa há pouco tempo. Um cheiro de ferrugem adentrava minha narina, sem dúvida era sangue. Arregalei os olhos e a abri ligeiramente.

Um horror. Dois corpos ensanguentados seguravam uma menininha que chorava sem parar. Mesmo em estado de choque eu a peguei, e me permiti dar uma olhada melhor em tudo. Os corpos do casal estavam arranhados, o pescoço do homem estava quebrado e perfurado por presas. Já o da mulher estava todo mordido, marcado profundamente por algum animal. Me afastei da cena com a menininha no colo, que não parava de chorar. Ela era loirinha e tinha olhos claros, aparentava ter uns três anos. Reparei que sua roupa estava suja de sangue nas costas, então a virei no meu colo e levantei a camiseta. Simplesmente fiquei sem reação. Por meio de arranhões um pouco profundos que sangravam sem parar estava escrito “Um passo à frente”. Como é possível existir tanta maldade assim no mundo? Eu sabia que era para nós caçadores, e sabia o que queria dizer. Logo eles agiriam de vez, estavam apenas nos estudando e ainda estão.

– Não chore por favor, – Pedi. – Eu não vou te machucar.

Sei que é estupidez dialogar com uma criança, ela não entenderia. Mas eu não sei o que fazer, sou péssimo com crianças. Claro, o pingente! Pensei. Porque não? Apertei um pouco o objeto que mamãe me deu até cair três gotinhas de sangue na boca dela. Fechei sua boca com cuidado e dificuldade, e sem demora as feridas se fecharam. Tirei a camisa dela e limpei o sangue que sobrara com a parte limpa, depois a joguei perto da barraca.

Conseguia fazê-la cessar o choro. Agora ela tremia... Ah claro, a temperatura. Às vezes esqueço isso, já que meu corpo se adapta a temperatura local. Tirei minha camiseta e enrolei nela.

– Vai ficar tudo bem, ouviu? – Sussurrei cuidadoso.

– Quelo mamãe! – ela pediu, seus olhos estavam cheios de lágrimas.

Não queria que ela chorasse mais, o rosto da bebê estava todo marcado de lágrimas e seus olhinhos inchados. Eu tinha que fazer algo para distraí-la.

– Qual seu nome? – Indaguei.

– Samantha. – Ela respondeu me encarando de forma curiosa.

– Oi Sam, sabe quem eu sou?

– Não, tá muito esculo. – Eu tinha me esquecido disso.

– Eu sou o tio Jean, irmão do seu papai. – Menti.

– Titio? – Ela perguntou de forma engraçada.

– É, princesa. Seu papai nunca falou de mim?

– Não. – Me encarou desconfiada. Ela era muito esperta.

– Vou te levar para casa, aí depois seu pai te pega, que tal? – Sugeri.

– Cadê ele? – Ela disse fazendo bico.

– Ele e sua mamãe estavam doentes e foram no médico, vai ficar tudo bem.

– Não é minha mamãe, é a madlasta. – Ela corrigiu.

– Então, eles vão te buscar mais tarde. Que tal irmos brincando de cavalinho?

– Eu quelo! – Ela sorriu mostrando aqueles dentinhos lindos. Ufa, consegui.

Coloquei-a nas costas e segurei firme.

– Você quer rápido ou devagar? – Questionei.

– Muito lápido.

Segurei-a mais firme em minhas costas e comecei a correr. Quanto mais longe dali melhor. Eu estava rápido mas não tanto, temia que ela caísse. Como podem fazer isso com uma família? Esses seres parecem que nunca tiveram uma vida antes de serem vampiros.

Agora entendo o ódio de papai. Se eu não tivesse conhecido Stacy acharia que todos são ruins. Mas ela prova o contrário, a força de vontade daquela garota é exemplar. Espero que ela me visite algum dia, e que seja discreta, claro. Meu pai ficaria louco se soubesse que eu beijei uma vampira e que sou amigo dela.

Continuei em velocidade constante cortando a brisa gélida da floresta quando ouvi um grito fraco de dor. Lorran se meteu em encrenca, droga. Mudei de direção e fui seguindo para a direção de onde o grito veio. Se precisar brigar vai ser difícil, preciso cuidar dessa pequena.

Cheguei bem próximo e ouvi outro grito seguido de um uivo baixo. Mas que merda é essa? Finalmente cheguei e vi o que era. Lorran estava se levantando enquanto era cercado por dois lobos grandes, e um vampiro cujo não tinha cheiro algum, era ele. Coloquei Sam no colo.

– Porque palamos?

– Anjinha, vamos brincar de macaquinho? É simples, você vai segurar o máximo que puder em cima da árvore, pode ser?

–Vamos!– Ela sorria.

Peguei-a no colo e saltei em um galho que estava a mais ou menos dois metros do chão. Deixei-a lá. Para garantir que não caísse fiz um pequeno rasgo na camisa e prendi no galho.

­­– Não me chamaram para festa. – Sorri debochado assim que desci.

