Operação babá

29 Chapther twenty nine


Notas iniciais
Oi galerinha! Pois é a fic tá de pé Estamos realmente na reta final, não quis fazer tudo de uma vez deixemos para o próximo Enfim finalizei, não ia ficar em paz enquanto segurasse, Tive contratempos, não vou largar as tramas Enfim falando da fanfic temos muita coisa boa, só lendo turma

Koushiro se trocava para sair com Emi, a garota não segurou a curiosidade enquanto o ruivo tomava banho, Emi viu a página que Koushiro esqueceu aberta sobre as digievoluções da bruxinha.

— O que tem de interessante nas redes sociais Emi-Chan? Perguntou o ruivo saindo do banho, somente de calça, secando os cabelos.

— O que são digimons Koushiro-Kun? Perguntou a castanha mostrando a imagem, fazendo o ruivo derrubar a toalha e correr até o notebook e fechar.

— Não é nada… Mente o ruivo, fazendo a namorada olhar desconfiada.

— Como nada Koushiro, você não aprofunda suas pesquisas em “nada”. Emi da ênfase na última palavra.

— Ah… É que eu não posso revelar nada.

— Por que não, o que é um Tsukaimon, você tá por acaso desenvolvendo um jogo? As perguntas estavam fazendo o guardião da sabedoria suar e respirar descompassado, não era o momento apropriado para Koushiro revelar a informação,pois o segredo não era apenas seu.

— É que eu não queria contar, pois é um protótipo, quem sabe um dia.

— Quando desenvolver as fases você me mostra, eu vou amar ser a cobaia para testar o jogo, sei que ficará sensacional, falando em sensacional… Emi fora, passando os dedos pelo tórax do namorado, sorrindo.

— Você tá muito lindo. Emi senta na mesa de computador e enlaça as pernas em Koushiro o fazendo perder o equilíbrio a castanha o beija e ele a segura pela nuca a puxando e a beijando.

— “ Essa passou perto”. Pensa Koushiro.

Sora chegou com seus pais bufando.

— Precisavam desse escândalo todo? Questiona a ruiva, encarando o pai. Os pais da ruiva ficaram sem palavras e sua mãe abaixa o olhar.

— Sora você tem que acreditar,não fomos ao restaurante com intenção de flagrar vocês, muito ao contrário do seu pai Eu faço muito gosto do seu namoro…

— Não tem namoro! Gritou Sora.

— Vocês estavam… Sora fecha o punho e respira fundo, e pega Biyomon, a guardiã do amor entra no quarto e bate a porta.

— Minha filha…

— Sora-Chan, seus pais só ficaram preocupados com você! Argumentou a ave pousando na cama da parceira.

— Eles foram ao restaurante espiar… Nunca vi tanta desconfiança. Retruca Sora abraçando Biyomon. O casal sentou no sofá e decidiram esperar a filha se acalmar, julgaram melhor esperar o café da manhã para explicar que estavam quebrando a mórbida rotina. Seu pai percebeu que o ato de ficar assistindo o encontro dos amigos às escondidas e se zangar com eles a ponto de ameaçar com um castigo contribuiu para a atitude de Sora.

— Parecemos mesmo colegas de quarto? Perguntou Haruhiko.

— Eles viraram a noite do avesso, a julgar a quantidade de pão e carne que comeram a Sora só deve sair… Haruhiko surpreende a esposa a puxando pelo braço a fazendo cair sentada em seu colo e selando um beijo longo, Sora saiu do quarto e flagrou o momento, não conteve o sorriso e correu de volta para o seu quarto, deixando a porta semi fechada com receio de atrapalhar o momento dos pais.

— Toshiko-san você não me respondeu, acha que somos como colegas de quarto? Perguntou novamente Haruhiko, buscando o ar que perdeu. Toshiko acaricia o rosto do marido e o beija,ambos escorregam do braço do sofá e se deliciam entre as carícias e beijos distribuídos pelo corpo e a boca.

— Sora-Chan você está feliz? Perguntou Biyomon, confusa com a mudança de humor da ruiva. Sora não pensou duas vezes em mandar mensagem para o castanho que ficou muito feliz com a notícia.