– Cuidado Jean! – Lorran gritou ainda deitado.

Estava com ferimentos nas costas de mordida de lobos e vários arranhões profundos que sagravam muito. Corri até ele, preocupado.

– Está tudo bem? Dá pra aguentar?

– Estou bem. – Ele levantou devagar.

– Então você é o Jean, huh? Fiquei sabendo que é um ótimo caçador. – Disse o indetectável. – Mas não o bastante pra me pegar, não é? – Ele sorria cinicamente.

– Quem sabe hoje não seja o dia. Esperto você em andar com lobos, na forma humanos são indetectáveis, igual a você. – falei.

– E você sabe por que não consegue me detectar, não sabe? – Ele parecia jogar comigo, estava muito tranqüilo.

– Sangue de Valquíria, óbvio. E sei que você é apenas um fantoche de alguém que tem muito mais inteligência e poder que você. – Rebati o sorriso cínico.

A cara dele fechou. Parece que meu insulto o acertou em cheio.

– Ainda anda com dois cãezinhos de guarda. – Insultei os dois lobos que rosnaram para mim, o que só me fez sorrir mais.

– Não fiz as honras? Como fui deselegante. Meu nome é Alex, esses dois são Will e Noberto – ele voltou com seu sorriso idiota. – Agora chega de brincar. Matem!

Imediatamente um dos lobos correu para cima de mim e o outro para cima de Lorran, que não havia melhorado nada ainda. Espero que ele segure o segure por algum tempo até eu poder ajudá-lo, porque agora eu tinha meu próprio problema para resolver.

Will começou a vir na minha direção, eu me virei e comecei a correr. Nunca tinha lutado contra lobos antes, preciso arrumar uma estratégia o mais rápido possível se quiser sobreviver. Senti ele se aproximar nas minhas costas, corri para uma árvore e dei duas passadas nela e joguei meu corpo para trás fazendo um mortal. Caí exatamente onde queria, em cima dele. Passei meus braços por seu pescoço e prendi minhas pernas em seu tronco fazendo pressão para sufocá-lo. Para minha sorte estava dando certo, ele começou a se debater para um lado para o outro tentando se livrar de mim, sem sucesso. Enquanto ele não o apagasse não o soltaria.

Teria conseguido se algo não tivesse saltado por cima e me abocanhado na costela, me fazendo largar o Will e me lançando para longe. Noberto. Will era o mais franzino entre os dois, já Noberto era maior e mais forte. Olhei para Lorran e percebi que estava inconsciente. Minha costela tinha a marca certinha da mordida, sangrava e ardia muito.

– Lorran, acorda! – Gritei tentando incentivá-lo. Sem sucesso.

Alex estava encostado numa árvore apenas assistindo a luta.

– Acho que vocês dois dão conta, vou indo, aqui está muito tedioso. – Os lobos apenas soltaram um pequeno latido.

Alex sumiu floresta adentro. Não podia perder uma chance como essa. Mas e Sam? Olhei para a árvore e vi que ela estava dormindo, que bom que prendi a camisa no galho. Apesar de estar tudo isso acontecendo a garotinha dormia como um anjo.

– Não vai não. – Disse para mim mesmo.

Lancei-me a correr atrás de Alex, não podia deixá-lo escapar. Ele acabou com a família de uma garotinha inocente, simplesmente sem motivo. Tudo isso por poder? Como ele pode fazer isso, estar atrás da própria amiga? Pelo que Anna me disse ele gostava muito dela, será que a fome de poder é mais forte que uma amizade? Para mim nada é mais forte que amizade. Eu daria a vida por um amigo.

Avistei as costas dele, e tenho certeza que ele já percebeu que estava em sua cola. Como eu havia imaginado os dois lobos estavam logo atrás de mim, perseguição dupla. De repente Alex parou, fiz o mesmo. Os lobos saltaram em cima de mim, mas eu abaixei, quase deitando no chão os fazendo passarem direto. Levantei-me e fiquei encarando eles. Os lobos ficaram na frente dele.

– Acha mesmo que pode comigo, caçador? – Ele perguntou irritado.

– E porque foge tanto? – O fitei com tom desafiador na voz.

– Eu, fugir de vocês? Acho que não, eu só estou os estudando. – Ele parecia firme nas palavras, mas bem no fundo seu tom não era de segurança.

– Eu posso com você. Posso matar dez, mil, quantos forem necessários. Eu nasci para isso e tenho um motivo para lutar, algo me dá força, algo que vale a pena. – Fechei os punhos firmemente sentindo cada célula do meu corpo arder, uma energia boa circulava por todo meu interior.

Me senti muito quente. O conflito com o frio da floresta fazia sair um pouco de vapor do meu corpo, como se eu tivesse tomando banho de água quente em um dia frio. Nunca vou negar o que sou, um legítimo caçador, e agora eu sinto isso mais que tudo.

– O que pensa que está fazendo? – Alex me encarou raivoso.