— Será que isso quer dizer que estamos livres do castigo? Perguntou o castanho.

— Depende, seus pais disseram alguma coisa? Perguntou Sora.

— Sim “vai pro seu quarto, conversamos amanhã”, não era mais fácil acabar logo com isso. Pentelhou Taichi.

— Acho que eles sempre vão pelo modo de educação deles! Respondeu Sora.

— Ah os meus ficam brincando de torturar pra só ai dar o golpe final. Sora ri

— Você é bobo, seus pais e os pais do Koushiro, Yamato e do Takeru são os pais que mais pegam leve.

— Até os pais do cabeça de fogo eu concordo inteiramente, mas dos pais dos loiros só a senhora Takaishi é de boa, puxa Sora você só viu o senhor Ishida nos melhores dias nunca tava lá quando a fera tava solta. Provocou Taichi.

— Taichi-Kun se eu não me engano e se te conheço bem, você andou provocando.

— Ora Sora, é… Eu… Tá bom como essa noite estamos sinceros então tá foi isso, só para o seu conhecimento o Yamato-san não especificou que o rato era de brinquedo, se não eu pegava emprestado com a Hikari-Chan, mas invés disso eu apanhei uma ratazana na escola e levei pra casa dele e colocamos na sopa da provável madrasta do Yamato que… É sério que você vai me fazer contar essa história? Perguntou Taichi.

— Não deixa eu terminar, a moça era apenas amiga do senhor Ishida e o debi e o lóide ao invés de perguntar partiram pra guerra e se deram mal. Provocou a ruiva.

— Quem foi que te contou isso? Perguntou Taichi.

— Opa debi e lóide assim você foi longe. Reclama o castanho.

— Taichi-Kun você é muito previsível, enfim acho que ficou mais uma lição para dupla.

— É sim, podíamos ter ficado quietos e ouvir que ela também gostava de garotas, tinha evitado parte da confusão.

— Taichi eu vou dormir agora, acha que nos vemos amanhã no campo? Perguntou a ruiva.

— Com ou sem castigo até amanhã Sora-Chan.

— Taichi se ficar de castigo eu vou entender, não vem você dar a louca não. Bronqueia Sora.

— Até amanhã “mamãe”. Pentelhou o castanho. Sora colocou o celular sob o criado mudo e abraçou Biyomon.

— Baka! Sora sorri ao olhar a foto que Hikari deu pra ela, estava carinhosamente em um porta retrato de corações e trazia o líder comemorando o gol no último minuto.

Enquanto isso no apartamento da família Motomiya

— Iti malia, que coisinha mais kawaii meu maninho. Jun dava a mamadeira de suco após o jantar naquela noite e Daisuke mais uma vez a encarava bravo. A voz manhosa e a melação entre eles estava realmente coisa de outro mundo, difícil para o ruivo acreditar que Jun podia ser assim tão carinhosa, já que sempre a viu de outra forma, totalmente oposta. A ruiva sentava sempre com o pequeno ruivinho no colo.

— “ Pelo amor de Kami, façam isso parar, to me sentindo uma das bonequinha dessa doida”. Reclama o herdeiro da coragem e amizade.

— Vamos ver desenhos? Jun pergunta passando o bico da chuquinha na boca de Daisuke.

— “Não sendo a anãzinha insuportável e o mascote” Para o azar do digiescolhido a atração escolhida foi baby shark, a musiquinha grudenta assim como as várias não saia da cabeça do pequeno. Daisuke tentava a todo custo desligar a televisão, mas sua irmã o colocou preso na cadeirinha que balançava, quanto mais o pequeno se mexia mais a cadeira balançava, por conta disso o ruivinho deu um chilique na cadeirinha sendo acalmado pela chupeta que Chibimon colocou na boca do parceiro achando que era o objeto que esse tentava incansavelmente alcançar.

— Calminha Dai-Kun. Chibimon balançava a cadeira tentando acalmar o bebê.

Voltando a casa da vovó Ishida

Mimi cantarolava na cozinha e Yamato sorria observando.

— Se continuar assim, daqui a pouco isso vira um musical. Resmunga Yamato.

— “Relaxa oniisan, depois de te ver cantando e dançando high school musical eu já não me surpreendo mais”. Sorri o caçula.

A casa parecia ter ganhado vida com a presença dos netos e com a constante cantoria do casal mimato, desde que foi deixada pelo marido, a mãe de Hiroaki só sentia essa paz e ouvia essas melodias quando o filho mais novo fugia do pai e se refugiava com a namorada, lhe doía ver a falta de união dos filhos, mas tudo foi compensado quando os netos nasceram o mais velho contou sobre o irmãozinho com muito entusiasmo e a medida que os netos cresciam ela percebia que ambos não puxaram os tios, as demonstrações de carinho e companheirismo era nítido na pequena cidade.

Naquela noite o casal tinha limpado o cômodo onde se encontrava um velho piano que apenas estava coberto de poeira e após a faxina a melodia ecoava novamente no casarão

. — Você me surpreendeu Mimi-Chan! Elogiou o loiro.

— Eu tento né! Mimi indagou convencida.

— Onde aprendeu a tocar? Perguntou Yamato.

— Engraçada essa história! Mimi começou de forma divertida.

— O que tem de divertido em aulas de piano? Aprendeu alguma música animada primeiro? Questiona Yamato.

— Não mais eu não costumava a ser das mais aplicadas e pirava a teacher querendo fazer suas unhas, acho que ela topava pra conseguir dar aulas, já que ganhava por hora mesmo. Takeru interrompeu o momento batendo na tecla do piano.

— Isso você encontrou o do maior. Brinca a sincera.

— Começou o bestoven a se exibir! Pentelhou o músico levando o irmão a altura de seus olhos recebendo um beijo no nariz.

— Aw faz de novo que eu quero tirar foto. Chilica Mimi, abrindo a bolsa e tirando o celular.

O casal Ishida Takaishi chegaram ao casarão e Hiroaki encontrou sua mãe tricotando pequenos sapatinhos, a casa parecia em silêncio até ouvir o acorde do piano seguido de um violão e a voz dando vida a canção

Hoshi ni negai wo kaze ni puraido noseta toki Kyou ga kesenai asu ga mieru yo kitto ne...

I wish Doushite koko ni iru no Oshiete kudasai ima sugu Mieru mono ga subete ja nai no ne

Samusa ni furueru kara ude toosu jaketto Itsu no ma ni ka sukitoote itte Kibou ni natteku

Mirai no ame ga hoho wo nuraseba omoidasu

Atsuku nare ano hi ano toki Hoshi ni negai wo kaze ni puraido noseta toki

Kyou ga kesenai asu ga mieru yo kitto ne…

— E você ainda tem dúvidas sobre o paradeiro deles? Perguntou Hiroaki.

Os digimons e os digiescolhidos ficaram tão envolvidos com a canção que não se deram conta da presença dos adultos, até Natsuko chegar ao andar de cima e Takeru engatinhar até a mãe. A música foi interrompida, por uma gracinha de Mimi que tocou uma clássica música de suspense no piano quando viu os sogros.

— Escolheu uma péssima hora! Yamato encara a castanha que ri.

— Meninos aw! Natsuko abraça o caçula e é ignorada pelo mais velho.

— Ok nos encontraram, eu já sei onde isso acaba “Já para o carro, conversamos em casa”, mas…

— Mas nada Yamato, vocês não tem noção da encrenca que causaram com esse plano, quer dizer se responsabilizam pelos mundos e não sabem ter uma conversa, acham mais fácil a fuga. Esbravejou Hiroaki.

— “ Não precisava pegar pesado”. Takeru abraça a mãe.

— Os dois nem esperaram…

— Esperar o que? A marcha nupcial, a lua de mel? Perguntou com ironia a sincera.

— Foi por isso que fugiram? Eu entendo que não fizemos nada certo…

— Ah que bom que sabem! Mimi sobe na cadeira e fecha a tampa do piano com grosseria ficando em pé sob o instrumento.

— Brigavam feito cão e gato, jogavam experiências anteriores envolvendo ex namorado, até acusação de adultério rolou, pior na frente deles, olha o Yamato pode parecer carrancudo e ogro, mas quem sai aos seus não degenera, mesmo assim vocês não sabe como isso machucou ele, saber que ficaria sem o irmãozinho o deixou sem chão, em tamanho normal tenho certeza que nem o Takeru aguentaria naquele hospício. Crítica Mimi.