Não é uma hora para conversa. Parti para cima dele numa velocidade extraordinária e passei pelos lobos que ficaram sem reação, de tão rápido. Peguei-o desprevenido, quando ele percebeu já estava com seu corpo colado na árvore sendo sufocado por mim. Apertei sua garganta firmemente com uma mão enquanto pegava a estaca com a outra, logo fincando em seu peito. Senti que os dois lobos iam me atacar pelas costas, então saltei no galho da árvore e depois saltei para o chão, ficando um pouco distante deles. Alex gemia um pouco de dor, mas se mexeu normalmente, ele mesmo tirou a estaca. O sangue de Valquíria era irritante quando usado a favor deles. Praticamente inibia as fraquezas dos malditos vampiros.

– Eu gostava dessa jaqueta. – Ele disse enquanto analisava meticulosamente a estaca suja de sangue escuro.

– É, e você tem um péssimo gosto. – Sorri maldosamente.

– Matem-no! – O vampiro berrou para os lobos e os capachos avançaram para cima de mim. Droga, cadê o Lorran e papai? Sem eles ficaria difícil lutar.

O lobo Will chegou antes e tentou me morder, joguei meu corpo para o lado me esquivando e aproveitei a brecha para dar um chute violento em sua garganta. Norberto aproveitou esse movimento meu e saltou em cima mim me fazendo cair no chão sobre o peso do grande lobo, suas patas dianteiras fincadas em meus ombros. Gritei de dor, como eu pude ser tão idiota! O lobo ficou rosnando em cima de mim.

– Vocês lutam por uma causa perdida, uma hora ou outra ela vai ser pega. – Disse se referindo a Anna. Se aproximou de mim e sorriu maliciosamente – Oh, e aqui está sua estaca. – Ele pegou e cravou na minha barriga lateralmente. Uma dor aguda tomou conta de mim me fazendo gritar.

O outro lobo que chutei a garganta parecia estar com ânsia de vomito, ou algo do tipo. Estava sentado tossindo muito.

– Termine. – Ele disse e depois desapareceu.

O lobo começou a tentar morder meu rosto. Pelo tamanho da boca se conseguisse seria um estrago irreversível. Estiquei meus braços segurando a lateral da boca dele, tentando o máximo possível afastar sua mandíbula de mim. Fazer força com algo em sua barriga era difícil, doía demais e a dor significa desconcentração.

Do jeito que estava seria meu fim em alguns minutos. Não vou desistir, se eu morrer vai ser lutando. Fiz força para levantar, em vão. As garras de Norberto não me davam nenhuma brecha. Aparecendo de supetão um vulto se chocou contra o lobo fazendo-o cair um pouco distante. Eu estava livre, olhei no mesmo instante para ver quem tinha me salvado, era Lorran. Ele estava sagrando muito ainda e segurava seu braço esquerdo. Me levantei com muito esforço.

–Temos que sair daqui! – Gritou. Estava certo, não tinha como lutar contra esses caras, meu pai não tinha nos treinado ainda. Mas por outro lado eu queria ficar, uma chama dentro de mim queimava em raiva contra esses lobos malditos.

– Esses caras estão atrás de Anna, se necessário morreremos lutando. – Falei sério. Por ela, e por minha mãe. Pois sei que iram atrás dela depois. Meu motivo de lutar era maior que qualquer complicação.

Quando falei o nome de Anna percebi um brilho em seus olhos. Ele largou o braço machucado e ergueu o punho para mim. Ergui o meu e dei um toque no dele, sabia o queria dizer. Estamos juntos nessa.

Os lobos começaram mais uma investida contra nós, e me preparei para chegada deles. Como Lorran lutaria com um braço quebrado? Ele vai ter que ser forte dessa vez se quiser sair vivo daqui. Com aproximação dos lobos eu senti medo, não sabia o que fazer. De repente outro lobo branco salta por cima da gente e para em nossa frente rosnando para os outros dois, fazendo-os cessar o ataque e recuar imediatamente.



Notas finais
Então o que acharam? Mereço review? =)

Aqui está a foto limpa da Sam.
( http://sphotos-h.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/253743_452377398173480_804886761_n.jpg )

Linda não?

Ta aí a primeira parte, espero que tenham gostado. Opinem, falem o que gostaram, onde posso melhorar, qualquer coisa já é um retorno.

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Pergunte ao tio J.

1. Tio J, Sam morre?
R. Se eu falar acaba a graça...

2. Tio J, Lorran e Jean vão virar amigos?
R. Eles são amigos, só que tem uma barreira entre os dois, todos sabem quem.

3. Tio J, quem é o lobo que ajudou os meninos no final?
R. Algum ai, façam suas apostas. Parte dois será revelado.

4. Tio J, por que dividir tanto o cap?
R. Muitos acontecimentos, então vai ser preciso se não acaba embolando ou ficando muita informação em um capítulo só.

5. Tio J, previsão pra parte 2?
R. Menos de uma semana para postagem. =)

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Bryan diz
- Obrigado por lerem Oracle. Até mais.