— “ Eu não ia pensar duas vezes em fugir”. Afirma Takeru. A avó e alguns amigos da senhora subiram para o cômodo temendo as alterações nas vozes, parecia outra briga.

— Estávamos tentando nos acertar, Yamato e Takeru, Mimi, Patamon, Gabu, Palmon, eu não tenho palavras a não ser me desculpem, quando o Yamato me chamou achei que eu tomaria conta do Takeru, mas algo não permitiu que eu me casasse com o Ray, nós terminamos, não vou mais me casar. Natsuko anunciou levando o queixo de todos ao chão e Takeru sorri.

— Você gostou não foi? Brinca Hiroaki tomando o caçula para si.

— “É claro que sim, isso significa que eu não vou mais embora “. Comemorou Takeru.

— O que te fez mudar de ideia? Yamato questionou.

— Vocês! Yamato, você é tão cabeça quente quanto o seu pai, tenha paciência minha linda, você vai precisar! Aconselha Natsuko ajudando Mimi a descer.

— Relaxa já to acostumada ao pavio curto do Yamato-san, só que eu ainda não entendi, vocês vieram atrás da gente, claro depois do escorregão que eu dei no telefone. Lamentou Mimi.

— Não foi sua culpa Mimi-Chan! Yamato conforta a namorada.

— Agora quem não tá entendendo nada sou eu, você não ia levar o Takeru-Kun pra trancar ele na escola… Patamon é pego no colo por Yamato que inesperadamente a abraçou o digimon, aumentando a confusão.

— Eu inventei isso Patamon, me perdoa, eu precisava do apoio de todos, mas você e o Gabu só me criticavam, eu comprei a gaiola numa venda de garagem, e fiz você acreditar que minha mãe já tinha comprado as passagens e ia te levar na caixinha. Eu não agi certo eu só pensei… Yamato abaixou a cabeça, arrependido.

— Em salvar o Takeru-Kun, eu não tô zangado com você não, eu me diverti muito! O bom é que reconhece o erro, não insistiu nele. Patamon concluiu.

— Vocês vão arrancar assim as crianças daqui como seu pai fazia não é Hiroaki? Perguntou o senhor, amigo da família.

— De forma alguma, inclusive vamos passar duas semanas com eles aqui pra comemorar. Anunciou o castanho, causando surpresa aos digiescolhidos e os digimons.

— Não viemos aqui para brigar ,estávamos preocupados com as crianças, temos muito o que contar para todos…

— Estamos anunciando a nossa reconciliação. Interrompeu Hiroaki.

— “A Witchimon também cria ilusões”? Perguntou Mimi.

— Eu ouvi certo… Os dois… Vocês voltaram? Perguntou Yamato.

— Íamos contar no dia seguinte ao show de vocês, esperávamos tomar um café ou pelo menos jantar em família, mas quando entrei no quarto vocês tinham desaparecido. Mencionou Natsuko. Mimi encarou Yamato que cora com o olhar da namorada.

— É uma péssima hora pra se gabar Yama-Kun, mas eu te avisei, nós avisamos. Yamato abraça Mimi.

— Esse aí faz parte dos benefícios? Perguntou Gabumon.

— Benefícios? Perguntou Mimi.

— É que nem aquele dia no quarto do Hiroaki-San. Completa Patamon.

— Que dia? Perguntou Yamato.

— Você não estava em casa, estava com a Mimi-Chan depois do show.

— Que coisa feia meninos esperaram o barraco comer solto pra depois dizer isso! Bronqueia Mimi.

— É que nos deram bolinhos gostosos em troca do nosso silêncio. Gabumon conta corando.

— Coisa bonita vocês dois, brincando de esconde esconde no escuro e ainda compram nossos digimons para encobrir o rastro. Pentelhou Mimi.

— Eu acho que não era de esconder que eles estavam brincando não… Lembra Patamon.

— Crianças eu agradeço muito por isso, se eu tivesse ido embora… Natsuko é interrompida pelo abraço do mais velho.

— Eu sentiria muito a sua falta. Admite Yamato, abraçando a mãe.

— Eu também! Afirmou a mãe dos loiros. Mimi sorri com a cena.

Enquanto Isso A bruxinha e Joe se beijavam no parque, embora o momento romântico algo ainda perturba a digimon.

— Joe talvez seja a hora de acabar com isso! Sussurra com a voz embargada a feiticeira.

— Acabar? Perguntou Joe.

— Sim… Eu adorei cada momento nosso…

— Você está falando em… Ir embora? Mas e os feitiços… e o nosso… Bom o trato. Joe se segurava para não soltar o que de verdade pensava.

— Eu prometo que antes de ir eu desfaço tudo, os digiescolhidos e digiescolhidas voltarão ao normal, isso quer dizer que o Senpai deles cumpriu da melhor forma possível o… Witchimon foi interrompida por um subito beijo roubado por Joe.

— Eu não posso deixar você ir, eu… Você pode desfazer isso mas ficar aqui. Pede o estudante.

— Isso não tem como Joe… Você já possui um parceiro digimon e eu não sou humana, lembra? A bruxinha retrucou, cabisbaixa e assumiu a verdadeira forma.

— O que importa foi a nossa ligação…

— Eu também me diverti com você e com seus amigos, mas se quiser podemos passar esses últimos dias antes do verão acabar…

— Eu gostaria muito! Puxa Witch-Chan, você não causou mal algum com os feitiços, você até conseguiu juntar um casal que estavam separados a nove anos. Joe relata.

— Se quiser levar o Gomamon ficarei feliz em mostrar o meu mundo como você mostrou o seu, mas não tem teatro, shopping…

— Vamos ao meu apartamento. Joe apanhou uma mochila com duas mudas de roupa e tentou pegar gomamon sem acordar o monstrinho, esse acordou na mesma hora e o olhou confuso recebendo um claro sinal de silêncio.

Podia aquela ser a última noite das famílias com seus bebês no colo, ninguém tinha ideia que a bruxinha queria desfazer a mágica.

Os pais começavam a trancar as portas e desligar as luzes, era hora de dormir para muitos, a família Inoue trancava sua loja e subia para o tão merecido descanso, após toda a rotina se repetir, eles colocaram o pijama na caçula e a embalaram, Poromon se deitou no seu cestinho que ficou ao lado berço da parceira.

Ken também adormeceu embalado pela canção de sua mãe, da última vez ele esqueceu, mas agora se lembraria, Hikari adormece no quarto de Taichi, o castanho assistiu mais um filme com a irmã e pegou no sono, os quatro compartilhavam a cama. O mesmo ocorria com Iori que após assistir o treino do avô no dojo, jantou no colo da mãe e mamou sem protestos, já queria dormir antes da troca de fralda.

Takeru olhava para lua na varanda, ainda sem acreditar muito que a reconciliação era real, isso o aliviou muito, tinha a certeza que Ray nunca seria seu pai, nunca poderia chamá-lo dessa forma. Hiroaki chegou com o cobertor do filho caçula e o envolveu, o aquecendo, já que usava apenas uma camiseta de gatinhos e fralda. Após o mingau, Takeru dorme no colo do pai que também adormece, cansado pela viagem longa, Yamato cobre o pai e retira o caçula dos braços o colocando no colchão finalmente o cercando e indo dormir junto com Mimi.

— Joe-Kun se importa se eu usar seu dispositivo digital? Perguntou Witchimon.

— O Digivice? Se for ajudar…

— Joe-san eu não estou entendendo porque estamos a mais três mil pés de altura, numa vassoura.

— Calma gomamon amanhã estara tudo terminado, espero que sem causar novos problemas.

A feiticeira pegou o digivice e o envolveu com sua mágica, os digivice dos bebês emitiu uma luz naquela madrugada e tal como foi a regressão, de forma indolor e inexplicada os bebês voltaram aos seus tamanhos e idades normais, permanecendo de fralda e chupeta, cada um em seus respectivos berços.

Notas finais
Como não poderia faltar aqui deixo o link da música da Mimi-Chan https://youtu.be/8yeuj0qJ19Y Só adianto que vamos rir demais no próximo capítulo